Siga-nos nas redes sociais:

RESUMOS APROVADOS

Modalidade:
Área:
Autores:
Palavra-Chave:


Resultado da busca [Siglas PN0647 a PN0656 ]
 5 Resumo encontrados. Mostrando de 1 a 5


PN0648 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica protética

Comparação intra-paciente de implantes de 6 e 8mm em região posterior: estudo retrospectivo de 10 anos
Segalla DB, Villarinho EA, Correia ARM, Vigo A, Shinkai RSA
Ppgo - PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo intra-sujeito e retrospectivo de até 10 anos avaliou o sucesso clínico de implantes dentários de 6 e 8 mm e suas próteses, instalados na mesma arcada do paciente, em região posterior de maxila ou mandíbula. Também analisou possíveis fatores de risco para o sucesso de implantes e próteses. A amostra foi composta por pacientes de um serviço de Policlínica Militar, que receberam ambos os implantes de 6 e 8 mm de comprimento, do tipo Tissue Level, instalados em região posterior da mesma arcada (maxila ou mandíbula). Os dados foram coletados por exame clínico e radiográfico, auto-relato de bruxismo, aferição de força máxima de mordida e de proporção coroa/implante clínica. Os dados foram analisados por modelos univariáveis e multivariável hierárquico, ao nível de significância de 0,05. Os 30 pacientes (27 mulheres), com idade média de 67,7 anos, possuíam 85 implantes e 83 próteses. Houve perda de 02 implantes, ambos antes da confecção da prótese, e 10 casos de falha protética (perda de torque do parafuso protético) em cinco pacientes, totalizando uma taxa de sucesso protético de 87,9%. Somente a variável preditora proporção coroa/implante clínica teve efeito significativo para falha de prótese (P<0,05).
Os resultados sugerem que implantes de 6mm e de 8 mm de comprimento não diferem quanto ao sucesso clínico de implantes e próteses, e que somente o aumento da proporção coroa/implante clínica teve efeito no aumento de ocorrência de complicação protética.
(Apoio: CAPES)
PN0650 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Biomateriais xenogênicos ósseos não interferem na viabilidade e proliferação de células-tronco mesenquimais - Estudo Piloto
Stroparo JLO, Deliberador TM, Fonseca SC, Spisila LJ, Gonzaga CC, Franco CRC, Leão MP, Zielak JC
UNIVERSIDADE POSITIVO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliação em modelo in vitro da influência de biomateriais xenogênicos bovinos sobre células-tronco mesenquimais (CTMs) da polpa de dente decíduo. Desenho do estudo:1) Grupo C (controle), contendo apenas CTMs; 2) Grupo BP, contendo CTMs e Bonefill Porous®; 3) Grupo BO, contendo CTMs e Bio-Oss®. As CTMs utilizadas foram provenientes de um dente decíduo em exfoliação, de um doador do sexo masculino de 7 anos de idade. Uma alíquota de células foi submetida à imunofenotipagem por citometria de fluxo. Foram realizados os ensaios de viabilidade celular (vermelho neutro), citotoxicidade (MTT), e proliferação celular (cristal violeta); todos os grupos foram submetidos a uma análise morfológica por microscopia de luz (ML), e um biomaterial com desempenho considerado superior foi submetido à avaliação por microscopia eletrônica de varredura (MEV). Foram utilizados os tempos de 24, 48 e 72 h de cultivo.Os resultados evidenciaram que ambos os biomateriais mantiveram viabilidade celular e citotoxicidade semelhantes ao grupo C. Quanto à proliferação, houve diferença para menor no grupo BO em relação aos outros grupos. À ML, o grupo BP apresentou células mais espraiadas e aderidas do que o grupo BO. Assim, ao MEV, as células do grupo BP apresentaram características de células mais ativas do que as do grupo C.
Pode-se concluir que o BP apresentou maior potencial carreador de células-tronco para futuros trabalhos com aplicação in vivo e/ou clínica.
PN0651 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica protética

