03 a 06 de Setembro de 2025 | São Paulo / SP

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Resumos Aprovados 2025

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 2776 Resumo encontrados. Mostrando de 1951 a 1960


PIe0335 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 06/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Salão Turquesa

Potencial Bioativo e Antimicrobiano do MTA Modificado com Combeita
Eduarda Folha Fedrizzi, Luíse Dos Santos Ferreira, Carla Lucia David Peña, Luana Marotta Reis de Vasconcellos, Ivone Regina de Oliveira, Rafael Guerra Lund, Tiago Moreira Bastos Campos, Giana da Silveira Lima
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou o efeito da incorporação de diferentes concentrações de Combeita (5%, 10% e 20%) em cimento MTA comercial sobre suas propriedades físico-químicas, antimicrobianas e bioativas. Foram analisadas viabilidade celular (VC), atividade de fosfatase alcalina (ALP), microscopia eletrônica de varredura (MEV), formação de nódulos mineralizados (FNM), pH, sorção e solubilidade (SS), escoamento (E). A resistência à compressão (RC) foi analisada por Weibull. Foram avaliados efeitos antimicrobianos contra Enterococcus faecalis e Staphylococcus aureus. ALP, SS e E foram avaliados por Anova uma via e Teste Tukey. MEV, FNM foram avaliados qualitativamente. A adição de Combeita promoveu microestrutura mais homogênea, com poros menores e selados por fase vítrea, aumentando a resistência à compressão (MPa) em todos os grupos com adição de Combeita. MTA-10C e MTA-20C apresentaram RC duas vezes maior que o controle MTA-0C (3,18 MPa), com alta confiabilidade mecânica e reduzindo a solubilidade (p<0,01) do MTA. Grupos com 10% e 20% de Combeita mostraram aumento progressivo sustentado do pH, maior VC e manutenção da atividade da ALP. A FNM foi preservada e semelhante entre os grupos. A atividade antimicrobiana foi dose-dependente de Combeita, com o MTA-20C destacou-se por pH >12, alta viabilidade celular e a maior eficácia antimicrobiana, especialmente para o Enterococcus faecalis.

A incorporação de Combeita ao MTA promoveu melhorias integradas no desempenho mecânico, estabilidade química, bioatividade e ação antimicrobiana, configurando-se como alternativa promissora para a endodontia contemporânea.

(Apoio: CAPES  N° 001)
PIe0336 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 06/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Salão Turquesa

Carbonato de Cálcio: uma revisão bibliométrica de aplicações em biomateriais odontológicos
Samira Schons de Oliveira, Andressa da Silva Barboza, Adriana Poli Castilho Dugaich, Mauricio Malheiros Badaró, Ana Paula Varela Brown Martins, Rafael Guerra Lund, Juliana Silva Ribeiro de Andrade, Sheila Cristina Stolf
Ciências da Saúde UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo tem como objetivo avaliar de forma abrangente as características bibliométricas de artigos que examinam a utilização do carbonato de cálcio (CaCO₃) na odontologia. A busca foi realizada na base de dados da Web of Science em março de 2025, sem restrição de idioma ou data de publicação. Os seguintes dados foram coletados: número e densidade de citações; autoria; ano, periódico de publicação e fator de impacto; desenho do estudo e tema; palavras-chave; instituição e país de origem. O software VOSviewer foi utilizado para gerar redes colaborativas. No total, 91 artigos foram incluídos, com número de citações variando de 123 a zero. A maioria dos artigos (74%) foi publicada após 2010, com maior prevalência na Ásia (53%). O delineamento de estudo mais frequente foi in vitro (55%), com foco principal em odontologia restauradora (28%). As palavras-chave mais comuns foram "Carbonato de Cálcio" e "Hidroxiapatita". DeVizio W. foi o autor mais prolífico, com quatro publicações.

Conclui-se que a análise bibliométrica revela um interesse crescente nas aplicações odontológicas do carbonato de cálcio, com aumento na produção científica ao longo dos anos. Os resultados destacam a distribuição global da pesquisa e a relevância do biomaterial em diversas especialidades odontológicas. O estudo reafirma pontos-chave para grupos de pesquisa ao redor do mundo que desenvolvem materiais odontológicos inovadores, oferecendo direcionamentos valiosos para futuras investigações, que ainda são limitadas em escopo, especialmente no que diz respeito a aplicações clínicas e resultados em longo prazo.

