RESUMOS APROVADOS

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 2920 Resumo encontrados. Mostrando de 1301 a 1310


PN1163 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 21

Influência dos aspectos dentários e faciais da má oclusão na autoestima de adolescentes
Andrade SLG, Dallé H, Vedovello SAS, Meneghim MC, Menezes CC, Degan VV
Programa de Pós-graduação Em Odontologia - CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO HERMÍNIO OMETTO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo objetivou avaliar a influência dos aspectos dentários e faciais da má oclusão na autoestima de adolescentes. Estudo transversal com 332 adolescentes (média de idade de 12,4 ± 1,2 anos) foi realizado e os aspectos dentários da má oclusão foram aferidos pelo Componente de saúde dental do Índice de Necessidade de Tratamento Ortodôntico (IOTN-DHC) e o perfil facial dos voluntários foi analisado através de fotografias. Os dados referentes às variáveis psicossociais foram obtidos pelo Componente estético do IOTN e autopercepção OASIS; a qualidade de vida relacionada à saúde bucal (QVSB) através do índice Oral Health Impact Profile - OHIP -14 e a autoestima pelo questionário GSE - Global Negative Self-Evaluation. As associações foram analisadas por modelo de regressão múltipla e estimados os odds ratios, assim como por meio de modelos de regressão de Poisson (p<0,05) com os respectivos intervalos de confiança de 95%. Adolescentes com alta preocupação estética apresentaram 2,94 vezes mais chance de ter baixa autoestima. Aqueles com maior impacto nos domínios incapacidade e deficiência social do OHIP-14 apresentaram 2,42 (IC95%: 1,41-4,15) e 1,98 (IC95%: 1,15-3,39) vezes mais chance, respectivamente, de ter baixa autoestima (p<0,05).
A má oclusão e o perfil facial não apresentaram impacto negativo na autoestima, contudo, a preocupação estética desta condição e alguns aspectos de baixa QVSB influenciam negativamente a autoestima.
PN1164 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 21

Época ideal de tratamento da maloclusão de Classe II esquelética e sua importância no Sistema Único de Saúde
Araújo KC, Arcas MF, Costa MC, Cruz CV
Odontopediatria e Ortodontia - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O Odontopediatra acompanha o desenvolvimento da oclusão dentária no período de maior ocorrência de oclusopatias. A maloclusão ocupa a terceira posição em uma escala de prioridades entre os problemas Odontológicos de saúde pública no Brasil e no mundo, devido a sua alta prevalência. Apesar disso, sua abordagem precoce ainda não é definida nas políticas públicas de saúde. Desta forma, este trabalho tem por objetivo realizar uma revisão narrativa da literatura sobre a época ideal de tratamento da maloclusão de Classe II esquelética e a sua importância no Sistema Único de Saúde (SUS) do Brasil. Para tanto, foi realizada uma busca sistemática nas bases de dados PubMed, Scopus, Web of Science, Bireme, Periódicos Capes, Google scholar e também foi realizada uma busca manual nas referências dos artigos selecionados. A estratégia de busca foi adequada de acordo com os critérios de cada base de dados, associada aos caracteres boleanos "AND" ou "OR". Foram avaliados 91 registros para leitura de título e resumo e selecionadas 79 referências para leitura na íntegra.
Conclui-se que a dentição mista precoce foi indicada como período ideal para iniciar a abordagem ortopédica no protocolo precoce de avanço mandibular na maloclusão de Casse II esquelética. O período da dentição mista tardia ou da dentição permanente também são opções a serem consideradas, no protocolo de tratamento tardio. O SUS não abrange o tratamento de maloclusões esqueléticas e há insuficiente capacidade de cobertura, além de uma necessidade de maior captação dos cirurgiões-dentistas no serviço-público.
PN1165 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 21

