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RESUMOS APROVADOS

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Resultado da busca [Siglas PN0805 a PN0815 ]
 7 Resumo encontrados. Mostrando de 1 a 7


PN0808 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Avaliação de informações contidas em aplicativos sobre injúrias dentárias traumáticas
Loureiro JM, Jural LA, Magno MB, Soares TRC, Risso PA, Fonseca-Gonçalves A, Maia LC
Odontopediatria - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Objetivou-se avaliar as principais informações contidas em aplicativos (apps) sobre Injúrias Dentárias Traumáticas (IDT), disponibilizados em dois sistemas operacionais para smartphones (Android e IOS). Realizaram-se buscas na Play e App stores por meio de descritores em saúde/Mesh terms, sinônimos e termos relacionados a emergências odontológicas e IDT, em 3 idiomas (português, inglês e espanhol), a fim de localizar os apps disponíveis no período de março a abril de 2020. Incluíram-se àqueles com dados sobre o manejo das emergências dentárias pós IDT e/ou sua prevenção. Excluíram-se apps de jogo, revistas, emergência médica, gestão e planos odontológicos. Os parâmetros analisados foram custo, público-alvo (dentista/paciente), classificação etária (livre/maiores de 18 anos), idioma, tipo de dentição, orientações sobre a emergência odontológica, tipo, proservação e presença de imagens de IDT. De 381 apps encontrados, 11 atendiam aos critérios de elegibilidade; sendo 08 na versão Android, 01 na versão IOS e 02 em ambas as versões. A maioria gratuito (90,9%), direcionado a pacientes (63,6%) com classificação etária livre (72,7%), em inglês (72,7%), voltado para dentes permanentes (81,8%) e com explicações sobre manejo odontológico frente a uma emergência de IDT (90,9%). Os apps abordam a necessidade de acompanhamento (72,7%), com maior frequência para avulsão e fratura dentária (90,9%) e contém imagens ilustrativas (72,7%).
Existem poucos aplicativos em idiomas diferentes do inglês, voltados para dentição decídua e direcionados a todos os tipos de IDT.
(Apoio: CNPq  N° 159961/2018-1  |  FAPs - FAPERJ  N° E-26/010.100992/2018)
PN0809 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Microinfiltração em dentes decíduos após tratamento endodôntico com diferentes materiais seladores: estudo in vitro
Muniz AB, Gimenez T, Imparato JCP, Santos LTB, Damasceno AGLR, Tedesco TK, Calvo AFB, Floriano I
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo desse trabalho foi avaliar o selamento de materiais seladores pós-tratamento endodôntico por meio do teste de microinfiltração. Dentes decíduos (n=24) foram alocados aleatoriamente em três grupos experimentais (n=8 cada): GGUTA = guta percha em bastão (controle), GCIMENTO = cimento temporário e GCERA = cera rosa. Os dentes foram submetidos ao tratamento endodôntico sob mesmo protocolo e posterior selamento com os materiais do grupo em acordo com instruções do fabricante. Em seguida, os espécimes foram imersos em água destilada a 37oC por 24 horas. Após esse período, foram imersos em solução de azul de metileno 1% a 37°C por 72 horas. Os dentes foram, então, seccionados em sentido vestíbulo-lingual, analisados em lupa quanto a microinfiltração e classificados em escores de 0 a 3. Foi considerado escore 0 quando não havia evidência de microinfiltração e 3 quando se detectou microinfiltração para além do material selador, isto é, atingindo o material de preenchimento radicular. Os dados foram submetidos ao teste de Kruskal-Wallis com nível de significância de 5%. Não foi observada diferença entre os escores de microinfiltração dos materiais seladores avaliados (p=0,354). Todos eles demonstraram microinfiltração nas margens do material selador (escore 1). Conclui-se que a guta percha, o cimento temporário e a cera rosa possuem capacidade de vedamento similar como seladores pós-tratamento endodôntico.
Nenhum dos materiais seladores foi capaz de impedir microinfiltração. Além disso, guta-percha, cimento provisório e cera rosa comportaram de maneira semelhante com relação à microinfiltração.
