COVID-19 em ambiente odontológico: avaliação da conscientização e das percepções de brasileiros durante a primeira onda da pandemia no país
Franco NSJ, Souza-Gabriel AE, Gambarini L, Rodrigues WF, Corona SAM
Odontologia Restauradora - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Uma vez que o risco de contágio da COVID-19 em consultórios odontológicos é alto, os objetivos desse estudo foram avaliar a conscientização e as percepções, correlacionadas à aspectos sociodemográficos, de brasileiros em relação à COVID-19 e suas medidas de prevenção de transmissão em ambiente odontológico. Um questionário foi disponibilizado em uma plataforma online por 18 dias (6 a 23 de Agosto de 2020) e acessado por voluntários através de um link que ficou disponível em redes sociais durante o período de coleta de dados. Além disso, o link foi enviado via aplicativo de mensagens para pacientes de clínicas públicas e particulares. Foi realizada a análise descritiva dos dados pelas frequências absolutas e relativas das variáveis. As hipóteses foram testadas pelos testes Qui-quadrado, Exato de Fisher ou Qui-quadrado com correção de Yates. Foram obtidas 2557 respostas. Os voluntários demonstraram conhecimento das medidas que devem ser adotadas para a prevenção da transmissão da COVID-19 em consultórios odontológicos. Homens e idosos se apresentaram mais dispostos a ir ao dentista em situações de risco de estarem infectados. A ausência de sintomas gerou dúvidas sobre a necessidade de cancelar uma consulta odontológica em situações de risco. Fatores sociodemográficos influenciaram no medo de comparecer às consultas odontológicas na pandemia e na percepção do risco de contágio no ambiente odontológico. Os voluntários estavam conscientes quanto à da gravidade da pandemia e quanto às medidas preventivas que deveriam ser adotadas nos consultórios odontológicos. (Apoio: CAPES N° 8888748033120200)PN0903 - Painel Aspirante
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9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Avaliação dos conhecimentos da população sobre os mitos e verdades relacionados ao sono
Ribeiro-Lages MB, Jural LA, Magno MB, Fonseca-Gonçalves A, Pithon MM, Coqueiro RS, Serra-Negra JMC, Maia LC
Odontopediatria - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Foi desenvolvida e validada uma escala que avaliava o conhecimento da população sobre os mitos e verdades relacionados ao sono (EMVS). Os aspectos de aceitabilidade, propriedades discriminantes, consistência interna, confiabilidade e validade de construto foram avaliados. Após a validação, um estudo transversal foi realizado envolvendo 1965 participantes acima de 18 anos. O instrumento foi divulgado usando SurveyMonkey através das redes sociais e WhatsApp, e continha perguntas sociodemográficas e a escala continha 15 perguntas sobre características gerais do sono e sobre fatores que influenciam e são influenciados pelo sono, inclusive na área de odontologia. A pontuação total variou de 0 a 60 pontos, pontuações maiores representam maior conhecimento dos conceitos de sono. Os dados foram analisados descritivamente e com Teste t de Student, e ANOVA one-way (p<0,05). A EMVS apresentou alta aceitabilidade, boas propriedades discriminantes, consistência interna satisfatória, boa confiabilidade e validade de constructo. O escore total variou de 24 a 58 (41,33±5,18), e foi dividido em quintil, onde 23,9% participantes pontuaram abaixo do escore 38. Houve diferença estatística entre os grupos para as variáveis grupo etário, região onde nasceu, cidade onde reside, escolaridade, religião e área de odontologia. Adultos acima de 28 anos, da região sul do país, que moram em capitais ou regiões metropolitanas, com ensino superior e pós-graduação, sem religião e da área de odontologia apresentaram maior conhecimento sobre mitos e verdades sobre o sono. (Apoio: CAPES N° 001)PN0904 - Painel Aspirante
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9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Análise da informação relacionada à Cárie da Primeira Infância no Youtube
Aguirre PEA, Anibal I, Strieder AP, Lotto M, Rizzato VL, Rios D, Cruvinel T
