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PN0906 - Painel Aspirante
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Apresentação: 09/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Impacto da pandemia de SARS-CoV-2 (COVID-19) na Síndrome de Burnout e na saúde emocional de cirurgiões-dentistas no Brasil
Castro MS, Castilho AVSS, Meira GF, Trigueiro, FH, Moreno SMR, Pinto ACS, Capela IRTCS, Sales-Peres SHC
Odontopediatria,Ortodontia e Saúde Colet UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - BAURU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O cirurgião-dentista (CD) enfrenta pressão e estresse na atividade laboral que podem ser ampliados pelos riscos da contaminação do SARS-CoV-2. O objetivo deste trabalho foi avaliar a presença ou não da Sindrome de Burnout (SB) em CD, bem como avaliar o impacto da pandemia do Sars-Cov2 na saúde mental desses profissionais. A amostra foi constituída por 302 CD que estavam atuando no período pré pandemia e responderam um questionário por meio de link em mídia social em novembro de 2020. Adotou-se o inventário validado de Burnout de Oldenburg com perguntas relacionadas ao estresse profissional, acrescido de questões sociodemográficas. Os dados foram analisados de forma descritiva e analítica, por meio do teste do qui-quadrado (p < 0,05). . Dentre os CD avaliados, 244 (80,8%) suspenderam as atividades por algum tempo, 226 (74,8%) tinham medo de se contaminar durante o trabalho, 260 (86,1%) tinham medo de transmitir o vírus a seus familiares, 91 (30,1%) já haviam se contaminado, 163 (54%) sentem medo quando ouvem notícias de mortes ocasionadas pelo SARS-CoV-2. Dos CD entrevistados, 46,35% apresentaram a SB, 16,22 % esgotamento, 15,23% o distanciamento do trabalho. A presença da SB esteve fortemente associada com a faixa etária (P=0,003), a atividade no setor privado (P=0,002), o medo de contaminar a família (P=0,003), o medo de se contaminar (P=0,004) e o medo de morrer (P= < 0,001).
Os achados deste estudo evidenciam que houve impacto da pandemia de COVID-19 na saúde emocional e na ocorrência da SB nos cirurgiões-dentistas, especialmente devido ao medo da contaminação e da morte.
(Apoio: CAPES N° 001)
PN0908 - Painel Aspirante
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Apresentação: 09/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Associação entre redes sociais familiar e participação em grupos comunitários e cárie dentária em adolescentes
Monteiro MCC, Rebelo Vieira JM, Leão AMN, Vettore MV, Rebelo MAB
PPGO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo do presente estudo foi avaliar a associação entre redes sociais através da participação em grupos comunitários e cárie dentária em adolescentes matriculados em escolas públicas em uma zona de privação social da cidade de Manaus-AM. O estudo foi observacional transversal e questionários autoaplicáveis com os adolescentes e pais/responsáveis e exame clínico bucal (CPOD, PUFA/pufa) foram empregados. As redes sociais foram avaliadas com a versão adaptada do questionário Medical Outcomes Study (MOS). ). O estudo incluiu 406 adolescentes, sendo 57,9% do sexo feminino e 75,9% da cor parda. A média (DP) do CPOD e seus componentes cariado, perdido e obturado foi de 1,49(1,92); 0,87(1,52); 0,09(0,38); 0,50(0,85), respectivamente. O escore PUFA/pufa foi 0,28(0,72).
A experiência de cárie (CPOD) não foi estatisticamente diferente entre adolescentes que participavam de grupos religiosos (1,49±2,02), esportivos (1,36±1,89), esportivos/religiosos (0,78±0,83) e esportivos/religiosos/artísticos (1,33±1,50) e aqueles que não participavam de nenhum grupo (1,62±1,93). Regressão de Poisson ajustada para dados sociodemográficos demonstrou que adolescentes com maior número de redes sociais familiares apresentaram maior média de dentes tratados para cárie (PR 1,08 IC95% 1,02-1,13) e menor média de dentes com sequelas clínicas de cárie não tratada (PR 0,77 IC95% 0,59-0,95). ). As redes sociais familiares dos adolescentes representaram um importante fator protetor para a cárie tratada e para a ocorrência da cárie dentária grave.
