RESUMOS APROVADOS

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 2947 Resumo encontrados. Mostrando de 1661 a 1670


PN1264 - Painel Efetivo
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 17

Biocompatibilidade de um Cimento Ósseo a base de nano-Hidroxiapatitas Co-substituídas por Sr, Mg ou Zn
Dias AM, Canhas IN, Bruziquesi CG, Speziali MG, Sinisterra RD, Cortes ME
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A incorporação dos íons Sr2+, Mg2+ ou Zn2+ na rede da hidroxiapatita pode afetar seu desempenho biológico promovendo a adesão e a resposta celular nas primeiras fases da regeneração óssea. Este trabalho visou desenvolver um novo cimento ósseo biocerâmico composto de nano-Hidroxiapatitas (n-HAs) pura ou co-substituída por Sr2+/Mg2+ ou Sr2+/ Zn2+ associado ao fosfato de cálcio dibásico anidro e uma solução de quitosana/gelatina. As n-HAs foram sintetizadas pelo método de precipitação aquosa. Os cimentos foram desenvolvidos como pastas e a relação pó/líquido foi mantida numa consistência e maleabilidade adequadas. As n-HAs e os cimentos foram caracterizados físico-quimicamente, e a citotoxicidade in vitro foi avaliada em diferentes culturas de células. As n-HAs co-substituídas exibiram baixa cristalinidade e superfície de carga negativa. Os cimentos exibiram excelente resistência à lavagem e alta hidrofilicidade. As concentrações de Ca2+, Mg2+, Sr2+ e Zn2+ liberadas pelos cimentos estão dentro dos níveis ideais para promover a proliferação de osteoblastos. Eles induziram a formação de apatita e exibiram excelente biocompatibilidade em culturas de células fibroblásticas, endoteliais e osteoblásticas. Os cimentos contendo n-HAs co-substituídas exibiram excelente adesão celular, proliferação e atividade da enzima fosfatase alcalina.
O cimento contendo n-HA co-substituída por Sr2+/Mg2+ a 5% apresentou efeitos notáveis na atividade osteogênica, indicando que este novo biomaterial tem grande potencial para ser utilizado como substituto ósseo.
(Apoio: CAPES  |  CNPq  |  FAPEMIG)
PN1280 - Painel Efetivo
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 18

Protocolo progressivo de produção de matrizes sólidas-PRF (Fibrina Rica em Plaquetas) em tubos de plástico sem aditivos: análise mecânica
Limirio PHJO, Saboia-Dantas CJ, Costa MDMA, Linhares CRB, Silva MAFS, Oliveira HAAB, Dechichi P
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Protocolos de PRF, buscando favorecer o reparo tecidual, têm sido propostos variando força de centrifugação relativa (RCF - Relative Centrifugation Force) e tempo de centrifugação. Alteração de RCF e/ou tempo de centrifugação tem repercussão na porosidade, celularidade e resistência das membranas-PRF. Estudos têm mostrado que o material do tubo de coleta (vidro ou plástico) também interfere nas características da membrana gerada. O presente estudo avaliou a resistência mecânica de membranas-PRF produzidas a partir de concentrados fluidos, obtidos em tubos de plástico, sem aditivos. Participaram do estudo 5 indivíduos, que foram submetidos a 3 venopunções, em momentos diferentes (estudo em triplicata e pareado). Em cada venopunção, foram coletados cerca de 45ml em 9 tubos de plástico, sem aditivos, separados em três grupos, de acordo com o protocolo de centrifugação: 700g/12min (L-PRF), 350g/14min (GM350) e RCF progressiva de 60g a 700g/15min total (GMPRO). O PRF fluido, dos tubos de mesmo protocolo, foi aspirado e dispensado em formas padrão de PLA (ácido polilático). Os coágulos produzidos foram removidos das formas e prensados em PRF-box. As membranas obtidas foram submetidas a teste de tração, para avaliação da força máxima de rompimento. Na análise mecânica, foi observado que as membranas do grupo GMPRO apresentaram maior força de rompimento à tração, quando comparadas às dos grupos L-PRF (p=0,010) e GM350 (p=0,005).
Conclui-se que, o protocolo progressivo, produzido em tubos de plástico sem aditivos, forma membranas-PRF com maior resistência à tração.
(Apoio: CAPES)
PN1320 - Painel Efetivo
Área: 3 - Controle de infecção / Microbiologia / Imunologia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 25

