03 a 06 de Setembro de 2025 | São Paulo / SP

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Resumos Aprovados 2025

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 2788 Resumo encontrados. Mostrando de 1671 a 1680


PIa0038 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 04/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Salão Turquesa

Eficácia de um novo primer adesivo ortodôntico na cimentação de braquetes metálicos
Leonardo Trzaskos Laudelino, Pâmela Maria Kusdra, Alejandra Nuñez, Byron Carpio-Salvatierra, Gabriel David Cochinski, Pedro Henrique de Aguiar Moreira, Camila Falconi-Páez, Alessandro D. Loguercio
Odontologia UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliação da eficiência de um novo primer adesivo na cimentação de braquetes metálicos na resistência de união (RU) e grau de conversão (GC). 320 pré-molares hígidos foram randomizados em 32 grupos experimentais de acordo com: (1) Sistemas adesivos (Ambar, Ambar APS Ortho - FGM Dental Group, Orthoprimer - Morelli e Transbond - Solventum); (2) Fotopolimerizador (Valo, Ultradent Products Inc, South Jordan, UT, USA, e Quazar-FGM Dental Group, Joinville, SC, Brasil); (3) Tempo de fotoativação: 3s e 10s; e (4) Tempo de armazenamento: Imediato (IT) e após termociclagem (TC). Depois de cada tempo de armazenamento, os espécimes foram testados a 1mm/min até a falha para obter os valores de RU. Discos de cada adesivo foram confeccionados para realizar a análise de GC (%) usando espectroscopia por micro-Raman somente no grupo IT. Os dados de RU e GC foram analisados com os testes de ANOVA de três vias e de Tukey (α = 0.05). O primer Ambar APS Ortho apresentou valores de RU superiores para ambas as unidades de fotopolimerização em comparação com todos os outros sistemas adesivos (p = 0,0001). Em relação ao GC, o adesivo Orthoprimer demonstrou os valores mais baixos, enquanto o Ambar APS Ortho demonstrou os mais altos. Em todos os adesivos, o tempo de exposição à fotoativação de 10s aumentou significativamente os valores de GC em comparação com 3s (p < 0,0001).

O Ambar APS Ortho demonstrou melhores resultados de RU e GC entre os adesivos testados, sendo que com 10s de fotoativação demonstrou o resultado mais confiável para cimentação de braquetes ortodônticos.

(Apoio: CNPq  N° 304817/2021-0)
PIa0039 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 04/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Salão Turquesa

Avaliação do aumento de temperatura no gel clareador quando irradiado com laser de Er:YAG
Enzo Llobregat Ducatti, Christian Ferreira Bernardi, Andre Gustavo Honorato Grossi de Oliveira, Lucas Baronian Tralli, Marina Stella Bello-silva, Karen Muller Ramalho
SOCIEDADE BENEFICENTE ISRAELITA BRASILEIRA ALBERT EINSTEIN
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O laser de Erbio:YAG apresenta alta absorção por água e hidroxiapatita, sendo utilizado em tecido duro e tecido mole para ablação seletiva. No manual do equipamento é disponibilizado protocolo para utilização em clareamento dental. De acordo com o fabricante, a absorção seletiva pelo gel geraria efeito fototérmico, acelerando reações de decomposição e/ou quebra do peróxido de hidrogênio. São escassos os estudos na literatura que trazem informações relativas ao aumento de temperatura nesse tipo de tratamento. O presente estudo teve como objetivo avaliar a aumento de temperatura no gel clareador quando irradiado com LASER de Er:YAG de acordo com as recomendações do fabricante. Foi utilizado LASER de Er:YAG (2940 nm) (Light TouchTM, Israel), com os parâmetros recomendados pelo fabricante: 20mJ;10Hz; sem-contato, distância de 5mm e irradiação de 60 segundos/dente. Foi utilizado gel transparente de peróxido de hidrogênio 35% (300µl). No centro do gel foi inserido um termopar acoplado a um sensor digital de temperatura. A leitura foi realizada em triplicata e a temperatura foi mensurada em tempo real durante 90 segundos. A média (+DP) da medida de maior variação de temperatura (ΔT) atingida em cada leitura foi 3,77+0,15oC.