(Apoio: CNPq N° 423309/2016-1 | CAPES)
PN0909 - Painel Aspirante
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Apresentação: 09/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Estudo sobre a correlação entre doenças sistêmicas, cárie, doença periodontal e lesões periapicais em pacientes adultos
Tiradentes N, Silva RM, Bresciani E, Lopes SLPC, Silva EG, Gomes APM
Odontologia Restauradora INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA / ICT-UNESP-SJC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo desse trabalho foi investigar se há correlação entre doenças sistêmicas (Diabetes Melittus, Obesidade e Hipertensão arterial) e doenças bucais (cárie, doença periodontal e lesões periapicais). Foram avaliados 150 pacientes entre 18 e 80 anos de um Pronto Socorro Odontológico. A metodologia foi constituída pela anamnese, exame clínico, aferição da pressão arterial pré e pós atendimento odontológico, dosagem de glicemia capilar prévia à intervenção, análise da radiografia panorâmica e radiografias periapicais, determinação do peso e altura do paciente e avaliação das patologias bucais e sistêmicas. Os resultados foram analisados utilizando o Teste de Qui-Quadrado com significância de 0,05. Ao se avaliar Diabetes Melittus e doenças bucais, o grupo feminino de 46 a 60 anos e o masculino de 61 a 85 anos apresentou maior número de indivíduos diabéticos e com maior número de lesões periapicais. Com relação à Hipertensão arterial e doenças bucais, mulheres e homens idosos, pré-hipertensos e hipertensos respectivamente, apresentaram CPOD mais alto, com o grupo feminino tendo a maior área de lesão periapical e o masculino com o maior número de lesões. Quanto à Obesidade, os resultados evidenciaram mulheres obesas dos 46 aos 60 anos, com maior número de lesões periapicais e maior área da lesão e homens com CPOD mais alto e maior número de lesões periapicais foram os idosos (61 a 85 anos), com sobrepeso.
Existe correlação fraca entre algumas doenças sistêmicas e doenças bucais considerando a idade e sexo dos pacientes, porém outros estudos ainda são necessários.
PN0910 - Painel Aspirante
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Apresentação: 09/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
A saúde bucal de crianças acompanhadas dos 06 aos 60 meses
Ramirez GTV, Saliba TA, Moimaz SAS, Okamoto AC
Odontologia Preventiva e Restauradora UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
A cárie é uma doença multifatorial, mas pode ser prevenida com ações de promoção e educação em saúde. Neste sentido, o trabalho ora apresentado tem por objetivo verificar a saúde bucal de crianças que foram acompanhadas aos 06 meses, 30 e 60 meses de idade, por uma equipe de saúde bucal. Trata-se de um estudo longitudinal que acompanhou 42 crianças aos 06, 30 e 60 meses de idade, de um munícipio da região noroeste do estado de São Paulo. A pesquisa ocorreu entre os anos de 2016 a 2019. Para análise estatística foi realizado o teste de exato de Fisher, ao nível de significância de 5%. Em visita domiciliar as mães foram entrevistadas quanto às características socioeducacionais e foi realizado o exame clínico nas crianças em cada período. A cada visita eram realizadas práticas de promoção e educação em saúde bucal com a família. A amostra é caracterizada por mães com idade média de 29,57 anos, com predominância da cor (autodeclarada) parda (43,24%) e amasiada (50%), com pelo menos 11 anos de estudo e renda familiar de até 2 salários mínimos (45,24%). A média de ceo-d aos 06 meses foi de 0, aos 30 meses foi de 0,26 e aos 60 meses foi de 1,24, sendo o componente cariado o de maior valor em ambas idades. A presença de cárie esteve associada a renda familiar (p= 0,0002), e ao nível de baixa escolaridade materna (p=0,0004).
