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PN0472 - Painel Aspirante
Área: 1 - Anatomia

Apresentação: 09/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Estudo longitudinal de Bichectomia: uma abordagem sobre força de mordida e espessura dos músculos masseteres e temporais
Branco T, Cardoso AHLS, Siessere S, Silva GSG, Bettiol NB, Regalo IH, Palinkas M, Regalo SCH
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O coxim adiposo bucal de Bichat é constituído por uma cápsula fibrosa que impede a metabolização. A bichectomia é um procedimento cirúrgico que remove uma porção da gordura bucal, resultando na redução volumétrica do terço inferior da face. Este estudo objetivou analisar indivíduos submetidos à bichectomia, utilizando a força de mordida molar máxima e espessura dos músculos masseteres e temporais, antes, 1 mês e 2 meses do período pós-operatório. Participaram 10 indivíduos saudáveis, com oclusão normal e sem disfunção temporomandibular. Este estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (processo número 10589419.0.0000.5419). A força de mordida molar máxima direita e esquerda foram avaliadas pelo dinamômetro digital. As imagens dos músculos masseteres e temporais em repouso e contração voluntária máxima foram mensuradas por meio do ultrassom portátil com transdutor linear de 13Hz. Os dados foram submetidos à estatística utilizando o teste de medidas repetidas (p ≤ 0,05). Foram observadas diferenças significantes para o músculo temporal esquerdo na contração voluntária máxima entre os três períodos avaliados (p = 0,009). Foi observado diminuição da espessura em 50% dos músculos mastigatórios durante as tarefas mandibulares ao decorrer dos períodos analisados. Não foram observadas diferenças significantes na força de mordida molar máxima direita e esquerda.

Este estudo sugere que a cirurgia de bichectomia modifica a morfologia dos músculos masseteres e temporais após 2 meses do período pós-operatório.

PN0473 - Painel Aspirante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 09/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Avaliação clínica e funcional de pacientes submetidos à cirurgia ortognática no hospital getúlio vargas - Recife/PE
Lima-Junior MO, França AJB, Silva CCG, Soares CF, Silva Neto JC, Vasconcelos BE, Souza RRL, Vasconcellos RJH
ODONTOLOGIA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo se propôs a avaliar os aspectos clínicos e funcionais de pacientes submetidos à Cirurgia Ortognática no Hospital Getúlio Vargas - Recife/Pernambuco, durante o ano de 2019. Trata-se de um estudo que avaliou pacientes no pré-operatório e ao longo de 90 dias de pós-operatório, bem como uma análise da qualidade de vida e impacto da deformidade na sua vida. O estudo incluiu 4 pacientes do sexo masculino e 9 do feminino, faixa etária (OMS), 4 possuíam entre 18-24 anos, enquanto 9, entre 25-44 anos. A maioria dos pacientes possuía padrão facial tipo III (53,9%) e padrão oclusal tipo III (84,6%).

O registro oclusal obtido em relação central no pré-operatório parece não sofrer influência muscular, comparada a mesma avaliação no transoperatório sob anestesia geral. Em 11 pacientes de um total de 13 (84%) não houve adaptação com o guia final até o 7° dia pós-operatório, e do 14° ao 90° dia pós-operatório, não houve adaptação com o guia em nenhum dos 13 pacientes (100%), sugerindo forte influência neuromuscular no pós-operatório, o que pode gerar desadaptações oclusais. Houve uma tendência de manutenção do IMC dos pacientes durante os 90 dias de avaliação. Além disso, não houve alteração estatisticamente significante na avaliação dos sinais e sintomas da SAOS com deformidades dentofaciais. Na avaliação da qualidade de vida através do OHIP-14, a média dos scores deste instrumento apresentou diferenças estatisticamente significantes quando comparados o período pré-operatório vs. pós-operatório de 30 dias (p = 0,002) e pré-operatório vs. pós-operatório de 90 dias (p = <0,001).

