9 a 12 de Setembro de 2026 | São Paulo / SP

9 a 12 de Setembro de 2026 | São Paulo / SP


Resumos Aprovados 2026

Veja o Cronograma de Apresentação Completo


Modalidade:
Área:
Autores:
Palavra-Chave:


Resultado da busca [Siglas PNd0583 a PNd0776 ]
 189 Resumo encontrados. Mostrando de 121 a 130


PNd0710 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 11/09 - Horário: 14h00 às 17h30 - Local: Bloco A - Azul

Estabilidade cromática de resinas compostas camaleônicas após exposição a café e vinho tinto: estudo in vitro
Juliana Alves Teixeira, Juliana Braga Mella, Matheus da Silva Rizzo, Kesia Leticia de Almeida Santos, Sandrine Bittencourt Berger, Murilo Baena Lopes, Danielle Ferreira Sobral de Souza, Ricardo Danil Guiraldo
Odontologia UNIVERSIDADE PARA O DESENVOLVIMENTO DO ESTADO E DA REGIÃO DO PANTANAL
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

As resinas compostas camaleônicas têm se destacado na odontologia restauradora por sua capacidade de se adaptar à tonalidade dos dentes naturais, proporcionando restaurações mais estéticas e duradouras. O objetivo neste estudo in vitro foi avaliar a estabilidade cromática de resinas compostas camaleônicas em comparação a uma resina composta convencional após exposição a soluções pigmentantes (café e vinho tinto). Três resinas compostas testadas: Filtek Z350 XT (convencional), Omnichroma e Vittra APS Unique (camaleônicas). Foram confeccionados 10 espécimes (8 mm × 2 mm), fotoativados por 40 segundos, polidos e armazenados (n=10). A variação de cor (ΔE) foi mensurada antes e após a imersão em café, vinho tinto e água destilada (controle), por (7dias), utilizando o dispositivo Easy Shade. Os dados de ΔE foram submetidos ao teste de Kruskal-Wallis, posteriormente à análise de Variância (fatores: resina composta x tratamento) seguido de teste de Tukey (α=0,05). Não houve diferença estatística do ΔE para o fator independente resina composta (p=0,550), com valores de 3,36 (Filtek Z350), 3,81 (Omnichroma) e 3,35 (Unique).

As resinas compostas camaleônicas apresentaram comportamento semelhante à resina convencional quanto à estabilidade cromática (ΔE), após exposição a café e vinho tinto.

(Apoio: CAPES  |  FGM)
PNd0711 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 11/09 - Horário: 14h00 às 17h30 - Local: Bloco A - Azul

Efeito de sistemas adesivos na proteção de trincas durante o clareamento de consultório: estudo in vitro
Natalia L. Aponte Abente , Leticia Caroline Condolo, Laryssa Mylenna Madruga Barbosa, Taynara de Souza Carneiro, Gabrielle Gomes Centenaro, Michael Willian Favoreto, Alessandra Reis, Alessandro D. Loguercio
Pós-Graduaçao em Odontologia UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo investigou se estratégias adesivas são capazes de reduzir a permeabilidade do peróxido de hidrogênio (PH) em direção à câmara pulpar, bem como avaliou a eficácia do clareamento (EC). Cinquenta pré-molares humanos foram randomizados em cinco grupos: dentes hígidos não submetidos ao agente clareador (controle); dentes hígidos submetidos ao clareador (hígido); dentes com trincas no esmalte submetidos ao clareador (esmalte trincado); e dois grupos de dentes com trincas no esmalte submetidos ao selamento adesivo prévio ao clareamento, utilizando condicionamento com ácido fosfórico + primer + adesivo (sistema adesivo em três passos) ou condicionamento com ácido fosfórico + primer/adesivo (sistema adesivo em dois passos). As trincas foram detectadas por transiluminação e mensuradas com o software ImageJ. Nos grupos com estratégia adesiva, realizou-se condicionamento ácido seguido da aplicação do sistema adesivo e fotoativação antes do clareamento. O clareamento foi realizado utilizando PH 35% em duas sessões. A penetração de PH foi mensurada por espectrofotometria UV-Vis, enquanto a EC foi avaliada através do espectrofotômetro digital. Os dados foram analisados por ANOVA de um e dois fatores. A penetração de PH diferiu entre os grupos, sendo menor no grupo hígido (p = 0,01), intermediária nos grupos com esmalte trincado e adesivo de três passos, e maior no grupo com adesivo de dois passos (p < 0,001). Em relação à EC, todos os grupos submetidos ao clareamento apresentaram maior alteração de cor em comparação ao controle (p < 0,001).

