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RESUMOS APROVADOS

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 929 Resumo encontrados. Mostrando de 191 a 200


PN0187 - Painel Aspirante
Área: 7 - Estomatologia

Fatores Associados à Lesão por Herpes Oral em Para-atletas Brasileiros
Costa EE, Petinati MFP, Brancher JA, Deliberador TM, Scariot R, Kuchler EC, Storrer CLM
Odontologia - UNIVERSIDADE POSITIVO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo teve o intuito de avaliar os fatores envolvidos nas manifestações recorrentes de herpes em atletas paralímpicos. A amostra do estudo foi composta por 370 para-atletas brasileiros. Todos os indivíduos incluídos no estudo responderam a questionários e foram submetidos a uma avaliação clínica. O questionário se tratava de um auto-relato sobre a saúde oral, dados demográficos incluindo a manifestação de herpes oralfacial e aplicado o Oral Health Impact Profile (OHIP-14). A população foi classificada de acordo com os resultados de competições anteriores em: alto nível de desempenho; nível de desempenho médio e nível de desempenho regional. Foram realizados os testes qui-quadrado ou exato de Fisher, cálculo de Odds Ratio e teste t (α = 5%). Sessenta (16,2%) para-atletas relataram manifestação de lesão por herpes orofacial recorrente. O tipo de respiração foi associado a presença de lesões de herpes orofacial. Para-atletas com bruxismo do sono (OR=2.25, CI95% 1.23-4.12; p=0.007) e com bruxismo em vigília (OR=1.68; CI95% 1.00-2.98; p=0.048) têm maior propensão em apresentar herpes orofacial. O tipo de respiração também foi associado a presença de lesões de herpes orofacial (p=0,02). A distribuição entre os grupos do questionário OHIP-14 não foi estatisticamente significante (p>0,05).
A conclusão a que pudemos chegar é de que o bruxismo e o tipo de respiração foram associados com a presença de herpes orofacial em atletas paralímpicos brasileiros.
PN0190 - Painel Aspirante
Área: 7 - Estomatologia

Efeitos da fotobiomodulação em osteoblastos tratados com bisfosfonato
Gregorio D, Silva JL, Silva-De-oliveira AFS, Guimarães VFM, Andraus RAC, Poli Frederico RC, Maia LP
Odontologia - UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Objetivou-se obter a concentração letal mediana (CLM) do ácido zolendrônico (AZ) em células osteoblásticas (SAOS-2) e avaliar a proliferação dessas células tratadas com AZ sob a fotobiomodulação (FBM). A CLM foi determinada utilizando o teste de citotoxicidade MTT, com concentrações do AZ de 1 a 100 µM em 24, 48 e 72 h de tratamento. Após 24 h da aplicação da dose escolhida as células receberam FBM com 660 (V) e 808 nm (IF) em 1, 5, 10 e 20 J/cm². Foram realizados o MTT e o teste de apoptose por citometria de fluxo. A normalidade foi testada com Shapiro-Wilk seguido de ANOVA 2 fatores para as comparações entre os grupos (p < 0,05). A CLM do AZ foi de 10 µM. Após a FBM, apenas o grupo IF1J estimulou significativamente a proliferação celular em relação ao grupo AZ (p < 0,0001), enquanto que os demais grupos irradiados apresentaram valores similares ao grupo AZ. Na citometria de fluxo, foi observado para os grupos V5, IF1, IF10 e IF20 maior porcentagem de células viáveis em relação ao grupo AZ, enquanto que para os grupos V1, V10, V20 e IF5 houve uma diminuição. Adicionalmente, nos grupos V10, V20 e IF5 a maioria das células estavam em apoptose tardia ou necrose, enquanto que nos demais grupos observou-se maior número de células em apoptose precoce.
Pode-se concluir que o AZ em altas concentrações leva a diminuição da viabilidade celular, enquanto que a FBM pode estimular a proliferação celular dependendo dos parâmetros utilizados.
(Apoio: CAPES)
PN0192 - Painel Aspirante
Área: 7 - Estomatologia

