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PN0051 - Painel Aspirante
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4 - Ortodontia
Análise tomográfica da proporção entre alturas de cúspides vestibulares e profundidades de cristas marginais de pré-molares superiores
Cruz MH, Rino-Neto J, Sendyk M, Mendes FM, Chilvarquer I, Paiva JB
Ortodontia e Odontopediatria - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Em várias situações observa-se que mesmo com um rigoroso protocolo de colagem de bráquetes, as cristas marginais dos dentes posteriores, principalmente dos pré-molares, não coincidem ao final da fase de nivelamento. O objetivo desse trabalho foi analisar se há uma proporção anatômica entre a altura de cúspide vestibular e a profundidade das cristas marginais nos pré-molares superiores utilizando como referência o ponto de maior convexidade da face vestibular. Tomografias de face total de 40 pacientes sem desgaste de cúspides aparentes foram analisadas através de um software 3D (eVolDx 4.0.1.19). Após a demarcação de 3 pontos de interesse, medidas lineares foram registradas e comparadas em todos os pré-molares superiores separadamente, através de análises de regressão linear. Apesar de existir uma tendência de correlação positiva entre as medidas registradas, houve um grande nível de dispersão entre pontos, e um alto intervalo de confiança entre valores máximos e mínimos. Os coeficientes de regressão linear dos dentes 14, 15, 24 e 25 foram: 0.6527(0.508-0.797); 0.7426(0.521-0.964); 0.6205(0.436-0.805) e 0.7558(0.562-0.949), respectivamente. O grande nível de variação das proporções anatômicas deixa clara a necessidade de individualização das alturas de colagem de bráquetes em pré-molares superiores para uma coincidência de cristas marginais ao final da fase de nivelamento ortodôntico, e sugere que o centro de coroa clínica pode não ser um indicador preciso do nivelamento de cristas marginais. (Apoio: CAPES)PN0054 - Painel Aspirante
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4 - Ortodontia
Concentração das citocinas da inflamação no estágio precoce do tratamento ortodôntico e a percepção de qualidade de vida - Estudo piloto
Veronezi AO, Santos MTBR, Novaes TF
Pós-graduação Em Odontologia - UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Avaliar e comparar os níveis salivares das citocinas inflamatórias em sujeitos submetidos ao tratamento ortodôntico com aparelho lingual e aparelho vestibular, bem como a percepção de qualidade de vida. Participaram 10 sujeitos saudáveis, na fase de dentadura permanente, entre 18 a 40 anos de idade, divididos em dois grupos. Grupo 1 (n=5) participantes com aparelho ortodôntico vestibular; Grupo 2 (n=5) participantes com aparelho ortodôntico lingual. A saliva total foi coletada em ambos os grupos com o emprego de rolo de algodão absorvente. A quantificação das citocinas inflamatórias coletadas foi realizada em quatro momentos do estudo: antes da colagem dos aparelhos (T0), 24 (T1), 48 (T2) e 72 (T3) horas após a colagem. Para a avaliação da percepção de qualidade de vida, foi aplicado um questionário com escala visual analógica (EVA). A análise dos biomarcadores salivares foi realizada com o emprego do kit CBA Citocinas Inflamatórias BD. Foi encontrado diferença significante quanto ao nível de dor entre G1 e G2, na EVA, em T2 (p = 0,029), sendo o nível de dor maior para o G2 (mediana = 5,50; IIQ = 3,50-6,75). Segundo a percepção dos pacientes em relação a qualidade de vida, o aparelho ortodôntico lingual determina maior nível de dor após 48 horas da instalação.PN0056 - Painel Aspirante
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4 - Odontopediatria
Perfil do aleitamento e a ocorrência de má oclusão em crianças participantes da Bebê-Clínica
Chrisostomo DA, Padovese M, Duque C, Cunha RF
Odontologia Preventiva e Restauradora - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O papel dos tipos de aleitamento na criança na prevenção das más oclusões tem sido muito investigado. O objetivo desta pesquisa foi analisar a influência do perfil do aleitamento sobre a condição oclusal de crianças que participam de um programa odontológico educativo-preventivo. Participaram da pesquisa 400 crianças entre 27 e 48 meses, sendo 200 que frequentam a Bebê-Clínica e 200 de escolas do município de Araçatuba. Esta pesquisa constou da coleta de informações retrospectivas sobre o tempo, o tipo e a forma de aleitamento, além dos hábitos de sucção não nutritiva, por meio de um questionário realizado com as mães. Foi realizada também uma avaliação clínica da oclusão dentária dessas crianças, utilizando o índice de má oclusão preconizado pela OMS. Os dados foram analisados pelo teste do qui-quadrado. Observou-se, em ambos os grupos, uma elevada porcentagem de mães que amamentaram seus filhos (acima de 84%); elevada porcentagem de crianças com hábitos de sucção não nutritiva (acima de 57%) e um elevado índice de má oclusão dentária, sendo a principal, a mordida aberta anterior. Em crianças que receberam amamentação exclusiva até os 6 meses, em ambos os grupos, foi observado menor ocorrência de má oclusão. Considerando os aspectos estudados nesta pesquisa, verificamos que ambos os grupos apresentaram resultados semelhantes, portanto não havendo influência da participação no programa da Bebê-Clínica. (Apoio: CAPES N° 001)PN0057 - Painel Aspirante
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4 - Odontopediatria
Padrões faciais de crianças podem influenciar o comportamento de universitários no atendimento odontopediátrico?
