RESUMOS APROVADOS

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 2918 Resumo encontrados. Mostrando de 1191 a 1200


PN1042 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 25

Influência do tipo de movimento mecanizado no Glide Path do canal mésio-palatino de molares superiores
Araújo LBB, Calefi PHS, Tartari T, Vivan RR, Duarte MAH
Dentística, Endodontia e Materiai - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - BAURU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A localização e o glide path de canais mésio-palatinos (MP) são desafiadores no tratamento endodôntico de molares superiores. Este trabalho analisou a influência do movimento mecanizado na segurança e efetividade do glide path em canais MP. Molares superiores foram distribuídos em quatro grupos (n=9) em função do movimento empregado para realização do Glide Path utilizando o instrumento Pro Design Logic 15/03, sendo: G1: Rotação Contínua 350 rpm/1 N.cm; G2: Movimento Reciprocante 150°/30° 400rpm; G3: Movimento Reciprocante 90°/30° 500rpm; G4: Movimento Optimum Glide Path. Foi analisado a distância atingida pelo instrumento no canal, sendo considerado zero quando atingido o forame apical, e para aqueles em que o instrumento não o atingiu, media-se a diferença entre a ponta do instrumento e o ápice radicular. Foi também contabilizado o tempo que o instrumento demandou para realização do glide path, o número de dentes que se obteve o glide path completo, assim como o número de instrumentos fraturados durante a sua realização. Os dados foram analisados estatisticamente empregando teste de Anova e Tukey, Kruskal-Wallis e Dunn em função da normalidade dos dados. O nível de significância foi estabelecido em 5%. Os resultados mostraram que não houve diferenças significantes entre os grupos em relação a distância, número de canais em que se obteve o glide path completo, número de instrumentos fraturados e tempo despendido para a sua realização (P>0,05).
Concluiu-se que o tipo de movimento não influenciou no Glide Path de canais MP com o instrumento Pro Design Logic 15/03.
PN1043 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 25

Efeito antibiofilme contra Enterococcus faecalis em túbulos dentinários de materiais endodônticos bioativos
Paula NGN, Vieira BL, Brito MEF, Gonçalves BLL, Silva TL, Silva GR, Carvalho CN
CENTRO UNIVERSITÁRIO DO MARANHÃO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliar o efeito antibiofilme de diferentes tipos de guta-percha e cimento biocerâmico em biofilme de Enteroccus faecalis em túbulos dentinários após exposição aos materiais testados por 7 ou 30 dias através da análise em microscopia confocal à laser (CLSM). 80 espécimes de canais de dentina foram infectados com Enterococcus faecalis. Uma quantidade igual dos materiais foi inserida no canal radicular por 7 ou 30 dias de acordo com os grupos (n=5): OBT (Pellets Obtura, Shoreline); GNB (guta-percha experimental associado ao vidro niobofosfato bioativo); GBC (EndoSequence BC gutta-percha, Brasseler); BC (EndoSequence BC sealer, Brasseler); BC+OBT; BC+GBC; BC+GNB e grupo controle PBS (soro fisiológico tamponado fosfato). As proporções de bactérias mortas e vivas dentro dos túbulos dentinários após a exposição aos materiais foram avaliadas por coloração de viabilidade e CLSM. Os dados foram analisados pelo teste ANOVA e Tukey 2 way. Houve redução do biofilme em todos os grupos para 7 dias quando comparados ao grupo controle (P<.05). Para 30 dias, nos grupos GNB (45%), BC (35%), OBT+BC (32%), GBC+BC (36%) houve maior redução de biofilme em dentina quando comparado à 7 dias, enquanto nenhum aumento significativo da proporção de bactérias mortas foi detectado entre 7 e 30 dias nos grupos PBS (5%), OBT (10%), GBC (23%) e GNB+BC (41%) (P>.05). O GNB e o GNB+BC tiveram maior redução da formação de biofilme em ambos os momentos experimentais do que os outros grupos (P<.05).
O GNB apresentou efeito antibiofilme superior em comparação aos demais grupos testados.
(Apoio: FAPEMA  N° 0625/14)
PN1044 - Painel Aspirante
Área: 2 - Biologia pulpar