Avaliação das alterações do posicionamento dos pré-molares inferiores após tratamento ortodôntico: acompanhamento de 5 anos
Silva DKC, Pereira ALP, Freitas KMS, Gurgel JA, Cotrin P, Santos CMPM, Campelo RC, Pinzan-Vercelino CRM
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi comparar o posicionamento dos primeiros pré-molares inferiores entre pacientes que permaneceram com a contenção fixa inferior e os que removeram a mesma durante a fase de crescimento tardio. A amostra foi constituída pelos modelos de estudo iniciais (T1), finais (T2) e de 5 anos de acompanhamento (T3) de 53 indivíduos com má oclusão de Classe I tratados ortodonticamente sem extrações dentárias que finalizaram o tratamento ortodôntico durante a adolescência. A amostra foi dividida em dois grupos: G1 - com uso da contenção fixa inferior em T3 (n=29) e G2 - sem contenção em T3 (n=24). Foram avaliados o posicionamento dos primeiros pré-molares inferiores, o índice PAR, o índice de irregularidade de Little, o comprimento do arco e as distâncias intercaninos, interpremolares e intermolares. As alterações no posicionamento dos primeiros pré-molares foram similares entre os grupos. Houve diferença estatisticamente significante entre T2 e T3 para os índices PAR e de irregularidade de Little, verificando-se a ocorrência de maiores alterações para o grupo 2. As distâncias interprimeiros pré-molares e intermolares e o comprimento do arco também apresentaram alterações entre T2 e T3, observando-se uma diminuição estatisticamente significante destas medidas para o grupo 2.
Apesar de ocorrerem maiores alterações gerais para o grupo 2, não houve diferença estatisticamente significante no posicionamento dos primeiros pré-molares inferiores entre os pacientes que permaneceram ou não com a contenção fixa inferior na fase de crescimento tardio.
PN1166 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 21

Comparação da ansiedade odontológica entre pré-escolares tratados com o Diamino Fluoreto de Prata e submetidos ao TRA
Rodrigues GF, Vollú AL, Costa TC, Barja-Fidalgo F, Fonseca-Gonçalves A
Odontopediatria e Ortodontia - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Comparou-se a ansiedade de pré-escolares antes e após o tratamento com diamino fluoreto de Prata (DFP) e o tratamento restaurador atraumático (TRA); e investigou-se a influência do comportamento, sexo, idade, ceod, experiência odontológica prévia e histórico de dor de dente na ansiedade odontológica (AO). Crianças (n=93;3,91±0,78 anos) com lesão de cárie em dentina em molares decíduos foram alocadas nos grupos TRA (n=47) e DFP (n=46). Para avaliação da AO utilizou-se uma Escala de Imagens Faciais, sendo as possíveis respostas: não ansiosas, indiferentes e ansiosas. Com a Escala Comportamental de Frankl avaliou-se o comportamento: colaborador (++/+) ou não colaborador (--/-). Aplicaram-se os testes X2 e Fisher para associação entre AO e comportamento. Com um modelo de regressão logística investigou-se a influência das variáveis independentes na mudança da ansiedade (positiva, negativa ou nenhuma mudança). Da amostra (ceod=6,32±3,63), 54,8% eram meninos e a maioria já havia passado por consulta odontológica (62,4%) e sentido dor de dente (61,3%). Não houve diferença entre a AO antes do tratamento com DFP e TRA e o comportamento (p>0,05). Ao comparar a ansiedade antes e depois, não foi observada diferença (p>0,05) e, em geral, nenhuma mudança foi encontrada (p=0,583), considerando ambos os grupos. O sexo, ceod, idade, experiência odontológica e histórico de dor não tiveram influência na mudança da AO (p>0,05).
Não houve diferença entre os grupos DFP e TRA na ansiedade antes e após os tratamentos e as variáveis estudadas não influenciaram a mudança na ansiedade.
(Apoio: CAPES  N° DS 001  |  E-26/202.766/2019  N° FAPERJ)
PN1167 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 21

