9 a 12 de Setembro de 2026 | São Paulo / SP

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Resumos Aprovados 2026

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 2769 Resumo encontrados. Mostrando de 1631 a 1640


PIa0039 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Longevidade de um protocolo prolongado de clareamento caseiro: um estudo clínico prospectivo
Gustavo Princival Perlott, Thalita de Paris Matos, Isabela Souza Vardasca, Mylena de Araújo Régis, Carlos Francci, Alessandro D. Loguercio, Alessandra Reis, Michael Willian Favoreto
UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliar a estabilidade da cor após 1 ano de um protocolo prolongado de clareamento caseiro com peróxido de carbamida a 10%, bem como seus efeitos sobre autopercepção estética e qualidade de vida. Este estudo clínico prospectivo de braço único incluiu 40 adultos com caninos de cor A2 ou mais escura, submetidos a 56 dias de clareamento caseiro com peróxido de carbamida a 10%. A cor foi mensurada por métodos objetivos e subjetivos no início do estudo, ao término do tratamento, após 1 mês e após 1 ano. A autopercepção estética e qualidade de vida relacionada à saúde bucal (OHIP-14) foram avaliadas longitudinalmente. Os dados foram analisados com testes para medidas repetidas, com nível de significância de 5%. O protocolo promoveu clareamento significativo ao final do tratamento. Após 1 ano, observou-se manutenção parcial do ganho cromático (p<0,05), embora não tenha ocorrido regressão significativa em relação ao pós-tratamento imediato. Apesar disso, os resultados permaneceram superiores aos valores basais (p>0,05). Os desfechos centrados no paciente demonstraram melhora significativa da autopercepção estética e da qualidade de vida (p<0,05), com manutenção parcial desses benefícios ao longo de 1 ano (p<0,05).

O clareamento caseiro prolongado com peróxido de carbamida a 10% apresentou moderada estabilidade de cor após 1 ano, sem comprometimento da tolerabilidade clínica. Além da eficácia clareadora, o tratamento proporcionou benefícios relevantes do ponto de vista dos participantes.

PIa0040 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Efeitos dos agentes clareadores caseiros nas resinas unicromáticas: análise das alterações físicas e mecânicas
Lorena Ribeiro, Marcos Roberto de Lima Benati, Renata Siqueira Scatolin, Laura Nobre Ferraz
CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO HERMÍNIO OMETTO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O presente estudo avaliou, in vitro, o efeito de agentes clareadores de uso caseiro sobre as propriedades físico-mecânicas de uma resina composta unicromática, em comparação a uma resina composta convencional. Foram confeccionadas 60 amostras de resina composta, distribuídas em dois grupos: resina composta convencional (Vitra APS - FGM) e resina composta unicromática (Vitra APS Unique - FGM). Cada grupo foi subdividido em três subgrupos (n=10), de acordo com o agente clareador utilizado: gel de peróxido de carbamida a 22%, gel de peróxido de hidrogênio a 7,5% e gel placebo (controle). As amostras foram avaliadas antes e após 15 dias de tratamento clareador. As variáveis de resposta foram: microdureza de superfície (KHN), rugosidade de superfície (Ra) e alteração de cor (∆E00). Os dados obtidos foram submetidos a análise estatística apropriada, considerando o nível de significância de 5%. Houve diferença significativa na variação de cor entre a resina unicromática e a convencional quando utilizado o gel de peróxido de carbamida a 22% (p≤0,05), sendo maior para a resina unicromática. Para a rugosidade superficial, observou-se aumento significativo no tempo final em relação ao inicial, independentemente do tratamento (p≤0,05); contudo, a resina unicromática apresentou valores inferiores aos da resina convencional em todas as condições. A microdureza mostrou-se significativamente menor na resina unicromática em comparação à convencional em ambos os tempos avaliados (p≤0,05).

Conclui-se que os agentes clareadores afetaram as propriedades das resinas compostas, sendo os compósitos unicromáticos mais suscetíveis às alterações de cor e microdureza, apesar de apresentarem menor rugosidade superficial.