Os protocolos adesivos avaliados não foram eficazes em prevenir a difusão de PH durante o clareamento de consultório em dentes com trincas de esmalte.

(Apoio: CNPq  N° 151823/2025-1   |  CNPq  N° 304444/2025-1   |  CNPq INCT Saúde Oral e Odontologia  N° 406840/2022-9)
PNd0712 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 11/09 - Horário: 14h00 às 17h30 - Local: Bloco A - Azul

Manifestações dentárias e parâmetros salivares em indivíduos com e sem a doença do refluxo gastroesofágico
Eduarda Stéfanny Reis da Cunha, Fabrícia Araújo Pereira, Cíntia Mendes Clemente, Tien Li An, Mariana Rabêlo Roriz, Eduardo Santa Cruz Sobral, Rayssa Ferreira Zanatta
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliar e comparar parâmetros salivares e manifestações clínicas orais entre indivíduos com e sem sintomas de refluxo gastroesofágico, investigando a associação com pH salivar, fluxo salivar, capacidade tampão, desgaste erosivo dentário (BEWE), hipersensibilidade dentinária (HD) e lesões cervicais não cariosas (LCNC). Estudo observacional comparativo com indivíduos divididos em dois grupos: com sintomas de refluxo gastroesofágico e sem sintomas. A coleta salivar foi realizada em repouso e sob estimulação. O fluxo salivar em repouso foi obtido por expectoração passiva durante 5 minutos, enquanto a saliva estimulada foi coletada após mastigação de parafina por 5 minutos. O pH foi mensurado com pHmetro digital calibrado e a capacidade tampão foi avaliada na saliva estimulada. O exame clínico incluiu avaliação do desgaste erosivo dentário pelo índice BEWE, da hipersensibilidade dentinária por escala de intensidade dolorosa e da presença de LCNC. Foram aplicados os testes t de Student, Mann-Whitney e qui-quadrado de Pearson, com nível de significância de 5%. Não houve diferença significativa entre os grupos para pH em repouso (p=0,815), pH estimulado (p=0,199), fluxo salivar em repouso (p=0,839), fluxo estimulado (p=0,446) e capacidade tampão (p=0,396). Também não houve associação significativa entre refluxo e gravidade do desgaste erosivo dentário (BEWE) (p=0,529). Entretanto, observou-se associação significativa entre sintomas de refluxo e maior ocorrência de hipersensibilidade dentinária (p<0,001) e maior presença de LCNC (p<0,001).

O refluxo gastroesofágico não influenciou significativamente os parâmetros salivares, mas esteve associado as manifestações clínicas bucais, especialmente HD e LCNC.

(Apoio: FAPs - FAPDF)
PNd0713 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 11/09 - Horário: 14h00 às 17h30 - Local: Bloco A - Azul

