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 2089 Resumo encontrados. Mostrando de 1181 a 1190


PN1308 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Efeito do tipo de pino de fibra de vidro associados a uma luva de vidro adaptável na resistência de união em raízes alargadas e não alargadas
Martins LC, Silva CF, Martins VM, Santos Filho PCF
Departamento de Odontologia Restauradora UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Os pinos de fibra são materiais indicados para a reabilitação de dentes tratados endodonticamente. O objetivo deste estudo foi avaliar a resistência adesiva (RA) de diferentes tipos de pinos em diferentes tipos de conduto. Foram utilizados 40 dentes bovinos de tamanho e formato semelhantes. As amostras foram divididas em 4 grupos (n= 10). Foram utilizados 2 tipos de pino (Exacto e Splendor) em 2 tipos de conduto (raízes alargadas e não alargadas). Os canais foram instrumentados em toda a extensão com brocas 2 e 3 Gates-Glidden e no terço cervical e médio com broca Gates Glidden número 4, foi também utilizada broca específica para cada sistema de pino. As amostras foram cimentadas com cimento resinoso dual autoadesivo. As raízes foram seccionadas nos terços coronal e médio com espessura de 3±0,1mm. O teste de resistência de união por push-out (PBS) foi realizado em máquina de ensaio universal. Os valores RA foram registrados e os dados foram analisados por ANOVA de medidas repetidas e teste de Tukey. A RA apresentou diferença estatística entre os grupos apenas no terço cervical, e no grupo Exacto com conduto não alargado apresentou valores de resistência adesiva inferior em relação aos demais grupos. Entre terços cervical, médio e apical nenhuma diferença significativa (P= 0,153) foi encontrada.

Os grupos utilizando pinos com luvas tiveram resultados semelhantes aos pinos convencionais reembasados com resina e em relação aos terços médio e apical os materiais utilizados não apresentaram efeito significativo sobre a resistência adesiva.

PN1310 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Influência do diâmetro de pinos pré-fabricados de diferentes materiais na resistência à fratura de dentes tratados endodonticamente
Matos LMR, Cardoso SAM, Silva ML, Lima DM, Antunes ANG, Seraidarian PI
Odontologia PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A situação clínica de destruição coronária compromete a retenção de restaurações e sua solução representa um grande desafio. O objetivo do estudo foi investigar a resistência à fratura de dentes restaurados com pinos pré-fabricados de diferentes materiais após a variação de diâmetro do pino. Foram utilizados 120 dentes bovinos classificados segundo o diâmetro da raiz em pequeno, médio e grande, divididos em 3 grupos experimentais e 1 controle. Cada grupo foi dividido em 3 subgrupos de 10 de raízes. Os grupos experimentais foram restaurados com pinos de fibra de vidro, carbono e quartzo. Cada subgrupo recebeu um pino de diâmetro correspondente às dimensões das respectivas raízes. Os pinos foram fixados com sistema adesivo de presa química e cimento resinoso de presa dual e a porção coronária reconstruída com resina composta de presa química. Os espécimes foram fixados em blocos de resina acrílica e levados para ensaio mecânico. O grupo controle mostrou os maiores valores para os todos os diâmetros. Para todos os grupos, os valores da resistência à fratura das raízes restauradas com pinos de diâmetro médio, foram os menores. Os resultados foram submetidos aos testes ANOVA e Tukey. Os testes mostraram influência significativa das variáveis sistema do pino e diâmetro do pino na força máxima à fratura. A interação entre as variáveis não demonstrou significância estatística.

Quanto a constituição quanto o diâmetro são passíveis de influenciar na resistência à fratura e que pinos do mesmo sistema e diâmetros diferentes apresentam comportamento biomecânico semelhante.

