Susceptibilidade de manchamento de lesões de mancha branca infiltradas por resina após clareamento dental
Moecke SE, Andrade DS, Correia AMO, Andrade ACM, Borges AB, Torres CRG
Odontolodia Restauradora - INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA / ICT-UNESP-SJC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Avaliar a susceptibilidade de manchamento de lesões de mancha branca naturais infiltradas por resina (LMBIR) após clareamento dental. 50 dentes humanos extraídos, com lesões de mancha branca naturais, receberam a infiltração de resina (Icon, DMG). Os espécimes foram então divididos aleatoriamente em dois grupos (n=25). No primeiro grupo nenhum tratamento foi realizado. A cor da LMBIR e área circundante do esmalte (CE) foram avaliadas por método fotográfico, obtendo os valores das coordenadas L*, a*, b*. No segundo grupo os espécimes foram submetidos ao clareamento dental (CD) com peróxido de hidrogênio 35% (Whiteness HP, FGM) e foram armazenados em água ultrapura por 7 dias. As cores da LMBIR e CE foram então avaliadas. Todos os espécimes foram imersos em solução de manchamento ADA por 14 dias. Após esse período a cor foi novamente avaliada. A variação de cor (ΔE) foi analisada para LMBIR e CE de cada grupo. Os dados foram analisados por meio de ANOVA a dois fatores, para (LMBIR e CE) p=0.000 e para clareamento dental (sem x com) p=0.44. Os resultados do teste de Tukey para esmalte foram: CE - 6.42a, LMBIR - 10.74b. As médias de ΔE para os grupos foram: sem CD/CE - 5.36a, com CD/CE - 7.12ab, com CD/RIWSL - 10.63bc, sem CD/RIWSL - 10.85c. Lesões de mancha branca infiltradas por resina são mais susceptíveis ao manchamento que o esmalte integro, porém o clareamento não aumenta essa susceptibilidade. (Apoio: FAPs N° 2018/06961-6 )PN0285 - Painel Aspirante
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5 - Dentística
Efeitos dos protocolos de irrigação durante o preparo do espaço para pino na interface adesiva: um estudo in vitro
Gelio MB, Ramos ATPR, Castro-Núñez GM, Silva JKA, Teles ILGS, Kuga MC
Odontologia Restauradora - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O preparo do espaço protético para cimentação de pinos deve ser feito com técnicas que não interfiram na adesão. Técnicas com diferentes métodos de irrigação foram avaliadas por meio do número dos túbulos dentinários abertos e presença de resíduos na superfície dentinária, visto que a literatura não está definida. O propósito foi avaliar a resistência de união da cimentação de pino de fibra de vidro em raízes bovinas, utilizando 3 protocolos de irrigação diferentes: sem irrigação (WI), irrigação alternada (AI) e irrigação contínua (CI). 30 dentes (n=10) foram submetidos a microscopia eletrônica de varredura (MEV), avaliando a incidência de resíduos e o número de túbulos dentinários desobstruídos. Em 30 foram feitos os protocolos de cimentação do pino de fibra e submetidos ao teste de push out e avaliação do padrão de fratura. A análise estatística foi realizada usando ANOVA e Tukey. Todos os protocolos possuíram incidência de resíduos similares, independente dos protocolos, contudo WI apresentou um número menor de túbulos dentinários abertos nos terços médio e cervical. O número de túbulos dentinários abertos foi similar em todos protocolos no terço apical. WI apresentou a menor adesão nos terços cervical e médio. Já CI, mostrou melhor adesão no terço apical. O protocolo aplicado sem irrigação demonstrou efeito negativo à adesão do sistema de cimentação de pino.PN0286 - Painel Aspirante
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5 - Materiais Dentários
Efeito da própolis associada ao Biosilicato na atividade gelatinolítica e na resistência à degradação enzimática da interface adesiva
