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RESUMOS APROVADOS

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 928 Resumo encontrados. Mostrando de 731 a 740


PI0298 - Painel Iniciante
Área: 3 - Controle de infecção / Microbiologia / Imunologia

Máscaras de tecido no contexto da doença do corona vírus 2019 (Covid-19): análise por microscopia eletrônica de varredura
Silva LAS, Arreguy IMS, Oliveira AKC, Lundgren RJB, Weber Sobrinho CR, Souza FB
UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Diante dos desafios do sistema de reserva de suprimentos médicos para emergências de saúde pública, as máscaras de tecido apontam como uma escolha popular, principalmente nos países em desenvolvimento. Este estudo avaliou a estrutura entre as fibras de máscaras de tecido através da microscopia eletrônica de varredura (MEV), a fim de realizar uma simulação gráfica das gotículas do corona vírus da síndrome respiratória aguda grave 2 (SARS-CoV-2). Um fragmento (1 cm²) de uma máscara de tecido (algodão), de camada única, foi utilizado para a análise em MEV. Após metalização, a amostra foi levada ao microscópio eletrônico de varredura para registro de imagens com ampliações de 100, 500 e 1000x. A distância entre os fios foi determinada pela espectroscopia por energia dispersiva (EDS). Realizou-se simulação gráfica das gotículas com diferentes tamanhos (0.5μm; 5.7μm;12μm) por meio de um programa de edição de imagens (Adobe Illustrator). A análise das imagens das máscaras de tecido mostrou que as lacunas entre os fios de algodão variavam entre 30.22μm e 149.69μm. A partir da simulação gráfica das partículas com vírus entre as fibras, verificou-se a possibilidade de passagem de mais de 680 milhões de gotículas (5.75μm) através da máscara de tecido investigada.
A avaliação em MEV exibiu grandes espaços interfibrilares superiores ao tamanho de gotículas respiratórias de tamanho médio. A simulação gráfica demonstrou que gotículas de SARS-CoV-2 provavelmente são capazes de ultrapassar os poros da máscara de tecido, sugerindo maior exposição ao risco de transmissão viral.
PI0303 - Painel Iniciante
Área: 3 - Controle de infecção / Microbiologia / Imunologia

Terapia Fotodinâmica associada à quitosana para controle de Streptococcus mutans
Pedroso LLC, Souza CM, Garcia MT, Namba AM, Ward RAC, Gonçalves NMF, Figueiredo-Godoi, LMA, Junqueira JC
Biociências e Diagnóstico Bucal - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do trabalho foi investigar a associação da quitosana com o fotossensibilizador Photodithazine® (PDZ) na Terapia Fotodinâmica (TFD) sobre culturas planctônicas e biofilmes de Streptococcus mutans. Para o estudo em culturas planctônicas, foi adicionada uma suspensão de S. mutans UA 159 (106 células/mL) em placas de 96 poços. Amostras de esmalte de dentes bovinos foram utilizadas como substrato para a formação do biofilme em placas de 24 poços. O tratamento seguiu-se de acordo com os grupos experimentais, recebendo adição de Photodithazine, quitosana ou PBS, seguido pela irradiação ou manutenção em ambiente escuro (controle). Os efeitos dos tratamentos foram analisados por contagem de células viáveis (UFC/mL) e Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV). Para confirmar a penetração do fotossensibilizador nas células de S. mutans foi realizado teste de absorbância. Os dados foram analisados por ANOVA e teste de Tukey. Os resultados demonstraram que a TFD mediada por Photodithazine foi capaz de reduzir a contagem de células viáveis de S. mutans tanto nos testes planctônicos como nos biofilmes. Os efeitos antimicrobianos foram maiores quando à quitosana foi associada à TFD. A redução do número de células viáveis foi confirmada nas imagens de MEV, verificando-se a desestruturação das células e matriz do biofilme. No teste de absorção, observou-se que a quitosana aumentou a capacidade de penetração do Photodithazine nas células de S. mutans.
Concluiu-se que a quitosana apresentou capacidade de potencializar a atividade antimicrobiana da TFD sobre S. mutans.
(Apoio: CAPES)
PI0308 - Painel Iniciante
Área: 3 - Fisiologia / Bioquimica / Farmacologia

