Modelo experimental nas simulações de ossos de baixa densidade em análises de bioatividade do reparo periimplantar: estudo ex-in vivo
Rios BR, Silva WPP, Freitas GP, Lopes HB, Delanora LA, Barão VAR, Rosa AL, Faverani LP
Diagnóstico e Cirurgia - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo é a eleição de um modelo animal crítico para avaliações da otimização de reparo ósseo. Para isso utilizou-se 9 Ratas Wistar (Rattus novergicus), divididas entre 3 grupos : Sham - 6 meses de idade e cirurgia fictícia, OVX - 6 meses e ovarectomizadas e Senil - 18 meses, que foram submetidas à eutanásia e seus fêmures removidos e transportados em meio de cultura com meio essencial mínimo modificação alfa (α- MEM) suplementado com 500 µg/mL de gentamicina e 3 µg/mL de fungisona. As células-tronco mesenquimais de medula óssea (CTMs-MO) foram isoladas e cultivadas em meio de crescimento para manterem-se como CTMs. Após alcançar a subconfluência, as células foram cultivadas em discos tratados por Ataque Ácido e Jateamento. Para avaliar as respostas celulares realizou-se ensaios de viabilidade celular, expressão gênica de marcadores osteoblásticos (RUNX2), Fosfatase alcalina (ALP) e imunolocalização de sialoproteina óssea (BSP) além da atividade da fosfatase alcalina (ALP) e formação de matriz mineralizada. Os dados foram submetidos ao teste ANOVA 1 fator ou Kruskal-Wallis (p < 0,05). A análise da viabilidade celular mostrou que o grupo SENIL apresentou um crescimento inferior ao OVX nos diferentes tempos. Avaliação da expressão gênica mostrou respostas mais críticas para o grupo SENIL (p<0,05). A atividade da fosfatase alcalina também obteve menor expressão no grupo SENIL, assim como ocorreu para os nódulos de mineralização (p<0,05). Conclui-se que o modelo animal mais crítico para avaliação de reparo periimplantar é o SENIL. (Apoio: FAPs - Fapesp N° 2016/20297-6)PN0462 - Painel Aspirante
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2 - Terapia endodôntica
Avaliação da eficácia do Hidróxido de Cálcio como medicação intracanal em dentes com periodontite crônica
Vitali FC, Cardoso IV, Dorigon-Santos J, Gomes BPFA, Garcia LFR, Bortoluzzi EA, Teixeira CS, Duque TM
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo deste trabalho foi avaliar a eficácia do uso de medicação intracanal (MIC) à base de hidróxido de cálcio (HC), através da análise do conteúdo microbiológico e níveis de endotoxinas e citocinas, em dentes com comprometimento periodontal primário e envolvimento endodôntico secundário. Para tal, 30 dentes foram divididos em 3 grupos: GSU - sessão única; GHCCX - HC + clorexidina gel 2%; e GHCSS - HC + solução salina. Amostras microbiológicas foram coletadas dos canais radiculares (CR) e bolsas periodontais (BP). Cones de papel absorvente foram inseridos nos sítios em 2 momentos: T0 - antes do preparo químico-mecânico e T1 - 30 dias após o uso da MIC. Parâmetros como profundidade clínica de sondagem (PS) e mobilidade foram determinados nesses tempos. PCR simples (16S rRNA) foi utilizado para identificação bacteriana; o ensaio imunoenzimático (ELISA) para quantificação de citocinas pró-inflamatórias (IL1α, IL1β, TNFα e PGE2); e o ensaio do lisado de amebócito limulus (LAL) para quantificação de endotoxinas. Em T0, o microrganismo predominante nas BP e CR foi Parvimonas micra (87% e 80%); em T1, Tannerella forsythia (53%) predominou nas BP e Porphyromonas gingivalis (62%) nos CR. No GHCCX, houve redução das citocinas IL1β e TNFα nas BP, e PGE2 nos CR; no GHCSS, IL1β e PGE2 reduziram nos BP. Houve redução de endotoxinas nas BP apenas no GHCSS, sem diferença nos demais. Houve diminuição da PS e mobilidade nos grupos com HC em comparação ao GSU. Concluiu-se que a MIC à base de HC pode contribuir para redução da PS e mobilidade dental, bem como de endotoxinas e citocinas nas BP.PN0466 - Painel Aspirante