O protocolo sugerido pela empresa se mostra seguro do ponto de vista térmico com a metodologia aplicada. Estudos complementares ex-vivo devem ser realizados para confirmar a alteração de temperatura segura na cavidade pulpar.

PIa0040 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 04/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Salão Turquesa

Por que compósitos contendo partículas de ortofosfato de cálcio são mecanicamente inferiores a compósitos convencionais
Letícia Silvestre Lima, Handially Dos Santos Vilela, Rafael Bergamo Trinca, Roberto Ruggiero Braga
Departamento de Biomateriais UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito da substituição de partículas de vidro silanizadas (VS) por partículas não silanizadas (VnS), de fosfato dicálcico dihidratado (DCPD) ou DCPD funcionalizado com 10-MDP (DCPD_F) sobre as propriedades mecânicas de compósitos experimentais. Compósitos contendo BisGMA e TEGDMA e 40 vol% de partículas em diferentes proporções entre VS e VnS, DCPD ou DCPD_F foram testados em flexão biaxial após 24 h (12 × 1,2 mm; n=10). A microdureza Knoop (KHN, 25 gf/5 s) foi determinada em fragmentos dos corpos de prova (n=5). Os dados foram analisados por ANOVA de dois fatores/Tukey (α=5%). Em comparação ao controle, a resistência à fratura (RF) foi estatisticamente inferior a partir de 5vol% DCPD, 10vol% DCPD_F e de 15vol% VnS. Materiais sem VS apresentaram RF 70% (DCPD), 47% (DCPD_F) e 55% (VnS) menores do que o controle (p<0,001). O módulo de elasticidade (ME) apresentou queda a partir de 10vol% DCPD, 25vol% DCPD_F e 25vol% VnS, com reduções de 69%, 21% e 20%, respectivamente, em relação ao controle (p<0,001). Em KHN, as reduções ocorreram a partir de 5vol% para todas as formulações, com valores 55% (DCPD), 38% (DCPD_F) e 29% (VnS) inferiores ao controle (p<0,001).

Com base nos resultados obtidos, concluiu-se que a menor resistência coesiva das partículas foi o principal fator associado à redução da RF e da KHN nos compósitos com DCPD, enquanto a falta de união entre o DCPD e a matriz resinosa exerceu maior influência sobre o ME (FAPESP 2019/04737-4 e 2023/12176-8).

(Apoio: FAPESP  N° 2023/12176-8)
PIa0041 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 04/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Salão Turquesa

Efeito no aumento de temperatura de diferentes cores de gel clareador quando irradiado com laser de diodo de alta potência (980nm)
Gabriela Vitoria Carvalho Campos, Karina Guimarães de Souza, Nicole Dayan, Sophia Alcantara Ishikawa, Marina Stella Bello-silva, Karen Muller Ramalho
SOCIEDADE BENEFICENTE ISRAELITA BRASILEIRA ALBERT EINSTEIN
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O Laser de Diodo de Alta Potência (LDAP) tem pico de absorção por pigmentos escuros. Existem equipamentos com acessórios (ponteiras) para uso em clareamento dental. São escassos os estudos que trazem informações relativas ao aumento de temperatura com o LDAP. O presente estudo teve como objetivo avaliar a aumento de temperatura no gel clareador (Peróxido de Hidrogênio 35%) nas cores: Transparente, Vermelho Claro e Vermelho Escuro quando irradiado com LDAP de acordo com as recomendações do fabricante. Foi utilizado LDAP (980nm) (D-StormTM), com os parâmetros: 5.0W; ponteira de clareamento, irradiação por 30 segundos/quadrante, distância de 1mm. Foi utilizado gel transparente, vermelho claro e vermelho escuro (vinho) de peróxido de hidrogênio 35% (300µl). No centro do gel foi inserido um termopar acoplado a um sensor digital de temperatura. A leitura foi realizada em duplicata e a temperatura foi mensurada em tempo real durante 4 minutos (quatro ciclos de 30 segundos de ativação seguindo de 90 segundos de pausa). A média(+DP) da medida de maior variação de temperatura(ΔT) atingida em cada leitura foi 24,25(+0,64)oC; 25,65(+2,05)oC; 23,5+(1,70)oC para os géis de cores transparente, vermelho claro e escuro, respectivamente.