Comparação entre os diferentes métodos de análise da fluorescência dental e de materiais restauradores
Mariana Xavier Lopes, Alessandra Bühler Borges, Carlos Torres, Taís de Souza Barbosa
Ciências Aplicadas à Saúde Bucal INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA / ICT-UNESP-SJC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi comparar a análise de fluorescência por fotografia com a espectrofluorofotometria na detecção de diferenças entre dentes naturais e materiais restauradores. Espécimes em disco (5 mm; n=5) foram confeccionados com as resinas Filtek Universal (FU), Beautifil II (BF), Gaenial A'Chord (GA) e SimpliShade Universal (SS). Cinco incisivos centrais inferiores humanos (DN) foram obtidos de biobanco e também analisados. A fluorescência foi mensurada por espectrofluorofotômetro (RF-5301PC, Shimadzu; 395 nm), registrando-se unidades de fluorescência (UF) e comprimento de onda. Para análise fotográfica, os espécimes foram posicionados em fundo cinza e fotografados (Rebel XT, Canon; lente macro 100 mm) em cabine UV (CAB; 395 nm; 45:0) e com iluminador acoplado com filtro (>450 nm) (FILT). Foram obtidas coordenadas L*, a*, b* e valores RGB. UF foi analisado por ANOVA/Tukey (α=0,05) e correlacionado aos métodos fotográficos. Houve diferença significativa entre os grupos (p=0,001), com SS inferior (80,19±17,40 UF; b) aos demais: DN (150,67±18,93), GA (173,33±18,85), FU (145,50±30,02) e BF (142,56±17,71) (a). As correlações com o método padrão do espectrofluorofotômetro foram fracas (CAB: L*=0,41; a*=-0,30; b*=0,43; R=0,46; G=0,34; B=0,38; FILT: L*=0,43; a*=0,11; b*=0,43; R=0,41; G=0,43; B=0,42). E os picos de emissão (nm) registrados foram: DN=470,8; GA=457,6; FU=440,4; BF=452,4; SS=454,2.

Portanto, concluímos que métodos fotográficos apresentaram baixa correlação com o método padrão e não discriminaram adequadamente as diferenças entre os grupos; materiais restauradores exibiram menores comprimentos de onda dos picos de emissão do que aqueles observados em dentes naturais.

PNd0714 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 11/09 - Horário: 14h00 às 17h30 - Local: Bloco A - Azul

Influência de aparelhos fotopolimerizadores na transmissão de luz e microdureza de compósitos de polimerização rápida
Luís Felipe Prearo Comin, Pietra Sanitá Michelin, Gisele Rodrigues da Silva, Luís Henrique Araújo Raposo, Carlos José Soares, Fabíola Galbiatti de Carvalho, Hugo Lemes Carlo
Dentistica UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliou-se o efeito de diferentes fotopolimerizadores em restaurações realizadas com resinas compostas do tipo bulk-fill de polimerização rápida (Tetric PowerFlow; Tetric PowerFill) e convencional (Tetric N-Flow; Tetric N-Ceram). Dois aparelhos LED (Bluephase PowerCure; Quazar) foram utilizados nos modos 3s (alta irradiância) para as resinas de polimerização rápida e 20s (padrão) para as resinas convencionais. Foram analisados potência radiante (PR-mW), diâmetro interno da ponteira (DP-mm), irradiância da ponteira (IP-mW/cm2), espectro de emissão (EM-mW/cm2/nm) e perfil de irradiância (PI-mW/cm2). EM e PI foram avaliados através dos materiais a 1, 3 e 4 mm de profundidade. Restaurações MOD (3×6×4 mm) foram feitas em pré-molares artificiais utilizando técnica restauradora combinada (flow + alta viscosidade) ou única (alta viscosidade). A profundidade de polimerização foi obtida (0,5; 1; 2; 3 e 4mm) através de microdureza Knoop (KHN) nas regiões mesial, central e distal da cavidade. Os resultados de PR, DP, IP, EM e PI foram analisados de modo descritivo. Os dados de KHN foram analisados utilizando-se ANOVA de medidas repetidas e teste de Tukey (α=5%). Os valores de IP apresentaram-se semelhantes entre os aparelhos. A transmissão de luz diminuiu com o aumento de espessura das camadas de resina. Para KHN observaram-se diferenças estatísticas significantes para os fatores profundidade (p<0,001) e tipo de resina (p<0,001), mas não para região (p=0,283) e fotopolimerizador (p=0,174).

Transmissão de luz e KHN diminuíram com o aumento da profundidade; resinas flow apresentaram menor KHN; resinas de polimerização rápida apresentaram KHN semelhante ao das resinas convencionais, independente do fotopolimerizador.