PN0810 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Desenvolvimento e validação de lista esspecífica de emojis para avaliação emocional de crianças no consumo de leite fermentado probiótico
Cruz MF, Rocha RS, Esmerino EA, Cruz AG, Fidalgo TKS, Maia LC
Ortodontia e Odontopediatria - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo desse estudo foi desenvolver e validar uma lista específica de emojis para avaliação emocional de crianças frente ao consumo de leite fermentado probiótico. Amostras: Bifidobacterium BB12, Lactobacillus acidophilus L3, Streptococcus thermophilus + Lactobacillus bulgaricus, Lactobacillus acidophillus LA-05, Lactobacillus lactis, Lactobacillus casei LA-01 (A1, A2, A3, A4, A5, A6). Participaram 132 crianças (7 a 14 anos) em duas etapas: desenvolvimento (n=32) e validação (n=100). No desenvolvimento, foram apresentados 33 emojis e solicitada a seleção de todos os correspondentes às suas emoções após o consumo dos produtos. Para a validação, realizou-se teste de aceitação com a escala hedônica facial de 9 pontos. Na análise de dados, aplicou-se ANOVA e Tukey para aceitação, Análise de Correspondência (AC) sobre os dados do CATA, e Coeficiente da Correlação de Pearson para relações entre as médias de aceitação e a frequência dos emojis. Todos os emojis foram selecionados. O mapa bidimensional da AC explicou 89,2% da variabilidade total, evidenciando que a lista específica foi eficaz na discriminação das amostras. A5, A1, A6 e A3, apresentaram maiores médias de aceitação (7.03, 6.97, 6.78, 6.50, p<0.05), e tiveram alta correlação com emojis positivos, enquanto A4 e A2 foram menos aceitas e associadas aos negativos.
Conclui-se que a lista desenvolvida é eficiente, podendo ser aplicada em investigações de saúde.
(Apoio: CAPES  N° 001)
PN0811 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Crianças encaminhadas para sedação: a ansiedade materna se associa ao comportamento infantil no exame intraoral?
Mendonça TS, Corrêa-Faria P, Moterane MM, Viana KA, Costa LRRS
Programa de Pós-graduação Em Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Há controvérsias sobre a influência da ansiedade materna no comportamento da criança no dentista. Este estudo investigou a associação entre ansiedade materna ao tratamento odontológico (AMTO) e outros fatores e o comportamento infantil no exame odontológico. Participaram 152 crianças com até 7 anos (mediana de 3 anos; quartis 1-3 = 2-3; 52,6% meninos), encaminhadas para sedação devido a não cooperação com tratamento restaurador, e suas mães. Avaliou-se o comportamento das crianças pela escala Frankl (escores 1-4) e a AMTO pela escala de Corah (escores 4-20). Obteve-se dados sobre renda familiar, escolaridade materna, sexo e idade da criança e história odontológica (dor de dente, consulta anterior, anestesia local) em entrevista com as mães. Aplicou-se testes de Spearman e Mann-Whitney (p<0,05). Verificou-se escores [medianas (quartis 1-3)] baixos a moderados na escala de Corah [10 (7,25-13,00)] e baixos na escala Frankl [2,00 (1,00-2,00)], os quais não se correlacionaram (rho -0,035; p=0,673). Houve correlação entre idade e comportamento das crianças (rho 0,240; p=0,003), mas não entre renda familiar (rho -0,014; p=0,881) e número de dentes cariados (rho -0,004; p=0,964) e comportamento. Não houve associação dos outros fatores investigados com o comportamento das crianças.
Neste grupo de crianças com histórico de não aceitação do tratamento odontológico, concluiu-se que o comportamento no exame não está relacionado à AMTO sim à idade da criança - quanto mais velha a criança, melhor é o seu comportamento.
(Apoio: CNPq  N° 449950 / 2014-0  |  FAPs - FAPEG  N° 201710267000525)
PN0812 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Conhecimentos e atitudes dos cirurgiões-dentistas da rede pública de uma cidade do sul do Brasil frente aos maus-tratos infantis
Demarco GT, Silva-Júnior IF, Azevedo MS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O presente estudo objetivou identificar e analisar os conhecimentos e as atitudes dos cirurgiões-dentistas da rede pública de Pelotas frente aos maus-tratos infantis (MTI). Os dados foram coletados por um questionário semiestruturado. Coletaram-se informações sociodemográficas, relativas ao trabalho e dos conhecimentos e atitudes dos cirurgiões-dentistas. Realizou-se uma análise estatística descritiva e associações entre as variáveis independentes com os conhecimentos e atitudes através do teste de Exato de Fisher e Qui-quadrado (p<0,05). De 45 cirurgiões-dentistas incluídos na amostra, mais de metade afirmou nunca ter recebido informações sobre o tema, 71,1% entendeu ser responsabilidade do profissional a identificação de suspeitas, 50% não soube informar a respeito da implicação legal da não notificação e 86,7% acreditou que se deve avisar ao médico ou enfermeiro para que eles tomem atitude. Observou-se que 60% dos profissionais nunca suspeitou de um caso e 25% dos que suspeitaram tomaram alguma atitude. Houve associação estatística entre a responsabilidade do profissional e as variáveis de sexo e tempo de formação, da atitude correta frente a um caso suspeito e a pós-graduação e por fim, entre a implicação legal e as variáveis de idade e o tempo de formação. Os conhecimentos dos dentistas sobre MTI foram melhores entre o sexo feminino, com menor tempo de formado, possuindo ou cursando alguma pós-graduação e entre os mais jovens.