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2 - Terapia endodôntica
Efeito da adição de óxido de zinco nanoparticulado nas propriedades físico-químicas de um cimento de aluminato de cálcio
Rosa AF, Amaral TS, Nomura LH, Duque TM, Garcia LFR, Alves AMH, Bortoluzzi EA, Teixeira CS
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Este estudo avaliou os efeitos da adição de nanopartículas de óxido de zinco (ZnO-nano) à um cimento de aluminato de cálcio (CAC), quanto ao tempo de presa (TP), estabilidade dimensional (ALT), solubilidade (SOL), resistência à compressão (RC) e potencial hidrogeniônico (pH). O CAC (1g) foi manipulado com água destilada (0,21 mL) e acrescido de óxido de zinco (ZnO) e ZnO-nano, a saber: G1 (Controle - 20% ZnO), G2 (15% ZnO + 5% ZnO-nano), G3 (12% ZnO + 3% ZnO-nano), G4 (10% ZnO + 5% ZnO-nano). O TP foi medido de acordo com a especificação n° 57 da ANSI/ADA. Para ALT e RC, os corpos-de-prova foram avaliados após 24 horas, e para SOL, anéis de teflon foram preenchidos com cimento e pesados hidratados e desidratados, após 24 horas e 7 dias. A medição do pH foi realizada na água onde os espécimes foram armazenados para o teste de ALT. Na análise estatística (ANOVA e Tukey, α=0,05), quando comparados ao G1, os grupos com ZnO-nano apresentaram redução significativa no TP (p<0,05) e menores valores (p<0,05) de ALT, com destaque para G4. Para todos os grupos, o pH da solução elevou-se, em média, 5 pontos em relação ao pH da água. Após 07 dias o pH ficou entre 9,78 (G3) e 11,07 (G4), sem diferença significativa entre os grupos (p>0,05). A RC foi maior para G4 e diferiu dos demais grupos (p<0,05) com menores valores para G1. A SOL não apresentou diferença significativa entre os grupos (p>0,05). A adição de ZnO-nano diminuiu o TP, reduziu os percentuais de ALT e aumentou a RC do CAC.PN0468 - Painel Aspirante
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2 - Terapia endodôntica
Características da dor orofacial aguda referida a partir de dentes com pulpite irreversível
Souza PRJ, Costa YM, Marques VAS, Vivan RR, Duarte MAH, Conti PCR, Bonjardim LR
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - BAURU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Este estudo avaliou a frequência, localização, intensidade e qualidade da dor referida em pacientes com pulpite irreversível. Trinta e cinco indivíduos com diagnóstico de pulpite irreversível foram avaliados quanto à presença de dor referida além dos dentes, intensidade da dor (média nas últimas 24 horas e no momento da consulta) por meio de uma escala numérica (0-100) e preencheram o questionário de McGill que contém descritores para melhor identificar a qualidade da dor. Os dados foram analisados por meio dos testes qui-quadrado e teste T. Vinte e três indivíduos (65,7%) referiram dor localizada além da fonte da dor (dentes com pulpite). Os locais de dor referida mais comuns foram região da orelha, face e cabeça. A intensidade da dor nas últimas 24 horas foi associada à presença dor referida (p=0,00006). Além disso, os pacientes com dor referida citaram significativamente mais descritores verbais (16,17 ± 2,67) do que aqueles sem dor referida (12,67 ± 5,23), incluindo alguns relacionados à dor neuropática, enxaqueca e disfunção temporomandibular. Conclui-se que a elevada ocorrência de dor referida em pacientes com pulpite irreversível parece ser influenciada pela maior intensidade da dor nas últimas 24 horas. Ainda, é comum pacientes com pulpite citarem diferentes descritores verbais relacionado à qualidade da dor, incluindo alguns comumente relatados em outros tipos de dor orofacial. Assim, torna-se imperativo ao cirurgião-dentista familiaridade com os diferentes tipos de dor orofacial e conhecimento dos critérios de diagnóstico. (Apoio: FAPESP N° 2017/18471-0)PN0469 - Painel Aspirante
