RESUMOS APROVADOS

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 2921 Resumo encontrados. Mostrando de 1331 a 1340


PN1194 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 23

Avaliação dos efeitos de um protocolo de higienização oral em pacientes tratados com expansor fixo com cobertura oclusal: estudo piloto
Claudino IF, Pingueiro JMS, Bueno-Silva B, Nahás ACR, Figueiredo LC, Matias M, Maltagliati LA, Patel MP
UNIVERSIDADE GUARULHOS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo piloto foi avaliar o efeito de um protocolo de higienização para pacientes que fazem uso de expansor maxilar fixo com cobertura oclusal. O estudo clínico randomizado cego foi composto de 6 pacientes, entre 8 a 11anos, na dentadura mista divididos em 2 grupos: 1-grupo intervenção, escovação com dentifrício fluoretado e enxaguatório bucal antisséptico Plax Ice Infinity® (CPC) duas vezes ao dia; 2- grupo controle, escovação com dentifrício fluoretado. No dia da instalação do aparelho (T1), foram realizadas as mensurações clínicas periodontais em 3 sítios dos segundos molares decíduos superiores. Os expansores permaneceram instalados por 4 meses e no dia da remoção (T2), realizou-se uma nova coleta dos dados periodontais. Foram realizadas coletas do biofilme supragengival para análise da microbiota em T1 e T2, utilizando a técnica de Hibridação DNA-DNA (Checkboard DNA-DNA). Os resultados da análise microbiológica foram analisados usando o teste de Kruskal-Wallis, com seu correspondente teste post-hoc de Dunn aplicado às comparações múltiplas. Assim observamos que na resposta antimicrobiana do CPC associado à escovação, houve redução estatisticamente significante da proporção do complexo vermelho quando comparado ao grupo só escovação em T2 (p≤0,05).
Concluiu-se, nesse estudo piloto, que o protocolo de higiene bucal estabelecido com uso de enxaguatório bucal contendo CPC 0,075% foi eficaz em evitar o aumento da proporção do complexo vermelho e dos microrganismos P. gingivalis e T. denticola, evitando assim a disbiose do biofilme dental.
PN1196 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 23

Caraterísticas do sono e do ambiente do quarto associadas ao trauma dental em pré-escolares
Cossa IA, Santana CM, Bolan M, Cardoso M
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi verificar características do sono e do ambiente do quarto associadas ao trauma dental em pré-escolares. Realizou-se estudo transversal com 458 crianças de 2 a 5 anos de idade, de ambos os sexos, matriculadas em escolas públicas do Município de Florianópolis. Foram incluídas todas as crianças com dentição decídua completa; regularmente matriculadas, com o consentimento assinado. Os responsáveis responderam a um questionário sobre sexo e idade da criança, escolaridade do chefe da família, caraterísticas do sono (duração e qualidade) e do ambiente do quarto da criança na hora de dormir (televisão ligada, luz acessa, ruídos). A avaliação clínica para o diagnóstico do trauma dental, de acordo com a classificação de Andreasen e de maloclusões, usando critérios da OMS, foi realizada por quatro cirurgiões-dentistas treinados e calibrados (Kappa inter e intraexaminador >70 ). Foi realizada análise de regressão de Poisson bruta e ajustada (RP; 95% IC) para verificar associação entre variáveis e o desfecho. A prevalência do trauma na dentição decídua foi de 50,4% (231/458). A sua ocorrência teve associação com o overjet > 3mm (RP =1,417; 95% CI =1,08-1,85; p = 0,01), à idade de 4 anos (RP = 1,590; 95% CI =1,02-2,57; p = 0,04) e 5 anos (RP = 1,611; 95% CI =1,02-2,63; p = 0,04) após ajuste por variáveis sociodemográficas, oclusais e comportamentais.
Concluiu-se que as caraterísticas do sono e do ambiente do quarto não tiveram associação com a ocorrência do trauma dental em pré-escolares estudados.
(Apoio: CAPES  N° 001)
PN1197 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 23