Alfabetismo em Saúde Bucal de pais/responsáveis, percepção de saúde bucal e fatores socioeconômicos: um estudo representativo
Martins LP, Bittencourt JM, Pordeus IA, Bendo CB, Paiva SM
Saúde Bucal da Criança e do Adolescente - UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo foi avaliar a associação entre alfabetismo em saúde bucal (ASB) dos pais com percepção de saúde bucal e fatores socioeconômicos. Foi realizado um estudo transversal de base populacional com 449 pares de pais/responsáveis e pré-escolares (4-6 anos), de Ribeirão das Neves, Brasil. Os pais responderam a versão brasileira do questionário Hong Kong Oral Health Literacy Assessment Task for Paediatric Dentistry (BOHLAT-P) para mensurar ASB, um questionário socioeconômico e questões sobre percepção da saúde bucal. Os dados foram analisados através de Regressão Logística Binária Multivariada (p<0,05). Em relação aos dados de percepção, 49,1% relataram que o bem-estar geral de seus filhos é afetado pelas condições bucais e 42,0% perceberam a sua própria saúde bucal como 'ruim'. A análise bivariada demonstrou uma associação entre baixo ASB com autopercepção dos pais quanto a sua saúde bucal (p=0,016), percepção dos pais quanto a influência da condição bucal no bem estar geral do filho (p=0,004), renda familiar (p<0,001) e escolaridade materna (p<0,001). O modelo multivariado demonstrou que pais que relataram uma influência da condição bucal no bem estar geral de seus filhos apresentaram mais chances de terem baixo ASB comparado aos pais que não relataram influência da condição bucal no bem estar geral de seus filhos (OR= 1,64; 95% IC: 1,09-2,47).
Conclui-se que o nível de ASB dos pais é influenciado diretamente pela percepção dos pais quanto as repercussões das condições de saúde bucal no bem-estar dos filhos bem como na avaliação da sua própria saúde bucal.
(Apoio: CAPES  |  CNPq  |  FAPEMIG)
PN1168 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 21

Aplicação dos critérios de avaliação do board brasileiro de ortodontia e ortopedia facial (BBO) em casos tratados na PUCRS
Behs BS, Rizzatto SMD, Menezes LM, Lima EMS
Ortodontia - PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Os objetivos deste estudo retrospectivo foram avaliar o percentual de casos tratados ortodonticamente na Escola de Ciências da Saúde e da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (ECSV-PUCRS) que são compatíveis com os critérios mínimos do Board Brasileiro de Ortodontia e Ortopedia Facial (BBO), comparar a finalização dos casos entre as diferentes maloclusão, verificar se há relação entre a complexidade do caso e a qualidade da finalização e quais são as maiores dificuldades de finalização. A amostra foi constituída por 70 casos tratados na ECSV-PUCRS com documentação ortodôntica completa e foi dividida conforme o tipo de maloclusão, sendo que 18 casos eram de Classe I, 44 de Classe II e 08 de Classe III. Foi aplicado o Índice de Grau de Complexidade (IGC) nas documentações iniciais para averiguar a complexidade de cada caso e o Sistema Objetivo de Avaliação (SOA) nas documentações finais para calcular quantos pontos este caso perderia na avaliação do BBO e quais quesitos que mais descontaram pontos. 58,6% (41 casos) apresentaram o critério mínimo do BBO (até 30 pontos descontados no SOA) 41,4% (29 casos) não apresentaram esse critério (descontando mais de 30 pontos no SOA).
Não houve associação significativa (p=0,23) entre o tipo de maloclusão e a pontuação do SOA. O nível de complexidade (IGC) dos casos de Classe I, foi menor que dos casos de Classe II, que foi menor que dos casos de Classe III. Entre o IGC e o SOA houve correlação direta (p=0,04 e r=0,25).
(Apoio: CAPES  N° 01)
PN1170 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 21