Atividades farmacológicas antimicrobiana e antioxidante de méis orgânicos da Mata Atlântica brasileira
Rosalen PL, Silva CF, Alencar SM, Sardi JCO, Romario-Silva D
Biociências - FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliou-se a atividade antimicrobiana de duas amostras de méis orgânicos da Mata Atlântica brasileira (MO1 e MO2) contra microrganismos causadores de infecções nosocomiais e a capacidade antioxidante. A atividade antimicrobiana foi avaliada por microdiluição em caldo (Concentração Inibitória Mínima - CIM e Concentração Fungicida/Bactericida Mínima - CFM/CBM) contra as cepas: P. aeruginosa ATCC 27853, S. aureus ATCC 25923 e S. aureus MRSA ATCC 33591, C. albicans MYA 2876, C. parapsilosis ATCC 22019, C. krusei ATCC 6258, C. glabrata ATCC 90030 e C. tropicalis ATCC 750. A atividade antioxidante e toxicidade foram avaliadas pela capacidade de sequestro do radical ROO. (peroxila) e modelo in vivo de Galleria mellonella, respectivamente. Análise estatística foi por ANOVA one-way e pós-teste de Tukey (α<0,05). As duas amostras de mel apresentaram atividade antimicrobiana contra todas as cepas testadas com faixa de concentração entre 6 a 8% contra as bactérias e 25 a 60% contra os fungos. Os extratos de MO1 e MO2 foram capazes de sequestrar de forma eficaz ROO· com valores de 6,57 ± 0,43 e 6,34 ± 1,16 μmol Trolox/g, respectivamente (p>0,05). No ensaio de toxicidade os extratos mostraram-se seguros nas doses testadas até 10 g/kg.
Os méis orgânicos brasileiros de Mata Atlântica têm atividade antimicrobiana contra microrganismos que causam infecções hospitalares e atividade antioxidante promissoras. Estudos futuros são necessários para confirmar seu potencial funcional na terapia alternativa, assim como o mel de manuka da Nova Zelândia, único mel de grau médico.
(Apoio: CNPq  N° 306673/2019-3  |  CNPq  N° 141129/2017-4  |  CAPES  N° 88887476194/2020-00)
PN1321 - Painel Efetivo
Área: 3 - Fisiologia / Bioquimica / Farmacologia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 25

Estudo do metaboloma da saliva e urina em pacientes transplantados renais e sua associação com a doença periodontal
Marinho KCT, Alves LAC, Giovani EM
Doutorado Em Odontologia - UNIVERSIDADE PAULISTA - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Metaboloma é a coleta dos compostos de baixo peso molecular originários das vias metabólicas do organismo, de fármacos e de microrganismos da cavidade bucal. Extraídas de tecidos ou detectadas em fluidos corporais, medidas usando espectroscopia de ressonância magnética nuclear ou espectrometria de massa. O objetivo deste estudo foi avaliar o metaboloma da saliva e urina de pacientes transplantados renais e estabelecer uma possível relação com a doença periodontal. Trata-se de um estudo transversal, analítico e descritivo, com 61 pacientes, atendidos na Faculdade de Odontologia da Universidade Paulista, São Paulo, divididos em 4 grupos: GT: pacientes submetidos a transplante renal e sem doença periodontal (n=11); GTDP: pacientes submetidos a transplante renal e com doença periodontal (n=12); GC: indivíduos com função renal normal e sem doença periodontal (n=19); GCDP: indivíduos com função renal normal e com doença periodontal (n=19). O presente estudo identificou 23 metabólitos comuns aos grupos GT e GTDP, quando analisadas as amostras de saliva; e 30, nas amostras de urina, estando superexpressos os metabólitos da classe de benzenos e seus derivados. Os metabólitos expressos nos grupos com doença periodontal estão relacionados ao metabolismo bacteriano e a respiração celular anaeróbia.
Não houve diferença estatística entre os metabólitos salivares e urinários, quando comparados os 4 grupos, porém foi possível distinguir os metabólitos específicos para cada grupo e as relações entre eles.
PN1323 - Painel Efetivo
Área: 3 - Controle de infecção / Microbiologia / Imunologia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 25

