03 a 06 de Setembro de 2025 | São Paulo / SP

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Resumos Aprovados 2025

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 2789 Resumo encontrados. Mostrando de 981 a 990


PNd0598 - Painel Aspirante
Área: 1 - Biologia craniofacial

Apresentação: 05/09 - Horário: 14h00 às 17h30 - Local: Salão Turquesa

Avaliação do impacto do estresse por separação materna pós-natal na formação do esmalte dental em um modelo murino
Júlia Ingryd Targino de Sousa, Juliana de Lima Gonçalves, Guido Artemio Marañón-vásquez, Roberta Duarte Leme, Larissa Sthefani Sales, Alexandra Mussolino de Queiroz, Fabrício Kitazono de Carvalho, Francisco Wanderley Garcia de Paula-silva
CLINICA INFANTIL UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo teve como objetivo investigar os efeitos do estresse tóxico induzido pela separação materna pós-natal na formação do esmalte dental em um modelo experimental murino. Foram utilizados 24 filhotes de ratos Wistar (CEUA/FORP nº 0103/2024R1), alocados em um grupo controle (n=12) e um grupo de separação materna (SM; n=12). Os filhotes do grupo SM foram submetidos a separação diária de suas mães por 4 horas, do 2º ao 28º dia de vida, enquanto o grupo controle permaneceu com as mães sem intervenções. Durante o experimento, foram monitorados o peso e o comprimento corporal dos filhotes, bem como os marcos de desenvolvimento. No 28º dia de vida, os filhotes foram eutanasiados, e os incisivos e molares foram coletados. Realizou-se macrofotografia dos incisivos e escaneamento dos molares, seguido de análise volumétrica da camada de esmalte por microtomografia computacional. Para avaliar as alterações na resistência do esmalte, foi realizado teste de microdureza. A microscopia eletrônica de varredura examinou a morfologia e ultraestrutura do esmalte dentário, enquanto a espectroscopia de raios X por dispersão de energia quantificou o conteúdo mineral. O estresse não provocou alterações macroscópicas significativas no esmalte, e a sua estrutura e composição mineral permaneceram intactas.

Com base nos achados, conclui-se que a separação materna não comprometeu significantemente a formação do esmalte dental.

(Apoio: FAPESP  N° 2023/12014-8)
PNd0599 - Painel Aspirante
Área: 1 - Anatomia

Apresentação: 05/09 - Horário: 14h00 às 17h30 - Local: Salão Turquesa

Mapeamento dos ossos suturais em crânios humanos secos em uma amostra brasileira
Emelly Barbosa Muniz, Matheus Bacco de Luca, Alexandre Rodrigues Freire, Felippe Bevilacqua Prado, Ana Cláudia Rossi
FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi descrever a morfologia e mapear a distribuição dos ossos suturais de acordo com as suturas que se localizam em crânios humanos secos e relacionar ao sexo e à cor da pele. Trata-se de um estudo observacional transversal com 60 crânios humanos secos adultos de ambos os sexos, pertencentes a ossadas catalogadas. Inspeção visual foi realizada por cranioscopia e por microscópio com lupa digital - zoom 500x dos ossos suturais em cada sutura. Foi realizada análise estatística descritiva no Microsoft® Excel. Observou-se ocorrência de 1599 ossos suturais, sendo 769 (48%) presentes no lado direito e 763 (47,7%) no lado esquerdo dos crânios. Em média 28,16 ossos suturais foram encontrados no sexo masculino e 23,28 no sexo feminino. Cerca de 67 (4,19%) ossos suturais estiveram localizados no plano sagital mediano do crânio, sendo a sutura coronal o local de maior ocorrência (774/1599) seguido da sutura lambdoide (448/1599). Quanto a classificação morfológica, a forma irregular esteve presente em 30% da amostra (485/1599). 42 crânios constavam identificação de cor de pele, sendo encontrada nos brancos uma média de 36,5 ossos suturais.