Avaliação do conhecimento dos pais sobre trauma dentário durante a pandemia: estudo piloto
Fonseca JDS, Moraes PR, Caetano N, Tanaka MH
UNIVERSIDADE SANTO AMARO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliar o conhecimento dos pais e /ou responsáveis por crianças e adolescentes sobre os primeiros-socorros durante e após o trauma dentário, principalmente durante a pandemia. Este estudo foi realizado por meio de um questionário on-line aos pais ou responsáveis de 89 participantes, relacionadas ao traumatismo dental. Os resultados foram analisados pelos testes de Kruskal-Wallis e Mann-Whitney (α=0,05). A idade entre os 4 aos 7 anos de idade foram 31% dos entrevistados, sem diferença estatística entre os outros grupos e 75,28% relatam que já ocorreu algum acidente/queda, durante o momento de brincadeira. Dos entrevistados, 65,67% relataram a fratura de pelo menos um elemento dental (dentes anteriores, 34,33%) e o amolecimento do elemento dental traumatizado ocorreu em 39,13% dos casos. Dos dentes traumatizados, 52,81% eram decíduos e 4,49% eram permanentes. No momento do trauma, 74% dos entrevistados indicaram nunca ter recebido informação sobre trauma dentário. A consulta de urgência com um cirurgião-dentista foi realizada por apenas 34,33%. O fragmento dentário foi recolhido e levado ao atendimento por apenas 29,55% dos entrevistados. Após o trauma dentário, o medo de escovar os dentes da criança foi relatada por 38,20% dos responsáveis. A maioria dos entrevistados (70,29%) relatou utilizar o creme dental com flúor.
Conclui-se os pais e/ou responsáveis ainda possuem dúvidas sobre o que fazer quando ocorre o trauma dentário e sobre o que fazer no pós-atendimento, sendo necessário uma orientação mais clara aos pais e/ou responsáveis sobre este tema.
PN1171 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 21

Impacto da hmd na qualidade de vida relacionada à saúde bucal de pré-escolares - uma abordagem hierárquica
Figueira RS, Silva RNC, Lima CCB, Bendo CB, Moura MS, Lopes TSP, Moura LFAD, Lima MDM
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo transversal de base populacional avaliou o impacto da hipomineralização de segundos molares decíduos (HMD) na qualidade de vida relacionada à saúde bucal (QVRSB) de 834 pré-escolares com 5 anos de idade de Teresina-Brasil por análise hierárquica. Foi realizado exame dentário e aplicado questionários socioeconômicos (QSE), saúde bucal e o ECOHIS. Dois examinadores calibrados diagnosticaram HMD, cárie dentária e maloclusão. A análise dos determinantes da QVRSB foi estratificada em 3 níveis: distal (QSE), intermediário (condições sistêmicas associadas à HMD) e proximal (condições clínicas). Foram realizadas análise descritiva e regressão de Poisson bivariada e multivariada, com abordagem hierárquica (p<0,05). A prevalência de HMD foi 14,9%. No modelo 1 da análise multivariada final totalmente ajustada, observou-se que a presença de cárie dentária com ou sem consequências clínicas, tipo de pré-escola pública, ter tido febre nos três primeiros anos de vida foram associadas à pior QVRSB (p<0,05). No modelo 2, após a remoção da cárie dentária, observou-se que pré-escolares com HMD severa apresentaram 97%, 82% e 91% maior probabilidade de possuírem impacto negativo na QVRSB nas seções da criança (RT = 1,97; IC95% = 1,26 - 3,07), da família (RT = 1,82; IC95% = 1,11 - 2,98) e escore total (RT = 1,91; IC95% = 1,23 - 2,96) do ECOHIS, respectivamente, comparadas àquelas sem HMD.
A HMD severa impactou negativamente na QVRSB dos pré-escolares e suas famílias, porém a presença da CPI neutralizou esse impacto.
PN1172 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 21

