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 2105 Resumo encontrados. Mostrando de 901 a 910


PN0974 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Impacto do nível de formação e uso de ferramenta de reconstrução 3D para TCFC na interpretação da anatomia interna de pré-molares inferiores
Ávila MPA, Machado MC, Decurcio DA, Siqueira PC, Estrela C, Silva JA
Programa de Pós-Graduação em Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Identificar a anatomia de pré-molares inferiores através de imagens de tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) e avaliar uma ferramenta de reconstrução 3D. Foram realizadas TCFC de 30 pré-molares inferiores. No grupo controle, as imagens foram avaliadas por um Radiologista, por meio da navegação MPR, e foram quantificados canais, istmos e forames. Nos grupos experimentais, as imagens foram analisadas por: 1) um aluno de graduação, 2) um aluno de graduação com treinamento, 3) um clínico geral e 4) um Endodontista. Cada examinador analisou cortes axiais, com e sem a utilização da ferramenta de reconstrução 3D. A média e o desvio padrão da quantidade de istmos, canais e forames foram obtidos. Os examinadores registraram a percepção de confiabilidade da análise com recurso de reconstrução 3D. A análise da diferença entre os resultados obtidos nas navegações com e sem a ferramenta de reconstrução 3D foi avaliada pelo Teste de Mann Whitney. Foram considerados significativos valores de p < 0,05. Resultados: O Clínico Geral identificou um maior número de canais e forames com auxílio da reconstrução 3D. Os resultados dos Grupos Experimentais e Controle não apresentaram diferenças estatísticas no número de canais e forames identificados com o auxílio da ferramenta 3D. O Especialista e o Aluno de Graduação apresentaram resultados semelhantes ao Grupo Controle. Todos os examinadores relataram uma melhora ao utilizarem a ferramenta de reconstrução 3D.

A ferramenta de reconstrução 3D se mostrou um recurso confiável para interpretação de imagens de TCFC.

PN0975 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Comparação de dois materiais biocerâmicos no manchamento pós-pulpotomia, viabilidade celular e estresse oxidativo da polpa dental humana
Souza GL, Lemus NXA, Magalhães TEA, Freitas GAN, Silva GR, Moura CCG
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Esse estudo comparou a descoloração de incisivos fraturados tratados por pulpotomia total e parcial usando Biodentine (BD) ou Bio-C repair (BCR) e avaliou a citotoxicidade dos materiais às células pulpares (hDPCs). Incisivos bovinos foram preparados para simular fraturas com exposição pulpar em dentes imaturos. As raízes foram preenchidas com ágar e sangue (controle) e BD ou BCR foram inseridos de modo a simular pulpotomias totais e parciais. A avaliação de cor foi realizada antes da inserção, imediatamente após, e em 30, 60 e 90 dias. hDPCs foram estimuladas com lipopolissacarídeos (LPS) e expostas aos extratos dos materiais (1:1) de duas maneiras: 1- exposição aos extratos e LPS por 24 hrs e 2- exposição ao LPS por 24 h + exposição aos extratos por 24 hrs. Os dados foram avaliados por ANOVA seguidos de teste de Tukey e Dunnet (α = 0,05). Em relação à alteração de cor, não houve diferenças estatisticamente significantes entre as duas técnicas avaliadas (p=0,126), e após 90 dias, os dois materiais provocaram aumento da descoloração dentária. No cenário 1, BD e BCR tiveram liberação de EROS e NO similares entre si (p>0,05), sendo que BCR exibiu menores valores que o grupo C+/LPS (p<0.05). Na situação 2, a liberação de EROS foi similar entre BD,BCR e LPS (p>0.05), os quais apresentaram maiores valores quando comparado à C-/DMEM (p<0.05). Os materiais causaram uma redução na liberação de NO comparado ao grupo C+ (p<0.05).

Todos os materiais provocam alteração de cor após 90 dias, com maior destaque para BD. Os materiais testados reduziram a liberação de NO pelas hDPCs estimuladas com LPS.