No presente estudo, os ossos suturais apresentaram-se como estruturas anatômicas frequentes, distribuídos em sua maioria no plano sagital mediano e na sutura coronal, com formato irregular e encontrados mais comumente em crânios masculinos. Estes ossos podem servir de parâmetro na perícia para a identificação do crânio encontrado e para diagnóstico diferencial de doenças que acometem o crânio por clínicos e especialistas.

(Apoio: CNPq)
PNd0600 - Painel Aspirante
Área: 1 - Biologia craniofacial

Apresentação: 05/09 - Horário: 14h00 às 17h30 - Local: Salão Turquesa

Células imortalizadas do ligamento periodontal mantém o fenótipo de baixa produção mineral: modelo estável in vitro
Ana Carolina Bontempi, Anne Caroline Telles Campos de Carvalho, Natália Bispo Vieira de Melo, Taís Browne de Miranda, Letícia Faustino Adolpho , Rodrigo Augusto da Silva, Matheus Kury Rodrigues, Denise Carleto Andia
Odontologia UNIVERSIDADE PAULISTA - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Células mesenquimais do ligamento periodontal (PDLCs) podem apresentar capacidades distintas para formar nódulos minerais in vitro, caracterizando potenciais osteogênicos distintos. O objetivo foi estabelecer uma linhagem imortalizada de PDLCs com baixo potencial osteogênico, um fenótipo desafiador, para preservação das características das células primárias e comparar suas características fenotípicas e moleculares com as da população primária. l-PDLCs, coletadas de terceiros molares inclusos e previamente caracterizadas, foram imortalizadas (il-PDLCs) por vetor lentiviral contendo a enzima do gene da telomerase humana (hTERT). Ambas as populações foram avaliadas por qPCR para hTERT e citometria de fluxo e qPCR para avaliação de marcadores de indiferenciação, multipotencialidade e osteogênicos. A formação de nódulos minerais foi avaliada por Vermelho de Alizarina aos 14, 21 e 28 dias, além da atividade de ALPL (14 dias). Os níveis de expressão gênica de RUNX2, SP7, ALPL, MAPK14, YAP1 e CREB1 e a correlação entre YAP1, RUNX2 e SP7 foram investigados aos 3, 7 e 10 dias. il-PDLCs apresentaram maior deposição mineral aos 14 e 21 dias, com similaridade entre as populações alcançada aos 28 dias (p ≤ 0,05). A expressão de genes osteogênicos e proliferativos foi maior nas il-PDLCs (p ≤ 0,05). YAP1 correlacionou-se positivamente com RUNX2 e SP7 (r > 0,6).

Conclui-se que as il-PDLCs anteciparam a ativação da transcrição gênica com deposição de nódulo mineral similar nos períodos finais, tornando-se, ambas, fenotipicamente semelhantes entre si e as il-PDLCs mantendo o perfil osteogênico das células originais, configurando-se como uma ferramenta biológica promissora e estável para estudos de longa duração in vitro.

(Apoio: CAPES  N° 0001)
PNd0602 - Painel Aspirante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 05/09 - Horário: 14h00 às 17h30 - Local: Salão Turquesa