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 25

Influência do tabagismo no perfil inflamatório da periodontite apical em ratos Wistar
Silva ACR, Vasques AMV, Bueno CRE, Cury MTS, Custódio VZ, Biguetti CC, Matsumoto MA, Dezan-Junior E
Odontologia Preventiva e - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Neste trabalho, avaliou-se a influência do tabagismo no desenvolvimento da lesão periapical (PA) em ratos. Foram utilizados 32 ratos machos Wistar divididos em 4 grupos (n=8): AP (ratos com PA induzida); S (ratos expostos à fumaça do cigarro); SAP (ratos com PA induzida expostos à fumaça do cigarro); C (ratos sem PA e sem exposição ao cigarro). Para inalação da fumaça do cigarro, os animais permaneceram em câmara de tabagismo por 8 min, 3x/dia por 20 dias antes da indução da PA. Em seguida, os animais tiveram as polpas coronárias expostas ao meio oral por 30 dias para a indução da lesão e continuaram inalando fumaça até completarem 50 dias. Após eutanásia, maxilas foram removidas para avaliar o perfil inflamatório por coloração em hematoxilina e eosina (HE), picrosirius red (PSR) e imunoistoquímica para marcação macrofágica CD206 (M2) e iNOS (M1). Dados não paramétricos foram analisados Kruskal-Wallis e Mann-Whitney post-hoc Dunn (P<.05). No HE, houve diferenças entre os grupos SAP e AP (escore 4) com os grupos C e S (escore 1). No PSR, não houve diferenças entre os grupos avaliados C e S (P>.05). Na análise quantitativa de macrófagos, embora o grupo SAP e AP não apresentaram diferenças entre si (P<.05), o grupo AP mostrou maior marcação de CD206, seguido de SAP, com diferença para os grupos C e S (P<.05). Não houve diferença entre C e S. Na detecção iNOS, SAP mostrou elevada marcação (P<.05), seguido de AP. Não foi observada marcação entre C e S.
Portanto, os animais expostos a fumaça do cigarro associado à PA apresentaram maior marcação macrofágica M1 e reduzida marcação M2.
(Apoio: CNPq  N° 131423/2020-7)
PN1045 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 25

Avaliação do tratamento endodôntico em dentes com periodontite apical em pacientes com diabetes mellitus tipo 2: proservação após 12 meses
Ribeiro APF, Bernardo JE, Loureiro C, Andrade JG, Rodrigues GWL, Jacinto RC
Odontologia Preventiva e Restauradora - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Diversos trabalhos sugerem a existência de associação entre periodontite apical (PA) e condições sistêmicas. O objetivo deste estudo clínico prospectivo foi avaliar clínica e radiograficamente o sucesso do tratamento endodôntico em dentes com PA de pacientes diabéticos tipo 2, após 12 meses do tratamento endodôntico. Foram incluídos 40 dentes com PA e infecção endodôntica primária. Os pacientes foram divididos em 2 grupos: diabético tipo 2 (HbA1c > 6,5%) e controle (HbA1c < 6,5%). O exame clínico e radiográfico foi realizado após 12 meses do tratamento, avaliando a alteração na densidade óssea apical e a presença de sintomas clínicos. As radiografias imediatas de pós-operatório e acompanhamento foram examinadas por 2 observadores independentes e cegos, através do índice PAI. Os dados foram submetidos ao teste Chi-quadrado ou exato de Fisher (α = 0,05). No grupo diabético, 60% dos dentes foram considerados sucesso (PAI ≤ 2), 15% em reparo (↓ PAI), 5% permaneceram inalterados (= PAI), 20% foram considerados insucesso ( PAI). Já, no grupo controle, em 85% dos dentes houve sucesso e 5% apresentaram melhora, 10% foram considerados insucesso ( PAI). Houve diminuição dos sinais e sintomas associados à PA em ambos os grupos, antes e 12 meses após a obturação.
Conclui-se que o tratamento endodôntico é efetivo no sucesso clínico e radiográfico das infecções endodônticas tanto em pacientes sistemicamente saudáveis quanto em pacientes diabéticos. Além disso um período de avaliação maior que 12 meses pode ser necessário para que se obtenha o reparo completo das lesões endodônticas.
(Apoio: FAPs - Fapesp  N° 2018/18741-0  |  FAPs - Fapesp  N° 2019/24596-6   |  FAPs - Fapesp  N° 2018 20887-3)
PN1046 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 25