(Apoio: CAPES  N° 001  |  FAPs - FAPEMIG  N° RED-00204-23  |  CNPq  N° 406840/2022-9)
PNd0715 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 11/09 - Horário: 14h00 às 17h30 - Local: Bloco A - Azul

EFEITO ANTI-EROSIVO DE GÉIS À BASE DE AÇAÍ (Euterpe oleracea Martius) ASSOCIADOS AO FLUORETO DE SÓDIO EM LESÕES DE EROSÃO DENTINÁRIA
Roseane Cordeiro de Almeida, Gabriela Conde Dos Santos, Joissi Ferrari Zaniboni, Aryvelto Miranda Silva, Herve Rogez, Rafael Rodrigues Lima, Cristiane de Melo Alencar, Sandro Cordeiro Loretto
Dentística UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou a eficácia de géis anti-erosivos experimentais à base de açaí Euterpe oleracea Martius (EO), associados ou não ao fluoreto de sódio (NaF), na prevenção da progressão da erosão dentinária. Sessenta espécimes de dentina radicular bovina foram distribuídos em seis grupos: controle negativo, controle positivo (NaF a 5%) e géis experimentais contendo açaí nas concentrações de 10% e 20%, isolados ou combinados ao NaF. Após indução de erosão inicial com ácido cítrico a 1%, os espécimes foram submetidos a ciclos erosivos e aplicação dos tratamentos por três dias. A perda volumétrica foi mensurada por perfilometria 3D, enquanto a integridade da matriz colágena e as características morfológicas foram avaliadas por microscopia de luz polarizada e microscopia eletrônica de varredura, respectivamente. Os dados foram analisados por ANOVA one-way e teste de Tukey (α=5%). Todos os grupos tratados apresentaram redução significativa da perda de superfície em comparação ao controle negativo (p<0,05), com desempenho superior dos grupos contendo açaí a 20%, que evidenciaram maior preservação volumétrica, organização das fibras colágenas e homogeneidade superficial.

Esses achados indicam que géis à base de açaí a 20%, associados ou não ao fluoreto de sódio, apresentam elevada eficácia na atenuação da progressão da erosão dentinária inicial, configurando-se como alternativa promissora no manejo dessa condição.

PNd0717 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 11/09 - Horário: 14h00 às 17h30 - Local: Bloco A - Azul

Caracterização morfológica e padrão de distribuição de partículas abrasivas em dentifrícios comerciais contendo sílica
Natalia de Souza Lopes, Daniela Buenos Ayres de Castro, Ana Paula Lima da Silva, Julliana Andrade da Silva, Marina de Moraes Nobre, Débora Alves Nunes Leite Lima, Flávio Henrique Baggio Aguiar, Waldemir Francisco Vieira Junior
Clínica Odontológica FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O estudo teve como objetivo caracterizar a morfologia, o tamanho e a distribuição de partículas abrasivas de dentifrícios contendo sílica. Foram selecionadas aleatoriamente formulações de dentifrícios, com sílica como abrasivo principal, de fabricantes brasileiros, incluindo produtos regulares, clareadores e dessensibilizantes (10 produtos). Como controle, utilizou-se sílica comercial (Zeodent 113, Evonik), além de três dentifrícios experimentais contendo sílica (10%, 20% e 30% em peso). As suspensões (n=3) foram preparadas na proporção 1:3 (g de dentifrício/mL de água destilada), submetidas à agitação e centrifugadas a 4.000 rpm para obtenção da fração sólida. Após secagem a 40 °C por 10 dias, o material foi peneirado (MESH 270, Bertel) e analisado por microscopia eletrônica de varredura (2000×). As imagens foram avaliadas por meio do software ImageJ, considerando o tamanho das partículas (µm), amplitude, distribuição (uniforme, mista ou aglomerada) e morfologia (esférica ou angular). A partícula controle apresentou tamanho médio de 4,13 µm, enquanto os dentifrícios comerciais mostraram maior variabilidade (3,25 a 12,17 µm), com menores valores em formulações contendo carbonato de cálcio associado e maiores em dentifrícios somente à base de sílica. Observou-se maior aglomeração nas formulações experimentais, com exceção da formulação contendo 20% de sílica.