Análise da influência do comportamento de sociabilidade sobre a carcinogênese quimicamente induzida
Ferreira MF, Figueira JA, Furuse C, Biasoli ER, Miyahara GI, Oliveira SHP, Bernabé DG
Odontologia Preventiva e Restauradora - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A relação social é um determinante psicológico e comportamental ao longo da vida. Estudos mostram que o estresse psicossocial pode influenciar a progressão de alguns tipos de câncer, porém, são escassos os estudos que tenham avaliado a influência do comportamento de sociabilidade sobre a carcinogênese quimicamente induzida. Sessenta-e-um ratos Wistar adultos foram submetidos ao teste de sociabilidade para avaliar se a carcinogênese quimicamamente induzida influencia no comportamento de sociabilidade. O estudo foi composto por 4 grupos: grupo 1 - 4NQO mais sociável; grupo 2 - 4NQO menos sociável; grupo 3 - controle mais sociável; grupo 4 - controle menos sociável. Após serem testados para avaliar o nível de interação social basal (Fase I), os animais do grupo 1 e 2 foram submetidos ao tratamento com o carcinógeno 4NQO diluído em água de beber durante 120 dias. Após a indução do câncer de boca os animais dos grupo 1 e 2 foram novamente testados para o nível de interação social (Fase II) para avaliar os efeitos da indução carcinogênica sobre o comportamento social.
Nesse presente estudo, o comportamento de sociabilidade basal (pré-carcinogênese) não influenciou a ocorrência e progressão do CEC de boca induzido quimicamente em ratos, porém o estágio avançado do câncer de boca foi associado a um maior nível de interação social.
(Apoio: FAPESP  N° 2018/02391-0)
PN0196 - Painel Aspirante
Área: 7 - Imaginologia

Parâmetros métricos da ATM em indivíduos com artrite idiopática juvenil usando imagens de ressonância magnética
Ogawa CM, Mansmith AJC, Gomes JPP, Martins JS, Santos MTBR, Appenzeller S, Costa ALF
Pós Graduação - UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar parâmetros métricos dos componentes da articulação temporomandibular (ATM) em pacientes com artrite idiopática juvenil (AIJ) e compará-los com um grupo controle saudável. O estudo compreendeu uma avaliação retrospectiva em imagens ressonância magnética (RM) de 70 ATMs (24 pacientes com AIJ antes dos 16 anos e 11 indivíduos saudáveis). Foram considerados três parâmetros: ângulo de excursão do côndilo (CEA), altura da eminência articular (AEE) e inclinação da eminência articular (AIE) e realizadas avaliações lineares utilizando o software OnDemand®. A comparação entre os grupos foi realizada pelo teste de Mann-Whitney, ANOVA e teste exato de Fisher. Foram encontrados valores menores de HAE em pacientes com edema da medula óssea (p=0,0053), erosão (p=0,0271), hábitos parafuncionais (p=0,0058) e dor nas articulações, independentemente do lado (p=0,0005). Valores menores de IAE e HAE também foram encontrados em pacientes com dor nas articulações (p=0,0285 e 0,0014, respectivamente).
O estudo mostrou que os parâmetros métricos avaliados podem melhorar o diagnóstico da ATM em pacientes com AIJ, principalmente em fase inicial.
(Apoio: CAPES  N° 88887.465098/2019-00)
PN0204 - Painel Aspirante
Área: 7 - Estomatologia

