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Resultado da busca [Siglas PN0137 a PN0147 ]
 6 Resumo encontrados. Mostrando de 1 a 6


PN0138 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Utilização de blogs para auxiliar pacientes em tratamento ortodôntico com aparelho fixo
Matos LMR, Assis MAL, Mordente CM, Tavares LDF, Souza MS, Oliveira DD, Soares RV
Odontologia - PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Tecnologias que disponibilizam informações e conteúdos relacionados à saúde, por meio de vídeos e aplicativos, dentre outros, são denominadas Tecnologias de Informação e de Comunicação. Somando a esses veículos exemplificados, os blogs proporcionam mais uma oportunidade de disseminar informações sobre saúde, de maneira ampla e ágil. Partindo de um conteúdo validado, que incluiu orientações para pacientes em tratamento ortodôntico com aparelho fixo, foram construídas postagens para blogs, com o objetivo de beneficiar ortodontistas e pacientes, melhorando o entendimento dos pacientes sobre aspectos relacionados a cuidados importantes durante o tratamento ortodôntico, assim como auxiliando na resolução de dúvidas que podem surgir durante o tratamento. O conteúdo validado deu origem três textos (Estou em tratamento ortodôntico com aparelho fixo. Quais cuidados devo ter com a higiene bucal?; Estou em tratamento ortodôntico com aparelho fixo. Quais cuidados devo ter com a alimentação?; Intercorrências que podem acontecer durante o tratamento ortodôntico com aparelho fixo: o que fazer?), que foram postados no blog "Odontologia para Você" do Programa de Pós-Graduação em Odontologia da PUC Minas.
As postagens tiveram inúmeros acessos, o que indica que a disponibilização desse conteúdo pode trazer benefícios para ortodontistas e pacientes que estejam em tratamento ortodôntico com aparelho fixo, no que se refere à disponibilização de informações e esclarecimento de dúvidas.
PN0139 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Ansiedade ao tratamento odontológico em pacientes odontopediátricos
Grisolia BM, Souza DM, Barreto MEZ, Barja-Fidalgo F, Santos APP, Oliveira BH
Odontologia Preventiva e Comunitária - UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo desse estudo seccional foi descrever a ansiedade ao tratamento odontológico (ATO) percebida por pacientes odontopediátricos e seus responsáveis. O trabalho foi aprovado no comitê de ética e todos os responsáveis assinaram um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Para avaliação da ATO foi usada a Escala de Imagens Faciais (Facial Image Scale; FIS) que teve sua forma de aplicação adaptada para o contexto brasileiro por um grupo de 4 odontopediatras brasileiras e uma psicóloga britânica (autora da FIS). A pontuação da FIS varia de 1-5 em ordem crescente de ATO. Os participantes (crianças de 3 a 12 anos) e seus responsáveis foram entrevistados antes da consulta odontológica em clínicas de odontopediatria de uma universidade entre 2016 e 2019. A amostra por quotas compreendeu 123 crianças; a idade média foi 7,3 anos (DP=2,3) e 54 (43,9%) eram do sexo feminino. A maioria estava acompanhada pela mãe (n=83; 67,5%) e já havia ido ao dentista (n=110; 89,4%). Em relação ao tratamento odontológico, 100 (81,3%) relataram experiência prévia de cárie e 71 (57,7%) tinham sentido dor de dente. A frequência de ATO pelo autorrelato da criança foi: 1 (n=65; 52,8%), 2 (n=30; 24,4%), 3 (n=12; 9,8%), 4 (n=4; 3,2%) e 5 (n=12; 9,8%) e pela percepção do responsável foi: 1 (n=46; 37,4%), 2 (n=41; 33,3%), 3 (n=20; 16,3%), 4 (n=9; 7,3%) e 5 (n=7; 5,7%).
Concluiu-se que a ATO é um problema que afeta pacientes odontopediátricos fluminenses de 3 a 12 anos e que a percepção dos responsáveis sobre a gravidade da condição nem sempre coincide com a avaliação feita pela própria criança.
