RESUMOS APROVADOS

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 2928 Resumo encontrados. Mostrando de 2371 a 2380


RCR130 - Painel Relatos de Casos e Revisões
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 09/09 (Quinta-feira) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 3

Protetores bucais em pacientes pediátricos hospitalizados: Estudo de casos
Monteiro ACC, Pinheiro NCG, Aze3vedo ID, Lima KC
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O paciente hospitalizado em unidade de terapia intensiva (UTI) ou portador de alterações neurológicas pode apresentar lesões bucais ocasionadas por trauma, as quais geram desconforto, dor e sangramento. O tratamento dessas lesões está relacionado a proteção das mucosas bucais. O uso do protetor bucal nesses casos é um assunto relevante, no que se refere a prevenção e tratamento de traumatismos mucosos em pacientes neurológicos ou em UTI. Esse dispositivo deve ser composto de material de fácil manuseio, adaptação e higienização, afastando e protegendo os tecidos bucais da região dentária e de trauma. Este trabalho teve como objetivo relatar três condutas de instalação do protetor bucal visando a proteção, segurança, conforto e melhora da qualidade de vida de acordo com a condição clínica, idade e necessidade de cada paciente. Tratou-se de um método descritivo de uma série de 3 casos de crianças com lesões em mucosa bucal por mordedura, uma sob cuidados intensivos e duas portadoras de neuropatia, nos quais o uso do protetor bucal foi a conduta terapêutica adotada. Nos três casos o uso do dispositivo foi efetivo, obtendo-se significativa melhora das lesões em mucosa bucal e consequentemente evolução satisfatória do quadro clínico.
A partir desse trabalho é possível perceber a efetividade do tratamento e prevenção de lesões bucais por mordedura através do protetor bucal, além disso ressalta-se a importância do planejamento multiprofissional visando a melhora da qualidade da assistência.
RCR132 - Painel Relatos de Casos e Revisões
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 09/09 (Quinta-feira) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 3

O uso da acupuntura na Odontopediatria
Vilhauva J, Terra HL, Balbino AL, Romario-Silva D, Takeuti TD, Homem MA, Costa AA
Clínica Odontopediatria e Ortodontia - ACADEMIA JUINENSE DE ENSINO SUPERIOR LTDA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A acupuntura é uma das técnicas da Medicina Tradicional Chinesa que utiliza a estimulação de pontos específicos no corpo, visa restabelecer o equilíbrio e favorece a circulação de energia no organismo humano. Ela tem sido empregada no tratamento e prevenção de várias doenças em conjunto a tratamento clínicos, tornando-se objeto de estudo na odontologia e se mostrando uma promissora aliada no controle da ansiedade e da dor em crianças. Revisou-se na literatura a eficácia e a viabilidade da acupuntura como coadjuvante nas comorbidades em odontopediatria. Efetuou-se a busca nas bases de dados Scielo, Lilacs, Pubmed e Cochrane, nos últimos 20 anos. Dos 40 artigos científicos encontrados analisou-se 14, os quais incluíram estudos de casos clínicos, transversais, clínicos controlados, revisões narrativas e sistemáticas.
A acupuntura é uma alternativa eficiente para ser associada a vários tratamentos odontopediátricos, incluindo controle de ansiedade e dores faciais. A acupuntura tem viabilidade na odontopediatria desde que ocorra um diagnóstico completo da condição do paciente e efetuada por um profissional treinado e especializado.
RCR133 - Painel Relatos de Casos e Revisões
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 09/09 (Quinta-feira) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 3

Periodicidade dos Exames Clínicos e Intervalos entre Consultas para Controle da Cárie Dentária em Odontopediatria: Revisão da Literatura
Siqueira RC, Cavalcanti GN, Abreu FV, Andrade MRTC
Formação Específica (ffe - FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE- PÓLO NOVA FRIBURGO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A manutenção da saúde bucal é um componente importante da saúde geral do indivíduo, e para que isso ocorra é necessário o cuidado odontológico profissional. A cárie dentária e suas sequelas são os problemas bucais mais prevalentes em crianças e adolescentes que necessitam de intervenção. Pacientes que receberam tratamento odontológico para a cárie dentária devem ser reexaminados periodicamente, para que possam ser avaliados e monitorados em relação a sua saúde bucal. Portanto, o presente estudo visa revisar a literatura sobre as recomendações relacionadas à periodicidade dos exames clínicos e intervalos entre as consultas para o controle da cárie dentária em odontopediatria. Realizou-se um levantamento bibliográfico através de uma busca na base de dados Medline PubMed, onde foram consultados artigos de revistas impressas e/ou eletrônicas, e ainda, por meio de consulta das Diretrizes da Academia Americana de Odontopediatria e de livros didáticos. Os estudos e publicações revisados ratificaram a necessidade da avaliação continuada e acompanhamento do paciente baseados no conceito do diagnóstico precoce da doença e na abordagem minimamente invasiva das lesões de cárie. Não há evidência na literatura que suporte um protocolo generalizado sobre a determinação dos intervalos entre as consultas de controle.
Recomenda-se que a determinação da periodicidade das consultas de controle ou recalls deve acontecer de forma individualizada, avaliando o risco de desenvolvimento da doença e os achados clínicos e radiográficos durante o exame do paciente infantil.
RCR134 - Painel Relatos de Casos e Revisões
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 09/09 (Quinta-feira) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 3

