RESUMOS APROVADOS

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 2922 Resumo encontrados. Mostrando de 1311 a 1320


PN1173 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortopedia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 22

Alterações radiográficas craniofaciais e uso de bisfosfonato na osteogênese imperfeita: um estudo caso-controle
Mesquita LV, Marçal FF, Ribeiro EM, Costa FWG, Silva PGB, Chaves Júnior CM, Fonteles CSR, Ribeiro TR
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo desse trabalho foi analisar em pacientes com osteogênese imperfeita (OI) alterações radiográficas craniofaciais e sua prevalência em pacientes em uso de bisfosfonato. A amostra foi composta por 26 pacientes com diagnóstico de OI e 52 pacientes saudáveis pareados por sexo e idade. Nas telerradiografias laterais, foram avaliadas as características craniofaciais, sendo as análises cefalométricas realizadas através do Software Radiocef Studio 2.0®. Os dados sobre o uso de bisfosfonatos foram coletados através dos prontuários médicos.
Observou-se que os pacientes com OI possuiam neurocrânio e faces reduzidas em dimensões sagitais e horizontais (p<0,05). Indivíduos com OI tipo 4 comparados a indivíduos com OI tipo 1 apresentaram reduzidos: neurocrânio anterior (p=0,031), altura occipital (p=0,040) e ângulo da base do crânio (p=0,001). O paciente com OI tipo 4 apresentou redução significante: altura de face inferior (p=0,045) e superior posterior (p=0,012), SNA (p=0,001) e ângulo do plano palatino (p=0,022). Neurocrânio posterior (p=0,002) e comprimento palatino (p=0,048) reduzidos foram mais prevalentes em pacientes com OI que faziam uso de bisfosfonatos. Além disso, o seu tempo de uso apresentou correlação inversa moderada com ANB (r=-0537, p=0,032), e correlação direta forte com a diferença esquelética de Harvold (r=0,724, p=0,002). Em conclusão, pacientes com OI, principalmente tipo 4, possuem alterações craniofaciais com medidas em sua maioria reduzidas em relação ao grupo controle e mais comuns em pacientes que fazem uso de bisfosfonatos.
PN1174 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 22

Cadernos de atenção básica e a saúde bucal de bebês e crianças: há consistência nas recomendações?
Couto FM, Andrade MS, Fidalgo TKS, Santos APP, Barja-Fidalgo F
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O presente estudo visou analisar a consistência das informações disponíveis nos Cadernos de Atenção Básica (CAB) sobre as recomendações de cuidado em saúde bucal de bebês e crianças de 0 a 9 anos. A busca foi realizada em dezembro de 2020 no acervo da biblioteca virtual da Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Foram considerados elegíveis os CAB disponibilizados pelo Ministério da Saúde, atualizados e com recomendações em saúde bucal para bebês e crianças. Os três CAB incluídos foram: n.17 - Saúde Bucal, 2006 (C17); n.23 - Aleitamento Materno, 2015 (C23) e n.33 - Saúde da Criança: Crescimento e desenvolvimento, 2012 (C33). Um avaliador (MSA) fez a extração dos dados para uma planilha de Excel. O C33 indica que a 1ª consulta odontológica ocorra entre a erupção do primeiro dente e um ano. Todos indicam a higienização das gengivas de bebês com gaze ou fralda embebidas em diferentes soluções. A escovação dentária é indicada a partir da erupção do primeiro dente decíduo no C17 e a partir da erupção dos molares decíduos nos C23 e C33. O uso de dentifrício fluoretado na quantidade de um grão de arroz é indicado até 2 (C17), 4(C23) ou 6 (C33) anos, e o seu uso é contraindicado antes do aparecimento dos primeiros molares decíduos (C17) e para crianças de até 3 anos que não saibam cuspir (C33). O C23 indica o uso de dentifrício fluoretado desde a erupção do primeiro dente.
Conclui-se que as recomendações fornecidas pelos CAB para profissionais de saúde da atenção básica apresentam inconsistências nas informações e orientações a respeito dos cuidados de saúde bucal de bebês e crianças.
(Apoio: CAPES  N° 88887.504375/2020-00)
PN1175 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 22