Estudo clínico randomizado de terapia de fotobiomodulação no pós-operatório de exodontia de terceiros molares - laser x placebo
Kamilly de Lourdes Ramalho Frazão, Alvaro Luiz Mendonça Pinheiro Barbosa, Ricardo Yudi Tateno, Luana Campos, Debora Pallos
UNIVERSIDADE SANTO AMARO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A exodontia de terceiros molares pode resultar em efeitos pós-operatórios como dor, edema e trismo, podendo também ser influenciados por fatores psicológicos. A terapia de fotobiomodulação (TFBM) é uma alternativa promissora, embora a falta de um protocolo consolidado ainda gere debates sobre sua eficácia. O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito da TFBM em modo placebo e dois protocolos diferentes comparados a um grupo controle, para exodontias de terceiros molares inferiores. Foram selecionados 47 pacientes, com necessidade de extração de terceiro molar inferior incluso ou semi-incluso unilateral. Foram randomizados em 4 grupos, G1: Controle, G2: Placebo, G3: TFBM nos λ 808/660nm em aplicação simultânea, 1J por ponto, e G4: TFBM nos λ 808/660nm em aplicação simultânea, 2J por ponto. No pós-operatório imediato, o paciente era submetido a aplicação do laser, de acordo com seu grupo. A dor foi mensurada por escala visual analógica no pós-operatório imediato, 24h, 48h e 7 dias. O trismo foi mensurado com paquímetro digital e o de edema, mensurado com régua flexível padronizada em duas regiões extraorais, foram avaliados no pós-operatório imediato e 7 dias. Nota-se similaridade na curva de evolução do padrão de dor intergrupos, os padrões de edema apresentaram paridade, observou-se discreto resultado positivo em G3, todos sem diferença estatística intergrupo.

O método placebo não apresenta diferença estatística quando comparado com o grupo controle e os dois grupos de terapia de fotobiomodulação para os quesitos dor, trismo e edema no pós-operatório de exodontia de terceiros molares inferiores inclusos e semi-inclusos.

PNd0603 - Painel Aspirante
Área: 1 - Biologia craniofacial

Apresentação: 05/09 - Horário: 14h00 às 17h30 - Local: Salão Turquesa

Microdanos ósseos e sua relação com as lesões orais: avaliação morfológica e comparação com osso saudável
Carlos Henrique Horst Bianchin, Ana Carolina Staziak Carnetti, Ana Beatriz Acosta Matos Rios, Karin Berria Tomazelli, Lilian Bezerra, Anna Torrezani, Aira Maria Bonfim dos Santos, Gustavo Davi Rabelo
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Os microdanos são marcadores biomecânicos da qualidade óssea e atuam como alvos para a remodelação, podendo ser classificados em microtrincas, microfraturas e danos difusos. Este estudo avaliou a presença de microdanos no osso mandibular de pacientes com diversos tipos de lesões, comparando com osso saudável, e investigou a relação entre a quantidade e morfologia dos danos com a natureza da patologia e a idade dos pacientes. Foi conduzido um estudo retrospectivo, transversal e analítico com pacientes diagnosticados com lesões orais periféricas ou centrais (grupo patológico, Pt), subdividido em lesões benignas (B) e malignas (M), e indivíduos sem lesões (grupo controle, C). Amostras ósseas foram coradas com Xylenol Orange, incluídas em metilmetacrilato, e seccionadas para análise por microscopia de fluorescência e contraste de fase. Avaliou-se o número de microdanos por área (Cr.D; n/Ar mm²) e seu tamanho (Cr.Le; μm). O teste de Shapiro-Wilk indicou distribuição não normal, sendo utilizados os testes de Kruskall-Wallis e Spearman. Foram analisadas 55 lâminas de 26 pacientes (8 C, 18 Pt: 7 B e 11 M). Microdanos lineares foram observados em todos os grupos. Não houve diferença significativa entre C, B e M para Cr.D (p=0,50) e Cr.Le (p=0,23). Quando agrupados B e M (Pt) e comparados a C, observou-se diferença significativa para idade (p=0,005) e Cr.D (p=0,009), com mediana de 0,00 para Pt e 0,08 para C. Não houve correlação entre idade, Cr.D e Cr.Le.

Conclui-se que o osso mandibular apresenta microdanos tanto em condições normais quanto patológicas, sendo o osso saudável submetido a forças mastigatórias mais propenso a microdanos do que o osso perilesional.

