RESUMOS APROVADOS

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 2948 Resumo encontrados. Mostrando de 1821 a 1830


PI0148 - Painel Iniciante
Área: 6 - Oclusão / ATM

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 9

Influência do ensino à distância nos sintomas de disfunções temporomandibulares e fatores associados durante pandemia em universitários
Santos MAS, Ramos AG, Medeiros RA
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A pandemia da COVID-19 (doença do novo coronavírus 2019) fez com que várias universidades implementassem o ensino à distância para continuar a formação dos estudantes. Cursos que eram predominantemente presenciais, passaram a ter seu ensino de maneira remota. Investigar a influência do ensino à distância nos sintomas de disfunção temporomandibular (DTM), ansiedade, qualidade de vida e de sono é fundamental para verificar o impacto da pandemia na vida dos estudantes universitários. O objetivo do trabalho é avaliar a prevalência dos sintomas de DTM e ansiedade além de verificar a qualidade de sono e de vida durante o ensino à distância em estudantes universitários da Universidade de Brasília (UnB). Foram aplicados questionários para avaliação de sintomas de DTM, ansiedade, qualidade de vida e sono. Os questionários foram disponibilizados através de um link enviado para os e-mails das turmas e disponibilizado nas redes sociais. Para análise dos dados quantitativos foi realizado teste Anova de uma via seguido de teste de Bonferroni e teste de Kruskal-Wallis seguido pelo teste Dunn, para análise dos dados qualitativos foi utilizado Qui-quadrado. Houve alta prevalência de sintomas de DTM, principalmente dolorosa, alta prevalência de ansiedade, má qualidade de sono e distúrbio do sono, além de baixa qualidade de vida, decorrente da implementação de ensino remoto em cursos presenciais da UnB.
A implementação do ensino remoto em cursos da saúde no lugar do ensino presencial durante a pandemia da COVID-19 impactou na prevalência de DTM, ansiedade, qualidade de vida e de sono.
PI0149 - Painel Iniciante
Área: 6 - Oclusão / ATM

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 9

Avaliação morfofisiológica de indivíduos afetados com fratura condilar: estudo retrospectivo
Reis IAR, Cabral LC, Alves GM, Tavarez RRJ, Fernandes-Neto AJ, Jesus ASM, Novais VR, Simamoto-Júnior PC
Faculdade de Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O presente trabalho avaliou o efeito da fixação maxilomandibular ou redução aberta e fixação interna, na mobilidade da mandíbula e nos componentes da articulação temporomandibular. Após a aprovação do estudo pelo Comitê de Ética em Pesquisa em Seres Humanos (CEP/UFU: 2.319.377), foram incluídos pacientes adultos com fraturas condilares tratados entre o período de setembro de 2013 a agosto de 2019 no Serviço de Cirurgia Oral e Maxilofacial da Universidade Federal de Uberlândia. Indivíduos com idade inferior à 18 anos, presença de fratura panfacial, ausência dentária total e aqueles com fraturas sem envolvimento da região condilar, foram excluídos. A avaliação foi realizada por meio do questionário Research Diagnostic Criteria for Temporomandibular Disorders (RDC/TMD) e exame tomográfico da região articular. As variáveis analisadas incluíram: abertura bucal máxima, movimentos excursivos, presença de sintomatologia e desordens temporomandibulares. Um total de 25 pacientes com 30 fraturas condilares participaram do estudo. Os movimentos mandibulares foram satisfatórios em ambos os tratamentos. Observou-se que 44% dos pacientes apresentaram dor. Esse sintoma foi estatisticamente significativo no grupo da fixação maxilomandibular (p<0,05). Além disso, 36% dos pacientes foram diagnosticados com deslocamento de disco com redução e 20% com desordem degenerativa.
Conclui-se que embora ambos os tratamentos tenham restabelecido a mobilidade mandibular, as desordens temporomandibulares foram observadas nos diferentes protocolos de tratamento.
PI0150 - Painel Iniciante
Área: 6 - Oclusão / ATM