Dentifrícios majoritariamente à base de sílica apresentaram partículas esféricas, enquanto os demais exibiram morfologia mista. Dentifrícios com formulações semelhantes apresentaram diferenças na distribuição, morfologia e tamanho das partículas, indicando que o tipo de sílica e outros componentes da formulação influenciam suas características gerais.

(Apoio: FAPESP  N° 2025/15199-4)
PNd0718 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 11/09 - Horário: 14h00 às 17h30 - Local: Bloco A - Azul

Avaliação de diferentes protocolos de irrigação associado a clorexidina sobre a dentina radicular: análise microscópica
Ana Beatriz Bardasi Solcia, Mariana Bena Gelio, Milton Carlos Kuga, Anna Thereza Peroba Rezende Ramos, Joissi Ferrari Zaniboni, Wilfredo Gustavo Escalante-otárola, João Felipe Besegato, Edson Alves de Campos
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi avaliar o efeito dos protocolos de irrigação, previamente ao uso da clorexidina 2% (CHX), na formação química de smear layer (SL) e na incidência de túbulos dentinários abertos em cada terço da dentina do espaço para pino, utilizando etanol 95% (ET) ou 1% de ácido peracético (AP). As análises foram realizadas por meio da espectroscopia de dispersão de elétrons (EDS) e microscopia eletrônica de varredura (MEV). Quarenta raízes de dentes bovinos foram tratadas endodonticamente, e após o preparo do espaço para pino foram divididas em 4 grupos (n=10) de acordo com o irrigante: água destilada (AD), CHX, CHX-ET e CHX-AP. A avaliação da composição química do SL foi realizada por meio do EDS (aumento de 500x), e a incidência de túbulos dentinários abertos em cada terço do espaço para pino por meio da MEV (aumento de 200x). Foi realizada uma análise descritiva da composição química do SL, e os escores da incidência de túbulos dentinários abertos foram submetidos ao teste de KruskalWallis e Dunn (p=0,05). Os elementos químicos mais encontrados na dentina após a irrigação com CHX e CHX-ET foram Cl, Bi e Si. CHX e CHX-ET apresentaram a maior incidência de SL (p < 0,05), mas sem diferença entre si (p > 0,05), independentemente do terço do espaço do pino. e CHX-AP apresentaram incidência semelhante de SL (p > 0,05). Não houve diferença na incidência de túbulos dentinários abertos para nenhum protocolo de irrigação e terço do espaço do pino (p > 0,05). O uso de 1% de AP antes da irrigação do espaço do pino com CHX diminuiu a incidência de SL.

Não houve diferença na incidência de túbulos dentinários abertos para nenhum protocolo de irrigação e terço do espaço do pino (p > 0,05). O uso de 1% de AP antes da irrigação do espaço do pino com CHX diminuiu a incidência de SL.

PNd0719 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 11/09 - Horário: 14h00 às 17h30 - Local: Bloco A - Azul