Influência da autoestima e da qualidade de vida na percepção da severidade da maloclusão
Guimarães MS, Squeff LR, Marañón-Vásquez G, Nojima MCG
Ortodontia - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi avaliar a influência da autoestima e da qualidade de vida sobre a autopercepção do indivíduo quanto à severidade da maloclusão existente. Discentes da graduação em Odontologia (n=200) foram examinados e as maloclusões classificadas conforme proposto pelo Index of Orthodontic Treatment Need (IOTN). Questionários foram aplicados aos participantes da pesquisa para avaliar a percepção quanto à própria oclusão, a qualidade de vida em relação à saúde bucal (versão brasileira reduzida do Oral Health Impact Profile, denominada OHIP-14) e a autoestima (Escala de Autoestima de Rosenberg). Na análise dos resultados, as Correlações de Spearman e Pearson foram empregadas para avaliar, respectivamente, as relações entre as necessidades de tratamento ortodôntico (NTO) avaliada e autopercebida; e entre a qualidade de vida em relação à saúde bucal (QVRSB) e autoestima, com correção de Bonferroni. Constatou-se significativa correlação positiva entre as NTO avaliada e autopercebida (rho=0,56; p<0,001) e correlação negativa entre QVRSB e autoestima (r=-0,481; p<0,001). Indivíduos com menores NTO demonstraram maiores escores na análise da QVRSB (p<0,001) e na avaliação da autoestima (p=0,027).
Conclui-se que a autoestima interfere na qualidade de vida, e ambas são influenciadas pela percepção do indivíduo quanto à severidade da maloclusão.
PN1176 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 22

Efeito do procedimento odontológico sobre marcadores biológicos em pacientes com e sem paralisia cerebral
Mânica MFM, Souza MDB, Tomasin MFM, Hoshi AT, Busato MCA, Sant´´anna GR, Duarte DA
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A ansiedade associada ao tratamento odontológico pode afetar certos marcadores biológicos. Este estudo transversal in vivo analisou o efeito do tratamento (raspagem coronária e polimento dentário) sobre a pressão arterial sistólica e diastólica (mm Hg), frequência cardíaca (BPM) e saturação de oxigênio (%) aferidos antes e logo após o tratamento. A amostra constituiu-se de 38 crianças (22-feminino e 16-masculino) entre 7 e 12 anos distribuídas em 2 grupos: controle sem paralisia cerebral (n=20) e com paralisia cerebral (n=18). Os resultados de pressão sistólica, diastólica, frequência cardíaca [média (dp)] e saturação de oxigênio [mediana (intervalo interquartil)] foram, respectivamente: a) paralisia/antes: 109,0 (8,0); 70,7 (8,8); 89 (13,1); 98 (96-99), b) paralisia/depois: 104,2 (11,5); 67,0 (7,4); 89,8 (13,7); 98 (97- 99); c) sem paralisia/antes: 96,9 (18,3); 64,8 (14,2); 102 (21,5); 98 (96-99) e d) sem paralisia/depois: 102,2 (15,1); 68,3 (13,0); 103 (26,6); 99 (97-99). Não houve diferença estatística para todas as variáveis analisadas antes e depois do tratamento nos grupo paralisia. Não houve diferença estatística entre os grupos paralisia e sem paralisia para todas as variáveis analisadas depois.
Concluiu-se que tratamento odontológico não afetou a pressão arterial, a frequência cardíaca e a saturação de oxigênio nos pacientes com e sem paralisia cerebral.
PN1177 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 22

Comparação da recessão gengival de pacientes Classe III tratados ortodonticamente de forma compensatória e cirúrgica
Fialho T, Saab FJ, Cotrin P, Freitas KMS, Valarelli FP
Ortodontia - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - BAURU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo desse estudo foi comparar a recessão gengival em dentes anteroinferiores em pacientes portadores da má oclusão de Classe III, tratados ortodonticamente, de forma compensatória ou cirúrgica. A amostra foi composta por 40 pacientes com má oclusão de Classe III, divididos em 2 grupos: G1, 20 pacientes tratados de forma compensatória, com idade inicial média de 20,26 anos (d.p.=7,44), idade final média de 23,07 anos (d.p.=7,32) e tempo de tratamento médio de 2,81 anos (d.p.=0,84). G2, submetidos a tratamento ortodôntico-cirúrgico, com idade inicial média de 23,08 anos (d.p.=5,48), idade final média de 25,43 anos (d.p.=5,12) e tempo de tratamento médio de 2,35 anos (d.p.=1,56). Foram utilizadas as fotografias intrabucais realizadas antes e após a remoção do aparelho ortodôntica fixo, para mensuração da recessão gengival, da cervical dos incisivos inferiores do ponto mais cervical da margem gengival até a linha cemento-esmalte. Nas telerradiografias inicias e finais, foi medida a posição dos incisivos inferiores. A comparação intergrupos foi realizada pelo teste t independente. Os resultados demonstraram que não houve diferença estatisticamente significante na recessão gengival ao início, ao final e das alterações com o tratamento entre os grupos compensatório e cirúrgico.
Concluiu-se que os tratamentos ortodôntico compensatório e cirúrgico da má oclusão de Classe III mostraram resultados similares quanto a recessão gengival dos incisivos inferiores.
PN1178 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 22

