2089 Resumo encontrados. Mostrando de 1171 a 1180
PN1298 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários
Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Resistência à flexão e fractografia de uma resina para impressão 3D em função da condição de armazenamento pós-cura
Paula LD, Lamacchia G, Dutra-Correa M, Aguiar MSC, Silva-Filho AC, Rodrigues FP
Clínica Odontológica UNIVERSIDADE PAULISTA - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo deste trabalho foi avaliar a resistência à flexão e fractografia de uma resina comercial para impressão 3D de provisórios para coroas unitárias. Foram confeccionadas barras de 25x2x2mm, para o teste de resistencia (n=10), para cada condição de armazenamento: temperatura ambiente, estufa-37°C e refrigerador-4°C. Após a impressão, as amostras foram lavadas em álcool isopropílico e pós-polimerizadas em luz ultravioleta. As amostras de cada grupo foram submetidas ao teste de flexão em 3 pontos, após 24h armazenamento, em máquina universal de testes mecânicos a 0.5 mm/min, para obtenção da resistência à flexão e o módulo de elasticidade. Após o teste, amostras representativas de cada grupo foram submetidas à microscopia eletrônica de varredura para a análise das fraturas. Os resultados não revelaram diferenças significantes entre o grupo controle e o do refrigerador para a resistência, mas sim para os módulos. O grupo da estufa revelou resultados melhores com diferença significante para a resistência e o módulo em relação ao grupo controle, mas não para o módulo em relação ao grupo refrigerador. A análise das fraturas revelou áreas nítidas de compressão e também possibilitou a identificação da origem das fraturas na área de tração. Porosidades foram identificadas em algumas superfícies.
Conclui-se que o armazenamento das peças impressas em 3D em estufa é favorável e portanto recomendado, uma vez que parece contribuir com o processo de pós-cura e aumento de resistência mecânica e módulo de elasticidade, o que diminui a possibilidade de deformação das peças.
(Apoio: PPGO-UNIP)
PN1299 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários
Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Liberação e avaliação antimicrobiana de nanocompósito de poliamida 6 e nanopartículas de trimetafosfato de sódio com nanopartículas prata
Guisso LP, Morais LA, Souza Neto FN, Hosida TY, Barbosa DB, Camargo ER, Delbem ACB
Odontologia Preventiva e Restauradora UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo foi avaliar o efeito antimicrobiano e liberação de prata (Ag+) e trimetafosfato de sódio (TMP) de nanocompósito de poliamida 6, TMP com nanopartículas de Ag+ (AgNP). As cepas de C. albicans e S. mutans foram reativadas por 48 h a 37 °C. Três membranas de cada grupo (P6, P6-2,5%TMP, P6-5%TMP e P6-10%TMP) com e sem AgNP foram suspensas em microtubulos, contendo suspensões celular dos microrganismos por 1, 2, 4, 6, 12, 18 e 24 h. Foi feita a diluição seriada, plaqueamento por 24-48 h e contagem das Unidades Formadoras de Colônias (UFC). Para liberação, seis discos de cada grupo foram colocados em microtubos contendo água deionizada. Após o período de 1, 2, 3, 4, 5, 10, 12, 14, 16, 18, 20 e 24 horas foram realizadas as dosagens de TMP e Ag+ liberada. O TMP foi determinado pelo método colorimétrico e Ag+ foi utilizado um eletrodo específico. Os dados foram analisados por ANOVA, seguido do teste de Student-Newman-Keuls (p<0,05). Os grupos P6-Ag-2,5%TMP e P6-Ag-5%TMP com AgNP apresentaram maior redução de UFC para S. mutans. Para C.albicans todos os grupos apresentaram redução quando comparado ao controle. A maior quantidade de Ag+ ocorreu nas primeiras três horas para todos os grupos decorados com AgNP. Houve liberação de TMP nas primeiras três horas para os grupos P6-5%TMP e P6-10%TMP e para os demais grupos não foram detectadas liberações.
Conclui-se que a eficácia antimicrobiana dos nanocompósitos foi observada contra S. mutans e C. albicans, quando associados ao TMP em maiores concentrações melhorando assim o efeito antimicrobiano das AgNP.