Geng-Vivanco R, Tonani-Torrieri R, Sousa ABS, Marquele-Oliveira F, Panzeri FC
Académico de Clínica Estomatológica - UNIVERSIDAD PERUANA CAYETANO HEREDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O estudo avaliou o efeito da própolis associada ao Biosilicato na atividade gelatinolítica e na degradação enzimática da interface adesiva. Para zimografia in situ, molares foram preparados e separados em oito grupos conforme tratamento prévio ao adesivo universal (Single Bond Universal, 3M): Controle - Adesivo; CHX - Cloredixina 0,12%; Bio - Biosilicato 10%; P16 - Própolis com 16% de polifenóis; P45 - Própolis com 45% de polifenóis; CHXBio - CHX+Bio; P16Bio - P16+Bio; P45Bio - P45+Bio. Após restauração, foram obtidas secções da interface adesiva que foram incubadas com gelatina fluorescente. A atividade enzimática foi avaliada por microscopia de fluorescência e software (ImageJ). A degradação enzimática foi avaliada em amostras dentinárias desmineralizadas que foram separadas nos oito grupos. A degradação foi analisada por diferença de massa antes e após tratamentos e incubação em colagenase. Todos os resultados foram analisados (One-way ANOVA, p<.05). Houve menor atividade gelatinolítica nos grupos experimentais e maior no grupo Controle (p<.05). Houve menor degradação nos grupos tratados com própolis e suas associações com Biosilicato, diferente (p<.05) dos grupos Controle, CHX e Bio, que apresentaram maior degradação. O tratamento com própolis e suas associações preservou a dentina e diminuiu a atividade proteolítica na interface adesiva. (Apoio: FAPESP N° 2017/14417-1)PN0288 - Painel Aspirante
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5 - Dentística
Análise do grau de cooperação durante o clareamento dental caseiro: ensaio clinico randomizado
Pavani CC, Sundfeld-Neto D, Santin GC, Machado LS, Pini NIP, Bertoz APM, Schott T, Sundfeld RH
Dentística e Endodontia - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo deste estudo foi avaliar o grau de cooperação dos pacientes submetidos ao clareamento dental utilizando gel de peróxido de carbamida a 10% por 21 dias consecutivos. Sessenta e seis voluntários de ambos os sexos, de 18 a 22 anos, foram distribuídos aleatoriamente em três grupos de estudo(n=22), onde os pacientes foram instruídos a usar as moldeiras durante 2 horas diárias (GI), 4 horas (GII) e 8 horas (GIII). Nas moldeiras haviam micro sensores Theramon utilizados para mensurar o tempo de uso diário das moldeiras/produto clareador de cada voluntário, que ao final do tratamento foram exportados para o programa Excel e categorizados de acordo com escores em cada dia do tratamento: 0 - não utilizou as moldeiras, 1 - utilizou pelo tempo recomendado, 2 - utilizou por um período menor e 3 - utilizou por um período maior que o recomendado. Os dados foram submetidos ao teste qui-quadrado para análise estatística. Não houve diferença estatística entre os tempos de uso das moldeiras superior e inferior durante os 21 dias, independentemente do grupo em que os pacientes foram alocados. A presença de diferença estatisticamente significante (p <0,001) foi observada entre o grau de cooperação diário do paciente nas moldeiras superior e inferior e os tempos de uso proposto das moldeiras de acetato/produto clareador. Os voluntários tendem a não seguir corretamente o tempo de uso prescrito das moldeiras de acetato/produto clareador, porém apresentam maior grau de cooperação em menores tempos de uso. (Apoio: FAPs - FAPESP N° 2017/03483-3)PN0289 - Painel Aspirante
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5 - Dentística
Efeito da adição de dimetilsulfóxido em adesivos simplificados na adesão dentinária após três anos de armazenamento