Correlação entre a rugosidade superficial inicial e a resistênciaa fricção de diferentes fios CuNiTi e braquetes autoligados
Pentagna BB, Degan VV, Godoi APT, Correr AB, Costa AR, Menezes CC
Odontologia - CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO HERMÍNIO OMETTO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo teve como objetivo avaliar e correlacionar a rugosidade superficialinicial e a resistência a fricção de diferentes fios CuNiTi retangulares inseridosem bráquetes autoligados. Amostra foi composta por 40 conjuntos bráquetes-fio (fios retangulares CuNiTi de 0,017 x 0,025 polegadas e bráquetesautoligados passivos), divididos em 4 grupos (n=10): bráquete autoligadometálico e fio CuNiti metálico (G1); bráquete autoligado metálico e fio CuNitirevestido com rhodium (G2); bráquete autoligado estético e fio metálico (G3);bráquete autoligado estético e fio CuNiti revestido com rhodium (G4). Arugosidade superficial inicial de todos os fios foi examinada com umrugosímetro Surfcorder SE1700. A resistência a fricção foi avaliada nasequência em uma máquina de ensaios universal Instron 4411,com velocidadede 5mm/min em meio aquoso à 35oC. Foi realizada a microscopia eletrônica devarredura(MEV) para análise da morfologia da superfície, utilizando LEO 1430,com ampliações de 1000X. Os grupos com fios estéticos apresentaram maiorrugosidade superficial inicial (p<0,05). Diferenças significativas não foramencontradas entre os diferentes conjuntos bráquetes/fios quanto a resistência àfricção e não houve correlação entre a resistência a fricção e a rugosidadesuperficial inicial. Palavras-chave: Fricção, Bráquetes ortodônticos, Fios ortodônticos
Conclui-se que os fios estéticos apresentam uma maior rugosidade superficialinicial, contudo, não houve correlação com a resistência a fricção entre osbráquetes e os fios.
PN1173 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortopedia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 22

Alterações radiográficas craniofaciais e uso de bisfosfonato na osteogênese imperfeita: um estudo caso-controle
Mesquita LV, Marçal FF, Ribeiro EM, Costa FWG, Silva PGB, Chaves Júnior CM, Fonteles CSR, Ribeiro TR
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo desse trabalho foi analisar em pacientes com osteogênese imperfeita (OI) alterações radiográficas craniofaciais e sua prevalência em pacientes em uso de bisfosfonato. A amostra foi composta por 26 pacientes com diagnóstico de OI e 52 pacientes saudáveis pareados por sexo e idade. Nas telerradiografias laterais, foram avaliadas as características craniofaciais, sendo as análises cefalométricas realizadas através do Software Radiocef Studio 2.0®. Os dados sobre o uso de bisfosfonatos foram coletados através dos prontuários médicos.
Observou-se que os pacientes com OI possuiam neurocrânio e faces reduzidas em dimensões sagitais e horizontais (p<0,05). Indivíduos com OI tipo 4 comparados a indivíduos com OI tipo 1 apresentaram reduzidos: neurocrânio anterior (p=0,031), altura occipital (p=0,040) e ângulo da base do crânio (p=0,001). O paciente com OI tipo 4 apresentou redução significante: altura de face inferior (p=0,045) e superior posterior (p=0,012), SNA (p=0,001) e ângulo do plano palatino (p=0,022). Neurocrânio posterior (p=0,002) e comprimento palatino (p=0,048) reduzidos foram mais prevalentes em pacientes com OI que faziam uso de bisfosfonatos. Além disso, o seu tempo de uso apresentou correlação inversa moderada com ANB (r=-0537, p=0,032), e correlação direta forte com a diferença esquelética de Harvold (r=0,724, p=0,002). Em conclusão, pacientes com OI, principalmente tipo 4, possuem alterações craniofaciais com medidas em sua maioria reduzidas em relação ao grupo controle e mais comuns em pacientes que fazem uso de bisfosfonatos.