
2106 Resumo encontrados. Mostrando de 1641 a 1650
PI0313 - Painel Iniciante
Área: 3 - Controle de infecção / Microbiologia / Imunologia
Apresentação: 10/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis
Perfurocortantes na Clínica Odontológica da UNAERP. Levantamento dos acidentes no período de 2000 a 2021
Souza RL, Freitas JR, Bruniera JFB, Rached-Junior FJA, Messias DCF, Silva-Sousa YTC, Alfredo E
UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo deste estudo foi analisar a ocorrência de acidentes perfurocortantes e suas principais causas, durante os procedimentos realizados em pacientes na Clínica Odontológica da UNAERP, no período de março de 2000 a dezembro de 2021. Foram analisados os registros de 578 acidentes no Livro de Ocorrências, sendo que os resultados mostraram um decréscimo e estabilização no período de 2004 até 2014, acréscimo no quinquênio de 2015-2019 e novamente decréscimo em 2020 e 2021. A análise demonstrou também, que os acidentes com agulhas, brocas e sondas exploradoras foram responsáveis por 49,9 % de todos os acidentes verificados na clínica no período analisado. Ações prevencionistas e orientações durante a realização dos procedimentos com esses materiais continuam sendo implementadas desde 2004, o que provavelmente colaborou para o decréscimo das ocorrências no período citado. Tendo em vista os números registrados nos últimos anos, as atividades realizadas na Clínica Odontológica passaram, em 2016, a ter apoio de uma enfermeira Padrão, tendo sido criada, em 2017, uma Comissão de Biossegurança com representantes do corpo docente, discente e auxiliares de esterilização. Em 2020 foi implantado o Guia de Biossegurança para as Atividades Clínicas e Laboratoriais no Curso de Odontologia Pós-Pandemia da COVID-19.
Concluiu-se que as ações adotadas no último biênio foram eficazes na redução dos acidentes e que a conscientização prevencionista com envolvimento de todos é fator determinante para a minimização e controle dos riscos no seu ambiente de trabalho.
PI0314 - Painel Iniciante
Área: 3 - Cariologia / Tecido Mineralizado
Apresentação: 10/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis
Desafios erosivos e seu efeito sobre a oclusão tubular proporcionada por gel dessensibilizante à base de oxalato de potássio
Araújo MA, Turssi CP, Barros LS, Amaral FLB, França FMG, Basting RT
Cariologia e Odontologia restauradora FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Este estudo avaliou a capacidade oclusiva de um gel dessensibilizante à base de oxalato de potássio (OxP) frente a desafios erosivos. Discos de terceiros molares (1,4 mm de espessura) foram submetidos a um protocolo de criação de morfologia de dentina hipersensível (ácido cítrico 0,3%, pH 3,2). Então, foi feita mensuração da condutância hidráulica (CH) em equipamento de permeabilidade dentinária (Odeme). Os discos de dentina foram distribuídos em 2 grupos (n=20) e receberam aplicações do gel de OxP a 3% (Oxagel) ou água deionizada (controle negativo). Após o tratamento, a CH foi avaliada novamente. Metade das amostras de cada grupo (n=10) passou por ciclos alternados de imersão em solução erosiva (ácido cítrico 0,3%, pH 2,6) e saliva artificial, por 5 dias. As demais amostras de cada grupo (n=10) ficaram apenas em saliva artificial. Foi realizada nova medição de CH e calculada a diferença percentual entre os valores pós-tratamento e final de CH. Os dados foram submetidos à ANOVA a dois critérios. Em relação à imersão em saliva artificial, os ciclos erosivos ocasionaram maior aumento da CH (p=0,008). Seja após os desafios erosivos ou imersão apenas em saliva artificial, o aumento de CH foi menos expressivo no grupo que recebeu o gel de OxP a 3% (p=0,019).
Concluiu-se que desafios erosivos afetaram a capacidade oclusiva do OxP, indicando que sua eficácia poderia ser otimizada mediante minimização do consumo de bebidas erosivas.