Odontopediatria, Ortodontia e Saúde Cole - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - BAURU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O presente estudo objetivou analisar a completude da informação de vídeos postados no Youtube sobre cárie da primeira infância (CPI). Os vídeos do Youtube foram pesquisados em português usando uma estratégia de busca específica com termos relacionados à CPI. Critérios estritos de inclusão e exclusão foram aplicados para selecionar os vídeos para a avaliação final. Os vídeos foram analisados usando uma pontuação de 17 para avaliar a quantidade de informação sobre a doença, de acordo com as diretrizes da Declaração do Bangkok da IAPD e da Academia Americana de Odontopediatria (AAPD). Dos 60 vídeos coletados, 43 vídeos atenderam os critérios de inclusão. A pontuação média foi de 4,88. De acordo com o tipo de conteúdo, 90.70% dos vídeos abordaram métodos de prevenção, 74.40% a etiologia da CPI e apenas 10% explicaram sobre as opções de tratamento. A maioria dos vídeos foram realizados por profissionais de saúde (67.40%). O tópico mais abordado foi sobre a escovação (55.80%) e o menos discutido foi amamentação prolongada (2.30%). Em média, a duração dos vídeos foi de 05:05 minutos. Os 43 vídeos foram vistos em média 26436,84 vezes e a taxa de interação dos espectadores foi de 2.45. De maneira geral, os vídeos tiveram pontuação baixa, indicando baixa qualidade das informações apresentadas. Embora a maioria dos vídeos tenham sido realizados por profissionais de saúde, seu conteúdo não era completo ou preciso. Os profissionais devem aconselhar seus pacientes a interpretar cuidadosamente as informações publicadas na Internet. (Apoio: FAPs - FAPESP N° 2018/02563-6)PN0906 - Painel Aspirante
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9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Avaliação das mudanças de práticas odontológicas durante a pandemia de Covid-19
Rossato MDS, Gregorio D, Almeida-Pedrin RR, Maia LP, Poli Frederico RC, Berger SB, Fernandes TMF
UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Dentistas são profissionais de saúde com alto risco de infecção e transmissão da doença coronavírus-19 (COVID-19). O objetivo principal do presente estudo foi avaliar as mudanças na prática clínica feitas por dentistas brasileiros durante a pandemia de COVID-19. Um questionário online foi enviado aos dentistas de todo território nacional usando os Formulários Google no período de 22 de junho a 13 de julho de 2020. Um total 1.178 dentistas responderam a perguntas sobre seus conhecimentos e experiências clínicas relacionadas ao COVID-19. Os dados foram analisados por meio dos testes Qui-quadrado, Exato de Fisher ou Kruskal-Wallis, com nível de significância de 5%. Os dentistas brasileiros reportaram mudanças significativas em suas práticas odontológicas, 98% adotaram medidas de biossegurança adicionais em seus consultórios, aumentando também os custos operacionais para 88,3% deles. Um maior desconforto devido ao uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) adicionais durante a pandemia foi relatado por 58,6%, além disso, 84,2% reduziram suas horas de trabalho. Concluiu-se que o os dentistas diminuíram sua carga de trabalho, usaram EPIs adicionais e utilizaram medidas extras de biossegurança. (Apoio: CAPES | CNPq)PN0908 - Painel Aspirante
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9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
As famílias brasileiras pretendem enviar seus filhos à escola caso retorne o ensino presencial durante a pandemia? Um estudo transversal
Ribeiro CDPV, Silva CA, Santos KS, Lima VAS, Kammer PV, Bezerra ACB, Bolan M, Massignan C
Medicina Biofotônica - UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo do estudo transversal foi avaliar os fatores que influenciam na decisão das famílias brasileiras em manter seus filhos em casa caso as escolas voltem ao ensino presencial. Foram enviados questionários via redes sociais WhatsApp, Instagram e Facebook para famílias com crianças de 3-10 anos com perguntas relacionadas à confiança dos pais na capacidade da escola prevenir infecção por Covid-19, ser capaz de promover interação social adequada, atender o calendário acadêmico, dados socioeconômicos e sobre a forma de trabalho durante a pandemia. Análise descritiva e modelo de regressão logística binária (backward) foram aplicadas. Entre os 466 responsáveis maiores de 18 anos de todos os estados brasileiros que responderam, 126 reportaram que seus filhos não retornaram à aula presencial. Entre esses, 44 (35,8%) manteriam os filhos em casa caso retorne o ensino presencial. Após ajustar para renda, escolaridade, trabalho durante a pandemia, responsabilidade sobre as atividades domésticas e confiança na manutenção do calendário acadêmico, os pais que não confiam que a escola será capaz de prevenir infeção por Covid-19 (OR:11.83; 95%CI:12.47-56.49; P<0.01) e aqueles que não confiam que a escola será capaz de promover interação social adequada (OR:4,47; 95%CI:1.20-16.54; P=0.02) tem mais chance de manterem os filhos em casa. Mais de um terço dos pais pretendem manter os filhos em casa no caso de retorno às aulas presenciais. A não confiança de que a escola será capaz de prevenir infeção por Covid-19 e promover interação social adequada estão associadas à decisão. (Apoio: Decanato de Pesquisa e Inovação, Universidade de Brasília N° EDITAL COPEI-DPI/DEX n.01/2020)PN0909 - Painel Aspirante