Avaliação físico-química e microestrutural do osso alveolar de ratos expostos cronicamente ao cloreto de alumínio
Souza-Monteiro D, Ferreira RO, Eiro-Quirino L, Lima LAO, Balbinot GS, Collares FM, Lima RR
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A exposição ambiental ao alumínio ocorre de diversas formas e não há estudos acerca dos seus efeitos sobre o periodonto. Logo, objetivou-se avaliar os efeitos da exposição ao cloreto de alumínio (AlCl3) sobre o osso alveolar de ratos expostos por tempo prolongado em baixas doses, simulando a exposição humana. Para tanto, 16 animais foram divididos em dois grupos: um exposto, cujo, recebeu 8.3 mg/kg/dia de AlCl3 durante 60 dias através de gavagem, e um grupo controle que recebeu apenas água destilada pelo mesmo método. Após o período de exposição, as mandíbulas foram coletadas, e uma hemimandíbula (HM) seguiu para avaliação do conteúdo mineral através da Espectroscopia no Infravermelho por Transformada de Fourier e Espectroscopia Raman, onde se avaliou através da frequência vibracional molecular, a intensidade dos níveis de componentes do osso alveolar, como o fosfato e o carbonato. A outra HM seguiu para análise microtomográfica, avaliando-se parâmetros trabeculares do primeiro molar inferior, assim como a perda óssea alveolar (POA). Os dados foram analisados estatisticamente pelo teste t-student (p<0.05). O AlCl3 promoveu mudanças na composição mineral ao diminuir os níveis de fosfato (p=0.04). Além disso, ocasionou mudanças no número (p=0.02) e espessura (p=0.04) trabecular e aumentou a POA (p<0.01).
Conclui-se que a exposição ao AlCl3 foi capaz de promover diminuição da intensidade de componentes minerais do osso alveolar, com possível associação à alterações na microarquitetura óssea e consequente perda óssea alveolar.
(Apoio: CAPES  N° 001)
PI0311 - Painel Iniciante
Área: 3 - Controle de infecção / Microbiologia / Imunologia

Método de aprendizagem baseada em equipes no ensino da biossegurança odontológica: o que pensam os discentes?
Arreguy IMS, Silva LAS, Oliveira AKC, Matos EMO, Carvalho EJA, Souza FB
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A aprendizagem baseada em equipes (ABE) representa uma metodologia ativa, colaborativa, de uso promissor na área da saúde. Objetivou-se avaliar a percepção de estudantes do curso de Odontologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) sobre a metodologia ABE. A amostra foi constituída por alunos da disciplina de Biossegurança e Ergonomia 2, matriculados entre 2015 e 2019 (n=514). O instrumento de coleta de dados foi o TBL-SAI, que é uma ferramenta de avaliação, construída para analisar as percepções dos discentes sobre a ABE. O questionário era composto por 33 perguntas, cujas respostas estavam na escala Likert, distribuídas em três eixos: responsabilidade (R); preferência por palestra ou ABE (P); satisfação do estudante (S). Os dados sofreram tratamento estatístico descritivo e inferencial para um nível de significância de 5%. As médias dos pontos obtidos em cada eixo mostraram uma percepção favorável em relação a ABE (R = 30,13; P = 53,46; S = 33,68), uma vez que se aproximaram do valor referencial neutro (R = 30; P = 55; S = 35). As turmas noturnas se sentiram mais responsáveis com a aplicação da ABE (teste de Mann Whitney, p=0,016). Para 80,1% dos alunos, um melhor desempenho nas provas ocorria quando era utilizado o método ABE. Além disso, consideraram que a ABE representou uma abordagem efetiva para se aprender (93%).
Os discentes avaliaram positivamente a aplicação ao método ABE no ensino da biossegurança odontológica, demostrando maior responsabilidade, satisfação e preferência quando comparado à metodologia tradicional de aprendizagem.
PI0312 - Painel Iniciante
Área: 3 - Controle de infecção / Microbiologia / Imunologia