Rebordo alveolar e seio maxilar em região de perda do primeiro molar superior versus região homóloga dentada: análise tomográfica
Monteiro JL, Magalhães K M, Santos DC, Araujo MTS, Mattos CT
Ortodontia - UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do presente estudo foi comparar características do rebordo alveolar e do seio maxilar entre regiões com perda do primeiro molar superior e suas regiões homólogas dentadas. Foram coletadas 15 tomografias de pacientes com perda unilateral de primeiro molar superior e avaliadas a reabsorção óssea vertical, a espessura (E) e a altura do rebordo alveolar (A), a pneumatização e volume do seio maxilar. A espessura foi avaliada no centro do espaço, 2 mm mesial e 2 mm distal ao centro, em corte axiais 1 mm (E1), 3 mm (E3) e 5 mm (E5) apicalmente à crista alveolar. A altura foi avaliada no centro do espaço (Amid), 2 mm mesial (Am) e 2 mm distal (Ad) ao centro. Foi aplicado o teste t pareado com correção de Benjamini-Hochberg para verificar as diferenças entre as medidas das regiões edêntula e controle. Quando comparadas com a região controle, a região edêntula mostrou maior reabsorção óssea vertical e menor espessura óssea, em todas as regiões avaliadas (p<0.01). Foi observado que quanto mais apical a região das medições, menores foram as diferenças médias entre as duas regiões. A altura do rebordo alveolar na região edêntula mostrou ser significativamente menor em Ad do que na região controle (p<0.05).
As regiões edêntulas, quando comparadas às homólogas dentadas, apresentaram reabsorção óssea vertical significativamente maior, menor espessura em todas as regiões e menor altura do rebordo alveolar somente na região distal do espaço. A pneumatização e volume do seio maxilar, porém, se mostraram semelhantes quando comparados a região edêntula à região controle.
PN1198 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 23

Avaliação das propriedades mecânicas e adesivas em diferentes cimentos para bandas ortodônticas
Hilgenberg SP, Malaquias P, Castro RCFR
Odontologia - FUNDAÇÃO MUNICIPAL CENTRO UNIVERSITÁRIO DE UNIÃO DA VITÓRIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo in vitro avaliou as propriedades mecânicas e adesivas de diferentes cimentos para a cimentação de bandas ortodônticas com base nos testes de resistência à flexural (RF), resistência à compressão (RC), resistência à tração diametral (RT) e resistência ao cisalhamento em esmalte humano (RCE). Foram 180 corpos-de-prova e 60 terceiros molares humanos hígidos, divididos em cinco grupos (n=12): Meron (Me), Multi-cure Glass (Mc), Riva Cem (Ri), Orthobite (Ob), Transbond Plus Light Cure Band (Tb), submetidos aos testes (RF, RC, RT e RCE). A RF realizada de acordo com a ISO 4049, enquanto que RC, RT e RCE seguiram a especificação ADA 66 e ISO 9917-2. Em RCE os dentes foram limpos, receberam ataque ácido e, então, as bandas foram adaptadas e cimentadas. Os testes foram realizados após as 24 hs de armazenamento em ambiente 100% úmido e a 37 OC e todos foram realizados na máquina universal Instron 4444, com velocidade de 0,75 mm/min (RF) e 1 mm/s (RC, RT e RCE). As marcas comerciais Ob e Tb se comportaram de forma semelhante demonstrando valores mais altos de RF, RT e RCE comparando aos demais (p<0,0001). A Tb foi superior a todas as marcas comerciais em relação a RC e Me apresentou menor eficácia nas propriedades mecânicas (p<0.0001) porém semelhante ao Mc e Ri na RCE (p<0,002%).
Os cimentos adesivos são superiores em relação aos ionômeros de vidro e, em termos de resistência a flexão, compressão, tração diametral e adesão. O cimento brasileiro Orthobite apresentou bons resultados comparado ao cimento americano já mundialmente utilizado.
PN1199 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 23