Concluiu-se que a cárie dentária se intensificou com o tempo e de acordo com o aumento do número de dentes e, houve uma polarização de sua ocorrência.
(Apoio: CAPES N° 001)
PN0911 - Painel Aspirante
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Apresentação: 09/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Influência da saúde bucal e fatores sociais nas relações familiares de crianças pré-escolares mineiras
Pereira CJG, Pereira AG, Oliveira MLA, Rodrigues PA, Paula JS, Zina LG
Faculdade Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo deste estudo foi avaliar a associação entre fatores socioeconômicos, comportamentais, psicossociais e de saúde bucal com as relações familiares de crianças pré-escolares, no município de São Francisco, região norte de Minas Gerais. Foi conduzida uma pesquisa de desenho transversal, com amostra representativa de 247 crianças de 5 anos de idade e respectivas mães. Os dados foram coletados a partir de questionários validados autoaplicáveis direcionados às mães, e exames intrabucais nas crianças por meio do índice ceo-d. Os exames foram realizados por uma examinadora treinada e calibrada. As relações familiares foram avaliadas por meio da escala de coesão familiar. Foi utilizado software SPSS para análises estatísticas bivariadas, com nível de significância de 5%. Crianças com baixa coesão familiar apresentaram mais chance que crianças com média coesão de experiência de cárie, baixa frequência de escovação da criança/mãe, baixa escolaridade materna e mães não casadas (p< 0, 05). Já crianças com alta coesão familiar apresentaram menores chances de presença de cárie, de terem mães adolescentes quando nasceram e de não utilização de dentifrício pela mãe quando comparadas às crianças com média coesão familiar (p< 0, 05).
Assim, variáveis socioeconômicas, comportamentais e de saúde bucal mostraram-se associadas à coesão familiar de crianças aos 5 anos de idade e suas mães, demonstrando a necessidade de um cuidado participativo e integral da família para a promoção da saúde e bem-estar de seus filhos.
(Apoio: CNPq N° 05/2021 | PRPQ-UFMG N° 07/2021)
PN0912 - Painel Aspirante
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Apresentação: 09/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Percepção de estresse de estudantes de odontologia no retorno presencial durante a pandemia de COVID-19
Pazos JM, Ferreira FS, Garcia PPNS
odontologia social UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Este estudo teve como objetivo identificar as percepções de estudantes de odontologia sobre o estresse ao retornar ao treinamento clínico presencial após o ensino remoto exigido pela pandemia de COVID-19. Tratou-se de um estudo observacional qualitativo. A amostra foi composta por alunos de graduação (n=47) do último ano da Faculdade de Odontologia de Araraquara - UNESP. Os dados foram coletados através de um questionário do Google Forms e analisados utilizando a técnica do Discurso do Sujeito Coletivo (DSC). Observou-se que mais da metade dos alunos (63,8%) relatou sentir estresse na transição do ensino remoto para o treinamento clínico. Segundo eles as principais causas desse estresse foram o medo de infecção por COVID-19 (31,5%) e a insegurança em suas habilidades clínicas após tanto tempo sem treinar (25,5%). Metade dos alunos (51,1%) apresentou pelo menos um sintoma relacionado ao estresse. Para a maioria deles (70,2%) o ensino remoto foi insuficiente para prepará-los para o retorno às atividades clínicas presenciais. A realização de atividades laboratoriais antes do treinamento clínico foi a sugestão mais citada pelos alunos (25,5%) como forma de diminuir o estresse causado pelo retorno presencial. As principais estratégias de enfrentamento adotadas pelos alunos no retorno presencial foram aproveitar ao máximo o treinamento clínico, planejar casos e estudar temas relevantes antes do atendimento (48,9%).
