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AO0084 - Apresentação Oral
Área:
4 - Ortodontia
Alterações dos arcos dentários 6 meses após o início do tratamento ortodôntico com alinhadores e aparelho fixo: estudo clínico randomizado
Bocato JR, Santos GN, Assunção LSG, Conti ACCF, Fernandes TMF, Almeida MR, Almeida-Pedrin RR, Oltramari PVP
UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Verificar alterações nos arcos dentários com alinhadores ortodônticos (AO) e aparelho fixo (AF), 6 meses após o tratamento, em um ensaio clínico do tipo paralelo. A amostra de 40 pacientes Classe I, alocados em 2 grupos por randomização: AO (Invisalign, n=20) e AF (Aparelho Fixo, 3M, n=20). As alterações dos arcos foram quantificadas com o OrthoCAD. Para a correção do apinhamento (índice de Little) e melhora da severidade da má oclusão (Índice PAR), utilizaram-se os modelos de gesso. As variáveis medidas antes (T0) e 6 meses após (T1). Para o erro intraexaminador, foram utilizados os testes t dependente, fórmula de Dahlberg, coeficiente de correlação intraclasse e Bland & Altman. A comparação intergrupos foi feita com o teste t independente, Qui-quadrado e Fisher-Freeman-Halton (α=5%, IC=95%). Os grupos foram pareados em T0 quanto ao sexo, idade, apinhamento, severidade da má oclusão, perímetro e distâncias transversais (p>0,05). Considerando a comparação intergrupos, verificou aumento do perímetro dos arcos para o grupo AF em relação ao AO (p<0,05). Observou-se correção maior do apinhamento anteroinferior no grupo AF (84,5%) em relação ao grupo AO (50,3%)(p<0,05). Considerando a severidade da má oclusão, verificou-se melhora na relação anteroposterior para o grupo AO e apinhamento para o grupo AF (p<0,05). Após 6 meses, verificou-se aumento no perímetro dos arcos dentários e maior correção do apinhamento anteroinferior no grupo AF, enquanto o grupo AO apresentou maior correção da relação anteroposterior. Os demais parâmetros foram semelhantes entre os grupos. (Apoio: CNPq | CAPES)AO0085 - Apresentação Oral
Área:
4 - Odontopediatria
Hábitos de higiene bucal e do sono durante a pandemia COVID-19 entre escolares portugueses e brasileiros
Serra-Negra JMC, Baptista ASC, Prado IM, Perazzo MF, Pinho TMC, Pordeus IA, Paiva SM
Odontopediatria - UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Este estudo transversal se propôs a analisar a associação entre distúrbios do sono e higiene bucal de crianças durante o período de isolamento social referente ao COVID-19. Participaram 255 pais de escolares de 3 a 15 anos. O contato foi feito pelo WhatsApp, em grupos de pais de escolares da cidade de Belo Horizonte e 4 cidades do norte de Portugal. Utilizou-se um questionário online com informações sociodemográficas, higiene das crianças e a Escala de Distúrbios do Sono para Crianças (EDSC). O estudo foi aprovado pelo comitê de ética institucional (#54989816.3.0000.5149). Qui-quadrado da razão de verossimilhança e o teste de Kruskal-Wallis foram testes estatísticos utilizados. Havia 50,2% de portugueses e 49,8% brasileiros. A maioria das crianças realizava atividades escolares on-line (77,3%). Má qualidade do sono foi relatada por 42,7% dos pais e pior higiene bucal por 22,8%. As pontuações dos domínios Desordens Respiratórias do Sono (p=0,019) e Transtorno de Transição (p=0,022) foram maiores entre as crianças cuja higiene bucal piorou durante o distanciamento social, quando comparadas àquelas que mantiveram a higiene bucal igual. Os escores do domínio Sonolência Diurna foram maiores entre as crianças cuja higiene bucal piorou durante o distanciamento social, quando comparadas àquelas que mantiveram o padrão de antes do distanciamento social (p<0,001). Concluiu-se que as crianças cujos pais relataram piora da higiene bucal em isolamento social apresentaram propensão a distúrbios do sono no padrão respiratório, transtornos de transição e sonolência diurna. (Apoio: CNPq N° 405301/2016-2 | CAPES)