9 a 12 de Setembro de 2026 | São Paulo / SP

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Resumos Aprovados 2026

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 2768 Resumo encontrados. Mostrando de 471 a 480


PN-R0591 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 03/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 16

Implantes recobertos com hidrogéis de DNA melhoram o reparo periimplantar em ratos
Laura Gabriela Macedo, Odir Nunes de Oliveira Filho, Fábio Roberto de-Souza-Batista, Karina Midori Mori Carneiro, Naara Gabriela Monteiro, Sabrina Cruz Tfaile Frasnelli, Wirley Gonçalves Assunção, Roberta Okamoto
Diagnóstico e Cirurgia UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Hidrogéis de DNA mimetizam a matriz extracelular e apresentam potencial osteogênico. Sua degradação libera fosfato e adenina, favorecendo a mineralização e atividade osteoblástica. Aplicados em superfícies de implantes, podem melhorar o reparo periimplantar e a osseointegração. Além disso, podem atuar como plataforma para liberação de biomoléculas. Este estudo avaliou o efeito dos hidrogéis de DNA aplicados na superfície de implantes previamente à instalação no leito ósseo. Dez ratas foram distribuídas em dois grupos experimentais (n=5): Implante Convencional (controle) e implante recoberto com hidrogel de DNA (Implante DNA). Os períodos foram 10 e 28 dias. Calceína e alizarina foram administrados, respectivamente, nos dias 14 e 24, nos animais destinados aos 28 dias pós-operatórios. Após os períodos estabelecidos, os animais foram eutanasiados e as análises incluíram histologia; RT- qPCR; torque de remoção; microtomografia computadorizada e histometria dinâmica por microscopia confocal. Após o teste de Shapiro Wilk, os dados foram submetidos ao teste t Student não pareado (p<0,05). Os resultados demonstraram superioridade no desempenho do Implante DNA, visto que neste grupo observou-se maiores valores de torque de remoção e; na histologia, maior deposição de matriz óssea nas espiras dos implantes. Dentre os parâmetros da Micro CT, observou-se maior percentual de volume ósseo nos implantes com DNA, além de maior valor na aposição mineral diária (microscopia confocal).

Conclui-se que os hidrogéis de DNA são agentes bioativos promissores na funcionalização de superfícies de implantes, melhorando o reparo periimplantar, além de possibilitar o carreamento futuro de biomoléculas com ação anabólica e antirreabsortiva.

(Apoio: CNPq  N° 130860/2025-5  |  CNPq  N° 404998-2023/2  |  406840/2022-9  N° INCT)
PN-R0593 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 03/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 16

Avaliação preliminar do potencial de implantes funcionalizados com biomoléculas em modelo animal
Gabriela Morais Julião, Isadora Castaldi Sousa, Daniel Silva Leao, Paula Buzo Frigério, Gabriel Mulinari Dos Santos, Pedro Henrique Silva Gomes-Ferreira, Wirley Gonçalves Assunção, Roberta Okamoto
Departamento de Ciências Básicas UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O estudo propõe o uso local das biomoléculas genisteína e teriparatida (PTH 1-34) por meio da funcionalização de implantes, em uma abordagem inicial, para avaliar seu efeito no reparo ósseo perimplantar em ratas com condições normais e com deficiência de estrógeno. Dessa forma, foram utilizadas 48 ratas fêmeas Wistar divididas em 2 grupos: SHAM cirurgia fictícia de ovariectomia e OVX cirurgia de ovariectomia, que foram subdivididas em: convencional (CONV); genisteína (GEN); teriparatida (PTH 1-34). O delineamento experimental iniciou-se com as cirurgias fictícias e de ovariectomia, após 30 dias foi realizada a cirurgia de instalação dos implantes convencionais e funcionalizados, nas metafises tibias dos animais. Aos 28 dias após a instalação dos implantes ocorreu a eutanásia. As amostras foram utilizadas para mensuração do torque de remoção na interface do implante em N/cm e para análise de PCR. Os dados quantitativos foram submetidos ao teste de homoscedasticidade com nível de significância de 5% (p<0,05).

Os resultados demonstraram que a funcionalização com genisteína promoveu melhores respostas em comparação com os outros grupos tanto na análise de torque como no PCR com os alvos IBSP e ALP. Portanto, a genisteína demonstrou maior eficácia na osseointegração de implantes de titânio nessas condições em animais com deficiência de estrogênio.