O cuidado no atendimento odontopediátrico frente à pandemia da Covid-19
Costa JCR, Rodrigues LV, Martins MATS
Odontologia - PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O presente trabalho visa orientar o odontólogo sobre as novas regras de uso de EPIs, de biossegurança, de técnicas odontológicas prioritárias no atendimento da criança, para que possamos realizar os procedimentos odontológicos com segurança antes, durante e após a pandemia da COVID-19. Vinte e um artigos foram selecionados, após busca em diversos bancos de dados (Google, SciELO, Bireme, Portal de Periódicos da CAPES, PubMed), em 30/03/2020. O critério de inclusão dos foi o artigo focar nas normas de biossegurança para o atendimento odontológico durante a pandemia, especialmente em crianças. Após levantamento, entende-se que as consultas odontopediátricas devem ser marcadas de forma espaçada e a criança deve vir acompanhada de apenas um acompanhante. Algumas barreiras devem ser usadas nas crianças como máscara, gorro e óculos. O odontólogo deve usar máscara N95 e protetor facial, além dos outros EPI's. Técnicas operatórias (ART, aplicação de diamino fluoreto de prata e técnica Hall) que gerem menos aerossóis dever ser priorizadas. Se necessário o uso de baixa e alta rotação, estas deverão ser com sistema anti-reflexo e esterilizadas a cada paciente. Um intervalo deve ser dado entre pacientes, permitindo a ventilação da sala, diminuição dos aerossóis e desinfecção de todo o ambiente clínico.
A pandemia do COVID-19 se tornou um risco ocupacional para odontólogos, crianças e responsáveis, portanto, os odontólogos devem se capacitar por meio de informações seguras e cumprir as normas de biossegurança sugeridas.
RCR135 - Painel Relatos de Casos e Revisões
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 09/09 (Quinta-feira) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 3

Avaliação da terapia assistida por cães no controle da ansiedade das crianças no tratamento odontológico
Moraes FB, Martins A, Fernandes FGL, Feitoza IF, Oliveira MR, Pinheiro SL
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Crianças possuem ansiedade em vários graus durante atendimento odontológico que podem gerar dificuldade para o dentista realizar tratamento adequado. O objetivo desse trabalho foi avaliar aplicabilidade da terapia assistida por cães no controle da ansiedade durante o tratamento odontopediátrico. Foram selecionadas 4 crianças da Clínica Infantil da Faculdade de Odontologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas que foram divididas aleatoriamente em dois grupos: CT (n=2) crianças que foram condicionadas por métodos utilizados rotineiramente na clínica de odontopediatria e TAC (n=2) crianças que foram submetidas ao contato com o cão terapeuta primeiramente na recepção e depois dentro da sala. O cão terapeuta ficou junto com a criança e ao lado da cadeira odontológica durante todos procedimentos realizados. Para avaliação da ansiedade foi utilizada frequência cardíaca e Escala de Corah. Os resultados foram analisados no Programa Biostat 5.0. As frequências cardíacas foram submetidas ao teste de ANOVA (Tukey) com nível de significância 5%. No grupo TAC, houve redução significativa da frequência cardíaca após o tratamento (p=0.0388). No Grupo Controle, houve aumento da frequência cardíaca durante o atendimento. Após aplicação da escala de Corah, foi possível observar redução dos níveis de ansiedade das crianças com Terapia Assistida por Cães, em contrapartida, no Grupo CT, houve aumento da ansiedade após tratamento.
A Terapia Assistida por Cães pode ser uma alternativa para redução da ansiedade durante tratamento odontopediátrico.
RCR137 - Painel Relatos de Casos e Revisões
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 09/09 (Quinta-feira) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 3