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 9

Precisão e análise de registro oclusais: comparação da técnica de escaneamento digital e convencional em modelos de gesso
Alvarenga HO, Arcas LPB, Salvatti G, Amaral M, Baroudi K, Tribst JPM, Silva-Concilio LR
Odontologia - UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A odontologia digital vem crescendo e consolidando seus avanços em diferentes especialidades e etapas clínicas. O objetivo deste estudo foi avaliar o número dos pontos de contato oclusal (PO) obtidos em máxima intercuspidação habitual (MIH) comparando diferentes métodos para obtenção dos modelos (escaneamento digital intraoral - EDI e tradicional com modelos em gesso pedra - GP). Foram estabelecidos quatro grupos de estudo (n=10) de acordo com a técnica de obtenção dos modelos, usando um manequim odontológico (MO), como modelo mestre para os EDI e moldagens e registro dos PO com papel carbono (PC): 1 )Controle- PO obtidos no MO em MIH, com PC; 2)Digital - modelos e PO obtidos com EDI; 3) Gesso III - modelos confeccionados em GP tipo III, PO obtidos com PC; 4) Gesso IV - modelos confeccionados em GP tipo IV, PO obtidos com PC. Os modelos dos grupos em gesso foram montados em articulador semi-ajustável em MIH, para a obtenção, registro e contagem dos PO. Os resultados foram analisados estatisticamente (ANOVA e Tukey, α=0,05) e comparados com o grupo controle e entre si. Em todos os grupos, os elementos que apresentaram maior número de PO foram: 17; 18; 26; 28; 36; 38; 47; 48. Os grupos Digital e Gesso III apresentaram maior número de PO quando comparado ao grupo Gesso IV.
Conclui-se que o uso dos sistemas digitais, para EDI, e análise oclusal fornecem informações abrangentes, oferecendo precisão em comparação aos indicadores oclusais estáticos convencionais, quando comparados aos métodos tradicionais de análise oclusal por PO, sendo uma ferramenta útil na prática clínica.
(Apoio: CNPq)
PI0151 - Painel Iniciante
Área: 6 - Prótese

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 9

Análise biomecânica do diâmetro e diferentes retentores personalizados para restauração de dentes tratados endodonticamente sem férula
Roela AVT, Mazaro JVQ, Verri FR, Almeida DAF, Batista VES, Martins MD, Pellizzer EP, Lemos CAA
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo teve como objetivo avaliar a distribuição de tensões em dentes tratados endodonticamente restaurados com diferentes tipos e diâmetros de retentores intrarradiculares através do método dos elementos finitos tridimensionais. Foram simulados seis modelos representando um incisivo central superior com ausência de férula, variando o diâmetro (Ø 1,1 mm e Ø 1,5 mm) e os tipos de retentores (Pino Fibra de Vidro [PFV]; Pino Fibra de Carbono [PFC]; Núcleo Metálico Fundido [NMF]. Sobre os modelos foram aplicados carregamento de 100N realizado no sentido axial e oblíquo (45º) a 2mm da borda incisal. Para análise dos resultados dos retentores e do dente foram gerados mapas de tensão de von Mises (vM). Os PFC e NMF apresentaram altas concentrações de tensões ao longo do retentor, em comparação com PFV para ambos os carregamentos. Não foi observada influência do diâmetro para o aumento dos valores de tensões, porém, foi observado um aumento na área de concentração de tensões para os retentores com maior diâmetro, principalmente sobre o carregamento oblíquo. Em relação ao dente, as tensões se concentraram na região cervical da parede palatina sobre carga axial, enquanto no carregamento oblíquo as tensões se distribuíram em ambas as paredes estendendo até a região apical do dente. Não foram observadas influências do diâmetro ou retentores para o aumento das tensões na estrutura dentária.
O aumento do diâmetro não afetou a estrutura dentária e os retentores, porém, os PFV personalizados apresentaram melhor comportamento biomecânico em dentes com ausência de férula.
(Apoio: FAPs - FAPESP  N° 11/20947  |  PROPESQ- UFJF  N° 47636)
PI0152 - Painel Iniciante
Área: 6 - Prótese