Validação da Escala de Imagens Faciais (FIS) para uso com crianças brasileiras na clínica odontopediátrica
Grisolia BM, Souza DM, Barreto MEZ, Barja-Fidalgo F, Santos APP, Oliveira BH
Odontologia Preventiva e Comunitária - UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar a validade da Escala de Imagens Faciais (Facial Image Scale; FIS), que mede a ansiedade ao tratamento odontológico (ATO), em pacientes odontopediátricos no Rio de Janeiro, Brasil. O trabalho foi aprovado pelo Comitê de Ética e todos os responsáveis assinaram um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. A forma de aplicação da FIS foi adaptada para o contexto brasileiro por um grupo de 4 odontopediatras brasileiras e uma psicóloga britânica (autora da FIS). A pontuação da FIS varia de 1-5 em ordem crescente de ATO. Os participantes (crianças de 3 a 12 anos) e seus responsáveis foram entrevistados antes da consulta odontológica em clínicas de odontopediatria de uma universidade entre 2016 e 2021. A amostra selecionada por quotas compreendeu 150 crianças; 65 (43%) eram do sexo feminino. A validade de critério foi medida através do teste de correlação de Spearman (rs) com a Venham Picture Test (rs= 0,50; p<0,01). A validade de construto foi medida através da correlação da FIS com as seguintes variáveis: idade, sexo, ansiedade percebida pelos pais/cuidadores, renda, primeira visita ao dentista, tipo de tratamento realizado, uso de anestesia local, experiência prévia e atual de dor de dente, índice de cárie dentária e comportamento durante a consulta odontológica. Foram encontradas associações estatisticamente significativas (p <0.05) com sexo, ansiedade percebida pelos cuidadores, uso de isolamento absoluto e dor de dente atual.
Os resultados sugerem que a FIS pode ser capaz de medir de forma válida a ATO em crianças brasileiras.
(Apoio: FAPERJ  N° E-26/010.002669/2014)
PN1200 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 23

Explorando publicações acerca do atendimento odontopediátrico no contexto da COVID-19
Allegretto MJ, Rosa TC, Pintor AVB, Neves AA, Costa MC, Primo LG
Odontopediatria e Ortodontia - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O presente trabalho teve a finalidade de explorar em base indexada, as tendências de publicações referentes ao atendimento odontopediátrico no contexto da pandemia de COVID-19. Buscou-se os termos (''Pediatric Dentistry'' AND COVID-19) na base de dados Scopus, sem aplicação de filtros ou limites em abril de 2021. Os dados foram analisados por meio da ferramenta ''Analyze search results'' e categorizados de acordo com o tipo de publicação, ano, país de origem, periódicos, desenho do estudo e assunto. Foram recuperados 46 documentos, sendo a maioria artigos (N=24; 52,2%). Observou-se, a partir de 2020, um aumento crescente nas publicações. O Reino Unido foi o país que mais publicou (N=11; 24%), seguido do Brasil (N=8; 17,4%) e o International Journal of Paediatric Dentistry (N=7; 15,2%) foi o periódico que apresentou o maior número de publicações. O desenho de estudo mais utilizado foram as revisões de literatura (N=17; 40,5%), e os assuntos mais explorados foram as condutas clínicas relacionadas ao tratamento, em tempos de COVID-19 (N=31; 78,6%) e as queixas principais dos pacientes (N=7;17%). O tema menos abordado foi o estresse/medo dos pais em relação ao atendimento odontológico durante a pandemia (N=1; 2,2%).
Concluiu-se que a pandemia de COVID-19 provocou novas reflexões sobre o atendimento em Odontopediatria, sobretudo acerca de protocolos de tratamento, de controle de infecção e de contaminação cruzada, no entanto, poucas relacionadas ao manejo do paciente infantil no âmbito odontológico.
(Apoio: CAPES  N° DS001  |  FAPs - Faperj  N° E-26/202.399/2017)
PN1201 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 23