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2 - Terapia endodôntica
Análise tomográfica do canal médio-mesial em primeiros molares inferiores
Madeira L, Cruz GV, Lima PLW, Cribari L, Andrade KGN, Kaizer MR, Tomazinho FSF, Baratto-Filho F
Odontologia - UNIVERSIDADE DA REGIÃO DE JOINVILLE
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo deste estudo foi avaliar a incidência e a configuração anatômica do canal médio-mesial em primeiros molares inferiores por meio da análise de imagens tomográficas. A amostra contou com 81 dentes os quais foram observados com o tomógrafo Orthopantomograph OP300 e o sistema de escolha OnDemand 3D Dental em corte axial mandibular, campo de visão de 6cm, exposição aos raios X de 2,34 - 12,5 segundos, tamanho de voxel entre 85μm - 300μm e escala de cinza de 14 bits. A incidência do canal médio-mesial foi de 37,03%. Segundo a classificação de Vertucci e Gainesville (1984), 70% da amostra foi classificada como tipo II, 10% tipo III, 3,3% como tipo V, VI e VII e 16,6% tipo VIII. De acordo com Pomeranz et al. (1981), os achados foram 43,3% confluentes ao canal mésio-bucal, 36,6% confluentes ao canal mésio-lingual e 29,9% independentes. Com base nos resultados foi possível concluir que a tomografia computadorizada possibilita ao clínico um melhor detalhamento da imagem do dente a ser tratado permitindo a localização do canal médio-mesial e a visualização de sua configuração anatômica.PN0471 - Painel Aspirante
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2 - Terapia endodôntica
Quantificação de dois fatores de virulência bacteriana em lesões periapicais de dentes tratados e retratados endodonticamente
Bronzato JD, Davidian MES, Soares AJ, Marciano MA, Ferraz CCR, Almeida JFA, Zaia AA, Gomes BPFA
Odontologia - FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Lesões periapicais (LP) de origem endodôntica na maioria das vezes correspondem a reações inflamatórias decorrentes da necrose pulpar e contaminação bacteriana do canal radicular. O objetivo deste estudo foi quantificar os níveis de endotoxina (LPS) e de ácido lipoteicóico (LTA) e associá-los com as características clínicas. Pacientes com LP em dentes com o insucesso do tratamento endodontico (ITE) e com insucesso do retratamento endodôntico (IRE) foram indicados para cirurgia parendodôntica, onde a LP foi coletada (n=32). As amostras foram analisadas através do teste cromogênico LAL e ELISA para quantificar LPS e LTA respectivamente. A normalidade dos dados foi verificada através do teste de Shapiro Wilk. Testes t de Student ou Mann-Whitney foram utilizados quando apropriados. O nível de significância de 5% foi adotado. Os níveis de LPS e LTA de LP de ITE não foram significantemente diferentes de IRE. Em LP-ITE, LPS foi significante diferente quando houve dor à percussão e o tratamento foi feito há mais de 4 anos; LTA quando houve dor prévia. Em LP-IRE, os níveis de LPS foram significantemente diferentes quando houve dor prévia, abscesso, pino; os de LTA quando houve uma obturação imprópria. Foi concluído que LP de ITE e de IRE possuem concentrações similares de fatores de virulência bacteriana, sendo estes associados a sintomatologia. (Apoio: CAPES N° 001 | FAPESP N° 2015/23479-5 | CNPq N° 303852/2019-4)PN0472 - Painel Aspirante
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2 - Terapia endodôntica
Avaliação do pH e liberação de íons cálcio de diferentes medicações intracanal sob agitação ultrassônica
Aguiar BA, Marques SS, Frota LMA, Vitoriano MM, Viana LCTMC, Almeida Gomes F, Maniglia-Ferreira C, Vasconcelos BC