Efeito da conexão protética e da perda óssea marginal no comportamento biomecânica de prótese fixa implanto- suportada de dois elementos
Campos JF, Marques AC, Tribst JPM, Borges ALS, Nishioka RS
Restauradora - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este trabalho avaliou o comportamento biomecânico de dois sistemas de conexão (Hexágono externo e conexão cônica interna), com três diferentes alturas de inserção óssea (Sem perda óssea, 3.0 mm e 5.0 mm de perda óssea). Os implantes foram desenhados (3,75 x 13 mm) em um software de desenho assistido por computador contendo os parafusos protéticos e uma próse fixa simplificada de dois elementos. O substrato foi simulado com poliuretano para simulação de tecido ósseo isotrópico. Os modelos foram exportados para o software de engenharia assistida por computador. O módulo de elasticidade e coeficiente de Poisson de cada material foram informados com base na literatura para realização da análise estrutural mecânica e os contatos considerados colados. A malha foi criada com elementos tetraédricos de 0.3mm. A fixação do sistema definida na face inferior do bloco e a carga de 300N foi aplicada no centro da prótese. A tensão de von-Mises foi avaliada para os implantes e a microdeformação para o osso.
Independente do sistema de conexão, os grupos sem perda óssea apresentaram menor microdeformação óssea e tensão nas estruturas. Nas três diferentes alturas ósseas o grupo com conexão interna apresentou maior tensão na plataforma do implante (36 MPa) do que o grupo com hexágoto externo (33 MPa). Em conclusão, sob cargas axiais, ambos os sistemas de implante são aptos a serem utilizados para suportar uma prótese fixa de dois elementos mesmo com perda óssea marginal de até 5 mm.
PN0652 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica protética

Qualidade de vida, gratidão e autoestima em pacientes reabilitados com próteses totais fixas implantossuportadas
Coltro MPL, Villarinho EA, Ozkomur A, Shinkai RSA
Prótese - PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A avaliação biopsicossocial de sucesso do tratamento em reabilitação bucal deve incorporar desfechos centrados no paciente. Este trabalho analisou a percepção do paciente reabilitado com próteses totais fixas implantossuportadas (PTFI) quanto a qualidade de vida, autoestima e gratidão. Foi realizado um corte transversal em um estudo de coorte prospectivo para análise exploratória com uma sub-amostra de 32 pacientes. Foram utilizados três instrumentos para coleta de dados através de auto-relato de qualidade de vida (OHIP-14), gratidão (GQ-6 de McCullough) e autoestima (escala de Rosenberg). Os questionários foram aplicados individualmente, por um único examinador treinado, após no mínimo um ano da reabilitação com PTFI. Os dados foram analisados estatisticamente por teste de correlação de Spearman, ao nível de significância de 0,05. Os dados de gratidão, autoestima e OHIP apresentaram escores médios de 39,6 ± 2,5, 36,5 ± 4,0 e 2,9 ± 3,0, respectivamente. Os dados de gratidão e autoestima apresentaram associação moderada significativa (rs = 0,36; p = 0,04), porém ambos não apresentaram correlação com OHIP (rs < 0,01; p = 0,98; rs=-0,11; p = 0,55, respectivamente).
Os resultados sugerem que em pacientes reabilitados com PTFI existe associação entre gratidão e autoestima, porém ambos não apresentam relação com qualidade de vida.
(Apoio: CAPES  N° 001)
PN0656 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica protética

Distribuição de tensões em implantes extracurtos com diâmetro aumentado como ancoragem para coroas unitárias
Vargas-Moreno VF, Gomes RS, Ribeiro MCO, Freitas MIM, Cury AAB, Machado RMM
Prótese Dentária e Periodontia - FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Implantes dentários extracurtos (IDEC) de diâmetro aumentado (DA) podem aprimorar a biomecânica de reabilitações com maior proporção coroa-implante (C/I). Este estudo avaliou, por meio da análise de elementos finitos, a influência do DA na distribuição de tensões de IDEC instalados em rebordo mandibular posterior atrófico retendo coroas unitárias, sob carga axial (CA) e oblíqua (CO) de 30°. Para isso, quatro modelos de mandíbula atrófica reabilitados com coroa unitária implanto retida (C/I 3:1) foram criados, variando o diâmetro do implante e a angulação da carga. O diâmetro foi de Ø4 ou Ø6mm, sendo ambos com 5mm de comprimento; a carga foi de 200N, sendo a angulação CA ou CO. O abutment e o implante foram avaliados pela tensão de von Mises (σvM), e o osso cortical e medular pela tensão mínima principal (σmin) e de cisalhamento (τmax). Em ambas cargas, houve aumento mínimo de 3,6% na σvM do abutment, entretanto no implante de DA diminuiu cerca de 38%. No osso medular o DA reduziu a σmin em pelo menos 45% e a τmax em 56%, mas no osso cortical, o σmin foi pelo menos 66% maior e o τmax maior que 100%. O uso de IDEC com DA reduz o estresse no implante e no osso medular, sob CA e CO, mas aumenta no osso cortical.
Portanto, IDEC com DA promovem uma melhor biomecânica, mas devem ser utilizados com cautela em oclusões desfavoráveis.
(Apoio: CAPES  N° 001)