(Apoio: CAPES  N° 001  |  CNPQ INCT Saúde Oral e Odontologia  N° 406840/2022-9  |  FAPs - FAPESP  N° 22/14140-8)
PN-R0595 - Painel Aspirante
Área: 6 - Oclusão / ATM

Apresentação: 03/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 16

Fenótipos de Disfunção Temporomandibular dolorosa baseados em variáveis clínicas e de sono
Claudia Aparecida de Oliveira Machado, Rafaella Silva Brito Felipe, Juliana Stuginski Barbosa, Paulo Cézar Simamoto-júnior
Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Os objetivos deste foram estudo identificar fenótipos multidomínio em pacientes com Disfunção Temporomandibular (DTM) dolorosa por análise de agrupamento não supervisionada, integrando variáveis de sono, dor e fatores psicossociais, e avaliar sua associação com fenótipos de sono e subtipos de DTM. Estudo transversal (n=214) com adultos diagnosticados com DTM dolorosa pelo DC/TMD. A Apneia Obstrutiva do Sono foi avaliada por oximetria noturna (índice de dessaturação da oxi-hemoglobina a 3%), e a insônia pelo Índice de Gravidade da Insônia, classificando-os em controle, AOS, insônia e COMISA. Variáveis de quatro domínios (sono, respiração, dor e psicossocial) foram padronizadas em escore-z. Realizaram-se análise de componentes principais e agrupamento Ward/k-means no JAMOVI. A amostra (85,0% mulheres; 41,2±14,5 anos) apresentou dor crônica em 89,7% dos casos. Foram identificados quatro clusters: 1) Respiratório-Hipoxemia, marcado por grave dessaturação de oxi-hemoglobina; 2) Psicossocial-Insônia de Alto Impacto, com maiores níveis de ansiedade e intensidade da dor; 3) Cronicidade da Dor/Sonolência, com dor prolongada e sonolência diurna; e 4) Baixa Carga Global. . Os principais discriminadores foram a duração (ε²=0,368) e a intensidade da dor (ε²=0,200). Os fenótipos de sono associaram significativamente aos clusters (p<0,001), enquanto o subtipo da DTM não diferiu entre os grupos (p=0,650).

A análise identificou fenótipos clinicamente interpretáveis, carga respiratória, sono, psicossocial e cronicidade da dor. A duração e a intensidade da dor foram os principais discriminadores, evidenciando que a fenotipagem multidomínio supera rótulos diagnósticos isolados e auxilia na estratificação de risco e manejo da DTM.

PN-R0597 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica protética

Apresentação: 03/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 16

Efeito do dispositivo oclusal em implantes dentários sob apertamento dental: revisão sistemática
Ana Carla Gonçales de Souza, Luy de Abreu Costa, Anderson Catelan, Cleidiel Aparecido Araujo Lemos, Fellippo Ramos Verri, Victor Eduardo de Souza Batista
DMOP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Esta revisão sistemática avaliou se o uso de dispositivos oclusais reduz o risco de complicações biomecânicas em restaurações protéticas implantossuportadas em pacientes com apertamento dental. Dois revisores independentes realizaram busca sistemática, sem restrições de idioma ou data, nas bases MEDLINE/PubMed, Scopus, Embase, ProQuest, OpenGrey e listas de referências de estudos publicados até fevereiro de 2025. A revisão foi registrada na Open Science Framework e o risco de viés foi avaliado por meio do Checklist for Reporting In Vitro Studies. A busca eletrônica identificou 4.381 estudos e, após a triagem, seis artigos foram incluídos. Todos os estudos compararam modelos com e sem dispositivos oclusais. Cinco estudos utilizaram análise tridimensional por elementos finitos e um utilizou modelo fotoelástico. Em todos os estudos foi simulado um dispositivo oclusal em resina acrílica com espessura mínima de 2 mm. Um estudo avaliou etileno vinil acetato, polimetilmetacrilato e poliéteretercetona, enquanto os demais utilizaram polimetilmetacrilato. A maioria dos estudos apresentou alto risco de viés e baixo nível de evidência devido aos modelos experimentais utilizados.

Os dispositivos oclusais parecem melhorar o comportamento biomecânico de coroas protéticas implantossuportadas, reduzindo tensões no tecido ósseo peri-implantar sob condições de carga funcional.