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 9

Avaliação das características clínicas de usuários de Prótese Total atendidos na Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto
Sousa DE, Pontes VOL, Ribeiro AB, Paranhos HFO, Silva-Lovato CH
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O prognóstico favorável para retenção, suporte e estabilidade das próteses totais pode ser pré-estabelecido pela observação clínica dos tecidos de suporte, tecidos periféricos e de aspectos comportamentais dos indivíduos edêntulos. Este estudo transversal, exploratório e descritivo levantou as características demográficas e clínicas de pacientes desdentados usuários de prótese total. Foram coletados dados de 390 prontuários de indivíduos maiores de 18 anos, independente do sexo, atendidos na Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (USP) entre 2015 e 2020. Um formulário foi preenchido de acordo com a ficha clínica obtendo informações quanto à idade, sexo, estado civil, história médica e características clínicas. Os resultados indicaram média de idade dos indivíduos de 64 anos, 65,42% eram do sexo feminino e 49% casados; 71% fazia algum tratamento médico, 77% referiu queixa ligada à função e 89% utilizavam a mesma prótese por mais de 5 anos; a maioria dos pacientes foi classificada como receptivos (87%). Quanto ao exame clínico, 75% apresentou altura do rebordo maxilar normal e 67% apresentou a altura do rebordo mandibular baixo ou reabsorvido; 84% apresentou quantidade de saliva normal e 77% apresentou a saliva fluida.
De modo geral, pode-se verificar que, apesar da maioria das características serem favoráveis a um bom prognóstico, a maioria dos indivíduos apresentaram queixa ligada à função, o que pode estar relacionado à quantidade de osso do rebordo inferior e tempo de uso, além da possibilidade de dificuldades de adaptação do paciente.
(Apoio: CNPq  N° 161283/2020-9)
PI0153 - Painel Iniciante
Área: 6 - Prótese

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 9

Estabilidade de cor de silicones para uso em prótese bucomaxilofacial submetidos ao suor humano
Consoni LMC, Lopes BCS, Bueno RB, Dotta TC, Venezian GC, Menezes CC, Catirse ABCEB, Godoi APT
Odontologia - CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO HERMÍNIO OMETTO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo foi avaliar a cor de dois silicones com e sem pigmentação submetidos a solução simuladora de suor humano. 64 espécimes (n=8) foram confeccionados com auxílio de uma matriz metálica, sendo 32 de cada silicone (Ortho Pauher e Silastic 732 RTV). Metade das amostras foram pigmentadas intrinsecamente e a outra metade não. Na sequência, metade das amostras foram submetidas a imersão em suor humano por 198 horas a 37ºC em estufa. As leituras de cor (ΔE*) foram realizadas com espectrofotômetro no tempo inicial (T0) e final após 198 horas de imersão (T1). Os dados de ΔE* foram submetidos à ANOVA a 3 fatores, com nível de significância de 5%. Verificou-se que quando submetido ao suor, o silicone Ortho Pauher apresentou maior ΔE* quando pigmentado do que quando incolor. Para o silicone Silastic não houve diferença estatisticamente significante entre as condições de pigmentação tanto com suor como sem suor. O silicone Silastic apresentou maior ΔE* que o Ortho Pauher quando incolor, porém, quando submetidos ao suor, mas com pigmentação, o Ortho Pauher apresentou maior ΔE* que o Silastic. Nas mesmas condições de pigmentação e marca não houve diferença estatisticamente significante na cor para ambos os silicones quando exposto ou não à substância simuladora do suor.
Conclui-se que ambos os silicones apresentam alteração de cor com o passar do tempo, sendo que o pigmento tem influência nessa alteração, principalmente para o silicone Ortho Pauher quando submetido à solução simuladora de suor humano.
(Apoio: CNPq)
PI0154 - Painel Iniciante
Área: 6 - Prótese