O protocolo sugerido pela empresa apresentou um grande efeito térmico no gel. Não houve influência da cor do gel no aumento de temperatura. Estudos complementares ex-vivo devem ser realizados para conhecer alteração de temperatura causada na cavidade pulpar.

PIa0042 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 04/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Salão Turquesa

Avaliação do perfil de liberação de clorexidina no cimento reparador MTA Branco contendo nanopartículas de clorexidina hexametafosfato
Dominique Lara Estolano Martins, Bianca de Sousa Veiga, Nancy Kudsi de Carvalho, Braulio Soares Archanjo, Martiane de Oliveira Silva, Renata Antoun Simão, Maíra do Prado
Graduação em odontologia UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo desse estudo foi avaliar o perfil de liberação de clorexidina no cimento reparador MTA Branco contendo nanopartículas de clorexidina hexametafosfato (NPs CHX-HMP). Água deionizada, digluconato de clorexidina 20% e hexametafosfato de sódio foram empregados na síntese das NPs CHX-HMP. As NPs CHX-HMP foram incorporadas ao cimento MTA Branco Angelus nas concentrações de 1% e 2% em peso, ao pó do cimento. Três grupos foram avaliados (n=6): NPs de CHX-HMP a 0%, 1% e 2%. Os cimentos foram manipulados, inseridos em moldes (6 mm x 1 mm ) e mantidos em estufa a 37 °C com 95% de umidade por 48 h. Três amostras de cada grupo foram avaliadas topograficamente por microscopia eletrônica de varredura. O teor de clorexidina foi determinado por espectroscopia UV-vis, na faixa espectral de 210 a 400 nm. Três amostras de cada grupo foram imersas em 15 mL de tampão PBS, pH 7,4, a 37 °C. As amostras foram medidas por 12 semanas (92 dias). Os dados foram avaliados qualitativamente em relação a topografia do cimento e ao tempo de liberação de clorexidina. Um aumento progressivo na liberação de clorexidina foi observado por até 50 dias no grupo 2% NPs CHX-HMP e 56 dias no grupo 1% NPs CHX-HMP. Após esse período verificou-se uma maior solubilização do cimento, comprometendo a precisão da análise.

Nesse estudo foi verificada a liberação de clorexidina no cimento reparador MTA Branco acrescido de nanopartículas de clorexidina hexametafosfato por até 56 dias.

(Apoio: FAPs - FAPERJ  N° SEI E-26/200.254/2023   |  Funadesp - Fundação Nacional de Desenvolvimento do Ensino Superior Particular  N° 1700473)
PIa0043 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 04/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Salão Turquesa

Influência de solução antioxidante a base de maracujá (Passiflora edulis) na resistência de união adesiva ao esmalte clareado
Antônio Gabriel Lemos E. Silva Gualberto, Bianca Nicoli Lopes de Vasconcelos, Bernardo Viegas Bernardino Vallinoto, Sandra Chaves Daher, Rafael Rodrigues Lima, Cristiane de Melo Alencar, Sandro Cordeiro Loretto
CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO PARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou a influência de um gel antioxidante a base de maracujá (Passiflora edulis) na resistência de união adesiva ao esmalte clareado. Foram utilizados 40 dentes incisivos bovinos hígidos (n=10), divididos em: G1 - grupo controle, G2 - clareamento, G3 - clareamento + aplicação de ascorbato de sódio a 10% (AS10), G4 - clareamento + aplicação de gel antioxidante a base de maracujá a 10% (AM10). O clareamento foi realizado utilizando gel de peróxido de hidrogênio a 40%, aplicado em 3 sessões clínicas, com intervalo de 3 dias entre estas. Imediatamente após a última sessão de clareamento, o gel de AS10 ou AM10 (G3 e G4, respectivamente) foi aplicado na superfície de esmalte por 10 minutos. Após 24h da última sessão dos tratamentos propostos, 02 cilindros de resina composta foram confeccionados na superfície de cada espécime, e estes submetidos ao teste mecânico de microcisalhamento após 24h. A análise do padrão de fratura foi realizada em lupa estereoscópica (40X). Os dados obtidos foram submetidos a ANOVA one-way e pós-teste de Tukey (α=5%), e G2 demonstrou resistência de união significativamente menor que os demais grupos. O grupo AM10 (G4) foi estatisticamente semelhante a G1 e G3. O padrão de fratura predominante foi do tipo misto.