(Apoio: FAPESP  N° 2024/23157-7)
PN-R0598 - Painel Aspirante
Área: 6 - Prótese

Apresentação: 03/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 16

ESPUMA À BASE DE NANOPARTÍCULAS PARA HIGIENIZAÇÃO DE PRÓTESES DENTÁRIAS: ATIVIDADE ANTIFÚNGICA E EFEITOS SOBRE RESINA ACRÍLICA
Monik Cardoso Cavalcante, Irisvaldo Lima Guedes, Matheus Oliveira do Nascimento, Ana Cristina Vasconcelos Fialho, André Luis Menezes Carvalho
pós graduação em odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O presente estudo desenvolveu e caracterizou uma espuma contendo carreadores lipídicos nanoestruturados incorporados com eugenol, destinada à higienização de próteses dentárias removíveis, avaliando sua ação antifúngica e seus efeitos sobre propriedades mecânicas de resinas acrílicas. A formulação foi produzida por agitação mecânica e analisada quanto às características físico-químicas, incluindo tamanho de partícula, índice de polidispersidade e potencial zeta. O perfil de liberação do eugenol foi investigado por difusão em células de Franz. Para os ensaios laboratoriais, foram confeccionados 96 corpos de prova das resinas acrílicas Classic® e Vip Wave®, submetidos à imersão diária, durante 30 dias, por 8 horas, em hipoclorito de sódio 0,5%, eugenol livre, espuma com nanopartículas de eugenol e espuma sem nanopartículas. Foram avaliadas rugosidade superficial, microdureza e atividade antifúngica frente a biofilmes de Candida albicans e Candida glabrata por meio da contagem de unidades formadoras de colônia. A formulação apresentou partículas com tamanho médio de 208 nm, reduzido índice de polidispersidade (0,073) e potencial zeta negativo (-26,6 mV), indicando adequada estabilidade do sistema. A liberação do eugenol ocorreu de maneira gradual, alcançando 11,28% após 24 horas. Após estresse térmico por 12 dias, a espuma manteve estabilidade de pH e concentração satisfatória de eugenol. Não foram observadas alterações significativas na rugosidade nem na microdureza das resinas avaliadas. Além disso, a formulação demonstrou capacidade de redução do biofilme fúngico semelhante ao eugenol livre.

Evidenciou-se que a espuma apresenta potencial de aplicação como alternativa para higienização de próteses dentárias.

PNa0001 - Painel Aspirante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco A - Azul

Abordagem Híbrida na Reconstrução de Trauma Mandibular Bilateral Severo: Relato de Caso com Acompanhamento de 5 Anos
Nilton Rodrigues Alves Peres Domingues, Gustavo Antonio Correa Momesso, Angélica Castro Pimentel, Caio Vinicius Gonçalves Roman-Torres, Flavia Pires Bretas, Maria Luísa Barreto Corrêa, Isabella Parede Misleri Rech, Heloisa Fonseca Marão
Odontologia UNIVERSIDADE SANTO AMARO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Relato de caso clínico com acompanhamento a longo prazo, abordando estratégias de reconstrução mandibular extensa em contexto pós-traumático, com ênfase na combinação de diferentes técnicas reconstrutivas. Paciente do sexo masculino, 59 anos, apresentou múltiplas fraturas faciais envolvendo mandíbula e maxila, tendo sido previamente submetido a diversas intervenções cirúrgicas, que evoluíram com deiscência de sutura, exposição de material de fixação e necrose local. Foi encaminhado a serviço multiprofissional. Exames tomográficos evidenciaram fratura não tratada do processo coronóide direito e osteomielite crônica na hemimandíbula esquerda. O planejamento: abordagem híbrida realizada em tempo cirúrgico único, com instalação de prótese em titânio na hemimandíbula direita e enxerto autógeno de crista ilíaca na hemimandíbula esquerda. Após 2 anos da cirurgia reconstrutiva, foi feita a instalação de 3 implantes na região de 34, 35e 36 e após 4 meses foi feita a instalação das próteses implantossuportadas.

o acompanhamento clínico e radiográfico da reconstrução óssea e da prótese customizada da hemimandíbula direita demonstrou estabilidade do tratamento, ausência de sinais infecciosos, manutenção da continuidade mandibular e preservação da simetria facial. A avaliação dos implantes osseointegrados evidenciou ausência de peri-implantite, bem como desempenho clínico satisfatório das próteses implantossuportadas, a abordagem híbrida após um acompanhamento de 5 anos mostrou-se eficaz e previsível para reconstruções mandibulares bilaterais complexas, especialmente em leitos receptores comprometidos por infecção prévia, sendo uma alternativa viável para reabilitação funcional e estética a longo prazo.