Os profissionais conhecem sua importância frente a essa violência, mas possuem dificuldades quanto às atitudes que devem tomar.
PN0814 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Análise bibliométrica de estudos observacionais sobre vitamina D em odontologia
Arrepia BF, Jural LA, Martins ML, Magno MB, Maia LC, Visconti MA, Fonseca-Gonçalves A
Odontopediatria - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Objetivou-se empregar bibliometria para oferecer uma análise quali-quantitativa de publicações sobre vitamina D em odontologia. Para busca, utilizaram-se termos MeSH e livres na base Scopus. Dois pesquisadores leram de forma independente todos os títulos e resumos dos artigos recuperados em 06/05/2020 para inclusão de apenas estudos observacionais. Os artigos foram categorizados de acordo com as variáveis: países, autores, revistas, número de citações e condições odontológicas (cárie dentária, malformações dentárias e doenças periodontais) geradas de acordo com as palavras-chaves, usando o software VantagePoint. De 5154 estudos encontrados, 4916 foram incluídos após remoção de duplicatas, sendo 162 de odontologia. O país que mais publicou sobre vitamina D na área odontológica foi os EUA (n=31), seguido da Alemanha (n=19). Na última década, dos 115 estudos, 33 envolvem cárie dentária; 22 sobre malformações dentárias e 10 sobre doenças periodontais. Schroth RJ é o autor com maior número de publicações com o tema cárie dentária. Porém, um estudo de Aine L et al. (Journal of Oral Pathology and Medicine, 2000), sobre malformações dentárias, possui o maior número de citações. Das 20 revistas que mais publicam na área odontológica, o Journal of Dental Research é o único periódico que contempla as 3 condições, sendo 60% das publicações sobre cárie dentária e os outros 40% distribuídos igualmente entre as malformações e doenças do periodonto.
Esta análise bibliométrica pode servir de referência para o progresso científico no campo da odontologia sobre vitamina D.
(Apoio: CAPES  N° 001)
PN0815 - Painel Efetivo
Área: 4 - Odontopediatria

Associação entre a idade da criança na primeira consulta, hábitos alimentares e atividade de cárie de crianças na primeira infância
Figueiredo MC, Potrich ARV, Gouvêa DB, Trilha MA, Silva EA, Brasil CM, Cappellaro E C, Lenzi TL
Cirurgia e Ortopedia - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Objetivou-se nesta pesquisa avaliar a associação entre a idade da criança na primeira consulta, hábitos alimentares e atividade de cárie dentária de crianças na primeira infância, atendidas no Centro de Especialidade Odontológica (CEO) da Faculdade de Odontologia da UFRGS. Foram selecionados para avaliação retrospectiva, 319 prontuários de crianças nascidas entre 2004 e 2017, sendo que destes, 99 foram excluídos por apresentarem dados incompletos. A avaliação descritiva foi utilizada para descrever as características da amostra e a análise bivariada (teste Qui-quadrado, Mann-Whitney e Regressão logística), para avaliar a associação das variáveis com atividade de cárie. A análise de regressão demonstrou que as crianças que tiveram a primeira consulta com mais idade (OR 1,11 [IC 95% 1,02 - 1,21] p=0,016) e, que apresentaram um maior ceo-d (OR 2,93 [ IC 95% 2,07 - 4,14 ] p<0,001), tiveram mais chance de apresentar atividade de cárie. A dieta não cariogênica (OR 0,23 [IC 95% 0,06 - 0,87] p=0,030), ausência de aleitamento noturno, (OR 0,16 [IC 95% 0,04 - 0,56] p=0,004) apresentaram-se como fator de proteção para atividade de cárie dentária.
Crianças na primeira infância, que tiveram a sua primeira consulta com mais idade, uma dieta cariogênica e, o hábito do aleitamento noturno, tiveram mais chance de apresentarem atividade de cárie.