(Apoio: FAPs - FAPESP N° 2018/16041-1; 2017/17993-3; 2016/17577-7)
PN1300 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística
Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Avaliação da resistência da união ao teste de push-out de pinos de fibra de vidro cimentados com diferentes estratégias adesivas
Fernandes RB, Lourenço MAG, Machado FC, Leite FPP, Carlo HL
Doutorado em Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O presente trabalho se propôs a investigar a resistência ao deslocamento (push-out) de pinos de fibra de vidro cimentados em dentina radicular bovina, utilizando-se diferentes sistemas adesivos. Ademais, a pesquisa comparou a união dentina-pino em relação à profundidade da dentina radicular e ao tempo de envelhecimento. Foram utilizados 100 dentes anteriores maxilares bovinos, tratados endodonticamente e desobstruídos em 15 mm. Os pinos de fibra de vidro (White Post®, FGM) foram cimentados, utilizando-se os seguintes sistemas adesivos: Adper Single Bond 2 (3M ESPE), Scotchbond Multiporpouse Plus (3M ESPE) e Excite F DSC (Ivoclar), na estratégia "etch and rinse" e Optibond Universal (Kerr) na estratégia "self-etch". Os cimentos resinosos foram: RelyX ARC (3M ESPE) associado aos adesivos descritos acima e Relyx U200 auto-adesivo (3M ESPE). Após a cimentação, os dentes foram seccionados em fatias de 1,5mm nos terços cervical, médio e apical, em cortadeira de precisão (Isomet 1000). As fatias foram posicionadas em máquina universal de ensaios mecânicos (EMIC DL 2000) e submetidas ao teste de push-out, com célula de carga de 50Kg e velocidade de 0,5mm/min. Os resultados foram registrados em MPa e submetidos à análise estatística Anova/Tukey (p = 0,05). As estratégias auto-adesiva (RelyX U200) e self-etch (Optibond + RelyX ARC) mostraram-se superiores às demais (p < 0,05).
A região radicular e o tempo de envelhecimento, isoladamente, não interferiram nos valores de resistência adesiva neste estudo.
PN1301 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários
Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Influência do tipo de cimento resinoso na adesão da zircônia à diferentes materiais de núcleo
Barros PCA, Lamin MGMCC, Borges AB, Torres CRG
Departamento de Odontologia Restauradora INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA / ICT-UNESP-SJC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo do estudo foi avaliar a influência do tipo de cimento na resistência de união entre a zircônia e diferentes tipos de materiais de núcleo. 400 espécimes cilíndricos de Zircônia Y-TZP (Vita) foram preparados. Foi realizado jateamento de oxido de alumínio na superfície e aplicação de primers seguindo os protocolos dos fabricantes. Para simulação do núcleo, seis substratos diferentes foram utilizados: D - dentina bovina, DL - dissilicato de lítio, NC - níquel/cromo, PE -prata/estanho, CA - cobre/alumínio, e R - resina composta (Rebilda DC - Voco). A cimentação foi realizada com cinco cimentos diferentes (n=10): BF - Bifix Hybrid Abutment (Voco); RC - ResiCem (Shofu) - (FP); ML - Multilink Hybrid Abutment (Ivoclar Vivadent) - (FP); SB - Super-Bond (Sun Medical) -e RX - RelyX ARC (3M/Espe). O teste de resistência adesiva ao cisalhamento foi realizado com a máquina universal de ensaios. Os dados foram analisados por ANOVA dois fatores e teste de Tukey. Diferenças significativas foram observadas para o tipo de núcleo (p=0.001), tipo de cimento (p=0.001) e interação (p=0.001). Os resultados para tipo de cimento foram: BF-15,99(4,71)a, RC-17,94(8,06)a, RX-18,52(5,40)a, ML-18,65(4,35)a, SB-42,95(14,31)b. Os resultados do teste de Tukey para tipo de núcleo foram: D-18,71(7,11)a, PE-21,87(9,91)ab, NC-21,99(14,53)ab, CA-22,78(15,55)b, R-24,18(11,38)bc, DL-27.29(16.22)c.
O Super-Bond resultou na maior resistência adesiva dentre todos os materiais testados. O núcleo confeccionado em silicato de lítio proporcionou a maior adesão, enquanto a dentina a menor.
