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RESUMOS APROVADOS

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Resultado da busca [Siglas AO0049 a AO0053 ]
 3 Resumo encontrados. Mostrando de 1 a 3


AO0050 - Apresentação Oral
Área: 4 - Ortodontia

Avaliação da espessura do palato para expansores fixos ancorados em mini-implantes: estudo de mapeamento tomográfico
Negrisoli S, Labegalini LD, Chiquito EM, Amad RCOA, Gonçalves JR, Maltagliati LA, Angelieri F, Nahás ACR
Otorrinolaringologia Pediátrica - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Expansores ortodônticos fixos ancorados em mini-implantes maximizam os efeitos esqueléticos, sem inclinações dentárias indesejadas. Para o sucesso do tratamento, a avaliação prévia da espessura óssea do palato é de grande importância. Logo, este estudo avaliou, em tomografias computadorizadas de feixe cônico, a espessura do palato de 223 pacientes, de ambos os sexos, acima de 18 anos de idade, para a instalação de mini-implantes. Por meio do software "Imaging Studio", no plano transversal, as espessuras ósseas na região anterior (face distal dos primeiros pré-molares) e na região posterior (face distal dos primeiros molares) foram consideradas a 3 mm e a 6 mm lateralmente à sutura palatina mediana. No plano sagital, na região anterior, obteve-se a espessura óssea iniciando-se da cortical do palato à cortical do assoalho nasal em 90°, 45° e em 30°. Já, na região posterior, a medida da espessura deu-se em 90° apenas. Os testes ANOVA, ANOVA com medidas repetidas, teste t de Student e teste t pareado (P<0,05) foram aplicados. A média de espessura óssea do palato na região anterior a 3 mm parassutural foi de 5,37 mm (90°), 7,43 mm (45°) e 9,57 mm (30°), assim como a 6 mm, 5,15 mm (90°), 7,18 mm (45°), e 8,9 mm (30°). Na região posterior, a 3 mm foi de 3,04 mm e a 6 mm, 1,85 mm. A espessura óssea é maior a 30° em comparação com as demais inclinações na região anterior (P=0,000); em 90°, a espessura óssea na região anterior é maior que na posterior, e diminui de 3 mm a 6 mm da sutura.
Conclui-se que a maior oferta de espessura óssea está localizada na região anterior, a 3 mm da sutura palatina mediana, e a 30°.
AO0051 - Apresentação Oral
Área: 4 - Odontopediatria

Protetores Bucais: Avaliação da contaminação microbiana, rugosidade superficial e eficácia da clorexidina como método de desinfecção
Ribeiro YJS, Delgado RZR, Palma-Dibb RG, Paula-Silva FWG, Feres M, Segato RAB, Faraoni JJ, Nelson-Filho P
Clinica Infantil - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliar a contaminação microbiana de protetores bucais esportivos, a eficácia do spray de Gluconato de Clorexidina e seu efeito citotóxico contra bactérias cariogênicas. Vinte praticantes de artes marciais de 9 a 13 anos de idade foram instruídos a usar protetores bucais esportivos 3 dias por semana, durante 1 hora e, após o uso, os dispositivos foram pulverizados com água de torneira esterilizada(controle) ou gluconato de clorexidina a 0,12%(experimental). Após 2 semanas de uso, os protetores foram analisados por meio do ensaio MTT, Checkerboard DNA-DNA hybridzation e microscopia confocal a laser. Os dados foram analisados pelo teste de Wilcoxon, teste t e correlação de pearson, com nível de significância de 5%. Os protetores bucais do grupo controle apresentaram maior contaminação por micro-organismos cariogênicos do que no grupo experimental(p<0,005). A viabilidade celular bacteriana foi menor no grupo da clorexidina, enfatizando seu efeito citotóxico sobre os micro-organismos(p=0,0007).Além disso, foi evidenciado aumento da rugosidade final dos dispositivos em comparação à inicial(anterior ao uso), em ambos os grupos. Foi observada correlação moderada(r=0,59) entre a rugosidade de superfície e o número de micro-organismos cariogênicos no grupo controle.
Os protetores bucais esportivos apresentam intensa contaminação microbiana após seu uso, e o spray de clorexidina foi eficaz na redução dessa contaminação em crianças, sem alterar a rugosidade da superfície.
AO0053 - Apresentação Oral
Área: 4 - Odontopediatria

"Você está satisfeito com a sedação da sua criança?": sedação sob a ótica dos acompanhantes
Anabuki AA, Rodrigues VBM, Corrêa-Faria P, Costa LRRS
Prevenção e Reabilitação Oral - UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O sucesso da sedação é avaliado por meio do comportamento da criança e da conclusão de procedimentos; pouca atenção é dada desfechos relatados pelos pacientes. O objetivo desta análise de desfecho secundário de um ensaio clínico (ClinicaTrials.gov NCT03290625) foi avaliar a satisfação do acompanhante com o tratamento sob sedação da sua criança. Participaram acompanhantes de 86 crianças com até 7 anos encaminhadas para tratamento sob sedação. Os participantes permaneceram com as crianças, sentados na cadeira odontológica, enquanto odontopediatras realizavam a técnica do tratamento restaurador atraumático nos dentes indicados. Conciliou-se a sedação às técnicas básicas de manejo do comportamento. Ao final, os participantes indicaram o quanto estavam satisfeitos com o tratamento em uma escala visual analógica (0: totalmente insatisfeito; 100: totalmente satisfeito) e registraram os pontos positivos e negativos. Os dados foram analisados descritivamente. A mediana da pontuação da satisfação foi 93,5 (percentil 25-75: 75-98). Pontos positivos foram descritos por 71 acompanhantes e incluíram: atenção e paciência da equipe com a criança e com o acompanhante; a criança ficar calma e permitir o tratamento; a rapidez e a qualidade do atendimento. Pontos negativos como jejum, comportamento negativo e realização de poucos procedimentos foram indicados em 13 casos.
Concluiu-se que, na maioria dos atendimentos, os participantes ficaram satisfeitos. A interação entre a criança, o acompanhante e a equipe foram importantes na satisfação com o tratamento.
(Apoio: CNPq  N° 28/2018  |  FAPEG  N° 07/2017)