(Apoio: FAPESC/CNPq  N° 38/2022  |  FAPESC  N° 21/2024)
PIe0337 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 06/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Salão Turquesa

Protocolos de queima de overglaze e self-glaze: Efeitos nas propriedades mecânicas, ópticas e superfície de uma vitrocerâmica
Reioam Abdallah Cimatti de Souza Lima, Fátima Letícia Dos Santos Batista, Rita Adriana Souza da Silva de Assis, Renata Marques de Melo, Antonio José Tôrres Neto, Camila da Silva Rodrigues
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Queimas estendidas de self-glaze são capazes de alterar as propriedades mecânicas de cerâmicas vítreas, porém, seus efeitos quando overglaze é realizado são desconhecidos. Assim, esse estudo avaliou o efeito da queima estendida em protocolos de overglaze e self-glaze na resistência flexural de uma cerâmica vítrea quando comparada à queima convencional. Discos de uma cerâmica vítrea reforçada por leucita (IPS Empress CAD) foram preparados e divididos de acordo com o tratamento: self-glaze com queima convencional (1,30 min a 790°C) ou estendida (15 min a 790°C); overglaze com queima convencional ou estendida. A rugosidade (Ra) foi medida com rugosímetro. A translucidez (TP00) e a alteração de cor (ΔE00) foram avaliadas com espectrofotômetro. A resistência flexural foi analisada com o teste piston-on-three-ball. A análise estatística foi realizada com testes ANOVA e de Tukey.

A queima estendida levou aos menores valores de rugosidade, especialmente em overglaze. Maiores valores de resistência flexural foram observados nos grupos overglaze. TP00 e ΔE00 não foram afetadas pelos protocolos de aplicação e queima. Portanto, observou-se que o overglaze levou ao aumento da resistência flexural da cerâmica reforçada por leucita. A queima estendida resultou em menores valores de rugosidade. As propriedades ópticas não foram alteradas.

(Apoio: FAPs - Fapesp  N° 2024/189427)
PIe0338 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 06/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Salão Turquesa

Ação antifúngica in vitro da própolis verde comercial e análise cromatográfica comparativa com amostras da região de Paracambi
Yasmin Machado de Abreu, Rosane Nora Castro, Paulo Henrique Dos Santos Belo Junior, Wendell de Sousa Loterio, Deborah Vargas Cesar, Carolina Noronha Ferraz Arruda, Leonardo Simões de Abreu Carneiro, Cesar Dos Reis Perez
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A Estomatite protética é uma alteração frequente em pacientes portadores de prótese total, causada por microrganismos oportunistas, mais frequentemente a Candida albicans. Pacientes imunossuprimidos, oncológicos e xerostômicos são mais acometidos. Antimicrobianos eficientes, como a nistatina, anfotericina B e clorexidina são utilizados para tratamento. Entretanto, podem apresentar efeitos colaterais como náuseas, diminuição do apetite, pigmentação da língua e da prótese. A própolis se apresenta como uma alternativa, com ação antifúngica e anti-inflamatória, porém com menos efeitos colaterais. A presente linha de pesquisa busca incorporar antimicrobianos naturais na composição de adesivos para dentaduras, um produto que deve ser renovado ao menos duas vezes ao dia. Inicialmente, avaliou-se o efeito antimicrobiano in vitro de dois extratos própolis verde comercialmente disponíveis, através de antibiograma e da concentração fungicida mínima. Após isso, foi realizada a avaliação composicional das duas própolis verdes comerciais e de um extrato de própolis verde obtido a partir de amostras locais de Paracambi (região da UFRRJ), a fim de comparar seus perfis cromatográficos. A própolis verde apresentou efeito inibitório in vitro em teste de inibição por diluição seriada em concentração de 0,39%. A análise cromatográfica demonstrou similaridade entre os perfis composicionais analisados.

Portanto, os testes realizados demonstram a efetividade in vitro da própolis verde e a viabilidade do uso da própolis verde local como matéria-prima para a continuação da pesquisa, favorecendo o desenvolvimento de um novo produto totalmente desenvolvido com matéria-prima da região.