Pós-graduação - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo do presente estudo foi avaliar o efeito da agitação ultrassônica (AUS) no pH e na liberação de íons cálcio (Ca+) em pastas de hidróxido de cálcio (HC). Testaram-se: pasta de HC com clorexidina gel a 2% (HC+C) e soro fisiológico (HC+SF) como veículos, Ultracal (ULT), Callen (CAL) e BIO-C TEMP (BIO) em diferentes períodos de tempo. Tubos de polietileno foram preenchidos com as pastas em teste (n=10), em seguida imersos em frascos contendo água destilada. Avaliações foram realizadas nos períodos de 30 minutos, 1, 7, 15 e 30 dias; a cada período os espécimes eram removidos e imersos em novos frascos com o mesmo volume de água destilada. O líquido no qual permaneceram imersos os espécimes foi avaliado por um pHmetro (pH) e por um espectrofotômetro de absorção atômica (Ca+). A análise estatística apontou influência do emprego da AUS, proporcionando valores de pH mais elevados nas pastas HC+C e ULT (P <0,05); com diferença menos expressiva ao longo do tempo. Nas demais pastas não foi observado este incremento da AUS. A liberação Ca+ foi maior empregando-se AUS nos períodos 30 min, 1, 7 e 15 dias em todos os grupos. No entanto, esta diferença não foi observada a partir de 15 dias nas pastas HC+C e CAL. Em função do exposto pode-se concluir que a AUS favoreceu um nível mais alto de pH nas pastas HC+C e ULT. Assim como favoreceu na liberação de cálcio em todas as medicações intracanal. Em função do exposto pode-se concluir que a AUS favoreceu um nível mais alto de pH nas pastas HC+C e ULT. Assim como favoreceu na liberação de cálcio em todas as medicações intracanal.PN0473 - Painel Aspirante
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2 - Biologia pulpar
Efeito do meio condicionado por células-tronco de polpa dentária humana e MTA ProRoot no capeamento pulpar direto em ratos
Sarra G, Marques MM, Caballero Flores H, Moreira MSNA, Pedroni ACF, Machado MEL
Dentística - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Células-tronco da polpa dentária humana (hDPSCs) são capazes de secretar fatores tróficos no meio em que são cultivadas. Esse meio condicionado (MC) pode modular processos inflamatórios e o reparo tecidual. O objetivo desse estudo foi comparar o uso de MC por hDPSCs (MC-hDPSC), MTA e Biodentine no capeamento pulpar direto. MC-hDPSC foi obtido após a incubação de hDPSCs em meio de cultivo celular fresco. Exposições pulpares realizadas nos dois 1ºs molares superiores (n=6) de ratos Wistars foram capeadas de acordo com os materiais: CN (controle negativo-sem material); BD (Biodentine); MTA (MTA ProRoot); MC (MC-hDPSC); e MTA+ (MTA ProRoot + MC-hDPSC). Quatro e 8 semanas após os capeamentos os animais foram eutanasiados e os dentes tratados foram analisados histologicamente. Na maioria das amostras do grupo CN não houve formação de pontes dentinárias (PD) e houve perda da vitalidade pulpar. No grupo MC em 100% das amostras houve formação de PD em 4 semanas e em 60% em 8 semanas. Nos grupos BD e MTA+ houve formação de pontes em 100% das amostras em ambos os tempos. No grupo MTA houve formação de PD em 60% e 80% em 4 e 8 semanas, respectivamente. Apenas nos grupos MTA+ e BD foi possível observar dentina neoformada contendo túbulos. As porcentagens de tecido pulpar livre de sinais inflamatórios foram de 25% (MTA) e de 75% (MTA+) e 66,6% (BD) em 8 semanas. A adição de MC-hDPSC melhorou o desempenho do MTA no capeamento direto, que alcançou resultados similares àqueles do Biodentine. MC-hDPSC parece ser promissor para aplicação em procedimentos endodônticos regenerativos. (Apoio: CNPq N° 306423/2018-9)PN0475 - Painel Aspirante
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2 - Terapia endodôntica