Avaliação dos perfis de influenciadores digitais em Odontopediatria no Instagram®: Estudo piloto
Lisboa SO, Assunção CM, Paiva SM, Ferreira FM
Saúde Bucal da Criança e do Adolescente - UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Grande parte da população busca por informações de saúde em mídias sociais e a comunicação digital se tornou ainda mais importante na pandemia de COVID-19. Este estudo piloto avaliou o perfil de influenciadores digitais em odontopediatria no Instagram. Foram incluídos perfis pessoais, com tema Odontopediatria, mais de 10 mil seguidores e em idioma português brasileiro. Cada perfil (n=26) foi avaliado quanto ao número de seguidores e postagens no mês de março de 2021. As postagens (n=482) foram classificadas quanto ao formato (foto, vídeo ou foto e vídeo), origem (primária ou repostagem) e tema (informação em saúde, publicidade, vida pessoal) e avaliadas quanto a interação dos seguidores (número de comentários). Na análise estatística usou-se o teste qui-quadrado. Os perfis tinham em média 16 mil (10-40 mil) seguidores e 18 (8-48) postagens com 103 (12-235) comentários. A maioria das postagens eram fotos (65-100%). De 40 a 100% das postagens eram primárias. Houve grande heterogeneidade quanto ao tema, em média 35% (0-70%) dos conteúdos eram informações em saúde e 8% (0-39%) publicidade. Dos 26 perfis avaliados, 15 não continham publicidade, 2 não continham informações de saúde e apenas 14 tinham 100% de postagens primárias. As repostagens totalizaram 10,2% e destas 71,4% eram postagens de informações em saúde. Mais interação ocorreu em postagens sobre vida pessoal, primárias e no formato "foto e vídeo" (p<0,01).
Conclui-se que perfis de influenciadores digitais em Odontopediatria no Instagram® são muito diversos, indo além de informações em saúde.
(Apoio: CAPES)
PN1179 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 22

Associação entre depressão e polimorfismo no gene COMT (rs174675), sensação de felicidade e qualidade de vida relacionada a saúde bucal
Baldiotti ALP, Freitas GA, Barbosa MCF, Moreira PR, Scariot R, Martins RC, Paiva SM, Ferreira FM
Saúde Bucal da Criança e Adolescente - UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A adolescência é um período do desenvolvimento humano em que ocorrem grandes mudanças que predispõe ao aparecimento de alterações emocionais, como a depressão. O objetivo deste estudo foi investigar a associação de depressão com o polimorfismo do gene COMT (rs174675), sensação de felicidade e qualidade de vida relacionada a saúde bucal (QVRSB), em adolescentes brasileiros. Este estudo transversal foi realizado com adolescentes (n=90), de 13 a 18 anos, que frequentavam a clínica odontológica da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Minas Gerais. Os sinais de depressão foram avaliados com o eixo II do RDC/TMD. Os adolescentes responderam às versões brasileiras da Escala Subjetiva de Felicidade para avaliar a sensação de felicidade e o OHIP-14, para avaliação do QVRSB. Amostras de saliva foram coletadas para extração de DNA genômico e foi realizada a genotipagem do polimorfismo no gene COMT (rs174675) pela técnica da PCR em tempo real. Os dados foram submetidos à análise estatística com um nível de significância de 5%. O modelo de regressão logística múltipla demonstrou que a depressão foi associada a sensação de felicidade (p=0,032) e ao polimorfismo rs174675 (p=0,040) no gene COMT. Contudo, não esteve associada a QVRSB (p=0.097) em adolescentes.
Conclui-se que existe associação entre depressão e polimorfismo no gene COMT e sensação de felicidade em adolescentes brasileiros, sendo que a chance de apresentar depressão foi maior entre os adolescentes que se consideraram menos felizes que seus colegas. A QVRSB não impactou na depressão.
PN1180 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 22

Efeitos do tratamento da mordida aberta anterior com aparelho T4K do sistema trainer e esporões linguais
Freitas RR, Degan VV, Menezes CC, Godoi APT, Custodio W, Venezian GC
Odontologia - CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO HERMÍNIO OMETTO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo desta pesquisa foi avaliar os efeitos do tratamento da mordida aberta anterior com aparelhos T4K e esporões linguais nas medidas cefalométricas e dentárias e na percepção do paciente sobre o uso dos aparelhos. Estudo clínico foi desenvolvido com 21 crianças entre 7 e 11 anos, de ambos os sexos, que apresentavam mordida aberta anterior. A amostra foi dividida aleatoriamente em dois grupos, para uso de esporões linguais (n=11) ou T4K (n=10). As crianças foram avaliadas por meio das medidas cefalométricas ENA-Me e o Ângulo Nasolabial e medida interincisal em modelos de gesso, antes e após 6 meses de uso dos aparelhos. Utilizou-se um questionário semi-estruturado para avaliar a percepção dos pais e crianças quanto ao conforto e efeitos do tratamento. Os dados foram analisados estimando-se modelos lineares generalizados para medidas repetidas no tempo (α= 5%). Verificou-se que apenas o grupo tratado com esporões linguais apresentou diminuição significativa da distância interincisal (p<0,05). Ambos os grupos não mostraram alterações significativas nas medidas cefalométricas (p>0,05). 50% de ambos os grupos avaliaram os aparelhos como desconfortáveis e 60% das crianças que usaram T4K relataram dificuldade de uso noturno. 72% das crianças tratadas com esporões linguais perceberam alterações na posição dos dentes, enquanto 10% das tratadas com T4K notaram esta alteração.
O uso por 6 meses dos esporões linguais foi mais efetivo para a diminuição da distância interincisal que o TK4. O relato de desconforto durante o uso foi semelhante em ambos os aparelhos.
PN1181 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 22