PIe0339 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 06/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Salão Turquesa

Resinas 3D para base e dentes de próteses removíveis: análise comparativa físico-mecânica
Izabela Batista Cordeiro, Maribí Isomar Terán Lozada, Airin Avendano Rondon, Gustavo Mendonça, Paulo Sérgio Borella, Carlos José Soares
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou as propriedades físicas e mecânicas de sete resinas impressas em 3D: quatro para base de prótese: HIDB, High impact denture base, SprintRay; DDB, Denture Base II, DENTCA; DBFL, Denture base OP, Formlabs; DBR, Denture base 2.0, Rodin e três para dentes de prótese removíveis: HIDT, High impact denture teeth, SprintRay; DTFL, Denture Teeth, Formlabs; APT, APEX teeth, SprintRay. Foram mensuradas a resistência à flexão (FS, MPa), microdureza Vickers (VHN, N/mm²), rugosidade superficial (Ra, µm), sorção de água (SA,µg/mm3) e grau de conversão (DC, %). Microscopia eletrônica de varredura (MEV) foi utilizada para análise da topografia das amostras e padrão de ruptura. Os dados foram analisados utilizando ANOVA one way e o teste de Tukey (α = 0,05). Diferenças significativas foram encontradas para os valores de FS, VHN, Ra, SA e DC (P<0,001). Os maiores valores de RF foram para HIDB-108.4 MPa; e DDB- 97.3 MPa. DBFL registrou a maior VHN- 35.1 N/mm². A DBR obteve tanto a menor Ra- 0.63 µm, e maior DC- 78.1%. A menor sorção de água foi obtida pela DDB- 0.0022 µg/mm3. Entre as resinas para dentes, APT destacou-se por apresentar simultaneamente a maior RF-102.6MPa, menor Ra- 0.15 µm, e menor SA- 0.0012 µg/mm3, indicando um conjunto de propriedades favoráveis.

As variações entre as resinas 3D evidenciam a necessidade de seleção criteriosa conforme a indicação clínica. Resinas impressas HIDB, DDB e APT demonstraram desempenho mecânico e estabilidade superiores.

PIe0340 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 06/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Salão Turquesa

Comportamento óptico de resinas compostas monocromáticas em lesões cervicais não cariosas antes e após clareamento dental: estudo piloto
Giulia Dos Santos de Castro Solagaistua Reinoso, Carolina Guedes Barquete, Marcelo José Braga Pinhão, Sergio Monteiro da Silva, Júlia Fernandes de Assis Rodrigues, Raphaela Rodrigues de Oliveira, Amanda Barreto Ramos
Procedimentos Clínicos Integrados UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste trabalho é avaliar a mimetização de cor de resinas monocromáticas por método instrumental em lesões cervicais não cariosas (LCNCs) antes e após clareamento dental. Foram selecionados pacientes com 3 LCNCs representando cada grupo de dente restaurado com os seguintes materiais: resinas monocromáticas Omnichroma (OM) e Transcend UB (TR) e como controle a resina policromática convencional da Forma (FM) com seleção de cor prévia. Todas as LCNCs foram medidas em altura, largura e profundidade com sonda milimetrada e apresentavam dimensões próximas. As restaurações foram realizadas sob isolamento do campo operatório, ataque ácido seletivo em esmalte e uso de adesivo autocondicionante de 2 passos. Após o procedimento restaurador foi feita análise da cor com uso de espectrofotômetro (Vita EasyShade V). Em seguida, o paciente foi submetido ao clareamento dental pela técnica caseira supervisionada por 4 semanas (Opalescence PC 10%). A diferença de cor antes e depois do procedimento restaurador e do clareamento foi calculada usando a fórmula CIEDE2000. Um questionário de avaliação da percepção e satisfação dos pacientes também foi conduzido. A resina OM apresentou o melhor resultado com menor ΔE00 antes e após o clareamento. Os três materiais apresentaram maior ΔE00 após o clareamento, sendo que essa diferença foi maior na resina policromática (FM). O grau de satisfação do paciente avaliado pelo questionário mostrou resultado excelente

Concluiu-se que o uso da resina monocromática OM em LCNCs apresentou capacidade de mimetização promissora da estrutura dentária. A OM apresentou comportamento óptico superior mesmo quando submetida ao clareamento dental.