(Apoio: FACEPE)
PN0474 - Painel Aspirante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 09/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Análise bioquímica em camundongos fêmeas C57BL/6 com falência ovariana prematura ou fisiológica após extração dentária
Momesso NR, Bacelar ACZ, Simionato GB, Biguetti CC, Ervolino E, Chaves-Neto AH, Matsumoto MA
Ciencias Básicas UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O presente trabalho objetiva determinar a influência da depleção hormonal induzida por condições de estropausa fisiológica, quimicamente, e por ovariectomia (OVX) sobre níveis plasmáticos após a extração dentária de camundongos fêmeas. Foram utilizados 46 camundongos fêmeas C57BL/6J, com idades entre 4, 6 e 18 meses, pesando cerca de 25 - 28 gramas, as quais constituíram cinco grupos: Controle - não receberam nenhum tratamento (6 meses), SHAM - OVX fictícia (4 meses), OVX - (4 meses), VCD - medicadas com diepóxido 4-vinilciclohexeno (4 meses) na dose de 160 mg/Kg/dia, via IP por 20 dias e Idosa (ID) - em período pós-estropausa fisiológica (18 meses). Constatada a condição de diestro persistente em todos os grupos, foram submetidos a exodontia do incisivo superior direito para posterior eutanásia nos períodos de 7 e 21 dias, e coleta de sangue, para análises bioquímicas: concentração plasmáticas de cálcio e fosfato inorgânico, atividades de fosfatase ácida (TRAP) e fosfatase alcalina (FAL), capacidade antioxidante total do plasma e peroxidação lipídica plasmática. Foi observado que os níveis séricos de TRAP e FAL estavam significativamente aumentados no grupo ID aos 21 dias em comparação com os demais grupos, bem como a capacidade antioxidante total. Não foram observadas diferenças estatísticas nos níveis de cálcio e fosfato, e em substância reativa ao ácido tiobarbitúrico.

A partir dos resultados obtidos pode concluir que os diferentes modelos de falência ovariana, interferem de modo distinto nos níveis séricos nos marcadores de capacidade antioxidante.

(Apoio: FAPs - FAPES  N° 2020/07999-7  |  CAPES)
PN0475 - Painel Aspirante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 09/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Avaliação da resistência de tração do fio de sutura de poliamida
Di-Giacomo FL, Bordin D, Pimentel AC, Roman-Torres CVG, Momesso GAC, Marão HF
Odontologia UNIVERSIDADE SANTO AMARO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste trabalho foi avaliar a capacidade de resistência à tração do fio de sutura poliamida do tipo Nylon. Sendo assim, foi desenvolvido um dispositivo que permitisse a realização de um nó cirúrgico da mesma forma como seria realizado clinicamente. Foram aferidas as medidas da base e suporte da máquina de ensaios universais Shimazu 500 utilizando um paquímetro digital. Para modelagem tridimensional, foi utilizado o software Solidworks 2013 e por meio de extrusão foi construído um dispositivo. Para a realização do teste de resistência à ruptura foi acoplada à uma célula de carga de 500N à máquina de ensaios universais. O dispositivo superior foi tracionado verticalmente à 1mm/min até o rompimento do fio ou falha do nó, sendo a falha mensurada em Newtons (N). Após o teste, os fios foram observados em microscopia óptica com aumento de 20 e 40x. Apesar da variação em algumas amostras, o resultado está de acordo com as a norma da ABNT NBR 13904. Nos testes realizados foi obtido uma média de 15,38 N, um valor quase 4 vezes maior que o mínimo estipulado. Quanto ao tipo de falha, 70% dos fios tiverem uma falha no nó, ou seja, o nó se afrouxou, isso se deve ao efeito memória do fio de nylon. Os outros 30% tiverem a ruptura do fio na região do nó após atingir uma certa força.