Influência de Photodithazine, Azul de Metileno e quitosana na Terapia Fotodinâmica em biofilmes microcosmos orais
Ward RAC, Souza CM, Garcia MT, Namba AM, Pedroso LLC, Gonçalves NMF, Santos ELS, Junqueira JC
Odontologia Restauradora - INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA / ICT-UNESP-SJC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo desse trabalho foi investigar a associação da quitosana com os fotossensibilizadores Photodithazine® (PDZ) e Azul de Metileno (AM) na Terapia Fotodinâmica (TFD) sobre biofilmes microcosmos orais provenientes de saliva humana. Os biofilmes foram formados sobre amostras de esmalte de dentes bovinos, em placas de 24 poços, por 120h em 5% de CO2. O tratamento dos biofilmes foi realizado de acordo com os grupos experimentais: adição de Photodithazine®, Azul de Metileno, quitosana ou PBS, seguido pela irradiação ou pela manutenção em ambiente escuro (controle). Os efeitos dos tratamentos sobre os biofilmes foram analisados por meio da contagem de células viáveis de micro-organismos totais em ágar Infusão Cérebro Coração (BHI) e estreptococos do grupo mutans em ágar Mitis Salivarius Bacitracina Sacarose (MSBS) incubadas por 48h a 37°C (5% de CO2). Os dados foram analisados por ANOVA e teste de Tukey com nível de significância de 5%. Os resultados demonstraram que a TFD mediada por ambos os fotossensibilizadores foi capaz de reduzir a contagem de células viáveis de micro-organismos totais e estreptococos do grupo mutans em biofilmes microcosmos orais. Os efeitos antimicrobianos foram ainda maiores quando à quitosana foi associada ao tratamento. A TFD mediada por Photodithazine e quitosana apresentou maior eficácia em relação à TFD com Azul de Metileno e quitosana.
Concluiu-se que a quitosana apresentou capacidade de potencializar a atividade antimicrobiana da TFD mediada por Photodithazine® e Azul de Metileno sobre biofilmes microcosmos orais.
(Apoio: CAPES)
PI0315 - Painel Iniciante
Área: 4 - Odontopediatria

Hábitos bucais deletérios e maloclusão: estudo transversal
Franzoi G, Mattos IN, Evangelista ME, Brancher GP, Bolan M, Cardoso M, Santana CM
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo foi investigar a associação entre Mordida Aberta Anterior (MAA) e Mordida Cruzada Posterior (MCP) com hábitos de sucção em crianças da rede pública municipal de ensino da cidade de Florianópolis-SC. Estudo transversal com escolares de 8-10 anos selecionados por amostragem por conglomerado. A coleta de dados clínicos ocorreu em ambiente escolar, com 4 avaliadores treinados (kappa >0.7), avaliando MAA (presente/ausente) e MCP (presente/ausente). As variáveis: sexo, idade, renda familiar (≤2 ou >2 salários mínimos), escolaridade dos responsáveis (≤8 ou >8 anos), presença de hábito de mamadeira (presente/ausente), sucção dedo/chupeta (presente/ausente) e sucção de dedo/chupeta concomitante a mamadeira (presente/ausente) foram coletadas através de questionário respondido pelos responsáveis. Aos dados foi aplicado estatística descritiva e regressão de Poisson uni e multivariada. 808 crianças participaram, a prevalência de MAA foi de 4,1% e MCP de 10,1%, e MAA teve associação com a presença do hábito de sucção de dedo/chupeta (p=0.017) e sucção de dedo/chupeta e mamadeira concomitantemente (p=0.010). Dentre os escolares com hábito de chupar dedo/chupeta, 61,9% também usavam mamadeira.
Concluiu-se que houve associação entre MAA e o hábito de sucção de dedo/chupeta e hábito de sucção de dedo/chupeta concomitante com mamadeira.
(Apoio: CAPES)
PI0316 - Painel Iniciante
Área: 4 - Odontopediatria