(Apoio: PIC  N° 200/2025)
PIa0041 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

AVALIAÇÃO DA RADIOPACIDADE DOS CIMENTOS CIMMO® DTA, CIMMO® HP, CIMMO® HD E BIO-C® REPAIR ANGELUS® ATRAVÉS DE RADIOGRAFIA DIGITAL
Stella Teixeira de Medeiros, Warley Oliveira Silva, Keslley Lauren Urbano, Karina Lopes Devito, Mariane Floriano Lopes Santos Lacerda, Anamaria Pessoa Pereira Leite

Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A radiopacidade dos cimentos endodônticos é essencial para a adequada avaliação radiográfica e o acompanhamento clínico. Este estudo teve como objetivo avaliar a radiopacidade dos cimentos biocerâmicos CIMMO® DTA, CIMMO® HP, CIMMO® HD e BIO-C® Repair Angelus®, por meio da mensuração dos valores de cinza em radiografias digitais, considerando a escassez de evidências independentes sobre esses materiais nacionais. Foram confeccionados cinco corpos de prova por material (4 mm de diâmetro e 2 mm de espessura), moldados em matrizes de elastômero. Como referência, utilizaram-se uma secção mésio-distal de 2 mm de molar humano hígido e escala de alumínio com 12 degraus. As amostras foram posicionadas sobre placas de fósforo fotoestimuláveis e radiografadas em aparelho de raios X (70 kVp, 7 mA e 0,032 s). As imagens em formato TIFF foram analisadas no software ImageJ para obtenção dos valores médios de cinza. Para análise estatística, aplicaram-se os testes de Shapiro-Wilk e ANOVA, seguidos pelo post-hoc de Tukey (p≤0,05). Verificou-se diferença estatisticamente significativa entre os materiais (p<0,001), com maior radiopacidade para o CIMMO® DTA, seguido por CIMMO® HP e BIO-C® Repair, que não diferiram entre si, enquanto o CIMMO® HD apresentou os menores valores. Todos os cimentos exibiram radiopacidade superior à dentina, sendo que apenas o CIMMO® HD apresentou valores inferiores ao esmalte.

Conclui-se que, embora todos os materiais atendam aos requisitos normativos mínimos, apresentam comportamentos radiográficos distintos, possivelmente associados a variações composicionais e microestruturais, ressaltando a relevância de avaliações independentes para validação do desempenho e suporte à tomada de decisão clínica odontológica.

PIa0042 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Propriedades cromáticas, translucidez e fluorescência de resinas compostas de cor única e suas versões convencionais
Thalita de Carvalho Santos, Carolina Meneghin Barbosa, Marina de Moraes Nobre, Thaís Bulzoni Branco, Débora Alves Nunes Leite Lima, Waldemir Francisco Vieira Junior
Odontologia Restauradora, Dentística FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Resinas compostas de cor única foram caracterizadas quanto às propriedades ópticas e estabilidade cromática, em comparação às suas versões convencionais. Foram confeccionadas 72 amostras (Ø6 mm × 2 mm) oriundas das resinas compostas (n = 12): convencionais nano-híbridas (Vittra, FGM e Forma, Ultradent) e nanoparticulada (Palfique LX5, Tokuyama) e suas versões de cor única nano-híbridas (Vittra Unique, FGM e Transcend, Ultradent) e nanoparticulada (Omnichroma, Tokuyama). As propriedades foram avaliadas, no tempo inicial e após 6 meses de armazenamento em água destilada, através de espectrofotometria digital (VITA Easyshade V, VITA) quanto às coordenadas CIEL*a*b*, alteração geral de cor (ΔEab e ΔE00), translucidez (TPab e TP00), escala Vita (SGU) e índice de brancura (WID). A fluorescência (Fb) foi determinada por fotografias e mensurada em software específico (Adobe Photoshop, Adobe Systems). Os dados foram avaliados por modelos lineares generalizados (L*, b*, TPab, TP00, WID e Fb), ou testes de Kruskal-Wallis e Dunn (a*, SGU, ΔWID, ΔEab e ΔE00). As resinas compostas de cor única apresentam maiores valores de L*, menores de a* e b* em comparação as suas versões convencionais (ρ <0,05). TP00, WID e Fb foram maiores nas resinas compostas de cor única (ρ <0,05). Maiores valores de ΔEab e ΔE00 foram observados para Vittra Unique (ρ <0,05). Para ΔE00, a Omnichroma apresentou valores superiores, além de alteração de SGU após armazenamento (ρ <0,05).

Resinas compostas de cor única apresentaram propriedades ópticas distintas em relação às suas contrapartes convencionais. Omnichroma e Vittra Unique apresentaram menor estabilidade cromática.