(Apoio: FAPs - FAPERJ  N° E-26/010.002669/2014)
PN0142 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Adição de clorexidina em selante de fóssulas e fissuras: efeito nas propriedades físicas
Gois CMB, Tersi MB, Pascon FM
Ciências da Saúde e Odon - FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi avaliar o efeito da adição de clorexidina (CHX) a um selante resinoso quanto às propriedades físicas. Espécimes de 7x2x1mm foram preparados para os testes de resistência à flexão (RF) e módulo de elasticidade (ME) (n=12), e de 5x1mm para o teste de microdureza/amolecimento em solvente (n=10), os quais foram distribuídos nos grupos: Selante Resinoso Comercial (Controle) (C), Selante + 0,1% de CHX (SC1) e Selante + 0,2% de CHX (SC2). O teste de RF foi conduzido em máquina de ensaio universal Instron (50N; 0,5mm/min até a fratura). Para o teste de amolecimento em solvente obteve-se a dureza Knoop inicial (KHN1), em seguida, os espécimes foram imersos em 1 ml de etanol (24h/37ºC) e obteve-se a dureza final (KHN2). Calculou-se a % de amolecimento dos materiais pela equação: 100 - [(KHN2/KHN1) x100]. Os dados foram submetidos aos testes Shapiro-Wilk, ANOVA e Tukey (α=5%). Os grupos C (113,1±15,3) e SC2 (94,8±32,0) apresentaram RF similar (p>0,05) e SC1 (75,6±27,4) apresentou menor média comparada ao grupo controle (p<0,05). Para ME, C (2,24±0,45) apresentou diferença significativa comparada a SC1 (1,41±0,73) e SC2 (1,47±0,53) (p<0,05). O grupo controle (41,71±5,04) apresentou a menor % de amolecimento em solvente quando comparado aos grupos SC1 (48,58±1,67) e SC2 (47,50±1,47).
Conclui-se que a adição de 0,1% e 0,2% de CHX diminuiu ME do selante comercial e somente a adição de 0,1% promoveu diminuição da RF. Ambas as concentrações promoveram amolecimento em solvente do selante indicando alterações nas propriedades físicas do material estudado.
(Apoio: CNPq  N° 119701/2018-9)
PN0144 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Influência do nível de alfabetização em saúde bucal (ASB) de pais/cuidadores na administração correta de medicamentos a suas crianças
Silva LT, Lisboa SO, Assunção CM, Drumond CL, Machado MGP, Serra-Negra JMC, Paiva SM, Ferreira FM
Odontopediatria - UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo objetivou avaliar o nível de ASB necessário para que os pais/cuidadores dosem com precisão medicamentos líquidos prescritos em odontopediatria. O estudo incluiu 171 pais/cuidadores de pacientes pediátricos do Hospital Universitário da UFMG que assinaram o termo de consentimento. Todos participantes foram instruídos a dispensar uma determinada dose de antibiótico líquido em uma seringa, seguindo instruções da bula do medicamento e de uma prescrição. A ASB foi mensurada usando a versão brasileira do Rapid Estimate of Adult Literacy in Dentistry (BREALD-30). Quando a dosagem foi realizada a partir da bula, os pais não tiveram precisão de 75% (percentual de acerto necessário para um grupo seja considerado capaz de desempenhar determinada tarefa) em nenhum nível de ASB. A porcentagem de acertos dos pais com a pontuação mais alta no BREALD foi de 50%. De acordo com a prescrição, 75% dos pais que atingiram a pontuação 30 no BREALD realizaram a dosagem correta. No entanto, não houve associação entre ASB e a capacidade de dosar corretamente medicamentos líquidos, que também não se associou a características sociodemográficas e econômicas dos cuidadores nem ao sexo e idade das crianças (testes Qui-quadrado e Mann-Whitney, p > 0,05).
Independentemente do nível de ASB, os pais/cuidadores tiveram dificuldade em seguir adequadamente as instruções da bula e/ou da prescição para a dosagem de medicamentos líquidos. Somente pais com o nível mais alto de ASB demonstraram capacidade de dosar precisamente medicamentos líquidos a partir das instruções de prescrições.