Wendlinger M, Szesz AL, Araujo LCR, Brito GMAP, Cardenas AFM, Siqueira FSF, Reis A, Loguercio AD
Odontologia - UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Avaliar o efeito da inclusão de duas concentrações diferentes de dimetilsulfóxido (DMSO) em sistemas adesivos simplificados na estabilidade da adesão após 3 anos de armazenamento. 42 molares foram divididos em 6 grupos experimentais (n=7) de acordo com: 1) Sistema adesivo (Adper Single Bond 2 [SB], Prime & Bond 2.1 [PB]); 2) Concentração de DMSO (grupo controle-DMSO a 0,0%; adição de DMSO a 0,2% [0.2] e DMSO a 2% [2.0]. Os dentes foram restaurados e seccionados em forma de palitos de resina-dentina e testadas sob resistência de união (µTBS) e nanoinfiltração (NI) por MEV imediatamente e após três anos de armazenamento em água. Os dados foram submetidos a ANOVA 3-fatores e teste de Turkey (5%) para cada propriedade avaliada. Após 3-anos de armazenamento, para ambos os sistemas adesivos, a incorporação de 2% de DMSO manteve os valores de µTBS quando comparado aos valores imediatos (p> 0,05). Em geral, independente da concentração do DMSO, SB resultou em uma média estaticamente maior de µTBS em comparação com PB após armazenamento, (p<0,05). Além disso, a quantidade de NI foi menor e praticamente limitada a camada híbrida nas concentrações 0,2% e 2% de DMSO para ambos os sistemas adesivos após três anos. A incorporação de DMSO em sistemas adesivos simplificados mantém a estabilidade da adesão dentinára a longo prazo. (Apoio: CAPES)PN0293 - Painel Aspirante
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5 - Materiais Dentários
Análise da rugosidade superficial, microdureza e resistência flexural de compósitos resinosos de uso direto e indireto
Xavier GMB, Lisboa DC, Oliveira ES, Fonseca AH, Ribeiro MES, Alves EB, Silva CM, Araújo JLN
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Este estudo in vitro avaliou a rugosidade superficial (R), microdureza Knoop (KHN) e resistência flexural (RF) das resinas compostas Z350XT-3M\ESPE (ZXT), Admira Fusion-VOCO (AF) e IPS Empress Direct-IVOCLAR\VIVADENT (IPS). Foram confeccionados 90 corpos de provas (CP), 30 para cada teste, distribuídos em três grupos (n=10): G1-ZXT, G2-AF e G3- IPS. Os CP foram preparados com auxílio de uma matriz circular bipartida 5x2mm (para KHN e R) e retangular 12x2x2mm (para RF), por meio de incremento único, fotoativados por 20 segundos com intensidade de luz de 1.200mW\cm2 (Bluephase\Ivoclar-Vivadent) e armazenadas em estufa a 37ºC por 48 h. Para avaliação da KHN foram realizadas três endentações no topo e base dos CP, com carga de 100Kgf por 20 segundos. Para R, foram efetuadas três medições no topo com cut off de 0,25mm e para a análise de resistência flexural uma velocidade de 0,50 mm/min e carga de 50Kgf. Os dados obtidos foram submetidos a ANOVA com post hoc Tukey e teste de Kruskal Wallis (α=0,05). As resinas avaliadas apresentaram diferenças estatisticamente significativas nos resultados referentes a KHN na base (p<0,01), onde o grupo G1 apresentou maior média, já no topo só não houve diferença entre os grupos G2 e G3. Quanto a R, não se observou diferença significante entre os grupos avaliados (p=0,53). Além disso, houve diferença estatística entre os grupos G1 e G2, assim como entre G1 e G3 na análise da RF (p<0,01). Houve comportamento semelhante em relação à rugosidade entre todas as resinas testadas e a resina Z350XT apresentou maior valor de microdureza e resistência à flexão.PN0296 - Painel Aspirante
Área:
5 - Dentística
Análise de clareamento com LED violeta e peróxido de carbamida 20% com fluoreto em dentes submetidos à erosão/abrasão
Coelho CSS, Palandi SS, Kury M, Picolo MZD, Ferreira PVC, Cavalli V