(Apoio: CAPES)
PNa0002 - Painel Aspirante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco A - Azul

Comparação de antiinflamatórios nos sinais e sintomas após extração do terceiro molar inferior: um ensaio clínico randomizado duplo-cego
Thiago Lopes de Almeida, Heloisa Fonseca Marão, Angélica Castro Pimentel, Caio Vinicius Gonçalves Roman-Torres, Leonardo Peres de Souza, Rafael Pino Vitti, Gustavo Antonio Correa Momesso
UNIVERSIDADE SANTO AMARO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O manejo dos sintomas inflamatórios pós-operatórios após a exodontia de terceiros molares permanece um desafio clínico relevante. Embora corticosteroides e anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) sejam amplamente utilizados, sua eficácia comparativa no controle da dor, edema e trismo ainda não está totalmente esclarecida. Este estudo teve como objetivo avaliar a eficácia da dexametasona em comparação com os AINEs cetorolaco e ibuprofeno na redução da dor, edema e trismo após a exodontia de terceiros molares. Os pacientes foram alocados em três grupos (n = 12 dentes por grupo): dexametasona (DEX), ibuprofeno (IBU) e cetorolaco (KET). A dor foi avaliada por meio da escala visual analógica em 6, 24, 48 e 72 horas e em 7 dias. O consumo de analgésicos de resgate também foi registrado. Edema e trismo foram avaliados em 48 horas e 7 dias. A distribuição dos dados foi analisada pelo teste de Shapiro-Wilk. Dados paramétricos foram analisados por ANOVA seguida de teste de Tukey, e dados não paramétricos pelo teste de Kruskal-Wallis seguido de Dunn. Os grupos KET apresentou escores de dor significativamente menores nas primeiras 6 horas pós-operatórias em comparação ao grupo DEX (P < 0,05). O grupo KET apresentou menor trismo em 48 horas pós-operatórias em relação aos grupos IBU e DEX (P < 0,05).

O cetorolaco foi mais eficaz que o ibuprofeno e a dexametasona no controle da dor nas primeiras 6 horas e na redução do trismo em 48 horas pós-operatórias.

(Apoio: CAPES)
PNa0003 - Painel Aspirante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco A - Azul

O Efeito da Fibrina Rica em Plaqueta sobre o Reparo Alveolar: Uma Revisão Sistemática da Literatura
Giulia Kathleen Malaquias, Sabrina Perondi, Marina Lara de Carli, Ronaldo Célio Mariano, Valfrido Antonio Pereira-filho, Marina Reis Oliveira
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Apesar de existirem diversos estudos que corroboram com a hipótese de que a Fibrina Rica em Plaquetas (PRF) atua de forma positiva sobre o reparo alveolar, a literatura se mostra bastante controversa a respeito do tema. Assim, a presente revisão sistemática busca entender o real efeito do PRF sobre o processo de reparo alveolar após extrações dentárias que justifique sua utilização. Nesse sentido, as pesquisas foram realizadas nas bases de dados eletrônicos Pubmed, Web of Science, Scopus e EMBASE, utilizando uma estratégia de pesquisa guiada por palavras-chave que buscam sintetizar a questão que guia este estudo. Como critérios de inclusão, foram selecionados artigos que incluíam pacientes adultos, sistematicamente saudáveis, submetidos a cirurgias de extrações dentárias e que receberam PRF obtido de diversos protocolos. Dessa maneira, trinta e sete artigos foram incluídos nesta revisão sistemática, os quais avaliaram dor, edema facial, trismo, reparo de tecido mole e duro, incidência de alveolite e/ou atividade osteoblástica. Essas pesquisas utilizaram como tratamento o PRF comparado ao processo de reparo natural ou a outros tipos de biomateriais.

Foi observada uma tendência a melhores resultados em relação às variáveis analisadas nos grupos tratados com PRF na maior parte dos estudos, demonstrando um efeito significativo sobre a regeneração alveolar e justificando a sua aplicabilidade clínica.