Concluiu-se que o gel experimental a base de maracujá a 10% foi capaz de recuperar a resistência da união adesiva ao esmalte clareado, mostrando-se como uma alternativa ao uso do ascorbato de sódio.

PIa0044 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 04/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Salão Turquesa

Avaliação da intensidade dos pixels de diferentes regiões dentais em radiografias periapicais para criação de algoritmos
Tatiane Blaskowski, João Lucas Marques, Vitoria Wagner, João Vitor da Silva Amorim, André Goulart Poletto, Leticia Ruhland Corrêa, Gustavo Davi Rabelo, Sheila Cristina Stolf
Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo teve como objetivo avaliar a intensidade dos pixels em diferentes regiões dentais utilizando radiografias periapicais digitais, visando identificar possibilidades de primeira e segunda ordem das características radiográficas para construção de algoritmos de segmentação dental usando Inteligência Artificial (IA). Foram selecionadas por conveniência 44 radiografias periapicais digitais (RPD) de mandíbula (canino e pré-molar), de indivíduos de ambos os sexos, obtidas com posicionador e sensor intraoral. Seis regiões de interesse (50x50 pixels) para o esmalte e dentina foram delimitadas manualmente: no terço médio da coroa (dM) e cervical da raiz (dC) (faces mesial e distal) da dentina, enquanto a avaliação do esmalte (e) concentrou-se no porção oclusal (faces mesial e distal). A intensidade média dos pixels foi medida no histograma para cada estrutura (média M e desvio-padrão DP dos tons de cinza), usando uma macro em JAVA gerada por IA generativa para uso no ImageJ/FIJI. Houve diferença significante para M entre os grupos (ANOVA, p<0,0001), com média de 143,6±7,88 para e, comparada a 134,5±3,87 para dM e 132,5±3,07 para dC. Não houve diferença entre dC e dM (Tukey's teste, p=0,38). Não houve diferença significante (dC 62,10±2,14, dM 63,14±2,17, e 63,50±2,85) entre os valores de DP (ANOVA, p=0,16).

A análise revelou diferença entre os tons de cinza entre esmalte e dentina, mas não comparando duas regiões distintas da dentina. Para além dos parâmetros de forma e estrutura já comumente utilizados, recomenda-se usar os valores de primeira ordem para construir algoritmos de Inteligência Artificial visando segmentação dental em imagens radiográficas.

(Apoio: CNPq  N° 403656/2021-4)
PIa0045 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 04/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Salão Turquesa

Comparação de Métodos de Pós-Cura em Resinas Odontológicas Impressas em 3D: Estudo Piloto
Raphael Daniel Rodrigues, Daniela Jiyoon Hong, Hikari Toma, Karoliny Barros Persch, Daniela Franco Bueno, Leticia Mello Bezinelli, Mayra Torres Vasques
Graduação SOCIEDADE BENEFICENTE ISRAELITA BRASILEIRA ALBERT EINSTEIN
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A combinação de custo-efetividade e a customização de soluções únicas e complexas faz com que a tecnologia de impressão 3D tenha se estabelecido na odontologia. O processo mais utilizado na odontologia envolve a polimerização de camadas de resina líquida na impressora seguida por uma etapa de pós-cura para conversão completa das ligações químicas da resina. A polimerização eficiente das resinas odontológicas é um fator crítico para o sucesso clínico e a longevidade desses dispositivos. Este estudo piloto comparou a performance mecânica de espécimes de resina para coroas provisórias (priZma 3D Bio Denture - Makertech) (n=40), confeccionados na impressora Halot Sky (Creality) e divididos entre grupos polimerizados e não polimerizados. Para a polimerização, foram empregados dois métodos: câmara de luz ultravioleta laboratorial e fotopolimerizador intraoral multiwave. Os testes de força de resistência à tração (kN), deslocamento na resistência à tração (milímetros), tempo na resistência à tração (s) e força na quebra (kN) foram conduzidos no equipamento Instron Electroplus E3000, também foi realizada avaliação por metrologia digital (software GOM Correlate- ZEISS). Os dados obtidos foram analisados estatisticamente.

Os resultados demonstraram que a polimerização, por ambos os métodos, proporcionou uma melhora significativa nas propriedades mecânicas dos espécimes.