PN1302 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários
Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Avaliação in vitro da fotocatálise do Dióxido de Titânio no clareamento dental e o efeito do seu reaproveitamento
Rifane TO, Santos SCAV, Nascimento IS, Mesquita LR, Giannini M, Feitosa VP
Materiais Dentários FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo da pesquisa foi avaliar o potencial clareador de suspensão contendo Dióxido de Titânio (TiO2) em substituição ao peróxido de hidrogênio e seu reaproveitamento como agente ativo de fotocatálise. Sessenta dentes bovinos foram pigmentados com chá preto (250 ml para 18 g) e expostos a um agente clareador Peróxido de Carbamida a 16% (Whiteness Perfect, FGM) (PC) ou TiO2 na concentração 50% simulando uma aplicação de clareamento caseiro durante 21 dias e alocados aleatoriamente nos grupos (n=15) : 1) PC 1 % novo 2) PC 16% reaproveitada 3) TiO2 novo 4) TiO2 reaproveitado. A suspensão experimental foi preparada com nanopartículas de TiO2 e água destilada (5g para 10 ml), na proporção de 50 %. Elas foram incididas todos os dias por luz UV (400 nm) durante 50 minutos antes da utilização. Os valores CIELAB L*a*b* e mudança de cor (∆e) foram medidos pré e pós-clareamento com espectrofotômetro (VITA Easyshade V) no ponto central da coroa, no mesmo ambiente e tipo de iluminação como forma de padronização. A análise estatística com ANOVA 2-fatores e teste de Tukey (p<0,05) mostraram que o grupo TiO2 novo apresentou menores valores de ∆e em comparação ao PC 16% novo (4,54 ± 0,47 e 13,40 ± 2,97, respectivamente). No reaproveitamento do gel clareador, os grupos TiO2 e PC 16% foram semelhantes estatisticamente (18,72 ± 3,66 e 16,57 ± 2,67).
Em conclusão, o reaproveitamento do Peróxido de Carbamida a 16% é uma alternativa promissora, não influência na ação clareadora do gel e o uso de TiO2 com a tecnologia de fotocatálise é capaz de promover o clareamento dental sem o uso do peróxido de hidrogênio.
PN1303 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística
Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Avaliação do efeito protetor de dentifrícios contendo estanho contra o desgaste dental erosivo
Kairalla CA, Viana IEL, Sakae LO, Scaramucci T
Dentística UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Esse estudo avaliou o efeito de diferentes dentifrícios fluoretados contendo estanho no controle do desgaste dental erosivo (DDE). Espécimes de esmalte e dentina foram distribuídos em 7 grupos (n=10/substrato): 1. Controle negativo (C-: saliva artificial); 2. Controle positivo (C+: Elmex Erosion Protection); 3. Elmex Anti-Cáries (dentifrício convencional sem estanho); 4. Sensodyne Sensibilidade & Gengivas; 5. Oral-B Pró-Gengiva Original; 6. Oral-B 100%; 7. Oral-B Gengiva Detox & Esmalte, e submetidos a uma ciclagem erosiva-abrasiva por 5 dias (5 min em ácido cítrico a 1%, 60 min em saliva artificial, 4x/dia; escovação por 15 s, 2x/dia). A perda de superfície (PS, μm) foi determinada em um perfilômetro óptico. Os dados foram analisados (α<0,05). Em esmalte, o grupo 5 apresentou a menor PS, não se diferindo de C+ (p=0,943), 3 (p=0,999) e 6 (p=0,086). As PS desses grupos foram significativamente menores do que C-, com exceção do grupo 6, que não foi diferente de C- (p=0,755). Os grupos 4 e 7 também não se diferiram de C- (p=0,996 e 0,449, respectivamente). Para a dentina, C- resultou na maior PS (p<0,05), e o grupo 4 na menor, não se diferindo dos grupos C+ (p=0,79), 3 (p=0,98), 5 (p=0,898) e 6 (p=0,258). O grupo 6 também não se diferiu do grupo 7 (p=0,087).