Foi possível concluir que os estudantes avaliados perceberam altos níveis de estresse durante a transição do ensino remoto para o treinamento clínico.
(Apoio: FAPs - FAPESP N° 2019/15609-7)
PN0914 - Painel Aspirante
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Apresentação: 09/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Experiência de discriminação e autopercepção de saúde bucal entre adultos
Vieira RV, Gomes VE, Cruz CAG, Ramos TMC, Ferreira RC
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Investigou-se a associação entre a experiência de discriminação de qualquer natureza e autopercepção de saúde bucal entre adultos brasileiros. Dados de uma amostra probabilística por conglomerado de adultos > 18 anos participantes da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), 2013 foram utilizados. A variável dependente foi autopercepção da saúde bucal, agrupada em três categorias (muito boa + boa; regular; ruim + muito ruim). A discriminação de qualquer natureza incluiu os motivos: raça/cor, classe social, renda, ocupação, doença, preferência sexual, religião, sexo, idade. As covariáveis incluíram dados sociodemográficos, condições de saúde bucal, acesso aos serviços de saúde, hábitos, saúde mental e participação em atividades sociais e/ou religiosas. Os dados foram analisados por meio de Modelos de Regressão Logística Ordinal para odds não proporcionais, considerando pesos amostrais e amostra complexa. Um total de 60.202 adultos participaram, 5,84% apresentaram autopercepção em saúde bucal ruim + muito ruim. A prevalência de experiência de discriminação de qualquer natureza foi 10,62%. A chance de autopercepção negativa entre adultos que sofreram discriminação de qualquer natureza foi maior do que a observada entre aqueles que relataram não ter sofrido discriminação (muito ruim + ruim vs regular + muito boa + boa; OR: 1,39; 95% CI: 1,25;1,54 / muito ruim + ruim + regular vs muito boa + boa; OR: 1,29; 95% CI: 1,07;1,55).
Os resultados sugerem que a experiência de sofrer discriminação deve ser considerada entre os determinantes sociais de saúde bucal.
PN0915 - Painel Aspirante
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Apresentação: 09/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Perfil de gestores municipais em saúde bucal: estudo em nível nacional
Santos MO, Raimundo ACS, Probst LF, Pardi V, Tagliaferro EPS
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Os gestores municipais em saúde bucal desempenham um papel fundamental na consolidação da atenção à saúde bucal no Sistema Único de Saúde (SUS), nesse sentido, este estudo objetivou descrever o perfil desses profissionais. Trata-se de um estudo observacional, do tipo transversal e de abrangência nacional, cuja coleta de dados foi realizada por meio de um formulário online, como parte de uma pesquisa sobre a atenção à saúde bucal da gestante no SUS. Os profissionais responsáveis pela gestão em saúde bucal dos 5.570 municípios brasileiros foram convidados a participar da pesquisa, por meio de e-mails enviados aos secretários municipais de saúde. Um total de 755 (13,6%) aceitaram participar e responderam adequadamente o formulário; destes, 39,1% são da região Sudeste, 24,5% da região Sul, 22,3% da região Nordeste, 7,5% da região Norte e 6,6% da região Centro-oeste. A idade média foi de 40,1 anos, sendo 69,9% do gênero feminino. Quanto ao nível de escolaridade, 95,8% são graduados, a maioria (84,5%) em Odontologia; 68,9% são pós-graduados. Dos graduados em Odontologia, 30,9% possuem algum curso de pós-graduação na área de gestão em saúde e/ou saúde pública. Apenas 18,7% receberam alguma capacitação para exercer o cargo, que é institucionalizado em 50,2% dos municípios; 36,6% dedicam-se exclusivamente à gestão em saúde bucal, sendo o tempo médio de atuação de 4,1 anos.
Conclui-se que a maioria dos gestores municipais em saúde bucal é dentista, do gênero feminino, com pouco tempo de atuação no cargo e que se dedica a outras funções no serviço público, além da gestão em saúde bucal.