PN1313 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

O uso de fontes de luz em protocolos clareadores: alteração de cor, temperatura, transmitância e irradiância - Estudo in vitro
Vardasca IS, Régis MA, Zezell DM, Francci C
Biomateriais UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do presente estudo foi avaliar as alterações de cor superficial, temperatura, transmitância e irradiância de diferentes fontes de luz em alguns protocolos de clareamento em consultório com peróxido de hidrogênio (PH) de baixa concentração. 90 blocos de esmalte/dentina humanos foram pigmentados e separados em 9 grupos(n=10): SG-SL (sem gel-sem luz), SG-VIO (sem gel, com exposição ao LED violeta), PH35%-SL (sem luz), PH17,5%-SL, PH6%-SL, PH17,5%-AZUL (com exposição ao LED azul), PH6%-AZUL, PH%17,5-VIO (exposição ao LED violeta) e PH6%-VIO. A avaliação da cor foi realizada 7, 14 e 21 dias após o início e 14 dias após o término do protocolo de clareamento com espectrofotômetro, com os valores L*a*b* de reflectância, através do whiteness index (∆WID ). A análise da temperatura foi realizada com um termopar, a transmitância das luzes com uma esfera integradora e a irradiância das luzes com um powermeter. ANOVA com post-hoc Tukey para as análises de alteração de cor, temperatura e transmitância. O teste de Mann-Whitney foi utilizado para a irradiância. Como resultado, os grupos PH17,5 apresentaram (∆WID ) similar ao PH35%, independente das fontes de luz. Todos os protocolos irradiados com fontes de luz apresentaram alteração de temperatura maior de 5,5ºC, exceto SG-VIO. A transmitância foi maior no LED azul e no PH17,5%, e a irradiância foi maior no LED azul.

Conclui-se que o uso de fontes de luz associadas a géis clareadores de menor concentração não melhoram o resultado estético, porém há um aumento considerável da temperatura, maior no LED Azul que no violeta.

(Apoio: CAPES  N° 88882376608/2019-01)
PN1314 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

A adição de Biosilicato a géis clareadores interfere na eficácia clareadora, rugosidade e dureza de esmalte com lesão inicial de erosão?
Coelho CSS, Dascanio R, Souza MT, Zanotto ED, Tabchoury CPM, Cavalli V
Odontologia Restauradora FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo desse estudo foi avaliar se a adição de Biosilicato 10% (10BS) a um gel clareador de peróxido de hidrogênio 35% (PH) influencia a eficácia clareadora, a rugosidade e a recuperação de minerais em lesões iniciais de erosão em esmalte. Blocos de esmalte bovino foram submetidos a protocolo erosivo (imersão em ácido cítrico 0,3% por 5 min). Na sequência, foram tratados de acordo com os grupos (n=10): PH, PH_10BS, 10BS e CN (controle negativo; sem tratamento). Os tratamentos foram realizados em 3 sessões de 40 min, com intervalo de 72 h entre elas. A rugosidade (Ra) e dureza de superfície (DS) foram analisadas 24 h após a 3ª sessão e avaliação de cor (ΔE00, ΔL, Δa, Δb e ΔWId) 21 d após de imersão em saliva. Os dados de porcentagem de recuperação de DS (%RDS), ΔRa, ΔE00, ΔWId e Δb foram submetidos a ANOVA 1-fator e teste Tukey, ΔL e Δa ao teste de Kruskal-Wallis e Mann-Whitney (α= 0,05). A adição de BS não afetou a eficácia clareadora do PH (p>0,05) e não houve diferença em ΔRa entre os grupos PH e CN (p>0,05). Os grupos com BS na composição apresentaram uma %RDS semelhantes ao CN (p>0,05), já o grupo PH obteve o menor valor de %RDS, diferindo dos grupos 10BS e CN (p<0,05).

A adição de BS ao gel clareador não afetou a eficácia clareadora e a rugosidade de superfície do esmalte e impediu a perda mineral, mantendo-se semelhante ao CN.