PI0315 - Painel Iniciante
Área: 4 - Ortodontia
Apresentação: 10/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis
Correlação entre as dimensões das vias aéreas superiores, o padrão de crescimento facial e atresia maxilar
Santos LG, Lanna NRD, Cançado RH, França EC, Julio ICG, Morais DCS, Oliveira CCM, Neves LS
Ortodontia e Ortopedia Facial UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Avaliar se há correlação entre as dimensões das vias aéreas, o padrão de crescimento craniofacial e a atresia maxilar em crianças de 7 a 10 anos. A amostra foi de 271 crianças com os incisivos centrais, laterais e primeiros molares permanentes irrompidos. Por meio de cefalometria computadorizada foram mensuradas vias aéreas e ângulos faciais para determinar o padrão de crescimento facial. Usando modelos de estudo foram avaliadas as dimensões transversais maxilares. Foram delimitados 2 subgrupos contendo cada um 30 indivíduos com as medidas faciais mais extremas: um grupo de pacientes com forte tendência de crescimento horizontal e um vertical. Foi avaliada a correlação entre nasofaringe, bucofaringe, distancia intercaninos e intermolares superiores e o padrão de crescimento craniofacial. Foi feita também a comparação das vias aéreas e da atresia maxilar entre o grupo vertical e o horizontal. Houve menores dimensões de nasofaringe e distância intercaninos no grupo Vertical. Bucofaringe e distância intermolares são semelhantes para os diferentes padrões. Foram comprovadas correlações: moderada positiva entre distância intercaninos e intermolares; muito fraca negativa entre distância intercaninos e padrão de crescimento facial; muito fraca negativa entre NSGn e distância intermolares e muito fraca positiva entre vias aéreas e Eixo Facial.
Pacientes com padrão de crescimento Vertical apresentam Nasofaringe e Distância Intercaninos superiores menores que pacientes com padrão de crescimento Horizontal.
PI0316 - Painel Iniciante
Área: 3 - Fisiologia / Bioquimica / Farmacologia
Apresentação: 10/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis
Perfil proteômico salivar em indivíduos com doença de Parkinson antes e após a prática de exercício físico intervalado
Santos KO, Ventura TMO, Braga AS, Buzalaf MAR, Kalva-Filho CA, Faria MH, Barbieri FA, Magalhães AC
Departamento de Ciências Biológicas UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - BAURU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
A literatura mostra que a prática de exercício físico é eficaz no controle de sintomas na doença de Parkinson (DP). Logo, o objetivo do estudo foi realizar análise proteômica salivar de adultos com DP e controle, antes e após a realização de exercício físico intervalado. Foram selecionados 10 adultos com DP e 10 controles. Foi coletada saliva total estimulada antes (AE) e após (DE) o exercício intervalado. Realizou-se extração proteica, concentração e quantificação das proteínas pelo método de Bradford. Em seguida, as amostras foram digeridas com tripsina a 2%, purificadas e dessalinizadas. Para análise dos peptídeos, foi utilizado o espectrômetro de massas Xevo G2 (Waters) acoplado ao sistema nanoACQUITY (Waters, Manchester, Reino Unido). Para análise quantitativa, utilizou-se o software PLGS (Waters); para as comparações entre grupos foi utilizado o CYTOSCAPE 3.8.2 (JAVA), e para a classificação dos processos, o aplicativo ClueGO. Comparando DP vs CO, DE, a Hemoglobin subunit beta aumentou 41 vezes e em AE, houve um aumento de 8 isoformas da hemoglobina no DP. Neural cell adhesion molecule L1 e Clusterin foram identificadas exclusivamente em DP, DE. Na comparação de DE vs AE, para DP houve um aumento de mais de 2 vezes na Hemoglobin subunit alpha em DE e também de imunoglobulinas. A Epoxide hydrolase 3, que possui papel importante no controle da neuroinflamação, foi identificada exclusivamente DE comparada ao AE. Neural cell adhesion molecule L1 e Clusterin podem ser possíveis biomarcadores para DP.