Odontologia Restauradora - FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Esse estudo avaliou os efeitos de protocolos clareadores de consultório com LED violeta associado ou não a peróxido de carbamida 20% (PC20) com ou sem fluoreto (F) em esmalte dental erodido/abrasionado. Blocos de esmalte bovino (7 x 4 mm) foram artificialmente pigmentados com chá preto, submetidos a ciclagem erosiva/abrasiva e, então, submetidos a 3 aplicações 30 min, em 3 sessões de clareamento (n=10): 1) PC20; 2) LED/PC20; 3) PC20_F; 4) LED/PC20_F; 5) LED; 6) Controle (sem tratamento e armazenados em saliva artificial - pH 7,0). As alterações de cor (ΔE00) e whiteness index (ΔWID) foram avaliadas utilizando espectrofotômetro digital, e a porcentagem de recuperação de dureza (%RDS) foi mensurada por meio da análise de microdureza de superfície. Os dados foram obtidos no baseline, após ciclagem erosiva/abrasiva e após 7 dias da última sessão clareadora, sendo submetidos aos testes ANOVA dois fatores e Tukey (α= 0,05). Todos os tratamentos exibiram ΔE00 clinicamente perceptíveis, mas LED exibiu ΔE00 e ΔWID similares ao controle. O LED aumentou significativamente a ΔE00 e ΔWID de PC20 e ΔE00 de PC20_F. A adição de F ao gel não afetou o potencial clareador de PC20 (p>0,05). PC20_F apresentou maior %RDS em dentes erodidos/abrasionados e o grupo LED apresentou menores valores %RDS (p<0,05). Pode-se concluir que LED violeta sozinho não apresentou eficácia satisfatória e não recuperou a dureza do esmalte dental. Porém, LED aumentou a eficácia de PC20_F, que, por sua vez aumentou a dureza do esmalte erodido/abrasionado. (Apoio: CAPES N° 001)PN0299 - Painel Aspirante
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5 - Dentística
Influência da aplicação ativa de clorexidina na nanoinfiltração de pinos de fibra cimentados com cimento resinoso autoadesivo
Bernardi LG, Alessi RS, Jitumori RT, Bittencourt BF, Gomes GM, Gomes JC
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Avaliou-se a influência da aplicação ativa de clorexidina (CHX) no canal radicular na nanoinfiltração (NI) dos pinos de fibra de vidro (PFV) cimentados com cimento resinoso autoadesivo. Foram selecionados 25 dentes permanentes unirradiculares, os quais tiveram suas coroas seccionadas e suas raízes tratadas endodonticamente. Após, foi realizado o preparo dos canais radiculares para a cimentação dos PFV. As raízes foram divididas aleatoriamente em cinco grupos (n=5) de acordo com o tratamento dentinário prévio à cimentação dos PFV (solução irrigante + método de irrigação) - Hipoclorito de sódio (NaOCl) 2,5% com irrigação convencional com agulha (NaOCl-AG [controle]), CHX 2% com irrigação convencional com agulha (CHX-AG), CHX 2% com irrigação ativa por ultrassom (CHX-ULT), CHX 2% com irrigação ativa por lima Easy Clean (CHX-EC) e CHX 2% com irrigação ativa por lima XP-Endo Finisher (CHX-XP). Após a cimentação dos PFV, para cada raiz foram obtidas três fatias (uma de cada região radicular - terço coronário, médio e apical) as quais foram observadas em microscopia eletrônica de varredura para avaliação da NI na interface adesiva. Os dados obtidos de NI foram submetidos a ANOVA dois fatores e Tukey (α=0,05). O maior valor de NI foi observado no grupo NaOCl-AG, seguido do grupo CHX-AG. O menor valor de NI foi observado para o grupo CHX-ULT, o qual foi estatisticamente semelhante ao grupo CHX-XP. Pode-se concluir que a aplicação ativa de CHX diminuiu os valores de NI quando comparados a aplicação passiva de clorexidina e ao grupo controle. (Apoio: CAPES)PN0300 - Painel Aspirante
Área:
5 - Dentística
Avaliação da eficácia e penetração na câmara pulpar de um gel de peroxido de hidrogênio contendo um biopolímero como agente espessante