PN0145 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Capacidade de pais/responsáveis de seguir corretamente instruções para dosagem de medicamentos pediátricos na forma líquida
Lisboa SO, Baldiotti ALP, Assunção CM, Drumond CL, Serra-Negra JMC, Machado MGP, Paiva SM, Ferreira FM
Saúde Bucal da Criança e do Adolescente - UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo objetivou avaliar a capacidade de pais/responsáveis de seguir corretamente instruções para a dosagem de um medicamento líquido utilizado em odontopediatria. O estudo incluiu 171 pais/cuidadores de pacientes pediátricos do Hospital das Clínicas da UFMG que assinaram termo de consentimento, sendo orientados a dispensar uma certa dose de antibiótico líquido na seringa, seguindo as instruções da bula e de uma prescrição. Foi realizada estatística descritiva, testes de Qui-quadrado e Mann-Whitney. Os pais realizaram a dosagem corretamente mais do que qualquer outro parente (p = 0,043); cuidadores do sexo masculino cometeram 68% menos erros do que cuidadores do sexo feminino (p = 0,035); aqueles que têm filhos mais velhos foram mais precisos na dosagem do que os que têm filhos mais novos (p = 0,037); a ocupação tendeu a estar associada a um melhor desempenho (p = 0,052), com profissionais da educação dosando mais corretamente. Renda familiar, estado civil dos pais / cuidadores, etnia, escolaridade, idade, número de filhos e o sexo da criança não foram associados à capacidade de dosar adequadamente a medicação (p > 0,05). A adição da prescrição à bula do medicamento dobrou o número de pais que administraram o medicamento corretamente (de 18% para 30%), mas ainda abaixo dos níveis ideais.
A dosagem adequada de medicamentos está associada ao parentesco, sexo e ocupação do cuidador, além da idade da criança. É necessária educação em saúde para que pais/responsáveis possam entender e reproduzir corretamente as instruções de dosagem para medicamentos líquidos.
(Apoio: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig)  N° CDS - APQ-02193-18  |  CAPES  |  CNPq)
PN0147 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Prevalência, distribuição e severidade de Hipomineralização Molar Incisivo em crianças de 8 anos do município de Petrópolis RJ
Reis PPG, Jorge RC, Americano GCA, Pontes NST, Peres AMAM, Oliveira AGS, Soviero VM
Odontopediatria - UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo seccional objetivou avaliar a prevalência, distribuição, severidade de Hipomineralização Molar Incisivo (HMI) em escolares de Petrópolis, RJ. A amostra continha 450 crianças de 8 anos de escolas públicas incluídas no Programa Saúde na Escola (PSE), com os quatro primeiros molares permanentes irrompidos. Um questionário sobre fatores socioeconômicos foi respondido pelas mães. O exame clínico foi realizado por 2 examinadores calibrados em ambiente escolar. O critério proposto pela EAPD foi utilizado para dignosticar HMI. A severidade foi avaliada a nível do indivíduo. Análise descritiva, de associação e os testes Qui quadrado, Mann-Whitney e Kruskall-Wallis foram realizados. A prevalência de HMI foi de 28,7%. A média de molares acometidos foi de 2,25 (DP = 1,03) e a de incisivos, 0,84 (DP = 1,22). Os molares superiores foram os mais afetados (38,9%) e os molares inferiores apresentaram maior severidade (22,2%). As opacidades leves foram mais prevalentes (51,9%). Não houve associação significativa entre HMI e variáveis socioeconômicas. HMI foi mais prevalente em meninos (p = 0,025). O número de incisivos acometidos aumentou proporcionalmente ao número de molares afetados (p = 0,02). A severidade de HMI foi significativamente associada com o número de dentes afetados e a ocorrência de incisivos afetados (p < 0,001).
A prevalência de HMI foi relativamente alta, sendo o grau leve mais prevalente. Um quarto das crianças afetadas já apresentavam grau severo ou muito severo. A proporção de crianças com incisivos afetados aumentou com a severidade de HMI.