O exercício físico induz alterações importantes no proteoma salivar.
(Apoio: FAPESP N° 2020/02175-6)
PI0317 - Painel Iniciante
Área: 4 - Odontopediatria
Apresentação: 10/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis
Terapia assistida por cães no controle da ansiedade das crianças no tratamento odontológico: estudo observacional
Luiz LPV, Silva NC, Fonseca R, Velásquez TA, Silva CS, Pinheiro SL
Saúde PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O uso de cães como terapeutas coadjuvantes têm demonstrado melhora no comportamento da criança, porém, existem poucos estudos que aplicam essa técnica na odontologia. O objetivo foi avaliar a aplicabilidade da terapia assistida por cães para controle da ansiedade durante o tratamento odontopediátrico. Foram selecionadas 20 crianças da Clínica Infantil da PUC-Campinas que foram divididas em dois grupos: CT- controle (n = 11): crianças que foram condicionadas por métodos utilizados rotineiramente na clínica de odontopediatria e TAC - Terapia Assistida por Cães (n = 9): crianças que foram submetidas ao contato com o cão terapeuta, primeiramente na recepção e depois dentro da clínica. O cão terapeuta ficou ao lado da cadeira odontológica junto a criança durante todos os procedimentos realizados. Foram utilizadas a Escala de Corah (CR) e a Frequência Cardíaca (FC) para a avaliação da ansiedade. Os resultados foram submetidos ao teste paramétrico de ANOVA (Tukey). Houve redução significante da frequência cardíaca no grupo cão (p=0.0069). No grupo controle, a frequência cardíaca não apresentou alteração antes, durante e após o tratamento (p=0.6052). No grupo controle houve um aumento significante da ansiedade mensurada por meio da Escala de Corah comparando os valores obtidos antes e após o tratamento (p=0.0455). No grupo cão, não houve alteração nos valores obtidos da Escala de Corah antes e após o tratamento (p=0.3739).
Conclui-se que a Terapia Assistida por Cães pode ser uma alternativa para redução da ansiedade durante o atendimento odontopediátrico.
PI0318 - Painel Iniciante
Área: 4 - Odontopediatria
Apresentação: 10/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis
Análise bibliométrica da produção científica sobre amamentação publicados no anais da SBPqO de 2011 a 2021
Bressane GD, Teixeira DA, Silva TCPB, Vale EM, França TC, Alexandria A
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Avaliou-se o perfil da produção científica brasileira sobre amamentação dos resumos publicados nos Anais da Sociedade Brasileira de Pesquisa Odontológica (SBPqO), entre os anos de 2011 e 2021. A busca empregou os termos: "amamentação" ou "aleitamento materno". Nesse período, publicou-se 29.903 resumos, 186 (0,6%) foram avaliados após remoção de duplicatas. As categorias painéis aspirante/efetivo (n=99; 53,2%) e iniciante (n=63; 33,9%) tiveram o maior número de resumos. Os anos com mais publicações foram 2011 (n=28; 15,1%), seguido de 2015 (n=23; 12,4%) e, 2016 e 2019 (n=21; 11,3%). Entretanto, observou-se uma diminuição no número de resumos nesses últimos 2 anos, sendo 16 (8,6%) em 2020 e apenas 13 (7%) em 2021. As instituições da região Sudeste apresentaram maior contribuição (n=94; 50,5%); com maioria de universidades públicas (n=121; 65,1%); a Universidade Estadual Paulista em Araçatuba se destacou (n=14; 7,5%); e, São Paulo e Minas Gerais foram os estados com maior número de publicações, 41 (22%) e 32 (17,2%), respectivamente. Observou-se ainda que 18 (9,7%) estudos fizeram menção a aprovação no Comitê de Ética em Pesquisa e 74 (39,8%) receberam apoio financeiro.
O incentivo de instituições de saúde acerca da amamentação vem aumentando e indicadores de produção são úteis para o planejamento de políticas e novos estudos. Apesar do crescimento de publicações sobre o tema em 2019, nos últimos anos houve redução, concentrando-se em algumas instituições em sua maioria públicas.