Análise quantitativa dos patógenos periodontais no biofilme subgengival de puérperas: há associação com o nascimento de bebês prematuros?
Calixto NRV, Vidal FCB, Gomes Filho IS, Lopes FF, Alves CMC
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O estudo objetiva avaliar a presença e quantificação dos periodopatógenos Aggregatibacter actinomycetemcomitans (Aa), Porphyromonas gingivalis (Pg), Treponema denticola (Td), Tannerella forshytensis (Tf) no biofilme subgengival de puérperas com e sem bebês prematuros, com a finalidade de estimar a possível relação entre os parâmetros clínicos e microbiológicos da doença periodontal (DP) e o nascimento de bebês prematuros. Para isso foi realizado um estudo caso-controle com 183 mães de bebês nascidos em São Luís, Maranhão. As mães foram divididas em grupo caso (bebês com idade gestacional < 37 semanas) e grupo controle (bebês com idade gestacional ≥ 37 semanas). Foi realizado exame dos seguintes parâmetros periodontais: Profundidade Clínica de Sondagem (PCS), Nível de Inserção Clínica (NIC), Índice de Placa Visível (IPV) e Sangramento à Sondagem (SS). Amostras foram coletadas do biofilme subgengival dos quatro sítios mais profundos até 48 horas pós-parto e foram processadas por Reação em Cadeia da Polimerase em Tempo Real para presença e quantificação dos periodontopatógenos Aa, Pg, Td e Tf. Observou-se que houve uma correlação inversa entre Pg e idade gestacional no grupo controle. Na regressão logística pode-se verificar a associação entre o percentual de Tf e da Periodontite com a prematuridade. A porcentagem de PCS ≥ 4mm (p=0,002) e a porcentagem de NIC ≥ 5mm (p=0,002) foram parâmetros clínicos associados à prematuridade.
Houve associação significante entre a frequência de Tf e a periodontite com a prematuridade.
(Apoio: Fundação e Amparo à Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (FAPEMA)  N° 00491/12 e 01328/15)
PN1331 - Painel Efetivo
Área: 3 - Controle de infecção / Microbiologia / Imunologia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 26

Avaliação da eficácia da esterilização da escova de robson e da taça de borracha utilizadas na prática odontológica
Alvarez-Leite ME, Lanza GL, Vilela LJ
Odontologia - PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliou-se a eficácia da esterilização da escova de Robson e da taça de borracha por meio do calor úmido, utilizando-se o método qualitativo de cultura microbiológica, com o intuito de garantir a prevenção e o controle da infecção cruzada entre pacientes atendidos na Faculdade de Odontologia de ensino privado em Belo Horizonte. Os artigos foram esterilizados e distribuídos aos alunos das disciplinas de Biossegurança, de Manutenção em Periodontia e Técnico em Saúde Bucal, e, após a sua utilização, foram lavados, criteriosamente, em cuba ultrassônica, secos, embalados e re-esterilizados através do vapor saturado sob pressão (autoclave) e transportados ao laboratório de Microbiologia, onde foram processados em condições assépticas. Para avaliação da contaminação, os artigos foram imersos em tubos contendo caldo Brain Heart Infusion e incubados a 37o C em estufa bacteriológica, em condições de aerobiose. A leitura foi realizada em intervalos de 24-48-72 horas, observando-se a ausência ou a presença de turbidez. Do total de 111 artigos analisados, 50 artigos novos e sem prévia utilização foram considerados como grupo controle e após análise, nenhum apresentou contaminação depois de autoclavados. Das 31 escovas de Robson e 30 taças de borracha utilizadas nas clínicas, lavadas e esterilizadas em calor úmido, 4 (12,9%) escovas e 4 (13,3%) taças permaneceram contaminados mesmo após a esterilização.
Os resultados encontrados sugerem a inviabilidade de reutilização desses artigos, face à dificuldade de limpeza e consequente comprometimento de sua esterilização.
PN1334 - Painel Efetivo
Área: 3 - Controle de infecção / Microbiologia / Imunologia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 26