Avaliação antimicrobiana de um gel com oxigênio ativo e solução com peróxido de hidrogênio sobre Enterococcus faecalis e Candida albicans
Ramos MC, Moreira SA, Silva LS, Mendes YC, Lemes RML, Viola NV
Odontologia Restauradora - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O tratamento endodôntico visa eliminar ou reduzir os microrganismos que infectaram o Sistema de Canais Radiculares, para alcançar esse objetivo métodos complementares ao preparo químico- mecânico se fazem necessários. Com esse fim, pesquisas mostram a propriedade antimicrobiana desempenhada pelo oxigênio ativo. O objetivo deste estudo foi avaliar a ação antimicrobiana de uma Solução Oral contendo peróxido de hidrogênio e de um Gel Oral composto por oxigênio ativo (ambos BLUE®M Florés Natural Cosmetics Kampen BV, Canada) sob Enterococus faecalis e Candida albicans. O trabalho utilizou duas cepas de Enterococus faecalis e uma de Candida albicans, ambas ATCC. As amostras foram divididas em dois grupos experimentais: Grupo 1 - Solução Oral; Grupo 2 - Gel Oral. Para isso se utilizou o método de difusão em ágar e inóculo em orifício para verificar o poder de inibição dos produtos, pois sua coloração impede a leitura por concentração inibitória mínima. Foi realizada leitura com 24 e 48 horas. O experimento foi realizado em duplicata. A aferição do diâmetro do halo de inibição foi realizada com halômetro, por dois leitores diferentes. Os resultados mostraram que o Gel Oral foi mais efetivo em Candida albicans do que em Enterococcus faecalis. A solução Oral teve maior capacidade de difusão em ágar do que o Gel Oral, apresentando inibição maior, e as cepas de Enterococcus faecalis apresentaram maiores médias de halo de inibição do que as de Candida albicans.
Dessa forma, é possível concluir que os microrganismos em questão apresentam sensibilidade aos produtos estudados.
(Apoio: CNPq  N° 009/2019)
PN1047 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 25

Avaliação da relação entre canais perdidos e a presença de lesão periapical em dentes tratados endodonticamente: estudo de TCFC
Bastos HJS, Mohara NT, Soares AJ, Mendes EB, Frozoni M
FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O presente estudo avaliou a associação entre canais perdidos e periodontite apical em molares e pré-molares tratados endodonticamente. Quinhentos e seis exames de tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) contendo pelo menos um dente obturado foram analisados em uma clínica particular de radiologia oral, por 2 observadores de forma independente. Trezentos e onze pré molares e 502 molares foram avaliados. Os dados foram tabulados e a associação entre lesões periradiculares e a presença de canais não tratados foi avaliada utilizando o Teste de Probabilidade Exato de Fisher e a Odds ratio, com o nível de significância estabelecido em 5%. Duzentos e vinte dentes apresentaram ao menos um canal perdido (27,1%) e destes, 87,2% apresentaram lesão perirradicular. Os molares superiores apresentaram a maior prevalência de lesões perirradiculares (70,3%), maior incidência de canais perdidos (56%) e de canais perdidos com lesão periradicular (92%). Todos os grupos analisados apresentaram associação entre lesão perirradicular e canais não tratados (p < 0.05). A análise de ODDs ratio indicou que a frequência de lesões perirradiculares foi maior em dentes tratados endodonticamente com pelo menos 1 canal perdido, com destaque para os molares superiores que apresentaram 14,16x mais probabilidade de apresentar lesão.
Os resultados do presente estudo confirmam a associação de canais perdidos e presença de lesões periapicais, o que reforça a necessidade de conhecimento da anatomia radicular e uso de exames diagnósticos adequados para a correta detecção de canais.
PN1049 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 26