(Apoio: CNPq)
PI0319 - Painel Iniciante
Área: 3 - Controle de infecção / Microbiologia / Imunologia
Apresentação: 10/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis
Avaliação da passagem de aerossóis em máscaras cirúrgicas durante atendimento odontológico simulado
Santos MEPC, Gerdes JA, Barbosa IF, Prado MC, Simão RA, Pacheco LP, Prado M
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
A real eficácia da filtragem de máscaras em ambiente próximo da realidade de atendimento clínico odontológico tem sido negligenciada. O objetivo desse estudo foi avaliar a eficácia de máscaras cirúrgicas, em relação à passagem de aerossóis, em atendimento clínico simulado. Foi desenvolvido um aparato simulando atendimento odontológico e respiração do cirurgião-dentista, composto por 2 cabeças, uma representando o dentista, e outra o paciente. A cabeça do dentista, impressa em 3D, foi acoplada a um respirador artificial. Para o atendimento odontológico, foi simulando o preparo de uma coroa total do incisivo central superior, em manequim odontológico, com o profissional na posição de 12 horas. A caneta de alta rotação foi ativada por 5 minutos. Para visualização da passagem de aerossol, a água foi tingida com corante. Para o teste, a máscara foi posicionada, e em sua parte interna foi colocado um papel com dimensão padronizada. As análises foram realizadas em 3 lotes, de 8 marcas, em triplicata (9 máscaras por grupo). Os resultados foram avaliados qualitativa e quantitativamente em relação à passagem de aerossóis. Os resultados foram avaliados estatisticamente pelos testes de Kruskal-Wallis e Dunn (p<0,05). Na análise qualitativa, houve passagem de aerossóis em todas as marcas. Na análise quantitativa foi observada diferença significativa entre as marcas.
As máscaras cirúrgicas não foram efetivas para filtrar os aerossóis gerados em atendimento clínico simulado. O modelo proposto foi eficaz em simular as condições ambientais de atendimento odontológico.
(Apoio: FAPERJ N° E-26/202.784/2019 | FAPERJ N° E-26/010.000978/2019 | FAPERJ N° E-26/203.242/2021)
PI0320 - Painel Iniciante
Área: 4 - Odontopediatria
Apresentação: 10/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis
Influência de polimorfismos no gene VDR na cronologia de erupção de dentes permanentes
Hermes ASM, Guerra KCCC, Reis CLB, Barbosa MCF, Lima DC, Kuchler EC, Oliveira MAHM, Oliveira DSB
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo deste estudo foi avaliar a associação entre polimorfismos no gene VDR com mudanças na cronologia de erupção de dentes permanentes de crianças. Após a aprovação do Comitê de Ética em pesquisa da Unifal -MG, foram selecionadas 334 crianças, com idade entre 8 e 11 anos, randomicamente selecionadas em escolas públicas da cidade de Alfenas - MG. Exame clínico foi realizado para determinar a erupção de dentes permanentes, que foram considerados irrompidos pela presença de qualquer superfície do dente emergida na mucosa. Saliva foi coletada como fonte de DNA genômico para a realização de genotipagem nos polimorfismos FokI e BgII no gene VDR. As médias foram comparadas entre os genótipos pelo teste de Mann-Whitney e um Modelo Linear Generalizado Ajustado e não ajustado para o sexo e a idade foi realizado para determinar se os genótipos eram preditores da erupção dos dentes permanentes na boca. Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas entre os genótipos nos polimorfismos estudados e a cronologia de erupção (p=0.129 para FokI e p= 0.598 para BgII). O modelo ajustado mostrou que o genótipo AG em FokI diminuiu significativamente o número de dentes permanentes irrompidos (p = 0.036). Na análise estratificada para os dentes superiores e inferiores este genótipo foi associado apenas com a diminuição do número de dentes permanentes superiores irrompidos (p = 0.023).
Conclui-se que o polimorfismo FokI no gene VDR pode atrasar a erupção de dentes permanentes.
