9 a 12 de Setembro de 2026 | São Paulo / SP

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Resumos Aprovados 2026

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PN-R0059 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 5

Efeito antimicrobiano de extratos de Cannabis sativa ricos em canabidiol e tetraidrocanabinol sobre E.faecalis planctônico e em biofilme
Marina da Cunha Isaltino, Luiza de Almeida Souto Montenegro, Wesley Viana de Sousa, Carolina Viana Vasco Lyra, Ana Virginia Silva Vilela, Natália Gomes de Oliveira, Leopoldina de Fátima Dantas de Almeida, Diana Santana de Albuquerque
Programa de Pós-Graduação de Odontologia UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A desinfecção eficaz do sistema de canais radiculares ainda representa um dos principais desafios no tratamento endodôntico, evidenciando a necessidade de desenvolvimento de novos agentes antimicrobianos e estratégias alternativas. Este estudo teve como objetivo avaliar o efeito antimicrobiano de extratos de Cannabis sativa, ricos em canabidiol (CBD) e tetraidrocanabinol (THC), sobre Enterococcus faecalis em estado planctônico e em biofilme. Foi utilizado um modelo in vitro com a cepa E. faecalis (ATCC 29212) para determinação da Concentração Inibitória Mínima (CIM) e análise da atividade antibiofilme. Os extratos foram preparados na concentração inicial de 200 mg/mL. A CIM foi determinada pelo método de microdiluição em caldo, com detecção da inibição do crescimento bacteriano por meio de resazurina. A atividade antibiofilme foi avaliada pelo ensaio de metiltetrazólio (MTT), que mensura a atividade metabólica celular, utilizando-se como controles solução de clorexidina a 2% e hipoclorito de sódio a 2,5%. O CBD apresentou CIM de 0,05 mg/mL, enquanto o THC apresentou CIM de 0,39 mg/mL. Na análise antibiofilme, ambos os compostos demonstraram baixa eficácia.

Os extratos de CBD e THC apresentaram potencial antimicrobiano contra E. faecalis em estado planctônico, porém não demonstraram eficácia significativa frente ao biofilme.

(Apoio: CAPES  N° 001)
PN-R0060 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 5

Capacidade de preenchimento e artefatos em canais ovais: impacto do dispositivo de TCFC, cimento obturador e filtro BAR
Gustavo Ovigli, Juliane Maria Guerreiro-tanomaru, Airton Oliveira Santos-Junior, Mário Tanomaru-filho, Karina Ines Medina Carita Tavares, Fernanda Ferrari Esteves Torres
Odontologia restauradora UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo comparou a qualidade do preenchimento de canais radiculares ovais utilizando cimento resinoso (AH Plus Jet) ou biocerâmico (Bio-C Sealer), além da influência de diferentes dispositivos de tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) e do filtro de redução de artefatos de blooming (BAR) na avaliação do preenchimento dos materiais obturadores. Incisivos centrais inferiores foram preparados, obturados e escaneados com os aparelhos de TCFC VeraView X800 e OP300 Maxio e microtomografia computadorizada (micro-CT). As imagens de micro- CT foram analisadas quanto a capacidade de preenchimento dos cimentos. Uma análise dimensional foi realizada nas imagens obtidas em ambos os dispositivos de TCFC, antes e após a aplicação do filtro BAR, com as imagens de micro-CT como padrão ouro. Foram aplicados os teste t não pareado, ICC e ANOVA/Tukey (α=5%). Ambos os cimentos utilizados apresentaram mais de 90% de preenchimento dos canais (p>0,05). As análises de TCFC apresentaram excelente reprodutibilidade, com alta confiabilidade intraavaliador e interavaliador (p<;0,001). A micro-CT indicou que ambos os aparelhos de TCFC superestimaram o preenchimento dos canais, especialmente o VeraView X800 sem filtro, que apresentou mais distorções no terço apical. O filtro BAR reduziu artefatos principalmente nesse equipamento, no terço apical para o AH Plus e em todos os terços para o Bio-C Sealer (p<0,05). Ambos os cimentos obturadores apresentaram elevado e similar percentual de preenchimento. A avaliação por TCFC mostrou superestimação do volume preenchido, especialmente com o equipamento VeraView X800.