(Apoio: FAPs - FAPESP  N° 2024/15655-7)
PIa0043 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Influência de enxaguatórios bucais comerciais com diferentes formulações sobre o esmalte dental durante o clareamento caseiro
Júlia Meneghin Barbosa, Thalita Novello Coelho, Ana Júlia Gil, Marcos Roberto de Lima Benati, Carolina Meneghin Barbosa, Waldemir Francisco Vieira Junior, Renata Siqueira Scatolin, Laura Nobre Ferraz
Dentística CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO HERMÍNIO OMETTO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar in vitro as propriedades do esmalte dental submetido ao uso de enxaguatórios bucais com diferentes princípios ativos durante o clareamento caseiro com peróxido de carbamida a 10%. Discos de esmalte/dentina bovinos foram distribuídos aleatoriamente em quatro grupos (n=12): água destilada (controle), Listerine Cool Mint Zero Álcool, Listerine Cool Mint e Listerine Whitening Extreme. O clareamento foi realizado por 4 horas diárias durante 14 dias, com aplicação dos enxaguatórios duas vezes ao dia. A análise de cor foi realizada pelo sistema Commission Internationale de l'Éclairage Lab* (CIELAB), obtendo-se ∆L*, ∆a*, ∆b*, ∆Eab e ∆E00. A rugosidade superficial e a microdureza superficial foram avaliadas nos tempos inicial e final, e a morfologia foi analisada por microscopia eletrônica de varredura. Os dados foram analisados por modelos lineares mistos, modelos lineares generalizados mistos e teste de Kruskal-Wallis (α=5%). Não houve diferença entre os grupos para alteração de cor e rugosidade superficial (p>0,05). Todos os grupos apresentaram redução significativa da microdureza ao longo do tempo (p<0,05), com maior redução nos grupos contendo óleos essenciais, com ou sem álcool (p<0,05). A análise morfológica evidenciou alterações semelhantes em todos os grupos.

Os enxaguatórios bucais não interferiram na alteração de cor durante o clareamento, mas influenciaram a microdureza e a morfologia do esmalte.

(Apoio: FAPs - FAPESP  N° 2022/11153-1)
PIa0044 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

A adição de quitosana a um dessensibilizante comercial aplicado previamente ao clareamento caseiro reduz os efeitos adversos no esmalte?
Alisson Ferreira Pessoa, Marcos Roberto de Lima Benati, Renata Siqueira Scatolin, Carolina Meneghin Barbosa, Laura Nobre Ferraz
CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO HERMÍNIO OMETTO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo in vitro avaliou o efeito da adição de 2% de quitosana (QUI) a um agente dessensibilizante comercial (D), contendo 2% de fluoreto de sódio e 5% de nitrato de potássio, aplicado previamente ao clareamento caseiro com 16% de peróxido de carbamida (PC16%) ou 6% de peróxido de hidrogênio (PH6%), sobre as propriedades físicas do esmalte dental. Espécimes de esmalte/dentina bovinos, previamente pigmentados com chá preto, foram aleatorizados em seis grupos (n = 12): PC16%, D+PC16%, D+QUI+PC16%, PH6%, D+PH6% e D+QUI+PH6%. Os agentes dessensibilizantes foram aplicados por 10 minutos antes de cada sessão de clareamento, durante 14 dias. Foram avaliadas a alteração de cor (ΔE00), o índice de brancura (ΔWID), a rugosidade superficial (ΔRa) e a microdureza (KHN), nos tempos inicial e após a conclusão do tratamento clareador, além da análise da morfologia superficial (MEV). Os dados foram analisados por ANOVA de dois fatores, seguida do teste de Tukey (α = 0,05). Os resultados de cor mostraram que ΔE00 e ΔWID não foram significativamente afetados pelos diferentes tratamentos (p > 0,05). Os grupos contendo quitosana apresentaram menor rugosidade superficial, enquanto aqueles sem quitosana apresentaram aumento significativo (p < 0,05). A análise por MEV corroborou os resultados de rugosidade superficial. A quitosana promoveu aumento significativo da microdureza do esmalte após o clareamento (p < 0,05), enquanto os grupos sem quitosana apresentaram redução ou manutenção dos valores ao comparar os tempos inicial e final.

A adição de 2% de quitosana a um agente dessensibilizante comercial resultou em aumento significativo da microdureza do esmalte, contribuindo para a redução dos efeitos adversos associados ao clareamento caseiro.