(Apoio: CAPES  N° 001)
PN0976 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Avaliação da imunoexpressão de RANKL, OPG, OPN e TNF-Alfa na periodontite apical crônica em indivíduos fumantes e não fumantes
Salles LL, Paula KM, Valente MIB, Pires FR, Thuller KABR, Gomes CC, Armada L
PPGO FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE- PÓLO NOVA FRIBURGO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O tabagismo pode ser considerado um fator de risco para a Periodontite Apical Crônica (PAC). Este estudo comparou a imunoexpressão dos biomarcadores RANKL, OPG, OPN e TNF-Alfa em PAC em fumantes e não fumantes. Foram selecionados 12 pacientes fumantes (F) e 12 não fumantes (NF) com dentes diagnosticados com PAC e indicados para extração. Os fatores de exclusão foram dentes com de fratura radicular, tratamento endodôntico prévio e lesão endoperiodontal, indivíduos com doenças sistêmicas, menores de 18 anos, usuários de anti-inflamatórios e/ou antibióticos nos últimos três meses e usuários de drogas. As lesões foram curetadas, incluídas em lâminas silanizadas e posteriormente coradas com hematoxilina-eosina para análise imuno-histoquímica. A análise da expressão de RANKL se mostrou fraca/moderada e forte, em respectivamente, 66,66% e 33,33% dos casos no grupo F e 100% fraco/moderado no NF. As expressões de OPG e OPN foram 100% negativas a focais no grupo F, enquanto em NF 50% dos casos eram fraco/moderado e 50% negativo a focal. A análise quantitativa dos dados pelo teste de Mann-Whitney, mostrou que houve diferença significativa na imunoexpressão de RANKL (p=0,0106), OPG (p=0,0168) e OPN (p=0,0002) e não houve diferença estatística na imunoexpressão de TNF-Alfa (p=0,1816) entre os dois grupos (p<0,05).

RANKL apresentou maior expressão em tabagistas, enquanto os biomarcadores OPG e OPN apresentaram menor expressão em tabagistas do que em não tabagistas. A expressão TNF-Alfa foi semelhante em ambos os grupos.

(Apoio: FOPESQ)
PN0977 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Avaliação de Selamento de Istmos usando o Software e-Vol DX
Morais ALG, Alves RAA, Barbosa YM, Silva JA, Estrela LRA, Bueno MR, Estrela C
FACULDADE DE ODONTOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou o selamento de istmos com diferentes cimentos e técnicas de obturação usando o software e-Vol DX de tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC). Seis grupos de 120 molares foram divididos de acordo com o cimento endodôntico e técnica de obturação: AH Plus® + técnica da condensação lateral, AH Plus® + técnica híbrida de Tagger, AH Plus® + técnica do cone único, BioRoot RCS + técnica da condensação lateral, BioRoot RCS® + técnica híbrida de Tagger e BioRoot RCS® + técnica do cone único. Os dentes foram preparados, irrigados com hipoclorito de sódio a 2,5% e EDTA e selados. As imagens foram adquiridas no formato DICOM e tomógrafo PreXion 3D Elite, com o software e-Vol DX. Para a avaliação foi usado o filtro de redução de artefato de contraste do branco (Blooming artifact reduction, BAR), usando uma escala padrão de escores. A identificação do selamento foi feita com escores nos três terços: 0- ausência de istmo no terço analisado; 1- presença de istmo e ausência de selamento;2- presença de istmo e selamento parcial; 3- presença de istmo e selamento total. Foram utilizadas testes estatísticos: Shapiro Wilk, Mann Whitney, Kruskal Wallis, Dunn-Bonferroni, e Wilcoxon (nível de significância de 5%).

A capacidade de selamento de istmos usando diferentes cimentos e técnicas obturadores aplicando o software e-Vol DX mostrou que a melhor combinação é a técnica híbrida de Tagger e cimento AH Plus, com a ferramenta BAR capaz de reduzir o contraste do branco.