Efeito de primers bioativos natural e sintético na interface adesiva de cimentos resinosos à dentina radicular
Assis HC, Sousa-Neto MD, Saquy PC, Lopes-Olhê FC
Odontologia Restauradora - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliou-se o efeito da quitosana (Q) e da carbodiimida (EDC) na resistência de união (RU) e interface adesiva (IA) de pinos de fibra de vidro (PFV) cimentados com diferentes cimentos resinosos. Raízes de 90 caninos superiores foram tratadas endodonticamente (R50/AH Plus), preparadas para PFV e distribuídas em 3 grupos (n=30) de acordo com o tratamento da dentina: água destilada (AD), Q 0,2% e EDC 0,5M; e em três subgrupos (n=10) de acordo com os cimentos resinosos: RelyX ARC (RA), Panavia F 2.0 (PA) e RelyX U200 (R2). Obteve-se slices, sendo o cervical submetido à RU e padrão de falha, e o apical à análise da IA em microscopia confocal a laser (MCL) e microscopia eletrônica de varredura (MEV). ANOVA 3 fatores evidenciou que, para o RA maiores valores de RU foram observados para a Q (10,47±5,84) e EDC (11,26±6,05) em relação a AD (5,47±3,42) (P=0,0001), já para o PA e R2 não houve diferença entre os tratamentos (P>0,05). Considerando o tratamento com AD, maiores valores foram observados para R2 (10,70±6,85) (P=0,0001), já para Q e EDC, RA e R2 mostraram maiores valores quando comparados ao PA (P=0,0001). Houve maior % de falhas coesivas da dentina para RA (36,67) e adesivas à dentina para PA (73,33) e R2 (63,33). A análise da IA em MCL e MEV, mostrou ausência de gaps e lacunas para EDC (RA 93,3%, PA 100% e R2 86,67%) e maior desadaptação (gaps de 1-10 μm) para AD (RA 73,3%, PA 60% e R2 59,97%), independente do cimento utilizado.
Concluiu-se que o EDC e a Q resultam em maiores valores de RU para o RA. Além disso, o EDC resulta na melhor adaptação da IA dos PFV independentemente do tipo de cimento.
(Apoio: CAPES  N° 33002029032P4)
PN1050 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 26

Atividade antimicrobiana das limas XP3D Shape e TRUShape em canais radiculares achatados infectados por biofilme de Enterococcus faecalis
Rodrigues GWL, Maia YS, Loureiro C, Ribeiro APF, Andrade JG, Martinho FC, Jacinto RC
Odontologia Restauradora - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este trabalho objetiva comparar a redução bacteriana intracanal utilizando as limas XP-3D Shape (Brasseler USA®), TRUShape (Dentsply) e Sequence (Mklife) contra o biofilme de Enterococcus faecalis através da cultura microbiológica. Foram selecionados 40 incisivos centrais inferiores humanos, contendo apenas um canal. As amostras foram contaminadas por 10 dias para formação de biofilme. Os grupos foram divididos de acordo com as limas utilizadas no preparo biomecânico (PBM) (n = 10): G1- XP-3D Shape; G2- TRUShape; G3- Sequence; G4- Controle Negativo (CN). A instrumentação seguiu as recomendações de uso de cada fabricante. Foram realizadas duas coletas com cones de papel: S1 - antes do PBM; S2 - após o PBM. As amostras foram homogeneizadas, diluídas e incubadas por 24 h a 37 °C. Foi realizada a comparação das coletas através da contagem do número de unidades formadoras de colônias (UFC). Os dados foram submetidos ao teste ANOVA Two Way Repeated Measures, seguido pelo teste Student-Newman-Keuls (α = 0,05). Nos grupos experimentais, observou-se reduções significativas (p < 0,05) na contagem de UFC/mL. Já, no grupo CN não houve diferença entre os tempos avaliados. Após o PBM (S2), observou-se que todos os grupos experimentais apresentaram diferenças significantes (p < 0,05) em relação ao grupo CN. No entanto, não houve diferença estatística entre os grupos experimentais na redução de UFC/mL em S2.
Conclui-se que os sistemas XP-3D Shape e TRUShape apresentam uma capacidade de redução de biofilme de E. faecalis semelhante ao sistema rotatório convencional (Sequence).
(Apoio: FAPs - Fapesp  N° 2019/24892-4   |  FAPs - Fapesp  N° 2018/18741-0   |  CAPES  N° 001)
PN1051 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 26