Conclui-se que para dentina, os dentifrícios contendo estanho exerceram proteção contra o DDE. Para o esmalte, somente os que contém a associação de fluoreto com cloreto de estanho promoveram proteção. Nenhum dentifrício contendo estanho apresentou uma proteção superior ao dentifrício convencional, para ambos substratos.
(Apoio: FAPESP N° #2021/04779-9)
PN1304 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística
Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Possíveis limitadores da prática de remoção seletiva da dentina cariada no dia a dia de cirurgiões-dentistas
Moreira JC, Ruano V, Faria V, Pereira TC, Bresciani E
Dentística UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Esta pesquisa foi composta por 2 séries de perguntas de elaboração própria, com o objetivo de identificar se há falta de difusão do conhecimento e possíveis vieses cognitivos limitadores para que o que se conhece em ciência sobre a Remoção Seletiva da Dentina Cariada (RS) seja transmitido para a prática clínica. A série 1 foi aplicada a cirurgiões-dentistas (CDs) e estudantes de Odontologia, e buscou investigar seus conhecimentos sobre a RS, se são a favor e estão usando na prática clínica, e possíveis fatores relacionados à tomada de decisão sobre sua utilização. A série 2 foi aplicada a professores de disciplinas relacionadas, e buscou investigar se eles são a favor e estão usando a RS, pesquisou possíveis fatores relacionados à tomada de decisão sobre sua utilização, e se estão transmitindo conhecimentos sobre a RS em suas aulas. Os dados foram descritos por porcentagem de frequência e analisados por testes de associação de frequência (5%). 157 CDs acertaram quanto à remoção de tecido cariado nas paredes pulpares em cavidades muito profundas, enquanto 406 erraram. 514 mostraram-se a favor; destes, 89 informaram que não a usam/usavam. 3 professores não se sentem confortáveis em implementá-la nas clínicas de suas instituições de ensino. Tempo de formação, possuir pós-graduação, especialidades e haver estudado ou apenas ouvido falar sobre a RS influenciaram nos possíveis vieses cognitivos.
Concluiu-se que há falta de difusão do conhecimento a respeito da RS e uma possível presença de vieses cognitivos relacionados, os quais afetam negativamente a adesão de CDs à RS.
(Apoio: CAPES)
PN1305 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística
Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Influência do uso de escova de Robson (Microtuft®) sobre a morfologia da camada híbrida em restaurações adesivas
Santos-Filho JM, Silva TSG, Teixeira HM, Silva CHV, Dias MF, Sobral-Souza DF, Guimarães RP
Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Avaliar a morfologia da camada híbrida, através da microscopia eletrônica de varredura (MEV) em restaurações adesivas, utilizando de escova de Robson (Microtuft®) na etapa de profilaxia. Terceiros molares humanos extraídos receberam restaurações cervicais (vestibular e lingual) com resina composta (Z350/3M), sendo distribuídos em 03 grupos segundo o tipo de limpeza cavitária: CTRL (CONTROLE - sem profilaxia); RB (profilaxia com escova de Robson tamanho regular/DHPro); MTB (profilaxia com escova de Robson Microtuft®/DHPro). Após o respectivo protocolo de limpeza, foi realizado condicionamento ácido seletivo do esmalte e aplicação de um adesivo universal (Single Bond Universal / 3M) na estratégia autocondicionante segundo recomendações do fabricante. Um espécime de cada grupo foi preparado apenas até a etapa de condicionamento seletivo, para caracterização do substrato dentinário em MEV. As imagens revelaram presença mais irregular de smear plug bem como superfície abrasionada no grupo MTB, comparado aos demais grupos. Na análise da interface adesiva, notou-se a presença de fenda entre restauração e dentina nos grupos RB e CTRL, e maior regularidade na interface entre material restaurador e dentina no grupo MTB.
A realização de profilaxia com pedra pomes e água associada a uma escova de tamanho reduzido contribuiu para a visualização de uma interface adesiva mais regular e sem a presença de falhas quando utilizado um adesivo universal e condicionamento ácido seletivo do esmalte.