PIe0341 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 06/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Salão Turquesa

POTENCIAL ABRASIVO DE DENTIFRÍCIOS CONTENDO PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO SOBRE A DENTINA
Julia Costa Pereira da Silva, Douglas Ferreira da Silva, Mariane Cintra Mailart, Carlos Rocha Gomes Torres, Alessandra Bühler Borges
Odonotologia Restauradora INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA / ICT-UNESP-SJC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi analisar o potencial abrasivo de dentifrícios contendo diferentes concentrações de peróxido de hidrogênio (PH), por meio da mensuração da perda de superfície da dentina após a escovação. Espécimes de dentina bovina polida foram divididos nos grupos (n=5): água deionizada (controle negativo-CN); Dentifrício convencional (Elmex- Sensitive -controle positivo-CP); Dentifrício contendo 1% PH (Colgate- Luminous White); Dentifrício contendo 3% PH (Colgate- White Glow); Dentifrício contendo 4% PH (Crest- Brilliance); Dentifrício contendo 5% PH (Colgate- White Pro Series). Foram realizados ciclos de escovação com suspensões dos produtos (1:3-dentifrício:saliva artificial). A perda superficial (μm) foi avaliada com perfilometria de contato, comparando-se o perfil inicial com os perfis obtidos após 5.000, 10.000, 15.000 e 20.000 ciclos de abrasão. Os dados foram avaliados com ANOVA e teste de Tukey (5%). Após 20.000 ciclos, os valores de perda (média±desvio-padrão) foram: CN (8,55±0,22)a, CP (9,25±0,53)ab, 1% PH (10,64±0,26)bc, 3% PH (12,13±0,52)cd, 4% PH (12,81±1,97)d, 5% PH (13,02±0,82)d.

Concluiu-se que a composição dos dentifrícios influenciou seu potencial abrasivo, e as maiores concentrações de PH (entre 3 a 5%) resultaram em maior desgaste da dentina.

(Apoio: CNPq  N° 16042/2024)
PIe0342 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 06/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Salão Turquesa

Influência da condição de impressão nas propriedades mecânicas de compósitos resinosos restauradores impressos
Geovanna Jesus Almeida, Larissa Meireles Rodrigues, Leonardo Viana Araújo, Rayssa Ferreira Zanatta, Thiago Doca, Leandro Augusto Hilgert
Odontologia UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo foi avaliar e comparar as propriedades mecânicas de diferentes compósitos resinosos restauradores impressos (PRCs) em condições de impressão distintas. Cinco PRCs foram avaliados: Biocrown (BC, Makertech Lab), C&B (CB, Nexdent), Crowntec (CR, Saremco), Varseo Smile Crown (VSC, Bego) e Voxel Print Ceramic (VPC, FGM). Os corpos de prova foram produzidos em impressora 3D (Mars3, Elegoo), com angulação de 90°, pós-polimerizados por 30 minutos em luz UV, e em duas condições de impressão: IFU - seguindo as instruções dos fabricantes, e DEC - após cinco dias de decantação das resinas no tanque (VAT). Dez discos (8mmx2mm) de cada grupo foram polidos até lixa #2400 e submetidos ao teste de microdureza Vickers (VHN) com uma carga de 200g por 15s; e 12 barras (2mm×2mm×25mm) foram submetidas ao teste de flexão de três pontos com uma velocidade de cruzeta de 0,5mm/min, no qual se avaliou a resistência à flexão (σ) e o módulo de elasticidade (E). Os dados foram analisados por meio de Kruskal-Wallis e Mann-Whitney (α=0,05). Houve diferenças significativas entre as condições de impressão e entre os PRCs. A decantação elevou significativamente os valores de VHN para CB, VPC e C. Em DEC, houve aumento da σ para VPC e CR e redução para CB, BC e VSC quando comparada à IFU; na avaliação de E, VPC, VSC e CR tiveram valores majorados pela decantação, ao contrário de CB e BC. O compósito VPC apresentou os maiores valores médios de VHN, σ e E na condição IFU. Em DEC, VPC apresentou os maiores valores de VHN e E, enquanto CR obteve maiores valores para σ.

As propriedades mecânicas dos compósitos testados foram produto-dependentes. A decantação alterou o comportamento mecânico dos materiais impressos, com impactos distintos de acordo com as características de cada compósito.