(Apoio: CNPq  N° 308632/2021-4)
PN0978 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Uso de biovidro e estrôncio para favorecer a resistência de união de cimento reparador à dentina radicular
Brazão EH, Tavella-Silva NC, Castro-Raucci LMS, Leoni GB, Oliveira IR, Raucci-Neto W
Odontologia UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo foi avaliar o efeito do estrôncio na resistência de união (RU) de cimentos com diferentes concentrações de biovidro. Discos de dentina radicular bovina com 2 mm de espessura e 2,3 mm de diâmetro médio do canal foram divididos aleatoriamente em: cimento de aluminato de cálcio puro (C); C + 5% de biovidro (C5); C + 10% de biovidro (C10); C + 1% de estrôncio (C-Sr); C5 + 1% de estrôncio (C5-Sr); C10 + 1% de estrôncio (C10-Sr). Após a presa inicial, as amostras foram imersas em solução salina tamponada e mantidas em estufa por 28 dias. Foram avaliadas a ru pelo teste push-out em máquina universal de ensaios e o padrão de falha com microscópio operatório. Os dados foram analisados com os testes ANOVA one-way e Tukey (α = 0,05). À exceção de C10-Sr (p > 0,05), os cimentos com biovidro, independente da concentração, apresentaram valores médios de ru significativamente maiores do que o cimento puro (p < 0,001). Na comparação entre os cimentos com a mesma composição, observou-se ru significativamente maior com o uso de estrôncio para C (p < 0,001), enquanto que para C10, foram obtidos valores significativamente menores (p < 0,001). C5 apresentou valores semelhantes de ru (p > 0,05) com o uso do aditivo. Foi observado maior porcentagem de falhas mistas e coesivas para todos os grupos, não sendo identificadas falhas adesivas.

Conclui-se que a adição de biovidro contribui para a ru do cimento biocerâmico à dentina radicular, sendo que o estrôncio tem efeito positivo neste parâmetro apenas para cimento sem biovidro.

(Apoio: CAPES  N° 88882.365145/2019-01)
PN0979 - Painel Aspirante
Área: 2 - Biologia pulpar

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Influência da antibioticoterapia sistêmica no perfil microbiológico da saliva e canal radicular de ratos com periodontite apical
Faria FD, Loureiro C, Machado NES, Cantiga-Silva C, Cardoso CBM, Oliveira PHC, Jacinto RC, Cintra LTA
Odontologia Preventiva e Restauradora UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi investigar a influência da antibioticoterapia sistêmica no perfil microbiológico da saliva e do canal radicular de dentes de ratos Wistar com periodontite apical (PA). Cinquenta e seis ratos foram divididos em 6 grupos (n=8): G1 -controle; G2 -tratados com Gentamicina (10mg/Kg/dia); G3 -tratados com Amoxicilina (100mg/Kg/dia); G4 -tratados com Metronidazol (40mg/Kg/dia); G5 -tratados com Ampicilina (100mg/Kg/dia); G6 -tratados com Amoxicilina + Clavulanato de Potássio (100mg/kg/dia); G7- tratados com Clindamicina (60mg/kg/dia). A PA foi induzida por meio da exposição pulpar dos molares ao meio oral. Após 21 dias iniciou-se a antibioticoterapia por 15 dias e os ratos foram eutanasiados. Amostras microbiológicas da saliva e do canal radicular foram plaqueadas em BHI Agar suplementado (incubadas a 37ºc em anaerobiose por 14 dias), em Mitis Salivaris agar; em Rogosa Agar; e Agar Sabourad (37ºC em estufa de O2 por 48 h). As unidades formadoras de colónias foram quantificadas e testes estatísticos foram aplicados (p<0,05). Na saliva houve uma redução de anaeróbios em G3 e G6 (p<0,05); os demais antibióticos não influenciaram no número de anaeróbios, streptococcus e enterococcus spp; e fungos; não houve detecção de lactobacilos. No canal houve redução de anaeróbios, streptococcus e enterococcus em todos os grupos sem diferenças estatísticas (p>0,05).

Amoxicilina e Amoxicilina + Clavulanato de Potássio alteraram o perfil microbiológico da saliva de ratos com PA, já no canal radicular não houve alteração no perfil microbiológico.