O filtro BAR foi eficaz na redução de artefatos de blooming, com efeito mais consistente observado para o Bio-C Sealer.

(Apoio: FAPs - Fapesp  N° 2024/20309-0)
PN-R0061 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 5

Estudo transversal com 408 profissionais: uma reflexão sobre realidade clínica e ensino em endodontia
Eduarda Gaspari Campos Efeiche, Victor Luiz de Castro Santos, Liliane Roskamp, Natanael Henrique Ribeiro Mattos, Camila Paiva Perin
PPGO UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O tratamento endodôntico busca a preservação periapical e a desinfecção do sistema de canais radiculares. Apesar do embasamento científico, as condutas clínicas variam globalmente devido à formação, experiência e fatores socioeconômicos. Este estudo transversal analisou as práticas de 408 cirurgiões-dentistas brasileiros por meio de um questionário estruturado sobre formação, instrumentação e protocolos de irrigação, utilizando os testes Qui-quadrado e Exato de Fisher ($P < 0,01$) para análise estatística. Observou-se que a ampliação superior a #30 é a escolha majoritária, independentemente da cinemática. Profissionais com mais de 10 anos de formação utilizam predominantemente técnicas manuais e mecanizadas (40,9%), enquanto 46,8% da amostra total combina as cinemáticas rotatória e reciprocante. A ativação da substância química é realizada por 92,4% dos profissionais, com forte adesão entre especialistas (81,7%). Mesmo com o uso de instrumentos termoativados por 72,3% dos participantes, 73,5% ainda reduzem o diâmetro final do preparo em canais curvos.

Os dados revelam alta variabilidade nas condutas, evidenciando que o nível de formação é determinante na tomada de decisão. É fundamental fortalecer o alinhamento entre a prática clínica e as evidências científicas, estabelecendo diretrizes que assegurem a padronização e a qualidade dos tratamentos.

PN-R0043 - Painel Iniciante
Área: 8 - Periodontia

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 5

Utilização de gel de vidro bioativo F18® para a cicatrização de lesão na mucosa palatina em ratos
Maria Fernanda Vaio Veronezi, Karoline Bernardes do Nascimento, José Venício Lima de Espíndola, Isabela Mergulhão Camanho, Marina Trevelin Souza, Camila Chierici Marcantonio
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito do gel de vidro bioativo F18® na cicatrização de lesão na mucosa palatina de ratos por meio da análises clínicas e histológicas, com ênfase na quantificação de colágeno presente. Para isso, 90 ratos machos receberam lesões padronizadas no palato e foram distribuídos aleatoriamente em três grupos: F18: tratamento com gel de F18® e membrana de proteção; Barreira: somente membrana; e Controle: sem tratamento. Os animais foram subdivididos (n=10), para avaliação após 2, 5 e 10 dias. A cicatrização clínica foi analisada por fotografias, mensurando-se a área total da ferida e as distâncias látero-laterais e ântero-posterior. A análise do colágeno foi realizada em lâminas coradas por Picrosirius Red, examinadas em microscopia de luz polarizada. As imagens foram analisadas com software Image J. Os dados foram submetidos aos testes de Shapiro-Wilk, ANOVA e Tukey (p≤0.05). Após 5 dias, o grupo F18 apresentou menor área da ferida e menor dimensão ântero-posterior em comparação ao Controle. Após 10 dias, os grupos F18 e Barreira exibiram menores valores em todos os parâmetros clínicos em relação ao Controle. Não houve diferenças significativas entre os grupos quanto ao conteúdo de colágeno em nenhum período.

Conclui-se que o gel de vidro bioativo F18® favoreceu clinicamente a cicatrização da mucosa palatina, promovendo redução significativa do tamanho das feridas, sem, contudo, alterar o conteúdo de colágeno durante o reparo tecidual.