Influência de diferentes ângulos reciprocantes na resistência à fadiga cíclica do instrumento Reciproc Blue
Barbosa PGO, Bueno CES, Pelegrine RA, De Martin AS, Stringheta CP, Rocha DGP, Pinheiro SL, Fontana CE
UNIVERSIDADE DE CUIABÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
A resistência à fratura por fadiga cíclica de instrumentos rotatórios pode ser alterada pelos diferentes ângulos reciprocantes. O presente estudo avaliou o tempo e o número de ciclos até a fratura (NCF) em flexão rotativa dos instrumentos endodônticos comerciais de NiTi Reciproc Blue. Vinte limas foram divididas em dois grupos de acordo com o ângulo reciprocante. Grupo G150/30: 150° no sentido de corte (sentido anti-horário) seguido de 30° de reversão no sentido de alívio (sentido horário). Grupo G210/30: 210° no sentido do corte (sentido anti-horário) seguido de uma reversão de 30° no sentido do relevo (sentido horário). Todos os instrumentos foram submetidos a um teste de fadiga cíclica dinâmica até ocorrer a fratura. Os segmentos fraturados foram avaliados qualitativamente por microscopia eletrônica de varredura. Os resultados mostraram que os instrumentos submetidos ao carregamento com o movimento 150°/30° fraturam após o tempo de 793,3±68 segundos equivalendo 3.966,3±344,5 ciclos de carregamento. Os instrumentos submetidos ao carregamento com o movimento 210°/30° fraturam após 395,4±59,7 segundos, equivalendo a 1.976,9±298,6 ciclos de carregamento. Os instrumentos apresentaram diferença estatística no tempo de carregamento e no NCF (p<0,05). A análise estatística de Weibull indicou que os instrumentos apresentam 50% de probabilidade de fratura após 820 segundos de uso reciprocante em 150°/30° e 417,6 segundos com carregamento em 210°/30°. Ângulos maiores de cinemática reciprocante reduzem o tempo e número de ciclos dos instrumentos até a falha.PN0477 - Painel Aspirante
Área:
2 - Terapia endodôntica
Influência da espessura esmalte-dentina e do clareamento dental na leitura da saturação de oxigênio pelo oxímetro de pulso
Cardoso IV, Souza CFF, Silva D, Henriques DHN, Bortoluzzi EA, Garcia LFR, Volpato CAM, Teixeira CS
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo foi analisar ex vivo a influência de diferentes espessuras de esmalte e dentina na leitura da saturação de oxigênio (SpO2), antes e após o clareamento dental. Foram utilizados 26 dentes anteriores de humanos, com coroas hígidas e sem presença de trincas ou imperfeições. Cada coroa foi mensurada em seu terço médio, com auxílio de especímetro, e a cor inicial (C1) foi avaliada com espectrofotômetro. Após, leituras da SpO2 para controle (L0, sem interposição dental) foram feitas com o oxímetro de pulso (OP) acoplado em um dedo óptico, simulando modos de alta (AP, 98% de SpO2 e 75 bpm) ou baixa perfusão (BP, 86% de SpO2 e 75 bpm). A leitura seguinte da SpO2 foi feita com a interposição das coroas hígidas (L1). Em seguida, as faces palatinas ou linguais foram desgastadas até a espessura de 5 mm e novas leituras da SpO2 (L2) e cor (C2) foram feitas, como descrito anteriormente. Na sequência, as facetas foram clareadas e as leituras da SpO2 e cor (L3 e C3) repetidas. Por último, as facetas foram desgastadas até a espessura de 3 mm e as leituras finais (L4 e C4) realizadas. Os dados foram avaliados através dos testes não-paramétricos de Friedman e Dunn (α=5%). A leitura da SpO2 pelo OP variou significativamente (Friedman, p<0,05) entre os grupos. A L1 foi semelhante à L2 (p>0,05) e ambas foram diferentes de L3 e L4 (p<0,05), em alta ou baixa perfusão, com maiores valores da SpO2 lidos através dos dentes clareados. O clareamento da estrutura dentária influenciou a leitura da SpO2 pelo OP de forma mais significativa do que a espessura esmalte-dentina, tanto em baixa quanto em alta perfusão.