avaliação da morfologia interna das raízes mésio vestibulares superiores tratados endodonticamente através da TCFC
Galoro CFS, Bueno CES, Pelegrine RA, Panzarella FK, Rocha DGP, De Martin AS, Fontana CE
Terapia Endodôntica - FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliar a presença do segundo canal radicular mésio-vestibular (MV2) em molares superiores tratados endodonticamente e frequência de forames independentes por meio da tomografia computadorizada feixe cônico (TCFC) para determinar quantos desses casos foram associados à presença de lesão periapical. Total de 286 Imagens de TCFC de dentes com ápices totalmente formados de pacientes com idade entre 23 e 70 anos, entre janeiro de 2013 e dezembro de 2018, foram selecionados a partir do banco de dados de um centro de radiologia odontológica. As variáveis ​​'Tratamento do canal MV2' e 'forame com lesão' foram analisados ​​com o teste do qui-quadrado, seguido pelo teste de igualdade de duas proporções. Análise de regressão logística multivariada e odds ratios foram usados ​​para determinar a relação do tratamento do canal MV2 e forame com a probabilidade de ter uma lesão. O nível de significância foi estabelecido em P<0,05. A distribuição das três variáveis ​​foi significativa (P<0,001), onde 76,6% dos dentes tinham um forame único, 59,1% não apresentavam lesão e 80,8% não realizaram tratamento endodôntico do Canal MV2. A presença de lesão foi associada tanto ao tratamento do canal MV2 quanto ao forame. Dentro do grupo sem lesão, 8,9% tinham forame independente, 91,1% tinha forame único, e 26,6% foram submetidos a tratamento do canal MV2 vs. 44,4%, 55,6% e 8,5%, respectivamente, no segundo grupo com lesão.
Assim notamos no presente estudo relação intima entre os fatores morfologia, forame e lesão, influenciando diretamente no sucesso do tratamento endodôntico.
PN1052 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 26

Ação antimicrobiana de diferentes protocolos de irrigação com agitação em biofilme de Enterococcus faecalis
Louzada VG, Rodrigues JV, Silva MO, Goulart RS, Pitondo-Silva A, Leoni GB
Odontologia - UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar a ação antimicrobiana de diferentes protocolos de irrigação com agitação, de forma isolada ou associados à solução de hipoclorito de sódio (NaOCl), em biofilme de Enterococcus faecalis. Dentes unirradiculares foram instrumentados, fixados em microtubos, esterilizados e contaminados com inóculo de E. faecalis durante 21 dias. Os espécimes foram distribuídos em dois grupos de acordo com a solução irrigante: PBS e NaOCl; e subdivididos em 4 grupos de acordo com a agitação das soluções (n=8): pressão apical positiva (PAP); mecânica por instrumento XP-Clean (XPC); e ultrassônica com potência de 10 (PUI10%) e 30% (PUI30%). Foi realizado um grupo controle negativo sem inoculação bacteriana e um grupo controle positivo (CP) sem nenhum tratamento. A redução microbiana foi avaliada quantitativamente por contagem das unidades formadoras de colônias (UFC) e qualitativamente por MEV e Live/Dead. Todos os grupos apresentaram redução de UFC comparados ao grupo CP. Para a solução de PBS, os grupos PUI 10% e 30% apresentaram as menores quantidades de UFC comparada aos grupos PAP e XPC, que não apresentaram diferença entre si. Para a solução NaOCl, a menor e a maior quantidade de UFC foram observadas nos grupos PUI 30% e PAP, respectivamente. Qualitativamente, para a solução de PBS, foram observadas maiores quantidades de bactérias inativas no grupo PUI 30%, e para NaOCl não foi observado diferença entre bactérias ativas e inativas entre os grupos.
Concluiu-se que o aumento da potência ultrassônica pode impactar na redução e viabilidade microbiana.
(Apoio: CAPES)