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 9

Criação de base de dados faciais brasileira e análise de diferenças faciais entre os sexos e idades entre 41 e 65 anos por estereofotogrametria
Paludetto LV, Pucciarelli MGR, Cardoso JF, Caballero JT, Neppelenbroek KH, Oliveira TM, Murayama GYA, Soares S
Cirurgia Bucomaxilofacial e Implantodont - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A análise tridimensional da face a partir da estereofotogrametria vem sendo incorporada na Odontologia com o intuito de realizar mensurações mais precisas. Assim, o presente trabalho se propôs a levantar uma base de dados faciais brasileira para servir de parâmetro para futuros estudos e analisar as diferenças presentes entre ambos os sexos e diferentes idades. A análise foi realizada através do sistema portátil de câmera de estereofotogrametria Vectra H1 (Canfield Scientific, Inc, Fairfield, NJ, EUA) em 65 indivíduos divididos em 2 grupos: G1-24 indivíduos entre 41 e 50 anos e G2-41 indivíduos entre 51 e 65 anos. Estabeleceram-se comparações pertinentes de acordo com os fatores grupo (idade) e sexo. Os resultados obtidos foram submetidos ao teste-t independente com nível de significância de 5%. Não houve diferença estatística em relação ao fator grupo; já em relação ao fator sexo (35 mulheres e 30 homens) houve em 12 das 16 medidas lineares: terço médio da face (G-Sn), terço inferior da face (Sn-Gn), altura facial total (Tr-Gn), altura facial média (Ex-Ch') do lado direito e esquerdo, largura do filtro labial (Cphdir-Cphesq), largura da base do nariz (Aldir-Alesq), distância média facial (T-Sn) do lado direito e esquerdo, distância média facial inferior (T-Pg) do lado direito e esquerdo, todos com p=0,00, largura da boca (Chdir-Chesq), com p=0,01 e em 1 das 5 medidas angulares: convexidade facial inferior (Tdir-Pg-Tesq), com p=0,02.
Depreende-se que os homens possuem a maioria, mas não todas as métricas faciais consideravelmente maiores em relação às mulheres.
(Apoio: FAPESP  N° 2019/11144-0)
PI0155 - Painel Iniciante
Área: 6 - Prótese

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 9

A acurácia de modelos impressos via manufatura aditiva quando digitalizados com tomografia computadorizada de feixe cônico é variável?
Borges MSN, Freitas BN, Mendonça LM, Lacerda TJ, Leite FGJ, Oliveira Santos C, Tirapelli C
Materiais Dentários e Prótese - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O presente estudo teve como objetivo avaliar a acurácia de modelos dentais digitalizados com tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) e impressos com duas tecnologias de manufatura aditiva: Digital Light Processing (DLP) e Fused Deposition Modeling (FDM). Em um modelo mestre do tipo Typodont realizou-se medidas do tipo: ocluso-cervical, interarcos e mésio-distais com um paquímetro digital. Em seguida, com TCFC o modelo mestre foi digitalizado 10 vezes e as mesmas medidas realizadas no modelo mestre foram feitas nos 10 modelos digitais com o software RadiAnt®. Cada um dos 10 modelos digitais foi impresso com DLP ou FDM resultando em 20 modelos impressos, os quais foram medidos similarmente com paquímetro digital. Foi calculado o erro absoluto (EA) entre as medidas do modelo mestre, modelo digitais e modelos impressos. A comparação entre os EA foi feita usando One-way ANOVA e Tukey test. Os resultados mostraram que o EA variou significantemente entre todos os modelos para as medidas ocluso-cervical, interarcos e mesiodistais. O menor erro absoluto foi observado no modelo impresso via FDM e na medida ocluso-cervical na região de canino esquerdo (-0,001±0,04) e o maior EA foi notado na mensuração ocluso-cervical na região de 2° pré-molar no modelo digital (-0,74±0,03).
Foi possível concluir que a acurácia de modelos digitalizados usando TCFC e impressos via FDM ou DLP varia significativamente dependendo da tecnologia de impressão e da região de medida.
PI0156 - Painel Iniciante
Área: 6 - Prótese

