RESUMOS APROVADOS

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Resultado da busca [Siglas RCR322 a RCR328 ]
 4 Resumo encontrados. Mostrando de 1 a 4


RCR322 - Painel Relatos de Casos e Revisões
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 3

Questionário para trigem de ansiedade infantil como inistrumento de avalição da ansiedade em crianças: revisão da literatura
Soares-Silva L, Souza MAN, Pires PP, Tavares-Silva CM, Maia LC
Odontopediatria e Ortodontia - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Objetivou-se realizar uma revisão de literatura sobre Ansiedade (AN) Infantil e sua avaliação a partir do Questionário para Triagem de Ansiedade Infantil (QTAI). A busca foi realizada na base de dados Pubmed e PePSIC, reunindo informações referentes aos conceitos e validade do QTAI. Os estudos recuperados indicam que a AN é considerada uma emoção normal e uma resposta ao perigo real ou percebido, que passou a ser considerada como um transtorno nas classificações psiquiátricas, com limiar clínico entre a AN adaptativa normal e a patológica. Por esse motivo, a AN está sujeita ao julgamento clínico. A AN pode existir desde a primeira infância, sendo este período de risco primário para o desenvolvimento de sintomas relacionados aos seus transtornos (TA), interferindo assim no relacionamento familiar e social, na qualidade de vida, autoestima e no desempenho escolar. Os TA são considerados condições comuns e incapacitantes podendo se perpetuar até a fase adulta, caso não haja tratamento (TT). Considerado um instrumento (IT) justo para rastrear a AN infantil, o QTAI está ligado à classificação do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, permitindo que a criança seja avaliada a partir de situações diárias e receba o TT adequado. Alguns TA como AN de separação, fobia escolar e social, fator pânico e transtorno de AN generalizada foram incorporados ao QTAI podendo, assim, ser avaliados.
Nesse sentido, a utilização do QTAI como IT de avaliação da AN em crianças tem se mostrado eficaz durante os procedimentos de diagnóstico e monitoramento da eficácia da intervenção.
RCR324 - Painel Relatos de Casos e Revisões
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 3

O seio frontal para estimativa sexual em odontologia legal - uma revisão de literatura
Alves CP, Biazevic MGH
Odontologia Social - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo foi demonstrar a efetividade do seio frontal para estimativa sexual, por meio de um levantamento bibliográfico. Realizou-se uma busca no site de busca PubMed com as palavras-chaves "sex determination" e "frontal sinus", sem restrição de data e idioma. Ao todo foram encontrados 10 estudos, 7 com análises radiográficas e 3 por tomografias computadorizadas, condizendo a diferentes populações de diferentes países. Nas análises radiográficas 5 estudos mensuraram altura e largura máximas dos seios frontais e as respectivas áreas. Os resultados variaram conforme às medidas e às populações aplicadas. Em uma amostra saudita a largura máxima do seio frontal esquerdo exprimiu maior valor- 95,90%. Nos demais estudos os autores estimaram o sexo por meio do índice frontal e melhor acurácia- 76,6%, foi observada quando relacionou o índice à área do seio, em uma amostra chinesa. Dentre os estudos que utilizaram tomografia computadorizada, um deles teve como objetivo adotar parâmetros para predição do sexo em uma população persa; e a altura máxima do seio frontal esquerdo apresentou melhor precisão- 61,3%. Os demais estudos avaliaram o volume do seio frontal por meio de reconstruções em imagens 3D. Melhor acurácia (80%) foi observada em uma amostra brasileira, relacionando medidas dos volumes dos seios frontais, em vistas frontal e basal, por meio de regressão logística.
Concluindo, o seio frontal apresenta-se como um bom preditor para avaliar dimorfismo sexual com finalidade forense, contudo deve-se considerar fatores ambientais e genéticos da população estudada.
RCR325 - Painel Relatos de Casos e Revisões
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 3

Interface da odontologia na equipe multidisciplinar que assiste crianças com doenças genéticas raras
Celestino MLS, Rabello F, Carneiro NCR, Deps TD, Abreu MHNG, Borges-Oliveira AC
Odontologia Social e Preventiva - UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo objetivou desenvolver uma revisão narrativa sobre a interface da odontologia na equipe multidisciplinar que assiste crianças com doenças genéticas raras (DR). Foi realizada uma busca bibliográfica nas bases de dados MEDLINE, SciELO, Biblioteca Virtual em Saúde e Google acadêmico. As crianças com DR apresentam diversas alterações progressivas e multissistêmicas que podem se manifestar de forma leve a severa, dependendo do tipo de mutação genética envolvida. Muitas dessas alterações estão na face e na cavidade bucal. Por isso, é essencial que as crianças com DR sejam acompanhadas por uma equipe multidisciplinar, que visa atenuar os problemas gerados pela DR, bem como melhorar a qualidade de vida. Quando comparada a população geral, a prevalência de alterações dentofaciais e doenças bucais é maior na maioria das DR. Embora esses problemas possam causar quadros de dor, infecções, complicações respiratórias, estéticas e problemas mastigatórios e de fala, os cuidados com a saúde bucal ainda são baixa prioridade em relação aos demais cuidados com as crianças.
Considerando-se as alterações dentofaciais presentes nas crianças com DR, é essencial que a equipe multidisciplinar envolvida no cuidado dessa parcela da população fique atenta e reconheça as alterações orofaciais associadas às DR. Desse modo, poderão orientar os pais/responsáveis a buscarem assistência odontológica para os filhos o mais cedo possível. Afinal, quanto mais precoce for iniciado o cuidado com a saúde bucal, menor será a sequela e melhor será a qualidade de vida dessas crianças.
RCR327 - Painel Relatos de Casos e Revisões
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 3

A formação acadêmica do cirurgião-dentista: ausência das temáticas de identidade de gênero e sexualidade no currículo de odontologia
Moreira MNG, Sousa AMM, Trindade MLS, Ramos MC, Fernandes LA, Rovai MGO, Lima DC
Odontologia Social - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A população de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, Queer, Intersexuais, Assexuais e outras possibilidades de orientação sexual e identidade de gênero (LGBTQIA+), tem sido alvo de preconceito das mais diferentes formas, além da violação dos seus direitos fundamentais. Nessa perspectiva, objetivou-se explorar e discutir as publicações sobre a temática LGBTQIA+ no contexto da graduação em Odontologia. Foi realizada uma busca nas bases de dados: SCIELO, LILACS, MEDLINE e PUBMED. Os critérios de inclusão foram: abordar a temática de gênero e sexualidade nos currículos de Odontologia, além do apoio que essa população tem recebido nas Instituições; texto completo disponível e que estivessem escritos na língua portuguesa e inglesa. Os critérios de exclusão foram artigos não coincidentes com o tema da pesquisa e as duplicatas. Foram localizados 59 artigos que tiveram seus resumos lidos, mas apenas 11 foram lidos na íntegra, por abordarem a temática. O primeiro artigo encontrado foi em 2004 e o último em 2019. A revisão dos artigos apontou que acadêmicos e professores não têm conhecimento adequado sobre o suporte e recursos que as Instituições oferecem a eles, além da ausência da temática em muitos currículos dos cursos de Odontologia.
Verificou-se que existe uma lacuna na formação dos discentes no que tange o conteúdo de gênero e sexualidade, além do pouco amparo que a comunidade LGBTQIA+ recebe em suas Instituições, sendo importante a inserção da temática da diversidade a fim de preparar o futuro profissional para promover saúde oral a essa população.