Análise comparativa do infiltrado linfocítico em leucoplasia verrucosa proliferativa e líquen plano oral
Palaçon MP, Ferrisse TM, Ormeño EAA, Barbeiro CO, León JE, Bufalino A
Diagnostico e Cirurgia - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A leucoplasia verrucosa proliferativa (LVP) e o líquen plano oral (LPO) muitas vezes podem compartilhar aspectos clínicos e microscópicos. Contudo, a taxa de transformação maligna da LVP é maior que 70%, enquanto o LPO apresenta potencial de transformação controverso e taxas inferiores à 1%. Assim, avaliar o perfil de resposta imunológica da LVP e LPO pode colaborar para o melhor entendimento do processo de transformação maligna destas lesões. O objetivo deste estudo foi comparar a densidade intraepitelial e subepitelial dos linfócitos T (LT; CD3+, CD4+ e CD8+) e linfócitos B (LB; C20+ e CD138+) entre amostras de LVP e LPO por meio de imuno-histoquímica. Foram utilizadas 5 amostras de hiperplasia fibrosa inflamatória (HFI - controle), 14 de LPO e 35 de LVP. A densidade média de células positivas para cada amostra foi calculada em 5 campos intra e subepitelial em objetiva de 20×. Os resultados revelaram uma redução estatisticamente significativa de LT CD3+, CD4+ e CD8+ na área subepitelial do HFI e LVP comparado ao grupo LPO (P<0,05). Além disto, foi observado também na região subepitelial um número reduzido de LB CD20+ no grupo LVP em relação a HFI e LPO (p<0,05 para ambas), enquanto os LB CD138+ mostraram-se reduzidos no LPO e LVP em relação ao controle (p<0,05 para ambas).
Concluímos que o padrão de resposta imunológica no LPO parece ser mediado principalmente por LT e LB CD20+ não maduros. No entanto, a LVP revelou uma densidade reduzida de todas as populações, sugerindo que este pode ser um fator de favorecimento no processo de transformação maligna da LVP.
(Apoio: FAPESP  N° 2018/22236-0)
PN0209 - Painel Aspirante
Área: 7 - Imaginologia

Avaliação da dosimetria e importância clínica do scout utilizado na tomografia computadorizada de feixe cônico
Vilela DS, Nobile RE, Oenning ACC, Nascimento MCC, Martinez EF
Radiologia - FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A preocupação com a dose de radiação recebida pelos pacientes no exame de tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) é crescente devido aos efeitos estocásticos. A função scout-view (SV) não está presente em todos aparelhos de TCFC. A SV é uma aquisição de imagem extra com baixa dose de radiação X para definir o correto posicionamento do paciente no exame. O objetivo do trabalho foi avaliar a dosimetria e importância clínica da SV. Um dispositivo prototipado com 3 locais, centro e periferias do campo de visão (FOV - 5X5 e 8X15cm), para os dosímetros foi estabilizado no aparelho de raio X OP 300 Maxio para padronizar as aquisições de imagens. Dosímetros termoluminescentes (OSL e TL, n=36 cada) foram irradiados, em duplicata, com 15 disparos para cada SV, 5 para cada FOV e 5 para SV+FOV. Adicionalmente, 10 clínicas de radiologia de São Paulo e Rio de Janeiro foram avaliadas por um período de 5 meses sobre o uso da SV e o percentual de erro de posicionamento do paciente no exame. As análises foram realizadas no programa R pelos testes de qui-quadrado e Exato de Fisher. Os resultados da dosimetria indicaram ganho de 1,8% de dose no uso da SV. 40% das clínicas avaliadas possuem a SV no tomógrafo. As clínicas repetiram 6,4% dos exames, sendo 3,2% por erro de posicionamento. A repetição do exame por erro de posicionamento nas clínicas sem o SV foi de 3,8% e nas que possuem o SV foi de 1,7% (p<0,05).
Conclui-se que a dose de radiação extra recebida no uso da SV é importante pois evitou repetição de exame (dose maior) por erro de posicionamento do paciente, minimizando os efeitos biológico estocásticos.
PN0210 - Painel Aspirante
Área: 7 - Patologia Oral