Tendências das pesquisas sobre uso da remoção químico-mecânica de cárie ao longo dos anos: Uma análise bibliométrica
Souza TF, Martins ML, Magno MB, Vicente-Gomila JM, Fonseca-Gonçalves A, Maia LC
Odontopediatria e Ortodontia - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliaram-se estudos sobre produtos de remoção químico-mecânica de cárie (RQMC), ao longo dos anos, por meio de análise bibliométrica. Pesquisaram-se as bases de dados eletrônicas (PubMed, Scopus, Web of Science, Cochrane Library, Lilacs/BBO e Embase) em novembro de 2020. Dados sobre ano, periódico, país e tipo de estudo foram extraídos. Dados adicionais (produto RQMC e sua utilização - isolada ou combinada com outras técnicas; grupo de comparação; faixa etária; dentição; materiais restauradores; e desfecho) foram também analisados no grupo de estudos clínicos incluídos. Dos 2.221 estudos identificados, 398 foram selecionados. Identificou-se maior número de publicações no Journal of Dental Research (n =51), entre 2011-2020 (n = 169), desenvolvidas no Brasil (n = 45) e Índia (n = 44). Estudos in vitro (n = 208) e ensaios clínicos (n = 100) foram os mais frequentes. Carisolv (n = 48) e Papacárie (n = 33) foram os produtos mais pesquisados. A aplicação foi majoritariamente de forma isolada (n = 101), em crianças (n = 74), com dentes decíduos (n = 78), restaurados com cimento de ionômero de vidro (CIV) (n = 51) e comparado com uso de brocas (n = 77). Avaliaram-se mais frequentemente tempo gasto (n = 48) e dor (n = 41).
Estudos de RQMC, principalmente in vitro e clínicos, vêm aumentando ao longo dos anos e são realizados, em sua maioria, em países em desenvolvimento. Estudos clínicos tendem a avaliar tempo gasto e dor, utilizando em maioria Carisolv e Papacárie aplicados de forma isolada, de crianças na dentição decídua, comparando-os com remoção de cárie com brocas e restaurados com CIV.
(Apoio: CAPES  N° 001  |  CNPq  N° 401058/2016-6)
RCR138 - Painel Relatos de Casos e Revisões
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 09/09 (Quinta-feira) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 3

Frenotomia lingual em bebê como coadjuvante da amamentação: Relato de caso clínico
Azeredo MS, Moreira KMS, Imparato JCP
FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Anquiloglossia é uma anomalia de desenvolvimento da língua, na qual se observa, o freio lingual curto. Em lactentes pode gerar dificuldades na amamentação e interferir no ganho de peso do bebê, além de causar dor no mamilo da mãe durante amamentação, levando ao desmame precoce. O objetivo deste trabalho foi relatar o caso clínico de anquiloglossia em bebê e realização de frenotomia lingual. Paciente com sete dias de nascido, sexo masculino, compareceu ao consultório acompanhado da mãe, relatando indicação de fonoaudióloga e Pediatra para realizar frenotomia, pois constataram freio lingual curto, dificultando amamentação. Mãe com dor e fissuras no seio devido à pega incorreta. No dia do procedimento, a anestesia foi realizada na base do frênulo. Procedimento cirúrgico com incisão por tesoura reta. E o bebê foi imediatamente levado à mãe para amamentar, com o intuito de estimular a língua e auxiliar no processo de cicatrização e reavaliação da pega do bebê no seio da mãe. Decorrido 10 dias, a mãe retornou para proservação.
Houve melhoras significativas nas fissuras do seio, bebê com ganho de peso e o local da cirurgia com o processo de cicatrização concluído
RCR139 - Painel Relatos de Casos e Revisões
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 09/09 (Quinta-feira) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 3