PNa0004 - Painel Aspirante
Área: 1 - Biologia craniofacial

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco A - Azul

Superexpressão de agrin favorece a diferenciação osteoblástica de células-tronco mesenquimais
Letícia Faustino Adolpho , Maria Paula Oliveira Gomes, Gileade Pereira Freitas, Helena Bacha Lopes, Adalberto Luiz Rosa, Márcio Mateus Beloti
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A proteína agrin (AGRN) exógena aumenta discretamente a diferenciação osteoblástica de células-tronco mesenquimais (MSCs). Nossa hipótese é que a superexpressão de AGRN em MSCs é mais eficiente em favorecer a diferenciação osteoblástica. Para testar esta hipótese, MSCs de tecido adiposo de camundongos machos C57Bl/6 foram imortalizadas e editadas geneticamente por CRISPR-Cas9 para superexpressar AGRN e cultivadas em meio osteogênico por até 17 dias. A expressão gênica de Agrn e seus receptores Lrp4 e Dag1 foi avaliada aos 3, 5, 7, 10 e 14 dias (n=4, ANOVA, p≤0,05). A diferenciação osteoblástica foi avaliada por: expressão gênica de Sp7, Alp e Opn aos 3, 5, 7, 10 e 14 dias (n=4, ANOVA, p≤0,05), expressão proteica de RUNX2 aos 5 dias, atividade de ALP aos 7 dias e formação de matriz extracelular mineralizada aos 17 dias (n=5, teste t de Student, p≤0,05). A superexpressão de AGRN aumentou a expressão gênica de Agrn, Sp7, Alp e Opn, a expressão proteica de RUNX2, a atividade de ALP e a formação de matriz mineralizada, e reduziu a expressão gênica dos receptores Lrp4 e Dag1, sugerindo que AGRN atua também sobre outras vias de sinalização.

Portanto, a superexpressão de AGRN em MSCs pode ser uma abordagem terapêutica para aumentar o potencial osteogênico dessas células, tornando-as uma ferramenta promissora para promover regeneração óssea, com aplicações nas áreas de cirurgia, periodontia e implantodontia.

(Apoio: FAPs - FAPESP  N° 2021/04824-4  |  CAPES  N° 88887.669765/2022-00)
PNa0005 - Painel Aspirante
Área: 1 - Biologia craniofacial

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco A - Azul

Caracterização da expressão de Engrailed 1 durante a diferenciação de osteócitos
Thamires Mazzola, Ana Luísa Henriques Schneider, Leila Maria Luz Bassam, Maria Paula Oliveira Gomes, Yasmin Milhomens Moreira, Márcio Mateus Beloti, Adalberto Luiz Rosa
Bone Research Lab, DBBO UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A proteína Engrailed 1 (En1) pertence à classe de fatores de transcrição com domínio de ligação ao DNA (homeobox) e participa do processo de osteogênese. Considerando que os osteócitos modulam a homeostase óssea, o objetivo deste estudo foi caracterizar in vitro a expressão de En1 durante a diferenciação destas células. Para isso, células da linhagem osteocítica Ocy454 foram cultivadas em placas de 6 poços revestidas com 0,15 mg/mL de colágeno tipo I. Células não submetidas ao protocolo de diferenciação osteocítica (incubadas a 33ºC) e diferenciadas (incubadas a 37ºC) por até 7 dias foram avaliadas quanto à expressão gênica de En1, Fgfr2, Wnt1, Lrp5, Ctnnb1 e Sost, por PCR em tempo real (n=4) aos 3 e 7 dias e à expressão proteica de EN1, por western blot (n=3) aos 3 dias. Os dados de expressão gênica foram comparados por ANOVA e de expressão proteica por teste t de Student (p=0,05). A expressão gênica de En1 (p=0,0001), Fgfr2 (p=0,0001), Wnt1 (p=0,0001), Lrp5 (p=0,0001), Ctnnb1 (p=0,0001) e Sost (p=0,0001) aumentou progressivamente com o tempo de diferenciação osteocítica. A expressão proteica nuclear de EN1 (p=0,0025) foi maior em células osteocíticas diferenciadas por 3 dias do que nas indiferenciadas. Estes dados sugerem que a expressão de En1 aumenta à medida que osteócitos avançam em seu estágio de diferenciação.

Nossos resultados sugerem que En1 expresso por osteócitos pode ser um marcador do estágio de diferenciação dessas células e um alvo potencial para terapias que visem a manutenção da homeostase do tecido ósseo.

(Apoio: FAPs - Fapesp  N° 2025/15142-2; 2023/06782-2)



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