Estimação da prevalência de COVID-19 e práticas de controle de infecção entre dentistas paraguaios
Jara CM, Adorno CG, Lopez VRF, Díaz-Reissner C
Direção de Pesquisa - UNIVERSIDAD NACIONAL DE ASUNCIÓN
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Durante a pandemia por COVID-19 os dentistas foram identificados de risco muito alto de exposição ao realizar procedimentos geradores de aerossol em pacientes infecciosos. O estudo tem por objetivos identificar a prevalência de dentistas que apresentaram sintomas do COVID-19 no período da pandemia, inquirir sobre possíveis fontes de contágio e conhecer os mecanismos para prevenir a disseminação de COVID-19. Foram convidados dentistas com registro e prática clínica no Paraguai a participar de uma pesquisa online em dezembro do 2020. 428 dentistas responderam ao questionário, 84% eram mulheres. 29% dos participantes relataram sentir-se suficientemente preparados para atender um paciente COVID positivo no consultório, porém 26% relataram não se sentirem preparados. Um total de 53 (12%) participantes relataram ter contraído coronavírus. A principal fonte de contágio foi o núcleo familiar (47%). O 1,9% foram durante o atendimento no consultório. Os principais sintomas foram dor de cabeça (90%), perda do olfato (84%) e fadiga (82%). As medidas de controle da infecção mais prevalentes foram a desinfecção da cadeira odontológica (97%), uso de peroxido de hidrogênio no paciente (59%) e uso de máscaras tipo KN95 (49%) e N95 (22%).
A prevalência de COVID-19 e as taxas de positividade do teste vinculadas à atenção odontológicas foram baixas entre os dentistas paraguaios. Isso poderia indicar que as recomendações atuais de controle de infecção podem ser suficientes para prevenir a infecção em ambientes odontológicos. A principal fonte de contágio foi o núcleo familiar.
PN1342 - Painel Efetivo
Área: 3 - Controle de infecção / Microbiologia / Imunologia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 27

Necrose pulpar em dentes hígidos de indivíduos com anemia falciforme: existe presença de bactérias?
Costa CPS, Alves MS, Valois EM, Lima-Neto LG, Monteiro Neto V, Souza SFC
CENTRO UNIVERSITÁRIO DO MARANHÃO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar a presença de bactérias em dentes permanentes hígidos com necrose pulpar (NP) em indivíduos com anemia falciforme (AF) por meio de parâmetros clínicos, imagenológicos e microbiológicos. Trata-se de um estudo transversal aninhado a uma coorte (Journal of Endodontics, 2013, 39, 177). Foram selecionados dez pacientes com pelo menos um dente com coroa intacta e NP diagnosticada por meio da oximetria pulpar e do teste térmico de sensibilidade ao frio (n=27 dentes). Alterações na câmara pulpar, raiz e ligamento periodontal foram identificadas na análise tomográfica. A cultura bacteriana e a reação em cadeia da polimerase em tempo real foram empregadas para identificar a presença de bactérias nos canais radiculares. As amostras foram coletadas imediatamente após o acesso à câmara pulpar. O microbioma foi analisado com um sequenciador MiSeq. O diagnóstico de NP foi confirmado clinicamente em 82% (22/27) dos dentes. A quantidade de carga bacteriana identificada foi inferior a 100 cópias/μL em 23% (5/22) dos dentes. Foram identificadas 13 espécies bacterianas comumente encontradas no trato intestinal, infecção urogenital, septicemia e endocardite infecciosa. Apenas uma dessas espécies, Granulicatella adiacens, faz parte da microbiota de infecções endodônticas primárias.
Conclui-se que as análises clínicas, imagenológicas e microbiológicas prospectivas sugerem que a NP em dentes permanentes hígidos de indivíduos com AF não é causada pela presença de bactérias.
(Apoio: FAPs - FAPEMA  N° 00666/14)
PN1346 - Painel Efetivo
Área: 3 - Fisiologia / Bioquimica / Farmacologia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 27