PN1306 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística
Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Interação entre procedimentos de acabamento/polimento e abrasividade de dentifrícios: efeito sobre a rugosidade de resina composta
Keese EVM, Berri LM, Vieira-Junior WF, Basting RT, França FMG, Turssi CP
Divisão de Cariologia e Odontologia Rest FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Esta pesquisa avaliou o efeito da abrasividade de dentifrícios sobre a rugosidade de superfície de uma resina composta (RC) submetida a diferentes técnicas de acabamento/polimento. Para isto, amostras de RC nanoparticulada (n=20, Filtek Z350X, 3M/ESPE) foram acabadas/polidas por pontas diamantadas (PD), brocas multilaminadas (BM), discos de óxido de alumínio (DO) ou borrachas abrasivas (BA). Então, essas amostras foram escovadas com dentifrícios de baixa (Sensodyne Pró-esmalte, GSK) ou alta (Crest Pro Health Whitening, P&G) abrasividade (n=10). Simularam-se 27.500 movimentos, correspondendo a 5 anos, sob carga de 2N e frequência de 4,5Hz. A rugosidade foi medida pelo parâmetro Ra em 3 momentos: após sua confecção, acabamento/polimento e escovação. Os dados foram comparados por ANOVAs e testes de Tukey (α=5%). Houve interação entre sistema de acabamento/polimento, abrasividade e o momento de avaliação (p=0,033). Após o polimento, o menor Ra se deu com o uso de DO, seguido do grupo BA e BM e os maiores no grupo D. No grupo DO, o Ra se manteve mesmo após a escovação, o que também ocorreu para a BA, com a diferença de que o dentifrício de alta abrasividade causou maior Ra do que o de baixa. Já no grupo PD, o dentifrício de alta abrasividade resultou em menor Ra que o de baixa. No grupo BM, o Ra foi maior no pós-polimento, independente do dentifrício utilizado. .
Concluiu-se que quando o sistema de acabamento/polimento proporciona maior lisura, a RC pode ser mais afetada pelo dentifrício de alta abrasividade. Por outro lado, sendo a RC mais rugosa, a escovação pode melhorar a lisura.
PN1307 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística
Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
O volume de gel influencia no tratamento clareador? Estudo in vitro, in vivo e clinico
Esteves LMB, Alcântara S, Silva LMAV, Machado NES, Benetti F, Cintra LTA, Ervolino E, Briso ALF
Pós-Graduação UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Objetivou-se avaliar in-vitro: a influência do volume de gel clareador na alteração cromática (ΔE), índice de clareamento (WID) e difusão do peróxido de hidrogênio (PH); in-vivo: a resposta inflamatória e estresse oxidativo pulpar; clinicamente: o ΔE, WID e a sensibilidade dentária (SD). 60 discos bovinos foram distribuídos em 4 grupos: C: controle; V1: 0,025 μL PH35%; V2: 0,05 μL; V3: 0,10 μL. A análise da difusão de PH foi realizada na 1ª sessão (S) e as análises de ΔE e WID foram realizadas após 1ª, 2ª, 3ª S e 14 dias após. Na análise in-vivo, 40 hemi-maxilas de 20 ratos foram alocados em 4 grupos: C: controle; V2: 2μL; V4: 4mL e V8: 8mL de PH 17,5%. Após 24 horas foi realizada analise histológica e imunoistoquímica (óxido nítrico). Na análise clínica, 30 pacientes foram alocados em 3 grupos: GI-0,025 μL, GII-0,05 μL, GIII-0,10 μL de PH35% por 45 minutos. O ΔE, WID, a SD espontânea (avaliada por questionário) e a SD provocada (análise termo-sensorial), foram avaliadas em 5 tempos: baseline, após 1º, 2º e 3º S clareadoras e 14 dias após (p<0,05). O ΔE e Wid não apresentaram diferença, contudo, a difusão de PH in-vitro, a resposta inflamatória e o estresse oxidativo in-vivo foram proporcionais ao volume. Clinicamente, o ΔE foi semelhante entre os grupos ao final da terapia clareadora, entretanto, os valores de WID foram maiores no GIII, que também apresentou a maior SD espontânea e estimulada.
Desta forma, os efeitos adversos relacionados à difusão, estresse oxidativo e sensibilidade dental são dose-dependentes, contudo, o efeito clareador não foi proporcional ao volume empregado.
(Apoio: CNPq N° 303500/2019-0 | FAPs - FAPESP N° 2018 / 11636-7)