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9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Associação entre qualidade dos materiais educativos em mídia social e casos de COVID19: Uma análise de série temporal
Silva LT, Marinho AMCL, Braga NS, Assunção CM, Santos TR, Abreu MHNG, Ferreira FM
Odontopediatria - UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Uma pandemia causada por um novo vírus provoca incerteza e ansiedade. A pandemia de COVID-19 vem impactando a sociedade como um todo, sobretudo a classe Odontológica, que tem maior exposição ocupacional. Para mitigar o pânico e encorajar ações comportamentais adequadas, a comunicação é crítica. Este estudo objetivou avaliar materiais educativos publicados nos perfis oficiais do Ministério da Saúde e da ANVISA no Instagram e a evolução de novos casos de COVID-19 nos 6 primeiros meses da pandemia no Brasil. A qualidade das postagens educativas foi avaliada pela versão brasileira do Índice de Comunicação Clara (BR-CDC-CCI) e o número de novos casos foi coletado no site https://covid-calc.org/. A associação entre o indicador de evolução da pandemia e a qualidade das postagens educativas deu-se por meio de modelos estatísticos de séries temporais quinzenais. No modelo múltiplo ajustado pela quantidade de publicações disponibilizadas e engajamento do público, observou-se associação inversa entre a qualidade dos materiais educativos e o número de novos casos ao longo do tempo, ou seja, quanto pior a qualidade das postagens maior o número de novos casos (p<0,001). Conclui-se que os órgãos oficiais deveriam dar mais atenção a qualidade da informação disponibilizada nas mídias sociais para ajudar no controle da pandemia de COVID-19. (Apoio: CAPES | CNPq | FAPEMIG)PN0910 - Painel Aspirante
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9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Avaliação da saúde bucal e do perfil de ansiedade de pacientes atendidos em serviço público
Florentino MF, Peruzzo DC, Ramacciato JC, Ciotti DL, Bergamaschi CC, Bastos TG, Motta RHL
Odontologia - FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo do presente estudo foi avaliar a saúde bucal e o perfil de ansiedade de pacientes atendidos em serviço público de João Pessoa/PB. Foram avaliados 200 pacientes (100 mulheres e 100 homens) com necessidade de tratamento odontológico. Na avaliação clínica foi realizada uma estratificação dos estágios e graus da doença periodontal. A avaliação da ansiedade foi realizada por meio da aplicação de diferentes formulários (Inventário de Ansiedade (IDATE) Traço-Estado, escala de Corah, Escala Analógica Visual de Ansiedade e a Escala Modificada de Ansiedade Dental). Os dados obtidos foram submetidos à análise estatística com nível de significância de 5%. Houve correlação muito forte (rS≥0,8) entre todas as escalas utilizadas, indicando que os instrumentos detectaram de forma similar a ansiedade dos pacientes. Foi observada maior idade para os pacientes com alta ansiedade (p<0,0001). O número de dentes perdidos (p<0,0001) e o número de dentes cariados (p<0,05) foram maiores nos pacientes mais ansiosos, sendo que o número de dentes restaurados foi menor nos pacientes menos ansiosos (p<0,01). O índice de sangramento (p<0,0001), índice de placa (p<0,0001) e profundidade de sondagem (p<0,0001) foram maiores para os pacientes mais ansiosos em comparação aos demais pacientes. Foi possível observar no presente estudo uma relação entre ansiedade dental e pior saúde bucal dos pacientes avaliados, sendo que os pacientes mais ansiosos apresentaram piores índices periodontais e maior número de dentes perdidos e cariados.PN0911 - Painel Aspirante
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9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Impacto do tratamento odontológico na qualidade de vida de crianças assistidas em mutirões da "Missão Sorrisos"
Amorim AC, Zanin L, Oliveira A MG, Flório FM