Portanto, fio de poliamida do tipo Nylon apresenta resistência de ruptura dentro dos limites da norma ABNT NBR 13904 (2003). Devido à predominância de falha de nós, recomenda-se a utilização de nós duplos ou triplos.

PN0476 - Painel Aspirante
Área: 1 - Anatomia

Apresentação: 09/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Processo estilóide do osso temporal e placas ateromatosas calcificadas no hiperparatireoidismo primário e hipoparatireoidismo
Mendonça DS, Cid AMPL, Saraiva ACS, Kurita LM, Silva PGB, Quidute ARP, D'alva CB, Costa FWG
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O alongamento do processo estiloide do osso temporal (PEOT) e o surgimento de placas ateromatosas calcificadas (PAC) podem sofrer influências de alterações endócrinas que regulam o equilíbrio osteometabólico. A presente investigação avaliou aspectos do PEOT e imagens sugestivas de PAC entre pacientes com hiperparatireoidismo primário (HPTP) e hipoparatireoidismo (hipoPT) em radiografias panorâmicas. Foi realizado um estudo observacional comparativo com pacientes diagnosticados com HPTP (n=25) e hipoPT (25), além de controles (n=50). A frequência de PEOT acima 30 mm, tanto no lado direito (p=0,001) como esquerdo (p=0,003), foi maior nos grupos HPTP ou hipoPT em relação aos controles. O comprimento do PEOT também apresentou maior média nos lados direito (p=0,003) e esquerdo (p=0,002), assim como a média dos dois lados (p=0,001). Placas ateromatosas foram observadas com maior frequência em mulheres tanto no grupo hipoPT (média de 61,75±9,91 anos), sem predileção pelo lado, como no grupo HPTP (média de 51,71±16,34 anos), mas principalmente unilaterais nesse. A densidade mineral óssea (DMO) no grupo com hipoPT foi inversamente associada com o comprimento médio do processo estiloide esquerdo (p=0,040) e com a presença de PAC do lado esquerdo (p<0,001) e diretamente associado com a classificação B de O'Carrol para PEOT no lado direito (p=0,011).

Em síntese, indivíduos com HPTP e hipoPT apresentam características relacionadas ao PEOT e ocorrência de PAC que se apresentaram diferentes em comparação ao grupo controle.

(Apoio: CNPq  N° 315479/2021-3)
PN0477 - Painel Aspirante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 09/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Anabólico ósseo incorporado ao Biogran® melhora o reparo periimplantar em ratos orquiectomizados
Duarte ND, Gomes-Ferreira PHS, Frigério PB, Monteiro NG, Micheletti C, Grandfield K, Lisboa Filho PN, Okamoto R
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliar o PTH 1-34 tópico, funcionalizado ao BioGran® pela técnica da sonoquimica, utilizada no preenchimento de defeitos periimplantares durante a instalação de implantes em ratos orquiectomizados. 128 ratos foram divididos em grupos: SHAM - cirurgia fictícia, ORQ - orquiectomia, cada grupo foram subdivididos em CLOT (defeito periimplantar, sem biomaterial); BG (defeito periimplantar com utilização do BioGran®); BGPTH (defeito periimplantar com BioGran® funcionalizado com PTH 1-34). Os implantes foram instalados na metáfise tibial dos animais. Para análise biomecânica, foi utilizado o registro no pico máximo do torquímetro para romper a interface osso-implante através do movimento anti-horário. Posteriormente, foi realizado análise RT-PCR para avaliação quantitativa da expressão dos genes fosfatase alcalina (ALP) e osteocalcina (OC). O torque reverso máximo foi o maior nos grupos SHAM BGPTH e SHAM BG com valores de 9,6 N.cm e 8,2 N.cm. A maior expressão de ALP foi no grupo ORQ BGPTH (6,044), resultado estatisticamente significativo em relação aos outros grupos (Tukey, p < 0,05). A expressão de OC foi semelhante em todos os grupos, sem diferença estatisticamente significativa (ANOVA, p > 0,05).