(Apoio: FAPESP  N° 2024/22573-7)
PN-R0053 - Painel Iniciante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 5

Propriedades físico-químicas de cimentos biocerâmicos: influência da composição de silicato tricálcico
Júlia Rodrigues Farias, Maria Eduarda Paz Dotto, Julia Menezes Savaris , Caio Spillere de Oliveira, Lucas da Fonseca Roberti Garcia, Ana Maria Hecke Alves, Anarela Vassen Bernardi, Cleonice da Silveira Teixeira
Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A crescente busca por materiais endodônticos bioativos com propriedades físico-químicas otimizadas tem impulsionado o desenvolvimento e a modificação de cimentos à base de silicato tricálcico, visando aprimorar seu desempenho clínico e previsibilidade terapêutica. Este estudo avaliou e comparou o desempenho físico-químico de cimentos experimentais à base de silicato tricálcico com diferentes composições (100%, 80%, 68% e 20% C3S). Foram analisados o tempo de presa, radiopacidade, solubilidade, pH e resistência à compressão, conforme normas ISO. O tempo de presa foi determinado com aparelho de Gillmore, a radiopacidade por radiografia digital com escala de alumínio, a solubilidade pela variação % de massa após imersão em água destilada. O pH foi mensurado pHmetro calibrado nos períodos de 3h, 24h, 48h, 72h e 7 dias. A resistência à compressão foi obtida em máquina universal de ensaios. Os dados foram analisados estatisticamente com nível de significância de 5%. Nos ensaios de compressão, os grupos 100% e 68% apresentaram valores superiores ao grupo 80% (p=0,009; p=0,001), sendo o grupo 68% também superior ao grupo 20% (p=0,009). A solubilidade foi similar entre todos os grupos (p>0,05). Na radiopacidade, o grupo 100% apresentou valores inferiores aos grupos 80% (p = 0,043), 68% (p<0,001) e 20% (p=0,004), enquanto o grupo 68% apresentou os maiores valores. Para o pH, não houve diferença em 3h, 24h e 7 dias (p>0,05), com diferenças entre 100% e 68% em 48h (p=0,045) e entre 100%, 80% e 68% em 72h (p=0,043).

Conclui-se que as variações na composição dos cimentos influenciam significativamente as propriedades físico-químicas, com melhor desempenho geral dos grupos com 100% e 68% de silicato tricálcico e comportamento do pH dependente do tempo.

(Apoio: CNPq)
PN-R0056 - Painel Iniciante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 5

Resveratrol reduz a resposta inflamatória na periodontite apical em ratos
Maria Fernanda Garrido Ferreira, Romulo de Oliveira Sales Junior, Bharbara de Moura Pereira, Rafaela Ricci, Maria Antonia Leonardo Pereira Neta, Edilson Ervolino, Luciano Tavares Angelo Cintra, João Eduardo Gomes Filho
Departamento de dentística e endodontia UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo analisou o efeito do resveratrol na inflamação periapical em ratos com periodontite apical experimental. Foram utilizados 32 ratos Wistar, com 3 meses de idade, distribuídos em 4 grupos: controle (C), periodontite apical (PA), resveratrol (R) e periodontite apical com resveratrol (PA+R). A suplementação com resveratrol foi iniciada no primeiro dia do experimento, na dose de 10 mg/kg, administrada diariamente por gavagem durante 45 dias. No 15º dia, a PA foi induzida por meio da exposição pulpar por 30 dias para o desenvolvimento da lesão periapical. Após a eutanásia, a mandíbula esquerda foi coletada para análises histopatológica e imuno-histoquímica (TNF-α, IL-1β e IL-10). Testes estatísticos foram aplicados (p<0,05). Na análise histológica, o grupo PA+R apresentou menor perda óssea local, melhor organização tecidual e infiltrado inflamatório menos intenso em comparação ao grupo PA, evidenciando efeito atenuador do resveratrol sobre as alterações histopatológicas da periodontite apical. Na imuno-histoquímica, o grupo PA+R apresentou menor expressão de TNF-α e maior expressão de IL-10 em comparação ao grupo PA, enquanto não foram observadas diferenças estatisticamente significativas para IL-1β.

Esses achados indicam que a suplementação com resveratrol modulou a resposta inflamatória local na periodontite apical experimental, favorecendo a redução de mediadores inflamatórios, o aumento de marcador anti-inflamatório e a atenuação das alterações histopatológicas associadas à lesão periapical.