(Apoio: CAPES  N° 001)
PN0980 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Avaliação microbiológica do retratamento endodôntico em dentes portadores de periodontite apical e por razões exclusivamente protéticas
Godoi Jr. EP, Francisco PA, Bícego-Pereira EC, Soares AJ, Almeida JFA, Ferraz CCR, Marciano MA, Gomes BPFA
Odontologia Restauradora FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O retratamento endodôntico (RE) é indicado para tratamento de infecções secundárias/persistentes, evidenciadas pela presença de periodontite apical crônica (PAC), e por motivos exclusivamente protéticos (MP) objetivando reparo apical e maior longevidade do tratamento reabilitador. O estudo visou: a) Traçar o perfil microbiano de canais radiculares (CR) indicados ao RE devido a PAC e por MP; b) Avaliar a eficácia do preparo químico-mecânico (PQM) e do uso de medicação intracanal (MIC) na descontaminação dos CR; c) Correlacionar o perfil e a carga microbiana aos aspectos clínicos. Amostras foram obtidas de 15 dentes indicados ao RE devido a PAC e 15 dentes indicados por MP. Coletas foram realizadas após a desobturação, após o PQM, e após o uso de MIC durante 30 dias. A presença de 17 espécies bacterianas foi avaliada pelo do Nested-PCR. A efetividade do RE foi monitorada pela contagem de UFC. Foram aplicados os testes estatísticos: Exato de Fischer, Shapiro-Wilk, Mann-Whitney, Wilcoxon e McNemar. Bactérias foram detectadas em 100% das coletas iniciais. E. faecalis, F. nucleatum, P. gingivalis, foram as espécies mais prevalentes em ambos grupos. O RE reduziu a carga microbiana em ambos os grupos (p<0,05). Associações significantes entre bactérias e sinais e sintomas clínicos foram encontradas (p<0,05).

Concluiu-se que a comunidade presente no CR dos dentes indicados ao RE é mista e heterogênea. A carga microbiana de CR com PAC é maior do que a de CR sem PAC. O RE é eficaz na descontaminação do CR. Existem associações entre bactérias específicas e aspectos clínicos.

(Apoio: CAPES  N° Finance Code 000  |  FAPESP  N° 2015/23479-5  |  CNPq  N° 303852/2019-4)
PN0981 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Atividade antibacteriana de D-aminoácidos associados a ciprofloxacina, metronidazol e minociclina em um modelo de biofilme endodôntico
Pereira ACC, Aguiar APS, Araujo LMP, Dantas LO, Lima LC, Mayer MPA, Pinheiro ET
Dentística UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

D-aminoácidos (D-AAs) representam uma nova estratégia anti-biofilme, capaz de promover sua dispersão e torná-lo mais suscetível aos agentes antimicrobianos. Este estudo testou a ação antimicrobiana de D-AAs em associação com antibióticos recomendados para procedimentos endodônticos regenerativos. Foi utilizado um modelo de biofilme de 10 espécies bacterianas, cultivado em discos de dentina bovina, por 21 dias, em anaerobiose. Os discos foram tratados com solução de D-AAs (D-metionina, D-leucina, D-tiosina, D-triptofano, D-serina, D-treonina, D-fenilalanina e D-valina; 40mM), solução tri-antibiótica (ciprofloxacina, metronidazol e minociclina; 1 mg/ mL) ou solução contendo D-AAs e antibióticos (concentração final de 40mM e 1 mg/ mL, respectivamente). Após 24 h, as unidades formadoras de colônias (UFCs) dos biofilmes foram contadas e os dados foram analisados por ANOVA seguida do teste de comparações múltiplas de Tukey (p < 0,05). Não houve redução bacteriana após o tratamento com D-AAs (7,9-log10 UFC/mL), antibióticos (7,5-log10 UFC/mL) e suas associações (7,6-log10 UFC/mL) quando comparados ao controle sem tratamento (8,0-log10 UFC/mL) (p > 0,05).

Em conclusão, nas concentrações testadas, a associação de D-AAs e antibióticos não mostrou atividade antibacteriana em um modelo de biofilme endodôntico.