A funcionalização do BioGran® com PTH 1-34 apresenta melhora na reparação óssea, mostrando-se ainda mais eficaz nos animais orquiectomizados.

(Apoio: FAPs - FAPESP  N° 2017/08187-3)
PN0478 - Painel Aspirante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 09/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Impacto da pandemia de COVID-19 no Serviço de Trauma Bucomaxilofacial de um hospital de emergência da região centro-oeste do Brasil
Macedo TCS, Cunha LTMQ, Zancopé E, Neves FD, Zancopé K
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Em março de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a pandemia de COVID-19. Acredita-se que haveria uma diminuição do número de internações por trauma e um aumento por agressão física, especificamente a violência contra a mulher. Foram analisados os prontuários de pacientes internados pela equipe de Cirurgia Bucomaxilofacial do Hospital de Emergência Governador Otávio Lage de Siqueira (HUGOL) no período de março de 2019 a fevereiro de 2021. Foi realizada análise descritiva, apresentada em frequências absolutas e relativas para as variáveis categóricas. O teste Qui-quadrado ou exato de Fisher também foi aplicado para examinar a homogeneidade dos grupos em relação às proporções. O nível de significância utilizado para todos os testes foi de 5%.Foram avaliados 605 casos no período pré-pandemia e 644 casos no período pandêmico. Em ambos os períodos, os acidentes moto ciclísticos e as agressões físicas foram as causas mais frequentes de trauma. Foi possível observar uma maior frequência de casos de trauma em pacientes do sexo masculino em comparação com pacientes do sexo feminino. Além disso, houve mais casos de trauma por acidentes automobilísticos durante a pandemia e menos casos vindos de acidentes esportivos. No início da pandemia, houve diminuição do percentual de trauma por agressão, mas sem diferenças estatisticamente significativas.

O trauma facial, que geralmente requer procedimentos cirúrgicos sob anestesia geral e longas internações hospitalares para restabelecer a saúde, permanece em altas taxas durante o período de pandemia de COVID-19.

PN0479 - Painel Aspirante
Área: 1 - Biologia craniofacial

Apresentação: 09/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Toxina Botulínica tipo A para Sorriso Gengival por Hiperfunção Muscular
Muknickas DP, Boaro LCC, Roman-Torres CVG, Pimentel AC
UNIVERSIDADE SANTO AMARO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Proposição: O sorriso gengival é uma alteração que compromete a estética e que muitas vezes necessita de tratamento afim de melhorar a qualidade de vida de quem o tem. Este trabalho se propôs avaliar a ação da toxina botulínica tipo A para o sorriso gengival misto por hiperfunção muscular em uma amostra do gênero feminino e masculino (n=5) que apresentavam 3mm ou mais de exposição de tecido gengival queratinizado em um sorriso habitual. Métodos: Utilizou-se como protocolo, a aplicação de 8 unidades de toxina botulínica tipo A da marca Botulifit®, sendo 2 unidades em cada ponto, totalizando 4 pontos e 8 unidades bilateralmente. Protocolo fotográfico foi instituído, antes e após o procedimento, a fim de exemplificar a melhora quantitativa da exposição gengival e os resultados do trabalho. Resultados: Os resultados foram avaliados após 30 dias (T1) e 5 meses (T2) de aplicação, evidenciando melhora em todos os pacientes avaliados em T1 e T2. Conclusões: Concluiu-se com esse trabalho, que a aplicação de 8 unidades de toxina botulínica tipo A é um método terapêutico eficiente para correção clínica do sorriso gengival misto por hiperfunção muscular.

Conclusões: Concluiu-se com esse trabalho, que a aplicação de 8 unidades de toxina botulínica tipo A é um método terapêutico eficiente para correção clínica do sorriso gengival misto por hiperfunção muscular.

