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Resultado da busca [Siglas PN0857 a PN0866 ]
 4 Resumo encontrados. Mostrando de 1 a 4


PN0859 - Painel Aspirante
Área: 7 - Patologia Oral

Análise da qualidade de vida em pacientes com líquen plano oral
Gonçalves SL, Arantes DAC, Mendonça EF, Arruda JAA, Abreu LG, Mesquita RA, Batista AC, Costa NL
Patologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar o impacto da severidade do líquen plano oral (LPO) na qualidade de vida (QV) de indivíduos portadores dessa doença. A amostra foi composta por pacientes diagnosticados com LPO (n=21), seguindo os critérios estabelecidos pela Academia Americana de Patologia Oral e Maxilofacial (2016). A QV foi avaliada através do questionário OHIP-14 e os resultados associados aos parâmetros de severidade do LPO, sendo eles: tipo clínico (reticular e erosivo), localização (bilateral e múltiplos sítios) e resposta a corticoterapia. Análise descritiva e o teste Mann-Whitney foram realizados. Os resultados demonstraram uma idade média de 44 anos (±14,6) com predomínio do gênero feminino (95,2%). Indivíduos com o tipo clínico erosivo, lesões localizadas em múltiplos sítios da cavidade oral e que não responderam a corticoterapia apresentaram maiores escores do OHIP-14 em todos os domínios analisados. O valor do OHIP-14 total foi significativamente maior em pacientes com LPO erosivo (24,5) quando comparado ao tipo reticular (7) (p<0,0001). O mesmo padrão foi observado em pacientes que apresentaram manifestação do LPO em múltiplos sítios (20,5), quando comparado aos que apresentaram localização bilateral (8) (p=0,029). Embora o OHIP-14 total tenha sido maior para os pacientes que não responderam a corticoterapia (19:4), apenas o domínio incapacidade social apresentou uma diferença significativa (p=0,02).
Conclui-se que o tipo clínico reticular e localizados bilateralmente associam-se com menor impacto na QV de pacientes com LPO.
(Apoio: CAPES)
PN0862 - Painel Aspirante
Área: 7 - Patologia Oral

Implicação da inalação da fumaça do tabaco no processo de colagenização e na densidade de mastócitos em tecido gengival de ratas
Furtado TCS, Tsukide JC, Morais AGJ, Espindula AP, Cardoso FAG, Faria JB, Rosa RC, Pereira SAL
Clínica Infantil - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi avaliar possíveis alterações histopatológicas e implicações no processo de colagenização e densidade de mastócitos do tecido gengival de ratas expostas à fumaça do tabaco. Trinta ratas wistar foram randomizadas nos grupos: Controle (n=10) - ratas não expostas à fumaça do tabaco; 30 dias (n=10) - ratas expostas à fumaça do tabaco por 30 dias; 60 dias (n=10) - ratas expostas à fumaça do tabaco por 60 dias. Ao final do experimento, os animais foram submetidos à eutanásia, com coleta de amostras de tecido gengival e plasma para dosagem de cotinina. Os níveis de cotinina apontam que os animais dos grupos 30 e 60 dias são classificados como fumantes passivos, com redução do ganho de massa corpórea (p<0,001): 30 dias - 4,8% e 60 dias - 9,3%. O grupo controle não apresentou alterações morfológicas, com manutenção do percentual de colágeno. Foi observada apoptose, exocitose, necrose e hiperqueratose: 30 dias - 37,5% das amostras e 60 dias - 71,4%. Foi observada significativa redução do percentual de colágeno (p<0,0001): 30 dias - 49,2% e 60 dias - 59,4%. Por conseguinte, sugere processo inflamatório tempo dependente, com aumento gradual e acumulativo da densidade de mastócitos, mais evidente no grupo 60 dias; com aumento de 197,4% na densidade de mastócitos (p<0,05).
Os achados apontam efeito acumulativo da exposição experimental à fumaça do tabaco, propiciando alterações irreversíveis no tecido gengival, tendo importante papel de conscientização e auxílio na tomada de decisão ético-profissional, em vista a prognósticos mais satisfatórios.
(Apoio: FAPEMIG)
PN0865 - Painel Aspirante
Área: 7 - Imaginologia