(Apoio: CAPES | FAPEMIG)
PI0321 - Painel Iniciante
Área: 4 - Odontopediatria
Apresentação: 10/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis
Efetividade da técnica de modelagem por vídeo em crianças com Transtorno do Espectro Autista: ensaio clínico randomizado
Santiago APM, Moro JS, Kammer PV, Cardoso M, Santana CM, Camargo AR, Bolan M
Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Crianças com transtorno do espectro autista (TEA) apresentam comprometimento da comunicação e interação social, e isso pode refletir na consulta odontológica. Este estudo teve como objetivo avaliar a técnica de modelagem por vídeo em relação ao número de consultas necessárias para realização de procedimentos preventivos e profilaxia odontológica. Ensaio clínico randomizado cego foi realizado com crianças diagnosticadas com TEA leve e moderado, com idade entre 4 a 12 anos. O ensaio foi composto por 2 grupos, constituídos por 20 crianças em cada um: controle - GC (não assistiram o vídeo antes da consulta) e intervenção - GI (assistiram o vídeo antes da consulta). O vídeo foi elaborado pela pesquisadora e gravado em terceira pessoa, ilustrando 12 passos da consulta odontológica (prevenção e profilaxia dental). Cada passo da consulta foi avaliado conforme a escala de comportamento de Frankl, sendo considerado completado caso o paciente obtivesse comportamento positivo ou definitivamente positivo. As crianças que não conseguiram realizar os procedimentos em até cinco consultas foram classificadas como insucesso. O número de consultas foi analisado por média e desvio padrão (DP) e submetidos ao teste de Mann-Whitney (p ≤ 0,05). A média de consultas no GI foi de 1,5 (DP±1,53) e no GC foi 2 (DP±1,77).Havendo diferença significante entre os grupos (p≤0.05). Três crianças do GC e duas do GI foram classificadas como insucesso.
Este estudo demonstra que a técnica de modelagem por vídeo pode ser eficaz para minimizar o número de consultas odontológicas em crianças com TEA.
PI0322 - Painel Iniciante
Área: 4 - Odontopediatria
Apresentação: 10/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis
Perfil clínico-epidemiológico de pacientes atendidos no ambulatório de anquiloglossia do Hospital Infantil de Florianópolis/SC
Garcia JM, Kurchevski FF, Zendron MP, Bolan M, Cardoso M, Nappi JWR, Espezim CS, Santana CM
Departamento de Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Este estudo delineou o perfil epidemiológico e clínico dos pacientes com anquiloglossia atendidos no Hospital Infantil Joana de Gusmão (HIJG) em Florianópolis/SC. Pesquisa transversal descritiva realizada no Ambulatório de anquiloglossia do HIJG, incluiu pacientes com diagnóstico de anquiloglossia atendidos entre novembro de 2021 a janeiro de 2022. A coleta de dados foi obtida através dos prontuários, além de questionário adaptado para este estudo e respondido pelos responsáveis. Os dados obtidos foram analisados de forma descritiva. A amostra total foi composta por 18 participantes, com idade entre 4 meses a 13 anos, a maioria do sexo masculino (76,47%). Com relação à amamentação, 70,58% das mães tiveram experiência prévia, 64,70% possuíam mais de 2 filhos e a escolaridade materna com ensino médio completo foi de 41,17%. Os relatos de casos de anquiloglosia na família foram de 41,17%. A dificuldade para amamentar foi relatada em 58,82% dos pacientes e 64,70% tiveram amamentação exclusiva. Os principais motivos para a consulta no HIJG foram: dificuldade na fala, alimentação e alteração identificada por outro profissional sem queixa por parte da família. Todos os casos tiveram indicação de intervenção cirúrgica.
Concluiu-se que a faixa etária dos pacientes atendidos no HIJG foi ampla, tendo parcela considerável dos casos com antecedentes familiares e as queixas principais foram alterações relacionadas a problemas na fala e alimentação, além de encaminhamentos por outros profissionais.