PN0480 - Painel Aspirante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 09/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Efeito da fibrina rica em plaquetas injetável na qualidade de tecido gengival em lesões de osteorradionecrose: estudo piloto
Macedo DR, Prisinoto NR, Reis NTA, Cardoso SV, Oliveira GJPL, Soares PBF
Hospital Odontológico UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou a aplicação de fibrina rica em plaquetas injetável (i-PRF) na melhora da qualidade de tecido mole de lesões de osteorradionecrose (ORN) em pacientes submetidos à radioterapia de cabeça e pescoço. Durante o período de fevereiro a dezembro de 2021, cinco lesões de ORN foram diagnosticadas em 4 pacientes. O i-PRF foi aplicado semanalmente por 4 semanas no tecido gengival ao redor da lesão. Os pacientes foram acompanhados clinicamente por 90 dias, a extensão das lesões ósseas foram avaliadas radiograficamente e o impacto na qualidade de vida dos pacientes pelos questionários de qualidade de vida (QLQ-C30, QLQ-H&N35). Desse total, três pacientes eram homens e um era mulher e dois deles eram tabagistas. As lesões de ORN foram detectadas devido à extração dentária (3 lesões), prótese mal ajustada (1 lesão) e colocação de implante dentário (1 lesão). Todas as lesões que apresentaram melhora nos tecidos moles continuam sem alterar o aspecto das lesões ósseas que continuam confinadas ao osso alveolar. Além disso, os pacientes não perceberam melhora relevante na qualidade de vida após o início do tratamento das lesões.

A aplicação do i-PRF tem potencial para promover bons resultados no tratamento da osteorradionecrose, mas sua taxa de sucesso é relativamente moderada e seu impacto na qualidade de vida desses pacientes parece ser nulo.

(Apoio: CNPq  |  FAPEMIG  |  CAPES  N° #001)
PN0481 - Painel Aspirante
Área: 1 - Biologia craniofacial

Apresentação: 09/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Participação da via de sinalização Hedgehog na diferenciação osteoblástica induzida por superfície de titânio com nanotopografia
Souza PG, Lopes HB, Adolpho LF, Oliveira FS, Souza ATP, Weffort D, Rosa AL, Beloti MM
Biologia Oral UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A osteogênese é um evento biológico dependente de vias de sinalização celular, incluindo a via Hedgehog. A modulação dessa via por fármacos pode gerar terapias importantes relacionadas ao tecido ósseo na odontologia. O objetivo deste estudo foi investigar a participação da via Hedgehog na diferenciação osteoblástica induzida por superfície de titânio com nanotopografia (Ti-Nano), comparada à superfície de Ti-Usinada. Para isso, células osteoblásticas foram cultivadas sobre essas superfícies na presença de purmorfamina (agonista) e ciclopamina (antagonista), e dimetilsulfóxido, como controle, por até 17 dias, sendo avaliados parâmetros relacionados à diferenciação osteoblástica. A purmorfamina favoreceu o processo de diferenciação osteoblástica, aumentando a expressão gênica dos marcadores ósseos Runx2, Sp7, Alp, Oc e Opn, e dos componentes da via Hedgehog, Gli1, Gli2 e Gli3 (PCR em tempo real, 7 dias, n=4), a expressão das proteínas RUNX2 e GLI1 (western blot, 10 dias, n=3), a atividade de fosfatase alcalina in situ (Fast Red, 7 dias, n=5) e a formação de matriz mineralizada (Vermelho de Alizarina, 17 dias, n=5) (p=0,001). A ciclopamina prejudicou a diferenciação, inibindo todos esses parâmetros, sendo as células crescidas sobre Ti-Nano mais responsivas ao estímulo e bloqueio da via (p=0,001).

Os dados indicam que o potencial osteogênico da nanotopografia se deve, ao menos em parte, à via de sinalização Hedgehog; portanto, estratégias que combinem a regulação dessa via por topografias de superfície podem favorecer a osseointegração de implantes de Ti.

(Apoio: FAPESP  N° 2019/15531-8  |  CNPq  N° 303115/2019 8)