PN0916 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais
Apresentação: 09/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Análise da frequência de ressonância de implantes instalados em osso ilíaco de coelhos normoglicêmicos e hiperglicêmicos
Balderrama IF, Silva PF, Oliveira GJPL, Assis RP, Brunetti IL, Souza MT, Zanotto ED, Marcantonio-Junior E
Diagnóstico e Cirurgia UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo deste estudo foi avaliar em coelhos normoglicêmicos (NormoG) e hiperglicêmicos (HiperG) a estabilidade primária e secundária de implantes de superfície nano-hidroxiapatita (Nano) e biofuncionalizados com vidro bioativo (BSF18). Para isto, um total de 16 coelhos foram utilizados e implantes foram instalados bilateralmente em osso do ilíaco. Os implantes foram divididos nos grupos, G1: coelhos HiperG com implantes Nano; G2: coelhos HiperG com implantes BSF18; G3: coelhos NormoG com Nano; G4: coelhos NormoG com implantes BSF18. Os animais do G1 e G2 foram submetidos a indução da Diabetes Mellitus (DM) com Aloxana e os animais do G3 e G4 foram tratados com soro. Após a coleta sanguínea para determinação dos parâmetros bioquímicos e estabilização da DM, os animais foram submetidos a instalação dos implantes. A análise da frequência de ressonância (AFR) foi realizada utilizando o aparelho Osstell®, valores do quociente de estabilidade do implante foram analisados em quatro eixos para que a análise da estabilidade primária fosse mensurada no momento da instalação do implante e a estabilidade secundária após 7 dias. Para o G3, o valor de AFR demonstrou superior quando comparado com G4, porém sem diferença estatística (39.50±12.89 e 28.00±15.66, respectivamente). Após 7 dias, G3 evidenciou valor superior quando comparado com G1, porém sem diferença estatística (42.13±14.18 e 37.16±17.10, respectivamente).
Pode-se concluir que as medidas da estabilidade primária para a secundária se mantiverem estáveis após a instalação imediata dos implantes e após 7 dias.
(Apoio: FAPESP N° 2021/10519-0 | FAPESP N° 2013/07793-6)
PN0917 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais
Apresentação: 09/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Estudo experimental em ratos da aplicação da água eletrolisada acidificada como prevenção da osteonecrose
Spada GR, Novak C, Santos MR, Stroparo JLO, Elsalanty M, Macedo RM, Scariot R, Zielak JC
Odontologia UNIVERSIDADE POSITIVO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Avaliar a influência da água eletrolisada acidificada (AEA) no tratamento da osteonecrose após exodontias dos molares inferiores em ratos Wistar. Foi realizado um estudo de boca dividida em 12 animais (6 fêmeas e 6 machos), que receberam injeção endovenosa semanal de 0,3 ml de zoledronato (80 μg/kg em PBS) por 9 semanas, e que foram submetidos à exodontia dos primeiros e segundos molares inferiores na oitava e nona semana, respectivamente. O grupo AEA (GAEA)(lado direito da mandíbula) foi irrigado com AEA a cada três dias; enquanto o grupo controle (GC) (lado esquerdo da mandíbula) não recebeu tratamento após as exodontias. Os animais foram eutanasiados após 6 semanas da segunda exodontia; as mandíbulas foram dissecadas para análise clínica. Os dados foram submetidos ao teste de Fischer (p = 0,05). Dois machos foram perdidos durante a terapia com AEA, restando 10 animais. A inflamação mostrou-se ausente em todos os alvéolos; notou-se sequestro ósseo em todos os alvéolos; supuração estava presente em 3 sítios do grupo GC; epitelização presente em 5 alvéolos GAEA e em 2 GC. A comparação da exposição óssea não apresentou resultados estatisticamente significantes.
Os resultados obtidos foram ligeiramente favoráveis ao uso da AEA, entretanto, sem significância estatística.