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Resultado da busca [Siglas PN0082 a PN0092 ]
 6 Resumo encontrados. Mostrando de 1 a 6


PN0082 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

A voz da criança: autorrelato da ocorrência e da intensidade de dor de dente
Baroni DA, Brilhante VOM, Costa LRRS, Corrêa-Faria P
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A dor é uma experiência subjetiva melhor descrita por quem a vivencia. Entretanto, em se tratando de pacientes na primeira infância, a maioria dos estudos deixa de ouvir a criança e considera o relato dos pais sobre a dor. Neste estudo, avaliou-se a ocorrência e a intensidade de dor de dente relatada pelas crianças usando a Simplified Faces Pain Scale (S-FPS) e foi descrita a percepção dos pesquisadores sobre o instrumento. Crianças de 4 a 6 anos, com cárie foram abordadas na sala de espera, antes do atendimento. Os participantes foram questionados sobre a ocorrência de dor de dente naquele momento. Havendo dor, a S-FPS era apresentada à criança, em um tablet, e solicitado que apontasse o rosto que representava a intensidade da dor. Na coleta, o acompanhante foi orientado a não interferir nas respostas da criança e, quando possível, a díade foi separada. Os dados foram analisados descritivamente. Um total de 166 crianças (53,6% meninos; média de 4,9 anos [desvio-padrão 0,8]) participaram do estudo. Em 38,6% dos casos, houve relato de dor de dente. Vinte e duas crianças sentiram dor leve (34,4%), 21 dor moderada (32,8%) e 21 dor severa (n=21; 32,8%). Não foram relatadas dificuldades na aplicação da escala. As crianças entenderam as perguntas e conseguiram indicar a intensidade de dor na S-FPS.
Concluiu-se que as crianças foram capazes de autorrelatar a dor de dente. Mais de um terço das crianças tinham dor de dente, principalmente de intensidade leve. O relato da criança é uma medida desejável de dor que pode se somar aos achados clínicos e relato do acompanhante.
PN0083 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Perfil da manifestação das lesões de cárie em pacientes de 0 a 5 anos de idade da Bebê Clínica
Padovese M, Lima NC, Chrisostomo DA, Cunha RF
Odontologia Preventiva e Restauradora - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo dessa pesquisa foi traçar o perfil da manifestação das lesões de cárie em pacientes de 0 a 5 anos de idade da Bebê Clínica. Foi realizada uma pesquisa nos prontuários de pacientes atendidos do período de 2012 a 2018 e selecionados os que continham em seu registro, a ocorrência de cárie dentária. Dados de cada paciente, como: nº do prontuário, sexo, dente acometido, tipo de lesão, tipo de tratamento realizado e data da ocorrência foram registrados. Do total de prontuários verificados (n=2.252), 178 (8%) apresentaram registro de cárie dentária sendo 56% pertencentes ao sexo masculino e 44% ao feminino. Os dentes mais afetados pela cárie foram os incisivos centrais superiores (22,3%) com a superfície vestibular a mais acometida (56%). A faixa etária com maior acometimento com cárie dentária foi a de 25 a 36 meses (35,6%). A lesão de mancha branca prevaleceu (327 dentes - 58,5%), sendo nos dentes anteriores a maior ocorrência (80%). Tanto a lesão do tipo mancha branca e a cavitada foram mais observadas em meninos. Em relação aos tipos de tratamentos, em 62% prevaleceu a remineralização (preferencialmente no sexo masculino) seguido pela restauração em 36,5% dos casos (mais frequente no sexo feminino). Com exceção da faixa etária de 49 a 60 meses, nas demais predominou o tratamento do tipo remineralização.
Conclui-se que o perfil de manifestação de cárie dentária de uma amostra submetida a programa odontológico educativo e preventivo apresentou características semelhantes a outras crianças não participantes de programas preventivos.
PN0084 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Associação entre distúrbios respiratórios durante o sono e número de dentes com facetas de desgaste dentário por atrição em dentição decídua
Moreira-Santos LF, Rabelo JAS, Serra-Negra JMC, Paiva SM, Bendo CB, Pordeus IA
Saúde Bucal da Criança e do Adolescente - UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo transversal preliminar objetivou avaliar a associação entre distúrbios respiratórios durante o sono e número de dentes com facetas de desgaste dentário por atrição em dentição decídua. Participaram 36 crianças de 5 anos, matriculadas em uma escola pública e uma particular de Divinópolis/Minas Gerais. Os pais/cuidadores responderam a um questionário sobre dados sociodemográficos, história médica e características do sono de seus filhos. As crianças foram examinadas clinicamente, em sala de aula reservada, por pesquisadora previamente calibrada (concordância Kappa variou de 0,77 a 0,80) para identificar facetas de desgaste dentário devido à atrição, de acordo com os critérios do consenso europeu (níveis de escore de desgaste de zero a 4). Os testes estatísticos escolhidos foram a análise descritiva e Teste t de Student, com nível de significância de 5%. Houve aprovação do comitê de ética institucional (#19808519.6.0000.5149). A maioria dos pais/cuidadores (91,7%) relatou que a criança apresentava boa qualidade do sono. Um total de 52,8% das crianças roncava e 38,9% babavam no travesseiro durante o sono. O desgaste nível 1 foi o mais prevalente em incisivos (48,5%), enquanto em caninos o desgaste nível 2 foi o mais prevalente (14,6%). Molares não apresentaram desgaste. Crianças que roncavam apresentaram um número menor de dentes com facetas de desgaste (p=0,021).