(Apoio: CAPES  N° 001)
PN1315 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Avaliação da alteração cromática em diferentes espessuras de resina através do protocolo eLABor_aid
Lidani R, Miranda LO, Forgerini G, Madaloni NR, Kamio ABS, Philippi AG, Lonzetti M, Mezzomo LAM
Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi analisar a alteração cromática de resinas compostas em diferentes espessuras. Análises, através do protocolo e-LAB, do "delta E" e "delta L" foram realizadas, em espécimes (n=34) de 0,6 e 1,2mm confeccionados a partir de 17 resinas compostas de duas diferentes marcas comerciais (Essentia e Vitra APS). Os espécimes foram fotografados com câmera DSLR (D7200) acoplada a lente Macro Ring Flash (Sigma), com lentes e flash polarizados através do filtro polarizador (polar_eyes). As imagens foram carregadas no software Adobe Photoshop Lightroom Classic CC, alterando o gráfico de cores para CIE L*a*b*. Os valores de L*a*b* foram obtidos através do programa Color Meter, a partir de medições padrões no centro dos espécimes para diminuir a possibilidade de divergências, e tiveram seus valores de ΔE00 calculados através do programa ΔE Calculator. Para as comparações, foram usados os parâmetros 50:50% perceptibilidade (PT) e 50:50% aceitabilidade (AT). Os valores de ΔE00 considerados para PT e AT foram, respectivamente, 0,8 e 1,8. Entre comparações de diferentes espessuras das resinas Vitra APS, encontraram-se combinações aceitáveis (1), incompatíveis (12) e nenhuma perfeita. Para a mesma comparação do grupo Essentia, mostraram-se aceitáveis (1), incompatíveis (6) e nenhuma perfeita. Os valores de ΔE de cada grupo foram comparados com um valor de referência 1. Os dois grupos mostraram-se ser significativamente diferentes em relação ao valor referência 1 (p=0,50).

Concluiu-se que diferentes espessuras alteram a cor final das resinas compostas.

PN1317 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Características químicas de três enxaguatórios bucais anticáries e seus efeitos sobre o esmalte dental bovino
Carvalho PM, Pinto TTM, Mutran SCAN, Lopes GO, Vasconcelos-Junior NT, Faial KCF, Lima RR, D'Almeida-Couto RS
Dentística UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O estudo avaliou os parâmetros químicos de três enxaguatórios bucais anticáries disponíveis comercialmente e o efeito sobre a superfície do esmalte dental bovino. Foram realizadas as análises de potencial hidrogeniônico (pH), acidez titulável (AT) e níveis de cálcio (Ca), potássio (K) e sódio (Na) por espectrometria de emissão óptica com plasma induzido (ICP OES); além da análise morfológica por microscopia eletrônica de varredura (MEV). Os grupos experimentais foram: água destilada (Controle), listerine® anticáries (List), elmex® anticáries (Elm) e colgate® orthogard® (Ortho). Para a MEV utilizou-se saliva artificial (Controle positivo) e ácido cítrico (Controle negativo). Os dados estatísticos foram analisados utilizando ANOVA/Tukey (p≤0,05) e análise descritiva para a MEV. Os valores médios de pH e AT foram, respectivamente: List (3,5 / 1,6 mL); Elm (4,0 / 1,1 mL) e Ortho (4,5 / 11,9 mL). Os níveis de íons Ca foram inferiores a 0,5 mg/L e diferentes estatisticamente do Controle (3,6 mg/L) (p<0,01). Os níveis de íons K e Na foram, respectivamente: Controle (20 mg/L / 7,4 mg/L), List (12,6 mg/L / 27 mg/L); Elm (0,4 mg/L / 20,9 mg/L) e Ortho (14,1 mg/L / 165,1mg/L). Na MEV observou-se para Elm uma superfície de esmalte dentário lisa e uniforme similar ao Controle positivo.

Conclui-se que os enxaguatórios bucais avaliados apresentaram pH abaixo de 5,5 e o enxaguatório Ortho elevada AT. Níveis de Ca reduzidos em todos os enxaguatórios e expressiva concentração de K e Na nos grupos Ortho e List. O enxaguatório Elm demonstrou maior proteção da superfície do esmalte dental.