Iniquidades sociodemográficas em concepções e comportamentos relacionados à COVID-19 de responsáveis de pacientes odontopediátricos
Barbosa MCF, Barcelos NS, Lima LCM, Neves ETB, Portella PD, Assunção LRS, Granville-Garcia AF, Ferreira FM
Saúde da Criança e do Adolescente - UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo multicêntrico objetivou investigar a associação de aspectos socioeconômicos e demográficos com concepções e comportamentos relacionados à COVID-19. 325 responsáveis por pacientes odontopediátricos dos estados de MG, PB e PR responderam a um questionário online através da ferramenta SurveyMonkey, contendo 6 perguntas sobre concepções relacionadas à COVID-19 com respostas em escala Likert de 3 pontos e 6 sobre a frequência de realização de alguns comportamentos relacionados à doença. A fonte usada para se informar sobre a doença, assim como dados socioeconômicos e demográficos também foram coletados. As associações foram testadas através dos testes Qui-quadrado e Mann-Whitney (p≤5%). A porcentagem de responsáveis que continuou frequentando cabeleireiro e praticando atividade física durante a pandemia foi significantemente maior para o sexo masculino e a maior renda. Os mais jovens continuaram a frequentar bares/restaurantes e reuniões de amigos. Quanto às concepções, os solteiros discordaram mais sobre o uso da máscara em locais públicos e os mais jovens em procurar ajuda médica nos casos de tosse/febre. A renda mais elevada foi associada a maior compreensão de que o cuidado individual afeta o coletivo e da importância de higienizar as mãos frequentemente. A busca por informações sobre COVID-19 em sites oficiais foi associada a maior escolaridade e renda.
Conclui-se que concepções e comportamentos relacionados à COVID-19 de responsáveis por pacientes odontopediátricos sofrem influência de aspectos socioeconômicos e demográficos.
(Apoio: CAPES)
PN1202 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 23

Percepção de pacientes após a realizacao de tratamento ortodôntico com miniplacas
Gasque CA, Meloti AF, Silva E, Cardoso MA, An TL, Nascimento MCC
FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do presente estudo foi avaliar a percepção do paciente em relação ao tratamento ortodôntico com miniplacas e o seu resultado. A coleta de dados foi realizada por meio da aplicação de um questionário envolvendo 90 pacientes, que finalizaram o tratamento ortodôntico com a utilização das miniplacas. As perguntas foram relacionadas às principais vantagens e desvantagens do tratamento, à cirurgia de colocação e remoção das miniplacas, à higiene oral, ao tempo de tratamento e ao resultado de acordo com a expectativa do paciente. Para associar variáveis a fim de responder os objetivos de pesquisa do presente trabalho foram realizados teste de qui-quadrado, adotando-se o nível de significância de 5% (p<0,05). A amostra constou de 57 mulheres e 33 homens, entre 14 e 50 anos, a queixa mais comum nas cirurgias de colocação e retirada foi o inchaço (84,4%), tempo de tratamento foi considerado curto por (52,2%) das pessoas e médio por (40%), as expectativas foram superadas em (30%) das pessoas e (68,9%) as expectativas foram atingidas. Durante a colocação das miniplacas a principal queixa foi o desconforto e o sintoma mais comum no pós-operatório é o inchaço.
Desta maneira, as miniplacas apresentam boa aceitação por parte dos pacientes e pode ser utilizada no tratamento ortodôntico, principalmente em casos complexos.
(Apoio: CAPES  N° 001)
PN1203 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 24