Hortkoff D, Silva KL, Favoreto MW, Burey A, Gomes OMM, Gomes JC, Farago PV, Gomes GM
Odontologia - UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Neste estudo in vitro foi avaliada a quantidade de peróxido de hidrogênio (PH) na câmara pulpar, efetividade clareadora (EC), rugosidade superficial (Ra), perfilômetria optica (OP), dureza Vickers (VHN) de dentes submetidos ao clareamento com um gel contendo alginato de sódio como espessante vs. um gel comercial (Whiteness HP AutoMixx®, FGM). 30 pré-molares hígidos e 20 molares hígidos, foram aleatorizados em CN - controle negativo; GE - gel experimental e GC - gel comercial. Para a permeabilidade de PH e EC (n=10), os pré-molares tiveram as raízes removidas para acesso a câmara pulpar, que foi preenchida com uma solução tampão, após o clareamento a solução foi removida e adicionada a soluções de leucocristal violeta e enzima peroxidase, e o produto analisado em um espectrofotômetro UV-Vis. A EC foi avaliada através de um espectrofotômetro VITA Easyshade® antes e uma semana após o clareamento. Para os testes de Ra/OP (n=10) e VHN (n=10) os molares hígidos foram seccionados em 4 fragmentos de 4x4 mm. Para determinar a Ra foi utilizado um perfilômetro óptico, onde foram também obtidas as imagens de OP da amostra. Os dados foram analisados por ANOVA um fator, com pós teste de Tukey (α = 0,05). O GE apresentou uma menor permeabilidade de PH e Ra quando comparado ao GC, para VHN ambos os grupos obtiveram uma menor dureza após 7 dias, porem GE foi superior a GC. Ambos os grupos foram estatisticamente semelhantes para EC. Conclui-se que o uso do alginato de cálcio não alterou a EC e obteve uma menor permeabilidade de PH, podendo ser um substituto para os espessantes comumente utilizados. (Apoio: CAPES N° 001)PN0301 - Painel Aspirante
Área:
5 - Dentística
Avaliação da alteração superficial do esmalte clareado com géis de peróxido de hidrogênio contendo arginina associada a biomateriais
Silva KL, Hortkoff D, Favoreto MW, Burey A, Gomes OMM, Gomes JC, Farago PV, Gomes GM
Odontologia - UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Este estudo in vitro avaliou a dureza Vickers (VHN), rugosidade superficial (Ra), perfilômetria optica (OP), microanálise química por EDS (EDS) e microscopia eletrônica de varredura (MEV) da superfície do esmalte dental submetido ao clareamento dental com géis de Peroxido de Hidrogênio 35% (H2O2) contendo arginina associado a biovidro e hidroxiapatita. Foram selecionados 30 molares humanos hígidos, os quais foram seccionados em 4 fragmentos de 4x4 mm, e que foram aleatorizados em 5 grupos (n = 10 para VHN, Ra/OP e n = 4 para EDS e MEV), de acordo com o tratamento clareador: grupo controle onde o gel continha apenas H2O2 35% e 4 grupos contendo arginina (Arg) com ou sem biovidro (Bv) ou hidroxiapatita (HaP) (Arg, Arg+bv, Arg+HaP, Arg +Bv+ HaP). Em todos os grupos foi realizada uma única seção de clareamento com aplicação única de 45 minutos. Os testes de VHN, Ra/OP foram realizados antes e após o tratamento clareador com um intervalo de 7 dias entre as leituras, sendo neste período, os espécimes armazenados em saliva artificial com trocas diárias em estufa a 35ºC. Os dados de microdureza e rugosidade para cada grupo experimental foram submetidos a ANOVA de um fator e Tukey (α = 0,05). Em relação à microdureza, o grupo Controle e Arginina obtiveram os menores valores, e quanto a rugosidade todos os grupos foram estaticamente semelhantes. Para o EDS o grupo Controle obteve menor teor de cálcio e fósforo na sua superfície. Conclui-se que a adição de arginina associada com biovidro e hidroxiapatita pode melhorar a dureza do esmalte e manter o teor de cálcio e fosforo após o clareamento dental. (Apoio: CAPES N° 001)