(Apoio: PIBIC   N° 137833/2024-5)
PIa0045 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Avaliação do parâmetro de translucidez de diferentes resinas compostas comerciais após hidratação
Willian Ryuji Osato, Samara Franco da Silva, Luiz Henrique Raduan, Carlos Francci
Biomateriais e Biologia Oral UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliou-se o parâmetro de translucidez de diferentes resinas compostas comerciais considerando-se o tempo de hidratação em água destilada, a marca comercial e a saturação de cada compósito. Para isso, foram confeccionadas 50 amostras (n=05) de resinas compostas: Z350XT (Solventum); IPS Empress Direct (Ivoclar); Elóra (FGM); Harmonize (Kerr) e Luna 2 (SDI), de saturações A1 e A2. Cada corpo de prova possuía 12mm de diâmetro x 3mm de espessura, sendo 1mm de resina em opacidade de esmalte e 2mm de dentina. Após a confecção dos espécimes, todos foram armazenados em estufa a 37°C submersos em água destilada, para analisar a variação do parâmetro de translucidez (TP00), a partir da fórmula do CIEDE2000 em T0, T24h, T48h, T7dias e T14dias após a confecção. Para essa mensuração, foi utilizado o espectrofotômetro CM-3700d (Konica Minolta, Japão) em fundos branco e preto de cada amostra nos 5 momentos mencionados. A análise estatística foi conduzida com teste three-way ANOVA de medidas repetidas, sendo o "tempo de hidratação" o fator de repetição enquanto a "marca" e a "saturação" os fatores fixos, e post hoc de Tukey (a=0.05) Houve interação significativa entre os três fatores avaliados (p=0.005), na variação do TP00 sendo que isoladamente, somente o fator "marca da resina composta" foi significante (p<0.001), sendo que as maiores médias de TP00 foram encontradas na resina Harmonize e as menores na resina Z350XT. Os fatores "tempo de hidratação" (p=0.066) e "saturação" (p=0.111) não demonstraram significância estatística.

Portanto, o tempo de hidratação, e a saturação não demonstraram influência significativa na translucidez dos compósitos resinosos. Já a marca da resina composta influenciou significantemente a translucidez desses materiais.

(Apoio: Fundecto  N° 2025-3367  |  FAPs - FAPESP  N° 2025/00628-7)
PIa0046 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Efeito de unidades de fotopolimerização na microdureza Vickers e estabilidade cromática de resinas compostas
Ginetom Ferreira Aguiar, Mayara Aparecida Pontes de Oliveira, Giovanna Hemel Mandia, Juliana Bellini Pereira da Silva, Cintia Helena Coury Saraceni, Matheus Kury Rodrigues, Flávia Magnani Bevilacqua
UNIVERSIDADE PAULISTA - CAMPINAS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo desse estudo in vitro foi avaliar a microdureza superficial e estabilidade de cor de duas resinas compostas submetidas a diferentes unidades de fotopolimerização. Trinta discos (10mm Ø x 2mm) de cada uma das resinas Filtek Easy Match Universal (EM) e Forma (FO) foram fotoativados (n=10/grupo) com três unidades fotopolimerizadoras: Valo Cordless (VL), Elipar DeepCure-L (EL) ou Lec Plus (LEC). Cada grupo foi polimerizado pelo tempo recomendado, levando em consideração a irradiância conhecida de cada aparelho. Foi avaliada a microdureza de superfície Vickers (VK, 25g por 5 s) no topo dos espécimes utilizando microdurômetro (Future Tech-FM-300). A alteração de cor (ΔE00) dos espécimes foi calculada com espectofotômetro antes e após armazenamento em solução de café por 7 dias. Os resultados foram submetidos à ANOVA dois-fatores com teste de Tukey (α = 5%). A resina EM demonstrou a maior média de VK mediante fotoativação com EL (p<0.05), sem diferenças significativas entre VL e LEC. Para resina FO, não houve diferença significativa de VK entre os fotopolimerizadores VL e EL, ambos acarretando VK superior que LEC (p<0,05). Não foi detectada diferença significativa de VK entre as resinas após ativação com VL. Os aparelhos EL e LEC acarretaram microdureza superior para a resina EM (p<0,05). ΔE00 não foi afetado significativamente pelo tipo de resina, mas ambos compósitos apresentaram maior alteração de cor com fotoativação via LEC (p<0,05).

Conclui-se que a microdureza de superfície das duas resinas compostas avaliadas foi influenciada pela fonte utilizada durante a fotopolimerização e que a estabilidade de cor foi negativamente influenciada pelo aparelho Lec Plus.