Perfil odontológico de pacientes com câncer infantojuvenil e o papel do cirurgião-dentista: estudo retrospectivo
Longo BC, Popiolek IM, Vale NG, Rangel ALCA, Souza MDB
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Terapias antineoplásicas têm como alvo as células malignas, preferencialmente as em mitose. Contudo, as da mucosa oral encontram-se em estado celular semelhante predispondo a manifestações bucais indesejadas, que afetam a qualidade de vida dos pacientes. O objetivo deste estudo retrospectivo foi analisar a frequência de pacientes de até 19 anos com câncer tratados no Hospital de Câncer de Cascavel-UOPECCAN entre 2000-2014 que foram atendidos pelo dentista da instituição, a fim de determinar os tipos de neoplasia, tratamento e manifestações orais mais prevalentes. Os prontuários foram analisados para os seguintes desfechos: gênero, idade, tipo de câncer e de tratamento, informações do exame clínico odontológico e o ano em que esse atendimento aconteceu. Os dados foram analisados por estatística descritiva. Dos 201 pacientes, apenas 100 foram atendidos pelo dentista, destes: 57% eram meninos; 42% entre 1 a 4 anos. A leucemia foi a mais prevalente (48%), seguida do rabdomiossarcoma (10%) e neuroblastoma (7%). A quimioterapia foi o tratamento mais utilizado (55%). Manifestações orais foram observadas em 86% dos pacientes, ligadas ao efeito do tratamento (mucosite, 34%), questões de higiene oral (gengivite, 9%; cárie, 33%), infecções (gengivoestomatite herpética, 11%; herpes labial, 7%; candidíase, 9%) e a fase de dentadura mista (esfoliação do decíduo e edema, 8%)
O estudo demonstra a importância da correta avaliação odontológica para prevenção e tratamento das alterações na cavidade oral, as quais podem agravar o quadro sistêmico.
PN0220 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Influência da temperatura e do pH na síntese por co-precipitação de partículas de ortofosfato de cálcio
Vilela HS, Rodrigues MC, Braga RR
Biomateriais e Biologia Oral - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A liberação de íons por materiais restauradores resinosos contendo partículas de ortofosfato de cálcio (CaP) está diretamente relacionada à área superficial e ao tamanho destas partículas. O objetivo deste estudo foi verificar o efeito da temperatura (24°C ou 45°C) e pH (4,5, 6,5 e variando livremente durante a reação) sobre as características de partículas de CaP na síntese por co-precipitação. Nitrato de cálcio tetrahidratado foi gotejado em dihidrogênio fosfato de amônio (1:1 em mols, 0,5 mol.L-1). O pH do meio reacional foi controlado pela adição de HCl ou NaOH. Cada uma das seis condições foi repetida três vezes. Após 24 h sob agitação, o precipitado foi lavado e liofilizado. As partículas foram caracterizadas através de difratometria de raios-X, espalhamento de laser e microscopia eletrônica de varredura. As medianas de tamanho de partícula (D50) foram analisadas apenas descritivamente. Sínteses realizadas em pH 4,5 e sem controle de pH (inicial: 8,1; final: 6,3 a 24 °C e 5,1 a 45 °C) resultaram em cristais em forma de placas, identificadas nos difratogramas como hidrogeno fosfato de cálcio dihidratado (DCPD, CaHPO4.2H2O). Sínteses realizadas em pH 6,5 a 45 °C resultaram em aglomerados de partículas pequenas de fosfato octacálcico (OCP, Ca8H2(PO4)6.5H2O). Uma mistura das duas fases foi identificada em pH 6,5 e 24 °C. Valores de D50 situaram-se entre 12 µm e 28 µm, com tendência à formação de partículas maiores em pH 4,5.
Pode-se concluir que a interação entre a temperatura e o pH influenciou a fase de CaP formada e o tamanho das partículas.
(Apoio: FAPs - FAPESP  N° 2018/21023-2)