(Apoio: FAPESP  N° 2024/21483-4  |  FAPESP  N° 2024/06381-0   |  CNPq  N° 302124/2022-5)
PN-R0057 - Painel Iniciante
Área: 8 - Periodontia

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 5

Influência da cessação do tabagismo em parâmetros clínicos peri-implantares: estudo prospectivo de 6 meses
Pedro Souza Candido da Silva, Bianca Keiko Almeida Hayashi, Nathalia Vilela, Milena Quesada Passos, Claudio Mendes Pannuti, Isabella Neme Ribeiro Dos Reis
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O tabagismo está associado a efeitos adversos no tratamento com implantes, incluindo maior prevalência de falhas tardias. Contudo, os efeitos da cessação do tabagismo em parâmetros clínicos peri-implantares ainda não foram avaliados em estudos prospectivos. Este estudo avaliou a influência da cessação do tabagismo em parâmetros clínicos peri-implantares, seis meses após a instalação da prótese implanto-suportada. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética da FOUSP. Foram incluídos adultos fumantes (≥18 anos), com a necessidade de implantes unitários e com intenção de abandonar o hábito. Foram excluídos indivíduos com condições sistêmicas relevantes, uso de fármacos que prejudicassem a osseointegração e radioterapia prévia em cabeça/pescoço. Os participantes foram encaminhados ao Ambulatório Antitabágico do Hospital Universitário (HU-USP), recebendo aconselhamento, terapia cognitivo-comportamental e, quando indicado, reposição de nicotina e/ou bupropiona. Os implantes (Nobel Biocare Replace Tri-Channel®) foram instalados, com instalação da prótese após 4-6 meses. Os desfechos avaliados incluíram índice de placa, profundidade de sondagem, sangramento e supuração à sondagem. Avaliaram-se 142 implantes: 95 fumantes e 47 ex-fumantes. Após seis meses, não houve diferenças nos níveis de placa, sangramento ou supuração. Entretanto, a mudança na profundidade de sondagem diferiu significativamente entre fumantes e ex-fumantes: fumantes apresentaram aumento médio de 0,56 mm, enquanto ex-fumantes permaneceram estáveis, com mudança média de 0,05 mm (p=0,012).

A cessação do tabagismo foi associada à maior estabilidade clínica peri-implantar, podendo representar fator favorável à manutenção dos implantes.

PN-R0062 - Painel Iniciante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 5

Explorando Fatores Pré-operatórios Associados à Ansiedade Odontológica em Pacientes Submetidos ao Tratamento Endodôntico
Bárbara Borelli Bizerra, Maria Fernanda Santos Salvador, Arian Braido, Adriana de Jesus Soares, Walbert de Andrade Vieira, Luiz Renato Paranhos
Faculdade de Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo buscou avaliar a prevalência de ansiedade odontológica moderada/alta em pacientes endodônticos e explorar a viabilidade de modelos de Machine Learning (ML) para sua classificação via variáveis pré-operatórias simples. Para isso, realizou-se um estudo transversal com adultos em tratamento de canal em dentes permanentes maduros, utilizando a forma abreviada do Inventário de Ansiedade Odontológica (S-DAI). Além da coleta de variáveis sociodemográficas e clínicas, a análise estatística empregou testes qui-quadrado e regressão logística, enquanto quatro algoritmos de ML (Random Forest, XGBoost, LightGBM e CatBoost) foram testados por validação cruzada aninhada. Dos 56 pacientes incluídos, 35,7% apresentaram ansiedade moderada/alta, condição que se associou a dor pré-operatória moderada/grave (OR=32,35; IC 95%, 2,01-519,86) e ao sexo feminino (OR=19,45; IC 95%, 2,20-171,79). O modelo Random Forest obteve o melhor desempenho numérico (AUC=0,81; IC 95%, 0,69-0,92; Brier=0,20) e a Análise de Curva de Decisão indicou benefício líquido positivo em limiares de risco intermediários.

A ansiedade odontológica de nível moderado a alto foi comum entre pacientes endodônticos. A dor pré-operatória e o sexo demonstraram associações exploratórias relevantes com o estado de ansiedade. Modelos de Machine Learning (Aprendizado de Máquina), particularmente o Random Forest mostraram viabilidade preliminar para a classificação da ansiedade.

(Apoio: CAPES  N° 001  |  FAPs - FAPEMIG RED  N° 00204-23  |  CNPq INCT Saúde Oral e Odontologia  N° 406840/2022-9.)



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