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 9

Percepção visual de espelhamento de íris e o padrão de fratura de próteses oculares em relação a afinidade de dois materiais de pintura
Favrin M, Cometti GF, Pinto HG, Berard LT, Rabelo IJ, Gomes B, Medeiros IS, Dias RB
Cirurgia,prótese,traumato. Maxilofaciais - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O espelhamento de íris e a afinidade entre seus materiais de pintura determinam o sucesso de uma prótese ocular (PO).Avaliar a ocorrência de espelhamento de íris a olho nu e o comportamento dos materiais de pintura após uma fratura intencional. 12 próteses oculares foram confeccionadas e divididas em 2 grupos de acordo com o material utilizado para a pintura dos botões de íris. G1: pigmento mineral associado ao monopolye G2: tinta acrílica. Três avaliadores analisaram visualmente as amostras em 3 tempos: botões de íris pintados (T1), T1 centralizado sem ceroplastia (T2) e PO finalizada (T3) e classificaram com a presença ou não do espelhamento de íris. Em seguida as amostras foram segmentadas medindo 1mm x 1mm (CP) e realizada a fratura intencional do CP que revelou o padrão de fratura das amostras de cada grupo. Na análise visual, G1 apresentou amostras com espelhamento de íris em dois tempos (T2 e T3), porém a menor quantidade de amostras. Já G2 apresentou maior quantidade de amostras com espelhamento de íris, mas apenas em T3. O coeficiente de correlação de Pearson calculado foi +0,73. O teste T-Student calculado não foi estatisticamente significante (p>0,05). A microscopia óptica revelou que as fraturas apresentadas por G1 foram 44% mistas e 28% coesivas e adesivas, já G2 apresentou fraturas 68,6% adesivas, 31,4% mistas e não apresentou fraturas coesivas.
A pintura realizada no G2 é a mais recomendada por apresentar forte união com os materiais que compõe a PO, tanto na análise visual (com a menor ocorrência de falhas) quanto em microscópio (com a presença de fraturas coesivas).
(Apoio: CAPES)
PI0157 - Painel Iniciante
Área: 6 - Prótese

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 9

Distribuição de tensões em prótese obturadora de palato do tipo barra-clipe, retida por implantes: Análise por Elementos Finitos
Binda NC, Tribst JPM, Borges ALS, Dal-Piva AMO, Zeidler SLV, Ferreira CEA, Bottino MA, Villefort RF
FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A resposta mecânica de prótese obturadora de palato tipo barra-clipe, e barras de fixação em diferentes materiais, foi avaliada por Análise de Elementos Finitos. O modelo de maxila com defeito do Tipo IIb recebeu cinco implantes de hexágono externo, sobre os quais foi simulada uma barra em três materiais diferentes: PEEK (poli éter-éter-cetona), titânio e cobalto-cromo. A geometria foi importada para o software de análise e dividida em malha composta por elementos tetraédricos e nós. Os materiais foram assumidos como isotrópicos, elásticos e homogêneos e os contatos considerados colados. Após fixação do modelo na base do osso cortical, foi aplicada carga em duas regiões: área do cíngulo do incisivo central (magnitude de 100 N a 45 °); e superfície oclusal do elemento 26 (magnitude de 150 N; normal à superfície). A microdeformação e a tensão de von-Mises foram selecionados como critérios de análise. O carregamento posterior gerou maior microdeformação nos ossos cortical e medular, na região vestibular do implante mais distal no lado de aplicação da carga, independente do material simulado. O carregamento anterior apresentou menor microdeformação e mais implantes envolvidos na dissipação de carga.
O PEEK mostrou um comportamento promissor para o tecido ósseo e para a integridade da barra e do sistema barra-clipe. Entretanto, a concentração de tensões no parafuso protético pode representar aumento de risco de falha. O uso de cobalto-cromo pode reduzir a tensão no parafuso, mas aumenta a microdeformação óssea, enquanto o titânio apresenta comportamento intermediário.
(Apoio: CAPES  N° 10/2018  |  FAPs - FAPES  N° 83574662)