(Apoio: CNPq  N° 163086/2021-4  |  FAPESP   N° 2019/12908-3)
PN0982 - Painel Aspirante
Área: 2 - Biologia pulpar

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Influência da laserterapia de baixa intensidade sobre o tecido pulpar de ratos normoglicêmicos e diabéticos
Machado NES, Goto J, Benetti F, Matsushita DH, Ervolino E, Briso ALF, Sivieri-Araújo G, Cintra LTA
Ciências UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Objetivou-se avaliar o comportamento do tecido pulpar de ratos normoglicêmicos (N) e diabéticos (D) após a aplicação do laser infravermelho (LIV), por meio da análise da interleucina (IL) 6 e 10, dos fatores de crescimento transformante (TGF)-β e de fibroblastos (FGF)-2, da presença de metaloproteinases de matriz (MMP-2 e MMP-9) e inibidores de metaloproteinases (TIMP-1 e TIMP-2). Setenta ratos Wistar foram divididos em 4 grupos: N, D, N-LIV (N tratados com LIV) e D-LIV (D tratados com LIV). A diabetes foi induzida por estreptozotocina e confirmada após 7 dias. Em seguida, o protocolo de LIV foi aplicado (808 nm por 30 seg, 3J) nos molares superiores. Após 0 horas, 2, 7, 15 e 30 dias, os ratos foram eutanasiados e as maxilas removidas e processadas para avaliação histológica em H.E., por meio de escores atribuídos à inflamação, e imunohistoquímica via densidade óptica de imunomarcação (DoI). Testes estatísticos foram aplicados (p<0,05). Nenhum grupo apresentou inflamação pulpar, assim como alterações na DoI para IL-6 em nenhum dos períodos (p>0,05). Os grupos N-LIV e D-LIV apresentaram maior DoI para IL-10 e TGF-β comparados a N e D em todos períodos (p<0,05). Para FGF-2, o grupo N-LIV apresentou maior DoI que N em todos períodos (p<0,05). Já o grupo D-LIV apresentou maior DoI que D nos 3 períodos iniciais (p<0,05). A LIV não influenciou a DoI de MMP-2, MMP-9, TIMP-1 e TIMP-2 no tecido pulpar de ratos N e D (p>0,05).

Conclui-se que a LIV exerce ação anti-inflamatória e reparativa no tecido pulpar de ratos, estimulando a produção de IL-10, TGF-β e FGF-2, independente da diabetes.

(Apoio: CNPq  N° 311650/2018-0)
PN0983 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Tempos de ativação da irrigação ultrassônica na descontaminação intratubular e extrusão apical
Meneses-Júnior NS, Barros MC, Pedrinha VF, Simas LLM, Duarte MAH, Pinto LC, Andrade FB
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - BAURU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este trabalho comparou a ação de diferentes protocolos de irrigação ultrassônica passiva (PUI), na descontaminação intratubular, extrusão bacteriana apical e na variação da temperatura do irrigante. Dentes unirradiculares foram distribuídos em 8 grupos experimentais de acordo com o protocolo proposto (n=8): G1: Soro fisiológico (SF) + PUI (2x de 30 segundos); G2: SF + PUI (3x de 20 segundos); G3: SF + PUI (1x de 1 minuto); G4: SF + PUI (1x de 2 minutos); G5: Hipoclorito de Sódio (NaOCl) 1% + PUI (2x de 30 segundos); G6: NaOCl 1% + PUI (3x de 20 segundos); G7: NaOCl 1% + PUI (1x de 1 minuto); G8: NaOCl 1% + PUI (1x de 2 minutos). Os dentes foram contaminados com Enterococcus faecalis durante 5 dias a 37°C. A temperatura do irrigante foi verificada por termômetro digital. O material extruído, após os protocolos, foi coletado, diluído a 10-3 e então semeado em placas de Petri armazenadas a 37°C por 48 horas para contagem das unidades formadoras de colônias (UFC/mL). Os dentes foram seccionados e observados em microscópio confocal utilizando a técnica do corante Live/Dead para quantificar as bactérias viáveis. Para análise estatística foram utilizados os testes de Kruskal-Wallis seguido de Dunn, ANOVA de medidas repetidas e Mann-Whitney (a=0.05). Os protocolos com NaOCl 1% foram mais efetivos na descontaminação intratubular, além de apresentar menor número de UFC/mL (p<0.05). Em todos os grupos houve aumento da temperatura média após a PUI.

Sendo assim, a PUI realizada com NaOCl 1% é uma abordagem que potencializa a desinfecção intratubular e promove menor extrusão bacteriana apical.