(Apoio: CNPq  N° 139653/2024-4  |  CAPES  N° 23106.035097/2024-74  |  INCT Saúde Oral & Odontologia  N° 406840/2022-9)
PIe0343 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 06/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Salão Turquesa

Resistência ao desgaste abrasivo por escovação simulada de diferentes compósitos resinosos restauradores impressos
Vinicius Costa Marques, Larissa Meireles Rodrigues, Geovanna Jesus Almeida, Amanda Tauchen Filgueiras, Rayssa Ferreira Zanatta, Thiago Doca, Leandro Augusto Hilgert
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar e comparar a resistência ao desafio abrasivo de compósitos resinosos restauradores impressos (PRCs). Cinco PRCs foram avaliados: Biocrown (BC, Makertech Lab), C&B (CB, Nexdent), Crowntec (CR, Saremco), Varseo Smile Crown (VSC, Bego) e Voxel Print Ceramic (VPC, FGM). Os corpos de prova foram produzidos conforme instruções dos fabricantes e pós-polimerizados por 30 minutos sob luz UV. Oito discos (8mmx2mm) de cada material foram polidos (até #2400), posicionados em máquina de escovação em dispositivo individual, com o centro da amostra coincidindo com o da escova e as laterais protegidas. Foram realizados 50000 ciclos de escovação (amplitude 20mm e frequência 2Hz), com suspensão de dentifrício com água destilada (1:3). A perda de altura e a rugosidade superficial(Ra) na região protegida(Ra 0 ) e escovada(Ra T ) foram mensuradas com microscópio optodigital. Os dados de rugosidade foram analisados estatisticamente por Kruskal-Wallis e Dwass- Steel-Critchlow-Fligner, e de perda de altura por ANOVA um-fator e Tukey (α=0,05). O Ra da região escovada foi significativamente maior que da região protegida. Os PRCs CR, VPC e VSC apresentaram os menores valores de Ra 0 , enquanto BC, CB e VPC apresentaram os menores valores de Ra T . Quanto à perda de altura os compósitos VPC, BC e CB apresentaram os menores valores de desgaste.

O desafio abrasivo por escovação simulada afetou as características superficiais de todos os compósitos resinosos impressos testados com aumento da rugosidade e perda de altura. Os resultados foram produto-dependentes.

(Apoio: CNPq  N° 139653/2024-4  |  CAPES  N° 23206.035097/2024-74  |  INCT Saúde Oral & Odontologia  N° 406840/2022-9)
PIe0344 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 06/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Salão Turquesa

A fotobiomodulação antes ou depois do clareamento no consultório influencia na redução da sensibilidade? Ensaio clínico randomizado
Beatriz Lopes de Oliveira, Elma Vieira Takeuchi, Brennda Lucy Freitas de Paula, Ramon Ferreira Ribeiro, Jesuina Lamartine Nogueira Araújo, Cecy Martins Silva
Instituto de Ciências da Saúde UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou o efeito da fotobiomodulação (PBM), aplicada antes ou após o clareamento dental em consultório (CD), na redução da sensibilidade dentária (SD) e mudança de cor. Sessenta e seis participantes foram randomizados em três grupos: Controle (sem tratamentos adicionais), PBM-Antes (PBM aplicado antes do CD) e PBM-Depois (PBM aplicado após CD). A PBM foi realizada com luz infravermelha em dois pontos (apical e cervical) na superfície vestibular dos dentes. O laser de baixa potência operou em modo contínuo (potência de 100 mW), aplicando 2J por ponto. O CD foi realizado com peróxido de hidrogênio a 35%. A escala visual analógica (EVA) avaliou a SD durante o CD e até 72 horas após cada sessão. A cor foi avaliada no início e uma semana após a 3ª sessão. O grupo PBM-Antes não diferiu estatisticamente do grupo PBM-Depois (p>0,05). O grupo PBM-Antes apresentou menor SD do que o Controle até 1 hora após a 2ª (p=0,01) e 3ª sessões de clareamento (p=0,01). O grupo PBM-Depois apresentou menor SD do que o Controle nos seguintes momentos: durante a aplicação do gel na 2ª (p=0,03) e 3ª sessões (p=0,006); até 1 hora após a 1ª, 2ª e 3ª sessões (p=0,04, p=0,007, p<0,001, respectivamente); e entre 1 e 24 horas após o clareamento na 2ª (p=0,005) e 3ª sessões (p<0,001). O PBM não afetou o resultado do clareamento (p>0,05).

A PBM aplicada antes ou após o clareamento em consultório reduziu a intensidade da SD e não comprometeu a mudança de cor.




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