PN0227 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Relação entre nível da bateria e irradiância de fotopolimerizadores LED e seu efeito na dureza de uma resina bulk-fill
Prochnow FHO, Kunz PVM, Kaizer MR, Correr GM, Gonzaga CC
UNIVERSIDADE POSITIVO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo teve como objetivo avaliar a relação entre nível da bateria e irradiância de quatro fotopolimerizadores LED (Radii-Plus, Radii-Cal, Elipar-Deep-Cure e Poly-Wireless) e como estas variáveis podem influenciar na dureza Vickers de uma resina bulk-fill. A irradiância de cada aparelho foi mensurada com um radiômetro a cada 10 ativações de 20 s até a descarga completa da bateria, sendo realizados três ciclos de descarga. Foram confeccionados discos (6 mm de diâmetro e 4 mm de espessura) de uma resina bulk-fill (Filtek-Bulk-Fill, 3M, cor A1) para avaliar dureza das superfícies topo e base (n=3). Os espécimes foram polimerizados com os aparelhos em 100%, 50% e 10% de bateria. Os dados de dureza foram analisados por ANOVA dois fatores, teste de Tukey e teste t pareado (α=5%). Houve influência do nível de bateria na irradiância para o Poly-Wireless, com irradiância inicial de 1235 mW/cm² e final de 556 mW/cm², apresentando uma queda de 45%. A dureza na superfície topo foi superior à da base em quase todos os grupos, mantendo-se abaixo dos 80% apenas nos grupos Polywireless-50% e 10% (73,1% e 77,1%) e Radii-Cal-10% (77,4%). Para a dureza topo, não houve diminuição significativa entre 100% e 10% de bateria para os aparelhos Radii-Cal e Elipar. Já na dureza base, Radii-Plus e Elipar não apresentaram diminuição significativa entre 100% e 10% de bateria.
Concluiu-se que que houve maior influência do nível de bateria para o Poly-Wireless, em que a irradiância diminuiu com o uso, além de exibir uma relação de dureza entre topo e base abaixo de 80%.
PN0230 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Influência do selante de superfície e desafio erosivo na alteração de cor de uma resina composta submetida ao manchamento artificial
Moreira JC, Bresciani E, Rocha DM, Carvalho VG, Nahsan FPS
Dentística - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar a influência de desafio erosivo (DR) e da aplicação de selante de superfície (SS) na alteração de cor (CR) de uma resina composta (RC) submetida ao manchamento artificial em café (CF). Quarenta e oito espécimes (8mmX1mm) foram confeccionados com resina composta e selante de superfície, com e sem desafio erosivo. Os grupos foram assim divididos (n=12): Grupo 1: RC+SS - DR - CR - CF - CR; Grupo 2: RC+SS - CR - CF - CR; Grupo 3: RC - DR - CR - SS - CF - CR; Grupo 4: RC - CR - SS -CF - CR. O desafio erosivo foi realizado nos grupos 1 e 3 por 5 dias, em ácido clorídrico (HCL a 0,01M, 150 ml/ciclo, substituído a cada nova exposição) em temperatura ambiente, com 2 minutos de duração em cada uma das 4 imersões diárias. O selante de superfície foi aplicado imediatamente após a confecção dos espécimes dos grupos 1 e 2, e após a primeira aferição de cor dos grupos 3 e 4. Os espécimes foram submersos em café solúvel por 14 dias e nova aferição de cor com espectrofotômetro (X-Rite Color 962. Danaher Corporation) foi realizada usando o sistema de cor CIEL*a*b*. Os resultados mostraram que para ∆E, os grupos 1 (21,01) e 2 (23,10) apresentaram menores valores que G3 (27,76) e G4 (26,57), respectivamente, enquanto para ∆L ocorreu o contrário (G1= -16,84; G2= -17,72; G3= -22,62; G4= -21,22). Na análise de ∆a e ∆b, só foi encontrada diferença significativa no ∆b do G1 (10,7), tendo apresentado menor valor.
A opacidade se manteve estável para todos os grupos. A luminosidade da resina diminui e a variação de cor aumenta quando o selante é aplicado após a ciclagem erosiva e armazenamento.
(Apoio: CAPES  |  CNPq)