Relação entre anquiloglossia e amamentação: uma revisão bibliométrica de estudos observacionais e ensaios clínicos
Soares DN, Barja-Fidalgo F, Fidalgo TKS
Odontopediatria - UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo desta revisão bibliométrica foi avaliar as tendências de publicação de artigos que avaliassem a relação entre anquiloglossia e amamentação. Uma busca eletrônica foi realizada, sem restrição, na Scopus, utilizando os termos "anquiloglossia", "amamentação" e suas variantes. Foram incluídos estudos clínicos observacionais analíticos ou ensaios clínicos que avaliassem a relação da anquiloglossia e amamentação. Os registros foram exportados considerando as informações de citação, índices bibliométricos, resumo e palavras-chave. Os índices bibliométricos, como redes de ano, autores, revistas, universidades, países e palavras-chave mais citadas foram analisadas usando o programa VOSviewer. A busca recuperou 311 estudos, após a aplicação dos critérios de elegibilidade, 55 foram selecionados. Os Estados Unidos tiveram o maior número de publicações (n=16), seguido do Reino Unido (n = 10) e do Brasil (n = 6), sendo 2020 o ano de mais publicações (n=10). Observou-se uma tendência maior de publicações a partir de 2015 de países como o Brasil e Peru. Dentre as revistas que mais publicam estão a Breastfeeding Medicine (n=6), a International Journal of Pediatric Otorhinolaryngology (n=5), a Journal of Human Lactation (n=4) e a Pediatrics (n=3), sendo a Pediatrics a que apresenta maior número de citações (n=412). Os autores com o maior número de publicações foram Botzer e Dollberg (n=3).
Há um aumento de artigos recentes avaliando a correlação entre a anquiloglossia e amamentação, indicando um interesse crescente dos pesquisadores no campo dessa correlação.
RCR141 - Painel Relatos de Casos e Revisões
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 09/09 (Quinta-feira) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 3

Tratamento ortopédico de má oclusão Classe II, divisão 1, com Ativador associado a Aparelho Extrabucal
Poiani JGR, Poletto RS, Janson G, Garib D, Sant'anna GQ, Bellini-Pereira SA, Aliaga-Del-castillo A, Massaro C

Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A má oclusão de Classe II pode ser caracterizada por protrusão maxilar, retrusão mandibular, protrusão dentoalveolar superior, retrusão dos dentes inferiores ou pela associação desses fatores. Quando muito severa, pode resultar em um maior risco de trauma em dentes anteriores, além de problemas psicossociais ao paciente, sendo indicado o tratamento precoce. O presente trabalho tem como objetivo apresentar o caso clínico de um paciente de 9 anos e 3 meses, na dentição mista, de perfil facial convexo, diagnosticado com má oclusão de Classe II Divisão 1, relação molar de Classe II completa bilateral, protrusão dentoalveolar superior, trespasse horizontal e vertical acentuadamente aumentados, Classe II esquelética por protrusão maxilar e retrusão mandibular, excesso vertical do maxilar e hábito de interposição do lábio inferior. O tratamento ortopédico foi realizado com Ativador associado ao AEB (aparelho extrabucal). O paciente apresentou excelente cooperação durante o tratamento, sendo orientado a utilizar o ativador o maior tempo possível e o AEB durante 18 horas por dia. Após 15 meses, foram observados resultados muito satisfatórios perante o perfil do paciente e as relações dentoalveolares, com relações molares de Classe I e diminuição do trespasse horizontal e vertical. O aparelho foi utilizado como contenção ativa até o início da dentadura permanente.
Pode-se concluir que a associação Ativador e AEB foi efetiva na correção da má oclusão de Classe II Divisão 1, produzindo alterações esqueléticas e dentoalveolares significantes.
RCR142 - Painel Relatos de Casos e Revisões
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 09/09 (Quinta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 1

Tratamento em duas fases da Classe II Divisão 1 com aparelho Twin Block
Conde VS, Hechtman LB, Capelli Júnior J
Odontologia Preventiva e Comunitária - UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este trabalho aborda o tratamento em duas fases da Classe II com ênfase na utilização do aparelho Twin Block. Descreve a abordagem terapêutica de um paciente de 12 anos e 9 meses apresentando relação esquelética de Classe II e overjet acentuado de 8mm, que recebeu tratamento na Clínica de Ortodontia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). O paciente foi tratado inicialmente com o aparelho funcional Twin Block, e posteriormente, com aparelhagem fixa convencional - prescrição edgewise. A oclusão final apresentou relação de molares e caninos de Classe I, overjet e overbite ideais, guias funcionais e com alinhamento satisfatório. A análise das radiografias pós-tratamento demonstrou paralelismo radicular adequado e uma relação esquelética de Classe I decorrente do crescimento mandibular atingido.
Os objetivos propostos no início do tratamento foram alcançados, confirmando que o plano de tratamento proposto em duas fases foi eficaz e atendeu às expectativas, reduzindo a Classe II e o overjet acentuado. A abordagem com uso do aparelho do tipo Twin Block parece ser uma ótima alternativa de tratamento da Classe II com predomínio de retrusão mandibular.