PNd0604 - Painel Aspirante
Área: 1 - Anatomia

Apresentação: 05/09 - Horário: 14h00 às 17h30 - Local: Salão Turquesa

Morfologia dos Canais Radiculares em Molares com Hipomineralização Molar-Incisivo: Um estudo ex-vivo
Jefferson Aguiar Santos, Kaio Henrique Soares, Mariana Botelho Leite, Patricia Furtado Gonçalves, Frederico Barbosa de Sousa, Thiago Raniel Nunes E. Silva, Karla Rovaris da Silva, Marina de Deus Moura de Lima
UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O estudo buscou caracterizar a morfologia dos canais radiculares em primeiros molares permanentes com Hipomineralização Molar-Incisivo (MIH). 28 elementos extraídos em indivíduos entre 8-12 anos com hipomineralização foram analisados por microtomografia, softwares especializados e análise 3D para avaliar as características internas. Registrou-se o número de canais em cada terço e a quantidade de forames com diâmetro superior a 0,2 mm utilizando sistema de classificação de 4 dígitos. Observou-se diferentes configurações entre raízes distais e mesiais de dentes inferiores, prevalecendo a configuração 1-1-1/1 (50%) nas raízes distais e 2-2-2/2 (37,5%) nas raízes mesiais, com variações significativas entre elas. Nos superiores, a raiz disto-vestibular (DV) predominou com 1-1-1/1 (55,6%), a raiz mésio-vestibular (MV) teve 1-1-1/2 (44,4%), e a raiz palatina teve 1-1-1/1 (66,7%). Houve diferença significativa de volume entre grupos de raízes completa e incompleta nos superiores. Foram identificadas diferenças significativas de área, perímetro e circularidade dos canais em dentes inferiores com raiz completa. Nos superiores, a área e perímetro não apresentaram diferenças estatísticas relevantes. Embora raízes tipo 1-1-1/1 predominem na literatura, esse estudo revelou 33,7% com mais de um forame apical, possivelmente devido às análises 3D. A raiz DV de molares superiores mostrou variações no número de forames, enquanto a MV apresentou menor proporção do canal MV 2 (22,2%) em relação à literatura.

Os dentes com HMI apresentam diversas configurações radiculares, tanto nos molares inferiores quanto nos superiores, evidenciando a complexidade anatômica desses dentes.

(Apoio: CAPES  |  Programa de Pós-Graduação em Odontologia - PPGOdonto UFVJM )
PNd0605 - Painel Aspirante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 05/09 - Horário: 14h00 às 17h30 - Local: Salão Turquesa

EFICÁCIA DA AROMATERAPIA COM ÓLEOS ESSENCIAIS DE LAVANDA E LARANJA NO MANEJO DE DOR E ANSIEDADE APÓS REMOÇÃO DE TERCEIROS MOLARES INFERIORES
Ylana Rosa Matos, Giselly Dos Santos Gomes, Antônio Asriel Dos Santos Almeida, Rebeca Freitas Lima, Isadora Ildefonso Monteiro Rodrigues, Yasmim Teles da Silva, Paulo Goberlânio de Barros Silva, Edson Luiz Cetira Filho
CENTRO UNIVERSITÁRIO CHRISTUS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi avaliar a influência da aromaterapia com óleos essenciais de lavanda e laranja sobre a dor e a qualidade de vida de pacientes submetidos à remoção de terceiros molares inferiores. Realizou-se um ensaio clínico randomizado, duplo cego, controlado e de caráter analítico. Os voluntários foram inicialmente avaliados através de testes que analisavam tendência à ansiedade (IDATE) e qualidade de vida (OHIP-14), foram submetidos ao teste olfativo de Connecticut e tiveram seus dados coletados em ficha clínica individualizada. Posteriormente, os indivíduos foram submetidos a uma cirurgia padronizada para remoção dos terceiros molares inferiores, utilizando a aromaterapia em ambiente controlado. Os grupos foram alocados randomicamente, sendo grupo 1: aromaterapia com óleo de lavanda; grupo 2: aromaterapia com óleo de laranja; grupo 3: grupo controle. Foram alocados 16 participantes por grupo. Os desfechos foram avaliados através de metodologias distintas e os pacientes acompanhados por 7 dias após a cirurgia. Não houve diferenças significativas entre os grupos quanto aos escores de ansiedade. Nos parâmetros hemodinâmicos, a pressão diastólica reduziu no transoperatório nos grupos laranja e placebo, e a saturação de oxigênio aumentou nos grupos lavanda e laranja. A dor atingiu pico após 2h, reduzindo a partir de 4h em todos os grupos, com alívio mais duradouro nos grupos lavanda e laranja. O grupo laranja apresentou menor consumo total de analgésico. Na avaliação da qualidade de vida, apenas o grupo lavanda mostrou aumento significativo dos scores após 7 dias.