PIa0046 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 04/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Salão Turquesa

Desenvolvimento e caracterização de compósitos restauradores contendo pigmentos naturais para ensino em pré-clinica
Nathália Pereira da Silva Porto, Carla Lucia David Peña, Sonia Luque Peralta, Tatiana da Silva Ramos, Josiane Kuhn Rutz, Alice Ribeiro de Souza Menezes, Rafael Guerra Lund, Evandro Piva
Faculdade de Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência da adição de pigmentos naturais nas propriedades mecânicas e físicas de resinas compostas para ensino pré-clínico. Foram testadas três resinas compostas com prazo de validade expirado: Llis (FGM, Brasil), Charisma Universal (Kulzer, Alemanha) e Z100 Universal Restorative (3M ESPE, EUA). Para a pigmentação, foram utilizados os pigmentos naturais de cúrcuma e cochonilha peruana. As propriedades avaliadas incluíram grau de conversão (n=3), dureza Knoop (n=5), resistência à flexão e módulo de elasticidade (n=5), sorção e solubilidade (n=6). A análise estatística foi realizada por meio de ANOVA de uma via seguida pelo teste post hoc de Tukey (α = 0,05). Os resultados mostraram que a adição de pigmentos naturais não influenciou significativamente o grau de conversão das resinas. No entanto, a dureza Knoop apresentou variações estatisticamente significativas entre os grupos pigmentados e seus respectivos controles (p<0,001), com redução nos valores de dureza nos grupos com pigmentação. Em relação à resistência à flexão e ao módulo de elasticidade, observou-se que os grupos controle obtiveram valores superiores aos pigmentados para todas as resinas analisadas (p<0,001).

De maneira geral, a incorporação de pigmentos naturais influenciou as propriedades mecânicas das resinas compostas testadas, com redução nos valores de dureza e resistência mecânica. Entretanto coloracão e consistência podem ser utilizados para aplicações de ensino em nível de pré-clínica, representando uma forma de reuso de compósitos destinados a descarte.

(Apoio: CNPq)
PIa0047 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 04/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Salão Turquesa

O EFEITO DO PÓS-PROCESSAMENTO NA ADAPTAÇÃO MARGINAL E INTERNA DAS COROAS PROVISÓRIAS IMPRESSAS EM 3D
Gabriel Petter de Souza, Angely Dayana Suaza Gonzalez, Giovana Mongruel Gomes, Joao Carlos Gomes
Odontologia UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A tecnologia CAD-CAM é amplamente empregada na odontologia e, com sua evolução, torna-se essencial analisar os processos utilizados na manufatura aditiva para comprovar resultados de alta qualidade. Esta pesquisa avaliou o efeito do pós-processamento na adaptação marginal e interna das coroas provisórias impressas em 3D, utilizando diferentes líquidos. A hipótese nula propôs que não haveria diferença entre os grupos. Foram incluídas 20 coroas impressas com resina polimérica (PriZma 3D Bio Prov), divididas em dois grupos (n=10) e submetidas ao pós-processamento em cuba ultrassônica com diferentes tipos de álcool (isopropílico e etílico 70%) por 5 minutos, secagem com jato de ar e pós-cura com luz UV por 20 minutos. As amostras foram cimentadas com uso de silicone leve de baixa viscosidade (SCAN Light), removido a coroa e capturado com silicone pesado de média viscosidade (SCAN Putty), esperado o tempo de presa do conjunto e removidos. Para análise, as amostras foram seccionadas em sentido vestíbulo-lingual na vertical com lâmina de bisturi n° 15C, fotografadas juntamente com uma régua e analisadas com o software ImageJ (versão 1.53t) obtendo valores em milímetros (mm). A desadaptação foi analisada por Teste t para o terço incisal e Teste de Mann-Whitney para o terço médio e cervical. Os resultados indicaram diferença significativa no terço médio para o grupo com álcool isopropílico (p= 0,001), em contrapartida, os terços incisal (p= 0,863) e cervical (p=0,761) não apresentaram diferença. Portanto, a hipótese nula foi parcialmente rejeitada.

Dentro das limitações deste estudo, conclui-se que o álcool isopropílico apresentou melhor desempenho em comparação ao álcool etílico 70%, favorecendo uma adaptação mais precisa.

(Apoio: Fundação Araucária  |  UEF-SETI)



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