Martins IM, Vieira ACA, Saddi LCS, Pithon MM, Maia LC, Paiva SM, Alonso LS, Serra-Negra JMC
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo deste estudo foi analisar a influência de diferentes padrões faciais de crianças na empatia e no elenco de prioridade de atendimento odontopediátrico entre estudantes de graduação e pós-graduação do curso de odontologia de uma universidade pública em Minas Gerais. Participaram deste estudo transversal 170 universitários contatados em sala de aula. O instrumento de coleta utilizado foi um questionário para obtenção de informações sociodemográficas e 6 perguntas relacionadas a uma cartela de 12 fotografias de 4 crianças mesocefálicas trabalhadas com computação gráfica, transformadas em dolicocéfalos e braquicéfalos mensurando escore de empatia, colaboração no atendimento odontológico, gênero e prioridade de atendimento da criança. Este estudo foi aprovado pelo comitê de ética institucional (protocolo #05021018.7.0000.5149). Análise descritiva e teste qui-quadrado foram utilizados para análise estatística. A maioria dos universitários priorizou o atendimento de meninas ao de meninos (p=0,032). A maioria que deu alto escore de empatia para mesocefálicos deu baixo escore para braquicéfalos (p<0,001). A maioria que classificou os dolicocéfalos como muito colaboradores no atendimento odontológico categorizou os braquicéfalos como pouco colaboradores (p<0,001). Concluiu-se que os padrões faciais das crianças influenciaram o comportamento dos universitários desta amostra, sendo o padrão braquicéfalo o que apresentou menor escore de empatia e categorizado como paciente pouco colaborador quando comparado aos outros padrões. (Apoio: CAPES)PN0058 - Painel Aspirante
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4 - Ortodontia
Comparação morfológica da abertura da sutura palatina mediana após expansão rápida da maxila: três designs de expansores
Bistaffa AGI, Belomo-Yamaguchi L, Almeida MR, Conti ACCF, Oltramari PVP, Araújo MC, Bocato JR, Fernandes TMF
Ortodontia - UNIVERSIDADE DE CUIABÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo do presente estudo foi testar a hipótese nula de que não existe diferença na abertura da sutura palatina mediana após expansão rápida maxila (ERM) utilizando os expansores tipo Hyrax, Haas e Diferencial. Radiografias oclusais de 52 pacientes tratados com ERM foram realizadas antes e imediatamente após a ERM. Os pontos anatômicos avaliados foram: distância entre os incisivos centrais superiores na borda incisal (A); distância entre as cristas alveolares na sutura palatina mediana (B); abertura na distância de 10 mm, 20 mm e 30 mm da crista para posterior na sutura palatina mediana (C, D e E, respectivamente). Para verificar a normalidade das variáveis mensuradas foi realizado o teste Kolmogorov-Smirnov. Para comparação intragrupo foi utilizado Teste T e para comparação intergrupo, ANOVA seguido de Tukey, com nível de significância de 5%. Na região A, os expansores Hyrax (4,66mm) e Diferencial (4,87 mm) apresentaram maior abertura do que o grupo Haas (3,43mm). Nas regiões B e C, o grupo Diferencial mostrou maior abertura do que o grupo Haas. Na região D, houve uma menor abertura da sutura palatina no grupo Haas ao compará-lo com os grupos Hyrax e Diferencial. A partir dos resultados obtidos neste estudo, a hipótese nula testada foi rejeitada. (Apoio: CAPES | FUNADESP)PN0047 - Painel Efetivo
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4 - Ortodontia
Avaliação tomográfica dos estágios de maturação da sutura palatina mediana em adultos em diferentes padrões de crescimento facial
Oliveira RS, Panzarella FK, Junqueira JLC
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo deste estudo foi avaliar a influência da idade, sexo e padrão de crescimento facial no estágio maturacional da sutura palatina mediana. Foram selecionados 90 TCFC total de crânio, sendo divididas em três grupos: braquifacial (n=30); mesofacial (n=30) e dolicofacial (n=30) anos, determinados a partir do índice VERT do traçado cefalométrico 3D de Ricketts, de pacientes com idade acima de 18 anos divididos em duas faixas etárias: <30 anos; >30 anos. O estágio maturacional de cada sutura palatina mediana foi determinado pela avaliação do corte axial central transversal na dimensão superior-inferior do palato classificando os estágios maturacionais em A, B, C, D e E. Das 90 imagens 55 (61,1%) foram de pacientes do sexo feminino e 35 do sexo masculino (38,9%). A idade dos pacientes variou de 18 a 59 anos sendo que 55 estavam na faixa etária < 30 anos (61,1%) e 35 estavam na faixa etária de >30anos (38,9%). Em relação as estágios maturacionais 3,3% dos braquifacias, 6,7% dos mesofaciais e 16,7% dos dolicofaciais foram classificados nos estágios B e C (suturas com possibilidade de aplicação da disjunção palatina), demonstrando uma associação estatisticamente significante entre os diferentes padrões faciais e os estágios de maturação da sutura palatina mediana (p=0,032). Deste forma, o padrão de crescimento facial pode ser um fator preditivo do estágio de maturação da sutura palatina mediana, com os adultos dolicofaciais apresentando maior probabilidade de se apresentarem nos estágios B e C.