Mestrado - FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo foi avaliar o impacto na qualidade de vida tratamento odontopediátrico nos mutirões da ONG Missão Sorrisos. Estudo epidemiológico, longitudinal e quantitativo. Amostra não probabilística de 143 pares de crianças e pais. Os participantes foram selecionados em 7 eventos mensais da ONG, organizados em áreas vulneráveis de Goiânia. Antes do atendimento (T0) as crianças e os pais responderam, por entrevistas independentes face-a-face, as respectivas versões brasileiras do Scale of Oral Health Outcomes for 5-year-old children (SOHO-5). O tratamento odontológico em consultório portátil foi realizado em única sessão. Quatro semanas após o evento (T1), os instrumentos foram reaplicados por contato telefônico. As comparações entre os escores do SOHO-5 antes e após o atendimento foram realizadas pelo teste não paramétrico de Wilcoxon pareado. Modelos de regressão logística simples foram estimados entre as variáveis sociodemográficas e os desfechos percepção dos pais e dos filhos sobre a melhora na saúde bucal após o atendimento. Em T0, a dificuldade para comer foi a mais sentida pelos pais e crianças atendidas (51%;50%) e entre aqueles que notaram alguma dificuldade, a imensa maioria relatou melhora em T1. A percepção de melhora na saúde bucal foi maior entre os pais (OR5,96; IC95%: 1,32-26,84) e os filhos pais (OR5,76;IC95%: 1,28-25,95) que não estão ativos profissionalmente. Conclui-se que o atendimento em um único dia em mutirões da "Missão Sorrisos" resultou em melhoras significativas na QV de crianças.PN0912 - Painel Aspirante
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9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Covid-19: Dimensionamento da automedicação preventiva e seus fatores associados
Bottós AM, Garbin AJI, Saliba TA, Garbin CAS
Odontologia Preventiva e Restauradora - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Diante da pandemia da Covid-19, a prática da automedicação, sustentada no medo e no insuficiente conhecimento científico, tem se tornado altamente habitual, configurando um problema de saúde pública. O objetivo deste estudo foi dimensionar a prevalência da prática da automedicação na população adulta hipertensa e diabética, acompanhada pela atenção primária à saúde, diante da mudança de estilo de vida em tempos de pandemia. Trata-se de um estudo epidemiológico, transversal e quantitativo, realizado na atenção primária em saúde em um município do Estado de São Paulo, com um total de 363 entrevistados. Como instrumento da coleta foi utilizado um questionário estruturado e dimensionado em blocos temáticos, aplicado via telefone. Para estatística foram empregadas a análise bivariada (Qui-quadrado) e frequências relativas e percentuais. Dos 363 participantes, 61,70% afirmaram ter tomado medicamentos sem prescrição, como forma de prevenção ao covid-19, estabelecendo associação ao nível de escolaridade e idade (p= <0.0001). A média de idade observada foi de 62,49 anos e 44,08% possuíam ensino fundamental incompleto. Conclui-se que mais da metade dos pacientes pertencentes ao grupo de risco (hipertensão e diabetes) e assistidos pela atenção primaria à saúde fez uso de medicamentos sem prescrição, demonstrando uma maior vulnerabilidade ao se tratar de idade e nível de conhecimento.PN0913 - Painel Aspirante
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9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Impacto da pandemia da COVID-19 na produção de procedimentos odontológicos especializados nos municípios de grande porte do Paraná
Avais LS, Dias KS, Silva-Junior MF, Baldani MH
Odontologia - UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo do estudo foi analisar a provisão de serviços odontológicos especializados antes e durante a pandemia da COVID-19 nos municípios de grande porte com Centros de Especialidades Odontológicas (CEO) do Paraná. O estudo ecológico analisou os procedimentos ambulatoriais descritos na Portaria do Ministério da Saúde n. 1464/2011 dos dez municípios paranaenses com mais de 100 mil habitantes nos meses de 2019 e 2020. As taxas dos procedimentos foram padronizadas pela população dos municípios: x1000/habitantes para cirúrgicos, periodontais e endodônticos, e x10000/habitantes para os de atenção básica. As diferenças entre as taxas anuais e a série histórica nos dois anos foram analisadas com os testes de Wilcoxon e de Spearman (p<0,05). Houve redução significativa na provisão dos procedimentos especializados entre 2019 e 2020, maiores para os procedimentos de atenção básica (rho = -0,70; p<0,001) e endodôntico (rho = -0,63; p=0,001), e menores para os periodontais (rho = -0,62; p = 0,001) e cirúrgicos (rho = -0,58; p = 0,003). Para todos os grupos de procedimentos ocorreu maior redução nas taxas entre os meses de março e abril de 2020. Nos meses seguintes houve recuperação, no entanto, sem retorno aos valores médios das taxas de 2019. As maiores reduções ocorreram nos municípios de Curitiba e São José dos Pinhais, e menores em Cascavel e Ponta Grossa. Durante a pandemia da COVID-19, houve um impacto na produção de procedimentos odontológicos especializados nos municípios paranaenses de grande porte com CEO, principalmente nos procedimentos conservadores.