(Apoio: FAPESP  N° #2024/10036-7  |  Programa Institucional de Iniciação Científica da UNIP )
PIa0047 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Avaliação ex-vivo de protocolos de irradiação com LED Violeta na variação de temperatura dental durante clareamento foto-assistido
Enzo Llobregat Ducatti, Christian Ferreira Bernardi, Nicole Dayan, Karen Muller Ramalho
SOCIEDADE BENEFICENTE ISRAELITA BRASILEIRA ALBERT EINSTEIN
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O presente estudo preliminar visa avaliar a variação de temperatura na superfície dental e intrapulpar provocada por diferentes distâncias de irradiação (0 cm, 1 cm e 2 cm) com o uso de LED Violeta (405±5 nm) em protocolos de ativação contínua e pulsada, durante o clareamento dental de consultório com peróxido de hidrogênio transparente (35%). O equipamento foi utilizado em protocolo contínuo (30min) e pulsado: 20 ciclos de 1minuto ligado e 30 segundos desligado (30 min). Foram utilizados 3 dentes unirradiculares humanos. As leituras de temperatura foram realizadas em triplicata. A temperatura foi aferida em tempo real utilizando Termopares tipo K posicionados na câmara pulpar e na superfície dental. Para estatística descritiva foi realizada a média do maior valor de temperatura obtido em cada leitura/grupo. Os resultados foram: (1) Temperatura intrapulpar modo contínuo: 0 cm (15.1oC +2.1); 1 cm (7.2oC +1.8); 2 cm (2.6oC + 0.7). (2) Temperatura intrapulpar modo pulsado: 0 cm (10.4 oC +0.7); 1 cm (3.7oC + 0.8); 2 cm (3.2oC + 0.6). (3) Temperatura superficial modo contínuo: 0 cm (14.3oC +4.9); 1 cm (8.3oC +0.8); 2 cm (3.4oC + 0.2). (2) Temperatura superficial modo pulsado: 0 cm (11.2 oC +0.9); 1 cm (6.2 oC + 1.5); 2 cm (3.7 oC + 0.4).

Foi possível concluir que a distância tem papel mais importante do que o protocolo (contínuo X pulsado) de aplicação da luz no controle de temperatura intrapulpar e da superfície dental. A distância de 2 cm foi a única que resultou em aumento de temperatura dentro dos valores conhecidos como seguros à polpa.

PIa0048 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Efeito da ponteira Arcada Total do Radii Xpert no grau de conversão e comportamento térmico de barreira gengival: estudo in vitro
Alanis Moreira Sobral, Laryssa Mylenna Madruga Barbosa, Helena Faix Uchaka, Gabrielle Gomes Centenaro, Handially Dos Santos Vilela, Carlos Alberto Kenji Shimokawa, Alessandro D. Loguercio, Michael Willian Favoreto
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo in vitro foi avaliar os efeitos do uso do protetor da ponteira Arcada Total e da distância de emissão no grau de conversão (GC%) e aquecimento gengival (ΔT) de uma barreira gengival fotopolimerizável. Utilizou-se um manequim sob temperatura controlada (28 ± 0,5 oC) e o fotopolimerizador Radii Xpert (SDI) em três condições: ponteira monowave a 1 mm da superfície; ponteira Arcada Total sem protetor a 1 mm; e ponteira Arcada Total com protetor a 15 mm. A temperatura foi aferida através de termopar tipo T, com aquisições a cada 0,2 s na gengiva cervical dos dentes 32/33, 41/31, 42/43 (n = 3 repetições/dente/condição), registrando ΔT e Tmax. A irradiância e a exposição radiante foram determinadas por espectrorradiometria com esfera integradora (10 s). O GC% foi avaliado por FTIR-ATR, utilizando a razão entre as bandas C=C (~1638 cm⁻¹) e aromática (~1608 cm⁻¹) (n = 6). A ponteira monowave apresentou maior irradiância, enquanto a ponteira Arcada Total com protetor apresentou os menores valores. Todos os protocolos promoveram aumento de temperatura, com maiores valores sem protetor a 1 mm (~50,2 °C) e menores com protetor a 15 mm (~38 °C). Apesar da atenuação da irradiância, não houve diferença significativa no GC% entre as condições (p > 0,05), variando de ~58 a 65%.

O uso do protetor associado ao aumento da distância reduz o aquecimento gengival sem comprometer o grau de conversão, configurando uma estratégia segura para procedimentos de clareamento em consultório.




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