PN1320 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Liberação iônica, pH e citotoxicidade de cimentos de ionômero de vidro convencionais
Nunes FRS, Oliveira TBM, Cardoso SMNR, Ferreira PVC, Gomes FS, Macêdo RFC, Pinto PA, Bauer JRO
Programa de Pós-Graduação em Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O estudo avaliou a liberação de íons F-, Ca+2, PO4-3, pH e citotoxicidade de seis cimentos de ionômero de vidro (CIV): Bioglass; Gold Label; Vitro Fil; Maxxion; Vidrion e Ionglass. Confeccionou-se discos (10 mm x 1 mm) para os testes de pH e liberação iônica (n = 3), armazenados em 6 ml de água deionizada/destilada com pH iniciais (pHi) 4 e 7, por 28 d a 37oC. As leituras de pH foram feitas em 15 min, 30 min; 1, 2, 24 e 48 h; 7, 14, 21 e 28 d, num analisador digital de pH/F-. Após 28 d, analisou-se a liberação de F- utilizando eletrodo específico. As concentrações de Ca+2 e PO43- foram medidas em um espectrofotômetro de luz UV. Para a citotoxicidade, utilizou-se células fibroblásticas. Amostras (n = 3) foram imersas e analisadas em 24, 48 e 72 h. Os dados de liberação iônica e citotoxicidade foram submetidos a ANOVA (One-way) e Holm-Sidak (α = 0,05). O pH foi apresentado em valores descritivos. Independente do pHi, todos os CIV se apresentaram ácidos ao longo de 28 d. Ionglass mostrou maior liberação de Ca+2 (pHi 4 e 7). No pH 4, Vitro Fil liberou mais PO43-; no pH 7, os CIV assemelharam-se na liberação iônica. Bioglass mostrou maior liberação de F- comparado ao Gold Label (p < 0,05); demais CIV apresentaram valores similares (p > 0,05) no pH 4. Não houve diferença na liberação de F- no pH 7 entre os materiais testados (p > 0,05). Em 24 e 48 h, os CIV apresentaram biocompatibilidade próxima ao controle positivo (p > 0,05). Porém, todos os CIV apresentaram citotoxicidade no teste de 72 h (p < 0,05).

A alta liberação iônica e baixo pH dos cimentos de ionômero de vidro podem ser a causa da citotoxicidade no período de 72 h.

(Apoio: FAPs - FAPEMA  N° UNIVERSAL-00713/17 Edital 31/2016  |  CAPES  N° 0001)
PN1322 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Avaliação da estabilidade de cor em resinas Bulkfill manipuladas com modeladores de resina
Oliveira VB, Assis DG, Bauer MLM, Davila Sanchez CA, Arrais CAG
PPGO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Esse estudo avaliou a estabilidade de cor em resinas bulk fill contendo modeladores de resina na superfície. Três marcas comerciais de resinas compostas bulk-fill (Opus, FGM; Tetric N Ceram Bulkfill Ivoclar Vivadent; e Filtek Bulkfill One, 3M Oral Care) e 3 produtos foram utilizados como modeladores (Ambar Universal, FGM; Optibond, Kerr Dental; e Wetting Resin, Ultradent Products Inc.). Cento e oitenta corpos-de-prova das resinas bulk-fill com formato de discos foram confeccionados em moldes (diâmetro: 5 mm; espessura: 4 mm). Os modeladores foram aplicados sobre a superfície das amostras e fotopolimerizados (Bluephase 20i, Ivoclar Vivadent). As amostras foram imersas em diferentes líquidos (água, vinho e café) por 30 dias. Utilizando um espectrofotômetro digital (Vita Easyshade, Vita Zahnfabrik), sob fundo preto e branco, foram coletados os valores do ΔE após 24 horas, 7, 14 e 30 dias. Os dados obtidos foram submetidos a ANOVA dois fatores com medidas repetidas, seguidos pelo teste de Bonferroni (α=5%). A imersão em vinho ou café resultou em um aumento nos valores de ΔE ao longo do tempo de imersão (p<0,001), tanto nas resinas contendo modeladores quanto nas resinas do grupo controle. No entanto, não houve diferença nos valores de ΔE quando comparados os grupos contendo modeladores aos valores observados no grupo controle.