Conclui-se que o ronco influenciou como fator associado na redução do número de dentes com facetas de desgaste, em região anterior da arcada dentária, comparado a quem não roncava.
(Apoio: CAPES)
PN0089 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Consumo de alimentos cariogênicos nas últimas 24 horas e cárie dentária não tratada em crianças de pouca idade
Crema AFA, Costa MD, Chapanski VR, Hofelmann DA, Fraiz FC
Estomatologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste trabalho foi analisar a associação do consumo de alimentos cariogênicos com a ocorrência de cárie dentária não tratada (CDNT) em pré-escolares. Foram avaliadas 432 crianças de 18 a 36 meses de idade de uma amostra representativa dos Centros Municipais de Educação Infantil de São José dos Pinhais, PR. Os pais/responsáveis responderam um questionário socioeconômico e demográfico e as crianças foram examinadas por examinadora calibrada (kappa=0,80). A soma de relatos de consumo nas últimas 24 horas de alimentos que continham açúcar livre (baseado no instrumento Marcadores de Consumo Alimentar do Ministério da Saúde) foi considerada para a definição de um escore de consumo de alimentos cariogênicos. A prevalência de CDNT foi de 20,3% (IC 95%: 16,7-24,4). Na regressão múltipla de Poisson com variância robusta, a maior prevalência de CDNT foi associada a um maior escore de consumo de alimentos cariogênicos (RPa = 1,164; IC95%: 1,014-1,340; p = 0,035), a maior idade das crianças (RPa = 1,051; IC95% 1.008-1.096; p = 0,021) e inversamente ao maior nível de escolaridade dos responsáveis (RPa = 0,624; IC95%: 0,423-0,921; p = 0,017).
Concluiu-se que o consumo de alimentos cariogênicos, medido através do Marcadores de Consumo Alimentar, é associado com uma maior prevalência de CDNT em pré-escolares.
(Apoio: CAPES)
PN0090 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Perfil do ortodontista em relação à documentação digital - estudo exploratório de abrangência nacional
Barbosa FPF, Silva JCOE, Vedovello SAS, Furletti VF
Mestrado - CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO HERMÍNIO OMETTO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo exploratório foi avaliar o perfil dos ortodontistas em relação ao uso da documentação ortodôntica digital. Estudo observacional transversal e descritivo, de abrangência nacional, realizado com 713 ortodontistas brasileiros. Os dados foram coletados através de um questionário auto-aplicável. As variáveis abordavam informações sócio demográficas; de formação profissional e em ortodontia digital; exames físicos ou digitais utilizados, vantagens destes sobre aqueles e vice-versa; qualidade das documentações; frequência de repetições; motivos para não solicitar documentação digital; se a qualidade das documentações interfere no diagnóstico e planejamento; se exames digitais tem melhor qualidade e seu conhecimento da legalidade de exames digitais. A análise descritiva dos dados foi realizada construindo tabelas de distribuição de frequências absolutas e relativas das respostas. Dos entrevistados poucos tiveram abordagem sobre ortodontia digital na especialização e alguns em um curso específico. Como vantagem da documentação digital muitos acreditam que demanda menos espaço, facilitam compartilhar informações, tem melhor qualidade e resultados mais rápidos. O que impede o uso da documentação digital é falta de acesso, custo e aspectos legais. Ainda que a qualidade das documentações interfere no diagnóstico e planejamento.
Concluiu-se que embora o ortodontista perceba a importância dos exames digitais, ele limita sua solicitação por insegurança e desinformação quanto aos aspectos legais, custos ou falta de acesso.
PN0091 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Agentes fluorescentes alteram a resistência mecânica dos adesivos ortodônticos? Estudo in vitro e clínico
Borsato TT, Rossato PH, Domingues F, Kaneshima EN, Berger SB, Fernandes TMF, Conti ACCF, Oltramari PVP
UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliar se a adição de agentes fluorescentes influencia a resistência ao cisalhamento e o desempenho de um sistema adesivo sensível à luz ultravioleta (UV.) Este estudo consistiu em duas etapas: 1) Fase in vitro: seleção de 40 dentes humanos, divididos aleatoriamente em 2 grupos (n = 20), de acordo com o sistema adesivo utilizado: Grupo UV - adesivo com agente fluorescente e Grupo Controle - adesivo convencional. Foi realizado um teste de resistência ao cisalhamento usando uma máquina de teste universal DL 2000, com velocidade de 0,5 mm por minuto. Os acessórios foram removidos e foi realizada uma avaliação do Índice de Remanescente Adesivo (IRA). 2) Fase clínica: selecionados 8 pacientes com aparelhos colados no sistema boca-dividida (160 dentes) com os mesmos sistemas adesivos testados (UV, n = 80; Controle, n = 80). Os pacientes foram monitorados quanto à falha adesiva por 24 meses. A análise estatística foi realizada pelos testes t independente, qui-quadrado e teste de Mann-Whitney, com nível de significância de 5% e intervalo de confiança de 95%. Em relação à fase in vitro, o teste de resistência ao cisalhamento produziu resultados semelhantes nos dois grupos (p> 0,05) e o IRA mostrou diferenças estatisticamente significantes entre os grupos, sendo o IRA o mais frequente nos dois grupos (70%). Além disso, não houve diferença clínica em termos de falha adesiva entre os grupos (p> 0,05).
A adição de agentes fluorescentes não altera a resistência mecânica e o desempenho do adesivo ortodôntico, representando uma alternativa viável para a aplicação clínica.
(Apoio: CAPES)