Teen oral health-related quality of life: equivalência semântica para o português brasileiro
Freire-Maia J, Clementino LC, Perazzo MF, Sohn W, Jones JA, Garcia R, Paiva SM, Martins-Júnior PA
Odontopediatria e Ortodontia - UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar a equivalência semântica entre a versão em Português Brasileiro do Teen Oral Health-Related Quality of Life (TOQOL) e a versão original em inglês. O TOQOL é um instrumento desenvolvido para avaliar a qualidade de vida relacionada à saúde bucal (QVRSB) de adolescentes (13 a 18 anos), com foco em indivíduos de populações de baixa renda ou minorias. A equivalência semântica abrangeu as seguintes etapas: (1) duas traduções do TOQOL para o Português Brasileiro, realizadas por dois tradutores independentes (ambos nativos no Brasil e fluentes no inglês); (2) unificação das duas traduções; (3) duas retrotraduções feitas independentemente por dois tradutores (ambos nativos em país de língua inglesa e fluentes no português brasileiro); (4) unificação das duas retrotraduções; (5) envio da versão unificada para os autores do instrumento original para avaliação; (6) revisão das traduções e retrotraduções seguindo as considerações dos autores originais e de um grupo de especialistas; (7) pré teste em um grupo de adolescentes brasileiros dentro da faixa etária proposta; (8) produção do instrumento final. Após a finalização de todas as etapas, foi obtida a versão final do TOQOL no Português Brasileiro. Esta versão se mostrou semanticamente equivalente à original.
As traduções e retrotraduções, avaliadas pelos autores originais e por especialistas, e a incorporação das sugestões da população do estudo, permitiu o desenvolvimento de uma versão semanticamente equivalente do TOQOL original para o Português Brasileiro.
(Apoio: CAPES  |  CNPq  |  FAPs - FAPEMIG)
PI0321 - Painel Iniciante
Área: 4 - Odontopediatria

Conhecimento e conduta clínica de cirurgiões-dentistas formados após a definição do termo Hipomineralização molar-incisivo
Silveira ABV, Miranda-Filho AEF, Tamburini ABF, Baldim AA, Gomes HS, Pereira MSS, Marinho VA, Marques NCT
Odontopediatria, Ortodontia e Saúde Cole - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - BAURU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este trabalho avaliou o conhecimento e conduta clínica de cirurgiões-dentistas (CD) graduados após a definição do termo Hipomineralização molar-incisivo (HMI) em 2001. Para tanto, foram aplicados questionários a CD atuantes na cidade de Alfenas-MG, que concluíram a graduação em Odontologia antes (G1) e após (G2) 2001. Os questionários incluíram informações sobre o perfil dos profissionais, conhecimento de conceitos, conduta clínica e dificuldades no atendimento de pacientes com HMI. Os dados obtidos foram submetidos a análise estatística pelo teste Qui-quadrado e teste de Mann-Whitney (P<0,05) (software SPSS 23.0). No total, 55 questionários foram divididos em G1 (n=23) e G2 (n=32). A maioria em G2 compreende HMI como defeito qualitativo do esmalte que envolve primeiros molares permanentes, podendo estar associado a incisivos permanentes. Enquanto, grande parte do G1 não compreende o conceito desta condição (P=0,002). G1 tem maior dificuldade para distinguir HMI de defeitos localizados do esmalte que G2 (P=0,012). A maior parte do G1 não tem confiança, enquanto profissionais do G2 se sentem confiantes para tratar dentes com HMI (P=0,042). G1 sente menos necessidade de treinamento e atualização para o atendimento de pacientes com HMI do que G2 (P=0,001).
Conclui-se que, profissionais que se formaram após a definição do termo HMI (G2) compreendem melhor este conceito, identificam com maior facilidade e tem maior confiança para tratar dentes com esta condição. Ainda assim, estes CD sentem necessidade de atualização para o atendimento de pacientes com HMI.
PI0323 - Painel Iniciante
Área: 4 - Odontopediatria