Desenvolvimento e validação de uma escala brasileira de conhecimento de dentistas sobre doping esportivo
Rabello TB, Jural LA, Soares TRC, Coqueiro RS, Pithon MM, Maia LC
Clínica Odontológica - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste trabalho foi desenvolver e validar a Brazilian Knowledge Scale about Sports Doping in Dentistry (BKSSDD). Baseada na listagem de substâncias de uso proibido por atletas segundo a Agência Mundial Antidoping, uma escala com 12 medicamentos de uso odontológico foi construída, cujo score varia entre 0-12. A escala teve suas propriedades analisadas em um estudo piloto, avaliando-se: efeitos floor e ceiling; validade convergente (VC) e discriminante (VD) e confiabilidade por meio da consistência interna (teste-reteste). Além disso, coletou-se a autoavaliação do conhecimento dos dentistas sobre doping, variando entre 1 e 5. Foram incluídos 135 dentistas com idade média de 37,9 anos, sendo o reteste aplicado a 50 deles. Dentre os participantes, 23,7% obtiveram 0 pontos na BKSSDD, caracterizando a presença de efeito floor. A VC apresentou correlação positiva e forte (rspearman = 0,57; p < 0,001) entre o escore BKSSDD e autoconhecimento sobre doping. A VD mostrou diferença significativa no escore da BKSSDD entre dentistas que realizam cirurgias com maior frequência (p=0,0018). O alfa de Cronbach para a escala total foi de 0,89. Os coeficientes de correlação entre os itens e o escore total variaram de 0,47 a 0,72. Os escores BKSSDD para o teste e o reteste foram 4,30 (DP = 3,08) e 4,80 (DP = 2,84), respectivamente, e o CCI foi 0,75 (p < 0,001; IC95%: 0,56 - 0,86).
Os resultados mostram que a BKSSDD é válida para a avaliação do conhecimento de dentistas brasileiros sobre doping esportivo e que, neste estudo, os profissionais apresentaram baixo domínio sobre o assunto.
(Apoio: CNPq  N° 147858/2020-8  |  CNPq  N° 309800/2019-6  |  CNPq  N° 310225/2020-5)
PN1348 - Painel Efetivo
Área: 3 - Controle de infecção / Microbiologia / Imunologia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 27

Eritrosina como fotossensibilizador para terapia fotodinâmica antimicrobiana com diodos emissores de luz azul
Gonçalves MLL, Santos EM, Prates RA, Horliana ACRT, Motta LJ, Mesquita Ferrari RA, Fernandes KPS, Bussadori SK
Odontologia - UNIVERSIDADE METROPOLITANA DE SANTOS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Esse estudo tem o objetivo de testar a absorbância de uma nova composição de eritrosina, seu pH, viabilidade celular e potencial contra Candida albicans quando irradiada com diodo emissor de luz (LED) azul. Para os testes de pH e absorbância, a eritrosina foi preparada na concentração de 0,03/ml. As células da cepa L929 foram cultivadas e o ensaio alamarBlue® foi realizado para avaliar a viabilidade celular. Para a execução do ensaio microbiológico, foi selecionada a cepa de C. albicans ATCC 90028. As suspensões de levedura foram divididas nos seguintes grupos: controle sem irradiação ou fotossensibilizador, grupo irradiado sem fotossensibilizador, grupo fotossensibilizador sem irradiação e grupos que receberam fotossensibilizador e irradiação, chamados grupos aPDT. A eritrosina não teve alterações significativas no pH ou na absorbância (400nm) após a irradiação com um LED azul. Em se tratando da viabilidade celular, no primeiro dia, o grupo que entrou em contato com o corante e irradiado com o LED em potência mínima foi o que apresentou maior proliferação celular. No dia 3, ambos os grupos irradiados (máxima e mínima potência) apresentaram a maior proliferação celular. No ensaio microbiológico com C. albicans, os grupos aPDT passaram a apresentar redução microbiana após 60 e 90 s de irradiação e quando irradiados por 120 s, foram encontrados 6 logs de redução microbiana.
A eritrosina em questão é um fotossensibilizador em potencial, com estabilidade de pH, absorbância de luz azul, viabilidade celular e eficácia contra C. albicans.