Avaliação do efeito de um vídeo educativo com orientações sobre a técnica de higiene bucal do paciente pediátrico internado em UTI
Miyahira KM, Kort-Kamp LM, Pilla OHL, Primo LG, Castro GFBA
Odontopediatria e Ortodontia - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Determinou-se como a equipe de enfermagem do Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (IPPMG) realiza a higiene bucal (HB) de pacientes pediátricos em UTI e avaliou-se o efeito de um vídeo educativo no conhecimento desta equipe. Foram selecionados 42 profissionais (12 enfermeiros, 16 técnicos de enfermagem oficiais e 14 técnicos extraquadro). A pesquisa foi dividida em 3 etapas: aplicação do questionário inicial (Q1) sobre práticas de HB na UTI, envio do vídeo para os profissionais e aplicação do questionário final (Q2). Com Q1 coletou-se: dados pessoais, formação profissional, existência de um protocolo de HB, produto e frequência utilizados, concentração dos antissépticos e o profissional responsável. Após, os participantes recebiam o vídeo com as 6 principais orientações do protocolo de HB da Associação de medicina intensiva brasileira (AMIB, 2019). Em seguida, respondiam ao Q2 para avaliar o efeito do vídeo na sua prática de HB. Dos participantes, 27 (64.28 %) concluíram todas as etapas. Desses, 17 (63%) eram técnicos e 10 (37%) enfermeiros; 51.9% trabalhavam a mais de 5 anos no IPPMG. 100 % disseram utilizar a clorexidina para a HB, mas não houve concordância em relação a frequência: 33.3% realizavam 3x ao dia e 63% 2x ao dia. Quanto ao profissional responsável pela HB, 81.5% responderam que são os técnicos que executam. 96.3% acharam o vídeo esclarecedor e 100% se sentiram mais seguros após a visualização do vídeo.
Conclui-se que o vídeo auxiliou de forma positiva a equipe de enfermagem do IPPMG apesar de não seguir um protocolo de HB específico.
PN1182 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 22

Associação do desgaste dentário, sintomas de dtm e possível bruxismo nos diferentes padrões craniofaciais
Lacerda AHDL, Menezes CC, Degan VV, Venezian GC
Programa de Pós-graduação Em Odontologia - CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO HERMÍNIO OMETTO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Estudo transversal associou desgaste dentário, sintomas de disfunção temporomandibular (DTM) e do possível bruxismo do sono e de vigília nas tendências de padrão de crescimento craniofacial hipodivergente e hiperdivergente. 87 voluntários de ambos os sexos (32,4 anos ± 8,9) foram divididos em dois grupos segundo a tendência de padrão de crescimento craniofacial: hipodivergente (SN.GoGn < 32°) e hiperdivergente (SN.GoGn ≥ 32°). Para o diagnóstico do possível bruxismo do sono, um questionário com base nos critérios diagnósticos da Academia de Medicina do Sono (2005), acrescido de uma questão para averiguação dos sintomas do possível bruxismo de vigília foi aplicado. O questionário de sintomas do DC/TMD (Critério de Diagnóstico para Desordens Temporomandibulares) avaliou a sintomatologia de DTM. Para o desgaste dentário foi utilizado a metodologia do módulo de quantificação do TWES. Os grupos foram comparados pelos testes qui-quadrado ou Exato de Fisher (p<0,05). O grupo com tendência hipodivergente apresentou mais sintomas do possível bruxismo do sono quando comparado com o grupo com tendência hiperdivergente (p<0,05). O grupo com tendência hipodivergente apresentou mais desgaste severo e moderado do que o com tendência hiperdivergente (p<0,05).Para os sintomas de DTM e do possível bruxismo de vigília, não houve diferença entre os grupos estudados (p>0,05).
Voluntários com tendência de padrão de crescimento craniofacial hipodivergente apresentaram mais sintomas de possível bruxismo do sono e desgaste dentário severo e moderado.