Associação entre Hipomineralização Molar Incisivo e Hipomineralização de Segundos Molares Decíduos em escolares de Bauru
Souza IMR, Mendonça FL, Regnault FGC, Bisaia A, Grizzo IC, Honório HM, Cruvinel T, Rios D
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - BAURU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A Hipomineralização Molar Incisivo (HMI) é uma alteração do esmalte de origem sistêmica, que atinge um ou mais molares permanentes associados ou não com os incisivos permanentes. O mesmo tipo de má formação do esmalte tem sido observado em segundos molares decíduos denominada Hipomineralização de Segundos Molares Decíduos (HMD). Esse estudo avaliou a associação entre HMI e HMD em uma mesma amostra de escolares de Bauru (SP). Trata-se de um estudo descritivo, transversal, realizado com 682 escolares de 6 a 10 anos matriculados em escolas municipais abrangendo todas as regiões geográficas da cidade. O levantamento epidemiológico foi realizado por dois pesquisadores treinados e calibrados para o diagnóstico de HMI e HMD (Kappa=0,85) utilizando o critério de Ghanim. As crianças foram examinadas nas escolas com a ajuda de espelho, sonda OMS, luz artificial e gaze para secagem das superfícies dentárias. Os dados foram analisados utilizando análise descritiva e teste qui-quadrado (p <0,05) para avaliar a associação entre HMI e HMD. Os resultados mostraram que a prevalência de HMI e HMD foi de 25% e 8,65%, respectivamente. Uma associação positiva (p<0,0001) foi encontrada entre as duas condições, das crianças com HMD, 44% apresentaram HMI e das crianças que não apresentavam HMD, apenas 23,2% foram diagnosticadas com HMI.
A prevalência de HMI na cidade de Bauru foi elevada. Conclui-se que a presença de hipomineralização em segundo molar decíduo está associada a ocorrência deste tipo de defeito no esmalte em primeiros molares permanentes.
(Apoio: FAPESP  N° 2019/02735-4)
PI0324 - Painel Iniciante
Área: 4 - Odontopediatria

Citotoxicidade e efeito indutor de mineralização de flavonoides sobre células odontoblásticas
Rios RA, Rabelo RL, Braga GPA, Souza ME, Pereira JA, Santos VR, Caiaffa KS, Duque C
Estomatologia - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi avaliar os efeitos dos flavonoides EGCG, taxifolina, miricetina, quercetina, crisina, canferol e pinocembrina sobre a viabilidade e a expressão de marcadores de mineralização de células odontoblásticas. As células MDPC-23 foram tratadas com os flavonoides em diferentes concentrações (200, 100, 50, 25, 12,5µM) por 24h e 48h e a viabilidade celular avaliada pelo método de metiltetrazólio. Também foram tratadas por 48h com trocas a cada 2 dias de meio de cultura até completarem 8 dias para avaliar a atividade de fosfatase alcalina (ALP) pelo método da timolftaleína e por 14 dias para analisar a formação de nódulos de mineralização, pela coloração de alizarina. Os resultados foram analisados por ANOVA/Tukey (p<0.05) e mostraram que a crisina e canferol a 200µM reduziram a viabilidade celular em 24h e em 48h, a taxifolina 200µM, miricetina a partir de 100µM, crisina a partir de 50µM e canferol a partir de 100µM foram citotóxicas em 48h. Os demais flavonoides não foram citotóxicos. A taxifolina 100µM foi o composto que mais estimulou a atividade de ALP. A formação de nódulos de mineralização aumentou com o tratamento de taxifolina 100µM e EGCG 50µM.
Conclui-se que a taxifolina foi o composto mais efetivo, demonstrando um ótimo efeito bioestimulador e indutor de mineralização em células MDPC-23, podendo ser uma substância biotiva capaz de estimular odontoblastos a produzirem uma barreira tecidual mineralizada em terapia pulpar vital.
(Apoio: CNPq  N° 52436 Pibic/RT  |  CNPq  N° 5212 Pibic Jr EM  |  FAPs - Fapesp  N° 2017/10940-1)