Recomendações para profissionais sobre o uso do diamino fluoreto de prata disponibilizadas por associações de odontopediatria
Sousa FSO, Couto FM, Soares CF, Vicente GC, Faria MR, Barja-Fidalgo F, Santos APP
Odontologia Preventiva e Comunitária - UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo foi identificar recomendações disponibilizadas aos profissionais por Associações de Odontopediatria (AO) sobre diamino fluoreto de prata (DFP). Foram consideradas AO do país mais populoso de cada continente com idioma oficial português, espanhol ou inglês, assim como AO regionais. As buscas pelas AO foram realizadas por dois pesquisadores no site da Internacional Association of Pediatric Dentistry e no GoogleT, nos 3 idiomas, usando os termos odontopediatria + (associação ou sociedade) + (nome do continente ou país). Buscamos as recomendações nos sites oficiais das 15 AO incluídas. Dessas, 4 (26%) disponibilizavam recomendações em 11 documentos que foram incluídos para análise. Destes, 5 (45%) eram específicos sobre DFP (3 textos e 2 vídeos), 6 (54%) publicados em 2020, 10 (91%) indicavam o DFP para o tratamento da cárie e 3 (27%) para tratamento e prevenção. Quatro (36%) descreveram o método de aplicação e indicaram a não remoção do tecido cariado, isolamento relativo, proteção da pele e tempo mínimo de aplicação de 1 min. Acompanhamento de acordo com o risco de cárie foi orientado em 4 (36%). Nenhuma recomendação indicou se o tratamento poderia ser feito no campo ou em consultório. Escurecimento do dente foi citado em todas as recomendações (6, 54%) que relataram efeitos adversos. Três documentos relataram qualidade de evidência baixa considerando o risco de viés dos estudos.
Embora não haja contradições, poucas AO disponibilizam o passo-a-passo para a prática clínica ou recomendações profissionais sobre o DFP em suas seções de acesso livre.
(Apoio: CAPES)
PN1204 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 24

Propriedades psicométricas da versão brasileira curta do instrumento Adolescent Resilience Questionnaire (B-ARQ)
Gatti-Reis L, Perazzo MF, Gomes GB, Gartland D, Paiva SM, Pordeus IA
Saúde Bucal da Criança e do Adolescente - UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do presente estudo foi avaliar a validade de construto estrutural da versão curta do Adolescent Resilience Questionnaire (B-ARQ) em adolescentes brasileiros. O ARQ mensura a capacidade do jovem enfrentar, com sucesso, os desafios da vida. Foi realizado um estudo transversal com a versão longa do ARQ (88 itens) em amostra de 210 adolescentes de 12 a 14 anos de idade de escolas públicas e privadas de Dom Pedrito, RS, Brasil. Três modelos foram testados por equações estruturais para avaliação do melhor ajuste da versão curta do B-ARQ (49 itens): (a) um modelo de primeira ordem com 12 fatores; (b) um modelo com três fatores na segunda ordem (Individual, Família e Escola) e 12 fatores na primeira ordem; e (c) um modelo de primeira ordem com apenas 3 fatores. Os seguintes parâmetros determinaram o grau de ajuste dos modelos (estimador=DWLS): Índice de Ajuste Comparativo (IAC); Raiz do Erro Quadrático Médio de Aproximação (REQMA); Raiz Quadrada Média Residual Padronizada (RMRP). Os modelos com ajuste adequado deveriam apresentar valores de IAC >0,90, REQMA <0,06, e RMRP <0,10; enquanto os com ajuste excelente deveriam possuir IAC >0,95, REQMA <0,06, e RMRP <0,08. O modelo que apresentou o melhor ajuste foi o de primeira ordem com 12 fatores [CFI=0,99; REQM =0,014, 90% IC= 0,024−0,000; RMRP= 0,07], enquanto o de primeira ordem com apenas três fatores apresentou o pior ajuste [CFI = 0,87; REQMA= 0,048, IC= 0,053−0,044; RMRP= 0,09].
A versão curta do B-ARQ com estrutural fatorial de primeira ordem com 12 fatores é psicometricamente sólida para uso em adolescentes brasileiros.