De forma geral, a alteração no ΔE após imersão em corantes não foi influenciada pela presença dos modeladores

PN1323 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Perfil anti-erosivo de uma resina composta flow bioativa experimental a base de Silicato e hidroxiapatita
Souza CMS, Zaniboni JF, Carneiro PMA, Loretto SC, Silva CM, Esteves RA, Kuga MC, Alencar CM
Dentística UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou as propriedades físicas de uma resina experimental flow bioativa a base de Silicato e hidroxiapatita (HAP) submetida a desafio erosivo-abrasivo-pigmentador. Sessenta discos de materiais restauradores foram confeccionados em matriz circular pré-fabricada e randomizados em 4 grupos (n=12): GBF00 - Resina bioativa Beautifil flow Plus F00 (Shofu); GBF03 - Resina bioativa Beautifil flow Plus F03 (Shofu); GEX - Resina flow experimental a base de Silicato e HAP; GCIV: Cimento de ionômero de vidro fotopolizável IONOSEAL (VOCO); GCP - Resina flow convencional Grandioso (VOCO). Metade das amostras foi recoberta/protegida e a outra metade foi submetida a desafio erosivo-abrasivo e imersão em solução de café por 15 dias. Foram realizadas análises de mudança de cor (ΔE), dureza de superfície e perfilometria de não contato 3D para detectar a perda de volume e rugosidade. Um teste ANOVA/Bonferroni de uma via foi realizado para analisar os dados (α=0,05). Os grupos GBF00 e GCP não demonstraram mudança de cor clinicamente significante (ΔE>3,3) quando comparado aos demais grupos. Todavia, os grupos com maior dureza de superfície foram GBF00 e GCP (p<0.05). Além disso, houve maior perda de volume nos grupos GCIV quando comparado aos demais.

O material restaurador experimental a base de Silicato e HAP parece promissor na prevenção da perda de volume e manchamento frente a desafio erosivo-abrasivo-pigmentador. Todavia, suas propriedades mecânicas necessitam ser aperfeiçoadas. As resinas bioativas comerciais apresentam propriedades físicas satisfatórias.

PN1324 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Avaliação da resistência de união de um adesivo universal em restaurações de LCNC
Oliveira SG, Trigo CAC, Aguiar FHB
DENTÍSTICA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do envelhecimento e das estratégias adesivas E&R e SE de restaurações diretas em lesões cervicais não cariosas (LCNC) realizadas com um adesivo universal. Foram utilizados quarenta e oito dentes bovinos, que após seleção e limpeza, foram distribuídos aleatoriamente em grupos experimentais de acordo com a estratégia adesiva (condicionamento total (E&R) e autocondicionante (SE)) e envelhecimento (com ou sem ciclagem mecânica seguida de ciclagem térmica). O efeito dos fatores foi avaliado pelo teste de resistência à microtração (n=10), modo de falha das regiões de fratura (n=10) e nanoinfiltração (n=2). Os resultados foram analisados de acordo com as camadas da restauração em uma camada externa (esmalte/dentina) e uma interna (dentina). A avaliação de normalidade e homocedasticidade, foi seguida do Teste U de Mann-Whitney. Todos os testes foram realizados com p<0,05. Diferenças significativas foram observadas para a estratégia adesiva e para o envelhecimento. Os grupos E&R foram mais resistentes ao SE, assim como a região dentinária em relação a de esmalte/dentina. O modo de falha adesivo foi predominante em todos os grupos.

O envelhecimento reduziu a força de união. A camada mais externa da restauração (esmalte/dentina) foi mais suscetível ao efeito do envelhecimento, independente da estratégia adesiva. O envelhecimento aumentou a nanoinfiltração em ambas as camadas de restauração, independentemente da estratégia adesiva. A estratégia de E&R parece ser mais adequada para restaurar as LNCC.

(Apoio: CNPq  N° 147145/2020-1)