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Resultado da busca [Siglas AO0198 a AO0203 ]
 3 Resumo encontrados. Mostrando de 1 a 3


AO0200 - Apresentação Oral
Área: 6 - Oclusão / ATM

Avaliação dos mecanismos envolvidos na hiperalgesia inflamatória na articulação temporomandibular induzida por contato prematuro
Guimarães MFS, Abdalla HB, Napimoga MH, Silva CAT, Santos PCV, Silva WAB, Silva FA, Clemente-Napimoga JT
FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Recentemente demonstramos que a oclusão traumática experimental induz um processo de hiperalgesia inflamatória na articulação temporomandibular (ATM) de ratos. Assim, o objetivo deste estudo foi elucidar os mecanismos moleculares envolvidos na hiperalgesia inflamatória induzida pela oclusão traumática em ratos. Para isso, ratos machos Wistar (± 250g n=9) foram utilizados. Os animais foram aleatoriamente divididos em 3 grupos experimentais: i) controle ou Sham; ii) 0,4mm (animais submetidos a cimentação de coroa metálica no molar inferior direito com 0,4 milímetros de discrepância oclusal); iii) 0,7mm (0,7 milímetros de discrepância oclusal). Após o período de 28 dias, os animais foram eutanasiados e o tecido periarticular sobre a ATM foi coletada para as análises moleculares. Nossos resultados demonstram que o protocolo de oclusão traumática experimental induz o aumento da liberação das citocinas inflamatórias TNF-α, IL-1β, IL-6, FKN/CX3CL1, mas não IFN-γ, quando comparados ao grupo controle (P < 0.05). Ainda, houve aumento significativo da expressão de ADAM-17 no grupo 0,7mm quando comparado aos demais (P < 0.05). A expressão de DC-STAMP não apresentou diferença estatística entre os grupos testes (P > 0.05).
Em conclusão, a hiperalgesia inflamatória na ATM induzida pelo trauma oclusal experimental é decorrente da liberação de citocinas inflamatórias que sensibilização os neurônios periféricos. Além disso, a ativação da via FKN/CX3CL1/ADAM-17 indicam processo inflamatório crônico na ATM.
AO0202 - Apresentação Oral
Área: 6 - Prótese

Influência do substrato dentinário humano e bovino na citotoxicidade de materiais utilizados para cimentação de restaurações indiretas
Souza IR, Leite MLAS, Ribeiro RAO, Hebling J, de-Souza-Costa CA
Fisiologia e Patologia - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou se a dentina bovina (DB) pode ser uma opção segura para substituir a dentina humana (DH) em testes de citotoxicidade transdentinária de cimentos resinosos. Para isso, células odontoblastóides MDPC-23 foram semeadas sobre a superfície pulpar de discos de DH e DB (3x104/disco) posicionados em câmaras pulpares artificiais. Sobre a superfície oclusal dos discos, os seguintes tratamentos foram realizados: G1/DH e G1/DB: sem tratamento (controle negativo); G2/DH e G2/DB: Single Bond Universal (controle positivo); G3/DH e G3/DB: RelyX Luting 2; G4/DH e G4/DB: RelyX U200; G5/DH e G5/DB: RelyX Ultimate. A viabilidade das células aderidas à dentina foi determinada. Então, os extratos (meio de cultura + componentes dos materiais difundidos pelos discos) foram aplicados sobre as células cultivadas em placas de 96 compartimentos, o que permitiu analisar a viabilidade, adesão e espalhamento celular, bem como a atividade de fosfatase alcalina (ALP) e formação de nódulos de mineralização (NM) (ANOVA/Tukey; α=5%). Em G2, G3 e G5 as células exibiam menor viabilidade, atividade de ALP, formação de NM (p<0,05) e adesão quando comparadas a G1 para ambos os substratos. Esses mesmos parâmetros celulares foram estatisticamente semelhantes entre G4 e G1 (p>0,05). Não houve diferença significativa entre DH e DB quando o mesmo material foi aplicado sobre estes substratos (p>0,05).
Concluiu-se que a dentina bovina tem potencial para substituir a dentina humana em testes in vitro de citotoxicidade transdentinária de materiais dentários resinosos.
(Apoio: FAPs - FAPESP  N° 2019/05788-1)
AO0203 - Apresentação Oral
Área: 6 - Prótese

Análise microestrutural e propriedades mecânicas de cerâmicas vítreas cristalizadas por energia de micro-ondas
Carvalho ABG, Ramos NC, Luz JN, Diamantino PS, Riquieri H, Grassi EDA, Cardoso BF, Saavedra GSFA
Odontologia Restauradora - INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA / ICT-UNESP-SJC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este trabalho verificou a viabilidade do processo de cristalização por energia de micro-ondas e estabeleceu um protocolo de cristalização para vitrocerâmicas, avaliando o efeito do processo na microestrutura e propriedades mecânicas das mesmas. Foram confeccionados discos em três materiais: dissilicato de lítio (DL: IPS e.max CAD) e silicatos de lítio reforçados por zircônia (SLZ1: Suprinity; SLZ2: Celtra Duo). Foram testadas três temperaturas de cristalização em forno de micro-ondas (mo): 700ºC, 770ºC e 850ºC. Testes de flexão biaxial, MEV e DRX foram utilizados para definir qual a temperatura em que as cerâmicas apresentaram melhor comportamento. Testes de densidade, translucidez, rugosidade, dureza e desgaste foram realizados com as amostras cristalizadas nas temperaturas selecionadas. Para o grupo DL-mo, a temperatura de cristalização foi 850ºC e sua resistência aumentou. Para os grupos SLZ1-mo e SLZ2-mo, a temperatura de cristalização foi 770ºC, com resistências aproximadas ao grupo controle. Translucidez e densidade demonstraram-se propriedades diretamente proporcionais. O teste de rugosidade não apresentou diferença estatística para Ra e Rsm, apenas para Rz. No teste de desgaste de três corpos, amostras cristalizadas em micro-ondas sofreram menor taxa de desgaste do que o grupo controle; enquanto para desgaste de dois corpos a forma de cristalização não foi uma variável significante.
O processo de cristalização é viável para vitrocerâmicas, e diferentes temperaturas resultam em diferentes microestruturas e propriedades mecânicas.
(Apoio: FAPESP  N° 2018/09577-2  |  FAPESP - BEPE  N° 2019/06458-5)