Avaliação da posição do canal mandibular na população brasileira e da Catalunha: estudo em tomografia computadorizada de feixe cônico
Peralta-Mamani M, Terrero-Pérez A, Rubira CMF, Honório HM, Estrugo-Devesa A, López-López J, Bullen IRFR
Fissuras Orofaciais e Anomalias Relacion - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste trabalho foi avaliar a posição do canal mandibular (CM) com relação às raízes do terceiro molar inferior (3M) em uma população brasileira e da Catalunha (Espanha), usando exames de tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC). Este estudo foi realizado com 300 3Ms com raízes totalmente formadas que estivessem próximas ao CM, a avaliação foi feita em 200 exames de TCFC de 113 mulheres e 87 homens com idade média de 30,5 anos. A posição do CM com relação ao 3M foi classificada em inferior, interradicular, lingual e vestibular. A distância entre 3M e CM foi classificada em score 0 (íntimo contato), score 1 (<1mm), score 2 (1-2mm) e score 3 (2-3mm). A análise estatística (Qui-quadrado) foi realizada para verificar a possível associação entre as variáveis avaliadas usando o software Statistica 10.0 (p<0.05). Na população brasileira o CM encontrava-se mais frequentemente na posição inferior (42,48%), seguido da vestibular (30,09%), lingual (18,58%) e interradicular (8,85%). Houve íntimo contato (score 0) entre 3M e CM em 84,96% e sem contato (score 1 a 3) em 15,04%. Na população da Catalunha, a posição vestibular apresentou-se em 35,29% dos casos, seguida da inferior (31,55%), lingual (26,74%) e interradicular (6,42%). Houve íntimo contato entre 3M e CM em 80,75% e sem contato em 19.25%.
A análise estatística mostrou que não houve associação estatisticamente significativa e portanto conclui-se que não existe relação entre a posição do CM e distância do CM/3M com relação à população brasileira e da Catalunha (p=0,13; p=0,34, respectivamente).
(Apoio: CAPES  N° 001)
PN0861 - Painel Efetivo
Área: 7 - Estomatologia

Avaliação dosimétrica da mucosa oral de pacientes submetidos a duas técnicas de radioterapia: 3D-CRT e IMRT
Rocha BA, Lima LMC, Teixeira MMS, Martinez AS, Gomes-Filho D, Silva AIV, Horta MCR
Pós-graduação Em Odontologia - PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A mucosa oral e o palato mole ainda não são considerados órgãos de risco nos planejamentos radioterapêuticos da região de cabeça e pescoço. O não delineamento e proteção dessas regiões nos planejamentos podem predispor o surgimento da mucosite oral e a exposição das glândulas salivares menores à radiação. Esses efeitos podem impactar negativamente no curso da radioterapia e na qualidade de vida dos pacientes. Neste contexto, este estudo buscou mensurar e comparar as doses mínima (Dmin), média (Dmed), máxima (Dmax), bem como a D25 e D50 (doses recebidas por 25 e 50% do volume da mucosa, respectivamente) entregues à mucosa labial, à mucosa jugal e ao palato mole, por duas técnicas de radioterapia (3D-CRT e IMRT) em pacientes portadores de neoplasias malignas em região cérvicofacial. Realizou-se a análise dosimétrica de 62 planos terapêuticos elaborados no período de agosto de 2015 a dezembro de 2019, divididos em dois grupos: 3D-CRT (n= 31) e IMRT (n= 31). Foram delineadas três regiões da mucosa oral, ricas em glândulas salivares menores e sítios frequentes de mucosite: mucosa labial inferior e superior, mucosa jugal (bilateralmente) e palato mole. Para a mensuração de doses, foram utilizados os histogramas de dose-volume observando-se as variáveis: Dmin, Dmed, Dmax, D25 e D50. Os dados obtidos, tratados por meio de estatística descritiva e analítica, mostraram que a IMRT entregou doses mais altas quando comparadas à 3D-CRT (p <.05).
Os resultados sugerem que a mucosa oral e o palato mole devam ser considerados potenciais órgãos de risco nos planejamentos da IMRT.
(Apoio: CAPES  N° 001  |  FAPEMIG  N° CDS-PPM-00653-16)