Influência do tempo de pós-cura sobre a citotoxicidade e propriedades mecânicas de uma resina de longa duração
Stephanie Lissa Tsukamoto, Matheus Fernandes Bolonhezi, Rafael Antonio de Oliveira Ribeiro, Victória Peruchi, Filipe Koon wu Mon, Taisa Nogueira Pansani, Josimeri Hebling, Carlos Alberto de Souza Costa
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Foi avaliado a influência do tempo de pós-cura (PC) sobre a citotoxicidade, microdureza (MD), resistência à flexão (RF) e módulo de elasticidade (ME) de uma resina de longa duração (VoxelPrint, FGM) impressa em 3D. Discos (9mm x 2mm) e barras (25mm x 2mm x 2mm) padronizados de resina foram impressos em LCD MSLA (Anycubic Photon Mono 2 4k, Anycubic). Os espécimes foram manualmente limpos com gaze embebida em 1mL de álcool etílico 96% pelo tempo de 2 min. e então pós-curados ou não por 15, 30 ou 60 min., estabelecendo os seguintes grupos: SP - sem PC; PC15; PC30; e PC60. Após os tratamentos, os discos foram imersos em meio de cultura (DMEM) por 24h. Os extratos (DMEM + componentes liberados da resina) foram aplicados por 24hs sobre células L-929, sendo essas avaliadas quanto a viabilidade (VI) (AlamarBlue, n=8; Live/Dead, n=4) e estresse oxidativo (EOx, n=8). Um grupo controle (GC - DMEM puro) representando 100% de VI celular foi incluído nesta etapa do estudo. Novos discos e barras de resina foram submetidos aos mesmos tratamentos, e então avaliados quanto a MD (discos; Vickers; n=8), RF (barras; n=10) e ME (barras, n=10). Os dados foram analisados por ANOVA/Tukey (α=5%). Células do grupo SP exibiram os maiores valores de EOx e os menores valores de VI (p<0,05). Em PC15, PC30 e PC60, as células exibiram VI semelhante ao GC (p>0,05). Discos de SP apresentaram MD semelhante ao grupo PC15 (p>0,05), o qual foi inferior a PC30 e PC60 (p<0,05). As barras em SP apresentaram ME e RF inferiores aos grupos PC15, PC30 e PC60 (p<0,05), os quais não diferiram entre si (p>0,05).

Concluiu-se que diferentes tempos de pós-cura não interferem na citotoxicidade, microdureza e resistência à flexão da resina testada, sendo que a microdureza é elevada com o aumento do tempo de pós-cura.

(Apoio: CAPES  N° 88887270514/2026-00  |  CNPq  N° 311118/2025-9)
PNd0720 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 11/09 - Horário: 14h00 às 17h30 - Local: Bloco A - Azul

Neoformação mineral induzida por L-DOPA e fluoreto de sódio em dentina erodida
Maria Fernanda Ramos Torres, Klaus Rischka, Flávio Henrique Baggio Aguiar, Waldemir Francisco Vieira Junior
Dentística FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo foi caracterizar a formação mineral mediada por solução contendo composto bioinspirado (L-DOPA), associado ou não ao fluoreto de sódio 0,2% (NaF), sobre a dentina erodida. Fatias de dentina foram obtidas e distribuídas aleatoriamente nos grupos: dentina hígida, dentina erodida e dentina erodida tratada com NaF, L-DOPA ou L-DOPA+NaF. Os espécimes, exceto o grupo hígido, foram desmineralizados com ácido cítrico a 6%. A superfície dentinária foi caracterizada por microscopia eletrônica de varredura (MEV; n = 3) e espectroscopia de raios X por dispersão de energia (EDS; n = 3). As comparações seguiram esquema de parcelas subdivididas, utilizando a mesma fatia de dentina para tratamentos correlatos. No MEV, a dentina erodida apresentou túbulos abertos e exposição de fibrilas colágenas em comparação à dentina hígida, sem deposição mineral em ambos. Neoformação mineral foi observada nos grupos NaF, L-DOPA e L-DOPA+NaF. Entretanto, fibrilas colágenas expostas permaneceram apenas no NaF, enquanto L-DOPA e L-DOPA+NaF apresentaram áreas com obliteração tubular e redução do calibre dos túbulos. No grupo L-DOPA+NaF, observaram-se depósitos recobrindo áreas da superfície dentinária, com morfologia globular. Em EDS, o % em peso (%wt) de P aumentou na dentina erodida exposta a L-DOPA, L-DOPA+NaF e NaF. Apenas os precipitados intratubulares de L-DOPA e L-DOPA+NaF foram caracterizados com elevados valores de %wt de Ca e P, além de maior relação %at de Ca/P. Nos precipitados presentes foram identificados traços (%wt) de Al, Cl, K, Mg e Na.

A L-DOPA, isolada ou associada ao NaF, promoveu deposição mineral e obliteração tubular em dentina erodida, sugerindo potencial como estratégia biomimética para modificação da superfície dentinária.

(Apoio: FAPESP  N° 2026/04694-7  |  FAPESP  N° 2025/09040-2)



.