Conclui-se que a aromaterapia com óleos de lavanda e laranja pode ser eficaz no controle da dor, com efeitos distintos sobre a qualidade de vida.

(Apoio: CAPES  N° 88887948717202400)
PNd0607 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 05/09 - Horário: 14h00 às 17h30 - Local: Salão Turquesa

EFEITO DO PROBIÓTICO HN019 COMO SOLUÇÃO IRRIGADORA DE CANAL RADICULAR NA POLARIZAÇÃO DE MACRÓFAGOS M1 E M2 EM LESÕES PERIAPICAIS EM RATOS
Daiane Ricardo Santos da Silva, Gabriela Leite Borges, Ana Paula Gomes e Moura, Michel Reis Messora, Flávia Aparecida Chaves Furlaneto, Paulo Nelson Filho, Raquel Assed Bezerra da Silva, Lea Assed Bezerra da Silva
ODONTOPEDIATRIA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou, por meio de imuno-histoquímica, o efeito do probiótico Bifidobacterium animalis subsp. lactis HN019 na polarização de macrófagos M1 e M2 em lesões periapicais induzidas em ratos. Foram utilizados 48 ratos machos adultos Wistar Hannover, distribuídos em seis grupos: Grupo I (4 animais/8 dentes): dentes saudáveis; Grupo II (4 animais/4 dentes): hipoclorito de sódio a 2,5% como irrigante (3 dias); Grupo III (4 animais/4 dentes): probiótico como irrigante (3 dias); Grupo IV (12 animais/24 dentes): lesão periapical sem irrigação (7, 21 e 42 dias); Grupo V (12 animais/24 dentes): hipoclorito de sódio a 2,5% como irrigante (7, 21 e 42 dias); Grupo VI (12 animais/24 dentes): probiótico como irrigante (7, 21, 42 dias). Foram utilizados os marcadores NOS2 (M1) e CD163 (M2) para a análise imuno-histoquímica. Não foram observadas diferenças significativas na expressão dos marcadores entre os grupos irrigados ou entre os períodos analisados, exceto no grupo de 42 dias, em que o tratamento com o probiótico resultou em maior expressão de NOS2 em comparação ao controle. O probiótico não alterou a expressão de CD163, mas aumentou a expressão de NOS2 após 42 dias, indicando um possível efeito modulador da resposta imune-inflamatória em lesões periapicais.

O probiótico não alterou a expressão de CD163, mas aumentou a expressão de NOS2 após 42 dias, indicando um possível efeito modulador da resposta imune-inflamatória em lesões periapicais.

(Apoio: FAPESP  N° 2023/09060-8)
PNd0610 - Painel Aspirante
Área: 2 - Biologia pulpar

Apresentação: 05/09 - Horário: 14h00 às 17h30 - Local: Salão Turquesa

RUNX2 como um potencial biomarcador genético para o risco de nódulo pulpar
Thais Vilalba Paniagua Machado do Nascimento, Daniel Hemming, Rafaela Scariot, Bianca Marques de Mattos de Araujo, Michelle Nascimento Meger, Manoel Damião Sousa-neto, Erika Calvano Kuchler, Flares Baratto Filho
Pós Graduação UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Nódulos pulpares possuem etiologia multifatorial e fatores genéticos predispõem ao desenvolvimento dessa condição. O gene RUNX2 (Runt-related transcription factor 2) age na formação de nódulos pulpares, atuando na diferenciação de odontoblastos e mineralização da dentina. O objetivo foi investigar a associação entre variantes genéticas no RUNX2 e nódulos pulpares, visando identificar marcadores para predizer o risco a essa condição. DNA e radiografias de pacientes com histórico de tratamento ortodôntico foram investigados. A presença de nódulos pulpares foi avaliada em radiografias panorâmicas. Os nódulos foram definidos como opacidades radiopacas bem ou mal delimitadas, localizadas no interior da câmara pulpar de molares permanentes. As variantes genéticas rs59983488 e rs1200425 em RUNX2 foram analisadas por PCR em tempo real. O teste do qui-quadrado foi utilizado para avaliar a distribuição alélica e genotípica. Os testes t e ANOVA foram usados para analisar a média de molares afetados por genótipo (α=5%). Um total de 235 pacientes (119 casos) foi incluído. rs59983488 foi associada com nódulos pulpares. Pacientes com o genótipo GG (p=0,033) e com alelo G (p=0,022) apresentaram uma chance quase duas vezes maior de desenvolver nódulo pulpar. A razão de chance foi de 1,8 (IC95%=1,1-3,1, genótipo GG). rs1200425 foi associada à nódulos pulpares nos modelos codominante (p=0,022) e recessivo (p=0,046). Pacientes com o genótipo AA (média=1,48) apresentaram uma média de dentes afetados menor do que aqueles com genótipos AG+GG (média=2,34) (p=0,05).

As variantes genéticas no RUNX2 foram associadas a nódulos pulpares, sugerindo um possível biomarcador para o risco de formação de nódulos pulpares em pacientes ortodônticos.

PNd0611 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 05/09 - Horário: 14h00 às 17h30 - Local: Salão Turquesa

Frequência de indicação e diagnóstico de tomografia computadorizada de feixe cônico para avaliação de fratura radicular
Gustavo Dos Santos Cardoso, Jardel Francisco Mazzi-Chaves, Manoel Damião Sousa-neto, Amanda Pelegrin Candemil
PPG Odontologia Restauradora UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do presente estudo foi avaliar a frequência da indicação e diagnóstico de Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico (TCFC) para avaliação de fratura radicular. Foram analisadas 610 solicitações e imagens de TCFC adquiridas no aparelho Prexion 3D (90kVp, 4mA, 5x5cm, voxel 0,1mm e 19s.), indicadas para fins endodônticos, provenientes do banco de imagens do Laboratório de Endodontia da FORP-USP. Inicialmente as solicitações das imagens foram avaliadas quanto a idade, sexo, região dentária e indicação. Em seguida, dois avaliadores avaliaram a presença de fratura radicular, tratamento endodôntico insatisfatório, reabsorção radicular, calcificação pulpar, lesão periapical, perfuração radicular e hipercementose no software On Demand 3D. Além disso, a localização do diagnóstico em relação ao terço radicular, perda óssea associada e a presença de materiais de alta densidade foram considerados. A análise estatística foi realizada com os testes qui-quadrado, exato de Fisher e Kappa ponderado, utilizando o software JAMOVI (=0,05). As indicações de TCFC mais frequentes foram para diagnóstico de fratura radicular (46%) e planejamento endodôntico (32%). Independente da indicação, os diagnósticos mais frequentes foram de lesão periapical (42-47%) e tratamento endodôntico insatisfatório (40-43%). As imagens com diagnóstico de fratura radicular mostraram associação significativa com a localização cervical radicular, tratamento endodôntico, lesão periapical e perda óssea. Materiais de alta densidade estavam presentes em 94% das imagens.

Conclui-se que, apesar da alta frequência de indicação da TCFC para fratura radicular, os diagnósticos mais comuns foram lesão periapical e tratamento endodôntico insatisfatório.

(Apoio: CAPES  N° 88887.839837/2023-00)



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